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sexta-feira, 31 de maio de 2013

Wrath!!!!

Olá gente!

Pois é, tenho que conversar com a senhora MorCeGo sobre uma coisa importantíssima.
Vou ser obrigada a encostar-te contra a parede da gruta!
Pode-se dizer que roubaste algo importantíssimo quando fizesse uma certa publicação.
Acontece que, quando estava nas minhas pesquisas matinais, encontrei uma parte de capítulo em inglês e que eu traduzi.
E fiquei boquialerta! E não boquiaberta!
Lembraste quando publicaste a cena da alimentação? Do Blay e do Qhuinn a alimentar-se da Selena? Se te lembras então também sabes bem o que roubaste [quando puseste (…)]! :p

Não foi isso que trouxe hoje, mas se a MorCego me der autorização, é o que eu publico amanha!

Hoje é Wrath e a continuação da parte da história em que ele ficou cego.

====================Soilers! (Ou não... como sempre!)====================

[Portanto…
Wrath discute com Beth;
A Irmandade está à espera para a reunião;
Wrath faz o Rhage ter um ataque
Cardíaco quando diz que vai ser seu companheiro;
Phury volta;
Vocês sabem néh?
Portanto eu vou saltar para o que importa] 

Sejam bem isto, para não ser acusada de não ter avisado => o


Capitulo 40

            Wrath despertou na escuridão, as de uma forma deliciosa, familiar e feliz. Tinha a cabeça sobre a sua própria almofada, as costas sobre o seu próprio colchão, as mantas puxadas até ao queixo e o aroma da sua shellan bem presente no nariz.
            Dormiu o sono dos justos durante um longo período de tempo; podia afirmar isso a julgar pela necessidade que tinha de se espreguiçar. E a dor de cabeça tinha passado. Passado… Deus, havia tanto tempo que vivia com a dor, que era apenas na ausência desta que ele se dava conta de quão má a dor se tinha tornado.
            Espreguiçando-se com todas as forças, esticou os músculos das pernas e dos braços até fazer ranger os ombros e a coluna se endireitar, e o seu corpo sentiu-se glorioso.
            Voltando-se na cama, encontrou Beth com o braço, passou-o pela cintura e enroscou-se nela de maneira a ficar com o rosto enterrado no suave cabelo da nuca. Ela dormia sempre sobre o lado direito e ficarem como duas colheres juntas tinha tudo a ver com ele – ele gostava de envolver o corpo dela, mais pequeno, com o seu – muito mais comprido – porque isso o fazia sentir-se suficientemente forte para a proteger.
            Entretanto, manteve as ancas afastadas dela. O seu pénis estava rígido e cheio de desejo, mas ele sentia-se grato somente pelo facto de poder deitar-se com ela… E não tinha qualquer intenção de arruinar o momento fazendo-a sentir-se incomodada.
            - Hum. – disse ela, acariciando-lhe o braço. – Estás acordado.
            - Estou. – E até mais do que isso.
            Ouviu-se um restolhar enquanto ela dava a volta, movendo-se no braço dele até ficarem de frente.
            - Dormiste bem?
            - Oh, sim.
            Quando sentiu um ligeiro puxão de cabeço, ele soube que ela estava a brincar com as pontas frisadas e ficou contente por tê-lo mantido tão longo. Apesar de ter de prender a pesada massa negra na parte de trás da cabeça quando saía para lutar, e de demorar uma eternidade para secar – tanto tempo, aliás, que ele tinha de usar um secador de cabelo, o que era demasiado efeminado para o gosto dele -, Beth adorava a coisa. Lembrava-se das muitas vezes em que ela o tinha desdobrado em leque sobre os seios nus…
            Bem, evitar tais pensamentos seria uma muito boa ideia. Se continuasse com aquele tipo de coisas, teria de a montar ou perder a maldita cabeça.
            - Adoro o teu cabelo, Wrath. – Na escuridão, a voz baixa dela era como o toque dos seus dedos: Delicada e devastadora.
            - Eu adoro sentir as tuas mãos nele – retorquiu com a voz rouca -, no meio dele, de qualquer forma que queiras.          
            Estiveram, só Deus sabia quanto tempo, ali deitados, lado a lado, de frente um para o outro, os dedos dela a brincar com as densas ondas do cabelo.
            - Obrigada – disse ela baixinho – por me falares desta noite.
            - Preferia ter boas notícias para te dar.
            - Mesmo assim, fico contente por me teres contado. Prefiro saber.
            Ele encontrou o rosto dela através do tato e, enquanto deslizava os dedos sobre a face e o nariz até aos lábios, viu-a com as mãos e reconheceu-a com o coração.
            - Wrath… - ela colocou a mão sobre a ereção dele.
            - Oh, merda… - as andas dele impulsionaram-se para a frente e a parte baixa das costas ficou tensa.
            Ela riu baixinho.
            - A tua linguagem de amor faria um camionista sentir-se orgulhoso.
            - Desculpa, eu… - a respiração dele prendeu-se-lhe na garganta quando ela o acariciou por cima dos boxers que ele estava a usar em atenção ao pudor dela. – Caralh… Quero dizer…
            - Não, eu gosto. Tem muito a ver contigo.
Ela fê-lo rodar e montou-o pelas andas… Ele sabia que ela tinha ido para a cama com uma camisa de dormir de flanela, mas, onde quer que a coisa estivesse, não lhe cobria as pernas porque o doce e quente centro dela esfregava-se contra o pénis duro.
            Wrath grunhiu e perdeu o contrlo. Com um súbito impulso, atirou-a sobre as costas, baixou as Calvin Klein que raramente usava pelas pernas abaixo e penetrou-a. Ao mesmo tempo que ela gritava e lhe marca as costas com as unhas, as presas dele alongaram-se completamente e palpitaram.
            - Preciso de ti – disse ele. – Preciso disto.
            - Eu também.
            Ele não a poupou do seu poder, mas, algumas vezes, ela também gostava assim, cru, selvagem, que o corpo dele a marcasse com dureza.
            O rugido que ela emitiu quando ele a penetrou sacudiu o quadro de óleo pendurado acima da cama e fez os frascos de perfume dela que estavam no toucador salpicarem, mas ele continuou a mover-se no interior dela, mais besta do que amante civilizado.
Porem, quando o aroma dela começou a inundar-lhe o nariz, ele soube que ela o desejava exatamente como ele era – cada vez que ele tinha um orgasmo, ela vinha-se com ele, o seu sexo apertava e puxava o dele, mantendo-o profundamente no seu interior.
            Com uma ordem ofegante, ela disse-lhe:
            - Toma a minha veia…
            Ele lançou um silvo, tal como um predador, e procurou o pescoço dela, mordendo com força.
            O corpo de Beth veio-se debaixo do dele e por entre as andas de ambos ele sentia latejar uma calidez que não tinha nada a ver com o que tinha deixado dentro dela. Na boca, o sangue dela era o presente da vida, espesso na língua e descendo-lhe pela garganta, enchendo-lhe o ventre com um fornalha que lhe iluminava a carne de dentro para fora.
Enquanto bebia, as andas dele assumiram o comando, dando prazer a ele, a ele próprio; quando se sentiu saciado, lambeu as marcas de dentada e voltou a ocupar-se dela, esticando-se para baixo e levantando-lhe uma das pernas para poder entrar ainda mais profundamente enquanto lhe dava estocadas. Depois de se vir noutra investida, ele segurou-lhe a nuca com a palma da mão e aproximou os lábios dela da sua própria garganta.
            Não teve oportunidade de verbalizar uma ordem. Ela mordeu-o e, no momento em que as aguçadas pontas dela lhe ferraram a pele, sentiu a doce chicotada da dor e teve outro orgasmo, ainda mais brutal que todos os outros: saber que possuía o que ela necessitava e desejava, que ela vivia do que pulsava dentro das suas veias, era terrivelmente erótico.
            Quando a sua shellan acabou e fechou as feridas lambendo-as, ele virou-se sobre as costas mantendo-os unidos, na esperança de…
            Oh, sim, foi muito bem montado. Enquanto ela assumia o comando, ele pode acariciar-lhe os seios, dando-se conta que ela ainda tinha a camisa de noite vestida; asiim, tirou-lha pela cabeça e atirou-a para qualquer lado, sem se importar para onde. Encontrando novamente os seios dela, o peso era tão forte e pesado nas suas mãos que ele teve de se arquear para cima e tomar um dos mamilos na boca. Chupou-o enquanto ela bombeava por ambos até que se tornou difícil manter a ligação entre eles e teve de deixar cair o tronco sobre a cama.
            Beth gritou, ele gritou em seguida e ambos atingiram o clímax. Depois, ela deixou-se cair e ficaram, lado a lado, ofegantes.
            - Foi incrível – suspirou ela.
            - Absolutamente incrível.
            Ele tateou na escuridão~~ao até que encontrou a mão dela e ficaram assim unidos durante um momento.
            - Tenho fome – disse ela.
            - Eu também.
            - Bem, deixa-me ir procurar qualquer coisa para nós.
            - Não quero que vás. – Ele puxou-lhe a mão, atraindo-a para si, beijando-a. – És a melhor fêmea que um macho poderia jamais ter.
            - Eu também te amo.
            Como se estivessem sincronizados, os seus estômagos rugiram ao mesmo tempo.
            - Está certo, talvez seja hora de comer qualquer coisa. – Enquanto riam juntos, Wrath soltou a sua shellan. – Espera, deixa-me acender a luz para que possas encontrar a camisa de noite.
            Imediatamente soube que algo estava errado. Beth deixou de rir e ficou absolutamente paralisada.
            - Leelan? Estás bem? Fiz-te mal? – Oh, Deus… tinha sido tão bruto. – Desculpa-m…
            Ela interrompeu-o com a voz estrandulada.
            A minha luz já está acesa, Wrath. Antes de tu acordares, eu estava a ler.
(…)

Tadinho dele… Tadinha dela…

Beijinhos

quinta-feira, 30 de maio de 2013

BLAY / QHUINN (WC) – SPOILERS Lover at Last

He he he *riso malandríssimo*

Aposto que está tudo com vontade de ir à casa de banho! xD

De facto, o WC foi publicidade enganosa… ou não…

É ler para saber.

Hoje irão aprender que esperar é uma arte, aprendam com o Qhuinn, o vosso mestre.

Margarida Ladeira, esta publicação é especialmente para ti. Quando te queixares que tens de ficar à espera, lembra-te do que aqui aprendeste! E para toda a gente que se diz ansiosa e a morrer de antecipação, eis um spoiler especial.

Boas leituras!
Beijos bons para todos(as) e obrigada por serem como são: ESPETACULARES!



SPOILERS___SPOILERS
Lover at Last


Às vezes a vida era altamente.
- Então, gostaste da noite passada?
Assim que Qhuinn perguntou ao ouvido de Blay, ele revirou os olhos na quase escuridão.
- Que te parece?

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Father Mine – capítulo 8

Ui! Ficou tudo bravo com a publicação de ontem! E com uma imaginação espantosa…
E continuo a ser eu quem sabe o que se passou… *riso muito malandro*
Prometo que se se portarem bem, volto a publicar o spoiler sem aquelas omissões horríveis e numa versão alargada.
Mas têm que se portar muuuuuuito bem…
Hoje, temos mais uma dose de Zsadist (Coisa linda e fofa!) para alegrar um bocadinho o vosso dia e recarregarem baterias para enfrentarem a vida.

Até amanhã.
Boas leituras.
Beijos bons.




Capítulo Oito

Assim que Zsadist abriu a porta do berçário, verificou outra vez se a camisa estava decentemente enfiada nas calças.
Caramba, adorava o cheiro do quarto. Inocência com aroma a limão era o que lhe chamava em pensamento. Doce como uma flor, mas sem ser enjoativo. Puro.
Bella apertou-lhe a mão e levou-o ao berço. Rodeada de fitas de cetim maiores do que ela, Nalla estava virada de lado, com os braços e as pernas muito apertados, os olhos muito fechados como se estivesse diligentemente a fazer de tudo, tudo, tudo para dormir.
No instante em que Z olhou para o berço, ela mexeu-se. Fez um barulhinho. A dormir, estendeu a mão, mas não na direção da mãe, mas na dele.
- O que é que ela quer? – Perguntou como um idiota.

terça-feira, 28 de maio de 2013

BLAY / QHUINN - SPOILERS Lover at Last


Eu hoje vou responder a comentários do género “Ai, és tão má”, “Ai, fazes-me sofrer”, “Ai, quero mais” e “Ai, que isto não se faz”.

Eu hoje vou-vos mostrar o que é ser má, o que é sofrer, o que é querer mais e o que não se deve fazer.

Uha ha ha ha ha *riso altamente malévolo*

O morCeGo está terrível! E só amanhã é que trago o Zsadist de volta.



SPOILERS ___ SPOILERS
Lover at Last


segunda-feira, 27 de maio de 2013

Father Mine - Capítulo 7 - segunda parte

Ai que já é segunda!

O fim de semana passou a correr tanto que, quando fui a ver, o gajo já ia ao fundo da estrada! Sinto-me roubada do meu direito ao descanso! Sim, porque se me dessem folga, eu andava com ela ao pescoço a exibi-la! E para ma tirarem, tinham de passar por cima do meu lindo e amoroso cadáver!

Bom, há que arrebitar e arranjar motivos de interesse para se iniciar mais uma semanita, certo? Imagino um Z meiguinho à minha espera para quando regressar do trabalho… ou um Qhuinn…. E agora dizem vocês: mas esta estúpida diz que trabalha e está a enfiar coisas na net? E ainda por cima a ter pensamentos pecaminosos? Há de trabalhar, há de...

Já chega de paleio e vamos ao que interessa. Hoje temos o que faltava do capítulo 7 que, para quem anda distraído, acabou com uma interrupção fantástica de Nalla a chorar baba e ranho.


Boa segunda-feira e ótimas leituras!


Capítulo Sete – Segunda Parte


Bella sentiu a ereção de Z murchar e sabia bem que não tinha sido por já ter ejaculado. Ele conseguia fazê-lo quatro ou cinco vezes numa sessão – e isso numa noite normal, não depois de um período de seca de meses e meses.
- Desculpa, - disse ela do berço a olhar por cima do ombro, a sentir-se dividida a quem acudir.
Zsadist prendeu-lhe o rosto com as mãos ligadas e virou-a para ele.
- Toma conta da cria que eu fico bem.
Não havia sombra de censura nem nos olhos nem na voz. Na verdade, nunca houve. Nunca se ressentiu de Nalla; se havia algo em demasia nele era a capacidade de se auto sacrificar.
- Eu vou…
- Demora o tempo que precisares.
Saiu da cama e foi até ao berço. Nalla estendia as mãozinhas e acalmou-se um bocadinho… especialmente quando pegaram nela.
Certo. Fralda molhada e fome.
- Eu não me demoro.
- Não te preocupes. – Z voltou a deitar-se nos lençóis de cetim negros, a cara das cicatrizes já não estava faminta, o corpo calmo e não tenso.

domingo, 26 de maio de 2013

Mais um dia com Wrath!

Pois é, eu sei que ontem não publiquei nada e por isso peço desculpa.
Não estava com condições mentais para usar o computador.
Mas hoje voltei.
Continuação da parte da história do Wrath em "Na Sombra da Vingança".

============================== Spoilers (ou não) ==============================

Capitulo 12 (2ª parte)

- Responde-me apenas a uma coisa. – disse ela. – Uma única coisa. É melhor que me digas a verdade, ou que Deus me ajude, vou… - levou a mão à boca, prendendo um leve soluço com a mão débil. – Honestamente, Wrath… Sinceramente, pensas que eu te impediria? No fundo do teu coração, acreditaste verdadeiramente que eu o fizesse?
            Ele engoliu em seco enquanto ela pronunciava as palavras numa voz estrangulada.
            Wrath respirou fundo. No decurso da sua vida, tinha sido ferido muitas, muitas vezes. Mas nada, nenhuma ferida alguma vez infligida à sua pessoa lhe tinha doído tanto como a dor que sentiu ao responder-lhe.
            - Não. – Voltou a respirar fundo. – Não, não acredito… que fosses impedir-me.
            - Quem falou contigo esta noite? Quem foi que te convenceu a contares-me?
            - Vishous.
            - Eu devia ter adivinhado. Ele é, provavelmente, a única pessoa, tirando Tohr, que poderia faze-lo… - Beth cruzou os braços, abraçando-se a si própria, e ele seria capaz de dar a mão com que empunhava a adaga para ser ele a abraçá-la. – Andares aí por fora a lutar assusta-me como a merda, mas esqueces-te de algo… Acasalei-me contigo sem saber que não era suposto que o Rei estivesse no campo de batalha. Estava preparada para te apoiar ainda que isso me aterrorizasse… Porque lutar nesta guerra está na tua natureza e no teu sangue. Idiota… - a voz dela quebrou-se. – Idiota, ter-te-ia deixado fazê-lo. Mas em troca…
            - Beth…
            Ela interrompeu-o.
            - Lembras-te da noite em que saíste, no princípio do verão? Quando intervieste para salvar Z e depois ficaste no centro da cidade a lutar com os outros?
            Seguro como o diabo que a recordava, sim. Quando tinha voltado para casa , tinha-a perseguido pelas escadas e fizeram sexo sobre o tapete da salinha do segundo andar. Várias vezes. Conservava na lembrança os calções de ganga que lhe arrancou das ancas.
            Jesus… Agora que pensava… Essa tinha sido a última vez que estiveram juntos.
            - Disseste-me que era somente por uma noite. – disse ela. – Uma noite. Somente. Juraste, e eu confiei em ti.
            - Merda, sinto muito.
            - Quatro meses. – Ela abanou a cabeça, e o seu magnífico cabelo negro balançou sobre os ombros, captando a luz de uma maneira tão formosa que até os seus olhos inúteis registaram o seu esplendor. – Sabes o que mais me dói? Que os Irmãos soubessem e eu não. Sem aceitei esse assunto da sociedade secreta, entendi que há coisas que não posso saber…
            - Eles também não sabiam. – Bem, Butch sabia, as não havia razão para o expor. – V soube esta noite.
            Ela cambaleou e encostou-se contra uma das paredes azul pálido.
            - Saíste sozinho?
            - Sim. – Estendeu a mão para lhe tocar no braço, mas ela afastou-o.
            - Beth…
            Abriu a porta de rompante.
            Não me toques…
            A porta fechou-se de um só golpe atrás dela.
            A raiva contra si próprio fez com que Wrath se voltasse e ficasse de frente para o seu escritório e, no instante em que viu todos os documentos, todas as solicitações, todas as queixas, todos os problemas, foi como se alguém tivesse ligado dois cabos elétricos cortados às suas omoplatas e lhe dessem uma descarga.
            Lançou-se para a frente, varreu com os braços a superfície da secretária e fez voar toda aquela merda pela sala.
            Enquanto os papéis voavam em todas as direções, caindo como neve, ele tirou os óculos de sol e esfregou os olhos. – a dor de cabeça trespassava-lhe o lóbulo frontal. Ficou sem folego, cambaleou, encontrou a sua cadeira pelo tato e atirou-se sobre a maldita coisa. Com um áspero grunhido, deixou que a cabeça caísse para trás. Ultimamente, aquelas enxaquecas por causa do stresse estavam a converter-se num acontecimento diário, aniquilando-o e prolongando-se como uma gripe que se recusa a ser erradicada.
            Beth. A sua Beth…
            Quando ouviu bater à porta, deixou escapar da boca a palavra F.
            A pancada voltou a fazer-se ouvir.
            - O que é? – Ladrou.
            A cabeça de Rhage apareceu através de uma fresta e depois ficou imóvel.
            - Ah…
            - O que é?
            - Sim, bem… Ah, a avaliar pelo bater da porta, caramba, o forte vento que evidentemente acabou de passar pelo teu escritório. Continuas a querer reunir-te connosco?
            Oh Deus… Como seria capaz de manter outra daquelas conversas. Mas, por outro lado, talvez devesse ter pensado nisso antes de decidir mentir aos seres mais próximos e mais queridos.
            - Meu senhor? – A voz de Rhage adquiriu um tom gentil. – Desejas ver a Irmandade?
            «Não.» - Sim.
            - Queres o Phury em alta voz ao telefone?
            - Sim. Escuta, não quero os rapazes nesta reunião. Blay, John e Qhuinn… Não estão convidados.
            Já calculava. E que tal se eu te ajudar a limpar?
Wrath olhou para o tapete coberto de papéis.
            - Eu encarrego-me disso.
            Hollywood provou a sua inteligência ao não voltar a oferecer-se, nem tão-pouco sair com um «tens a certeza?». Simplesmente saiu e fechou a porta.
            Do outro lado, o relógio de pé que estava a um canto deu as badaladas. Era outro som familiar que geralmente Wrath não ouvia, mas que agora, enquanto permanecia sentado sozinho no escritório, fazia soar as badaladas como se fossem emitidas através de altifalantes de concerto.
            Deixou as mãos pousarem sobre os braços da frágil cadeira giratória, mas estas caíram para os lados. A peça de mobiliário era mais do estilo de algo que uma fêmea usaria ao final da noite para apoiar o pé e tirar as meias. Não era um trono. Era por essa razão que ele a usava. Não quis aceitar a coroa por muitos motivos, tinha sido Rei por direito de nascimento, não por inclinação, e em trezentos anos não o tinha assumido. Mas, logo que Beth chegou, as coisas mudaram e finalmente tinha ido ver a Virgem Escrivã.
            Isso acontecera há dois anos atrás. Duas primaveras, dois verões. Dois outonos e dois invernos.
            Naquele tempo tinha grandes planos, no início. Geniais e maravilhosos planos para unir a Irmandade, para que todos estivessem sob o mesmo teto, consolidando forças, escorando-se contra a Sociedade dos Minguantes. Triunfando. Salvando. Reclamando.            
            Em vez disso, a glymera fora chacinada. Havia mais civis mortos. E havia ainda menos Irmãos. Não tinham progredido. Tinham perdido terreno.
            A cabeça de Rhage apareceu outra vez.
            - Ainda estamos aqui fora.
            - Maldito sejas, eu disse que precisava de algum…
            O relógio de pé voltou a soar e, enquanto Wrath escutava a quantidade de badaladas, deu-se conta que já havia passado uma hora desde que se sentara sozinho. Esfregou os olhos doridos.
            - Dá-me outro minuto.
            - Tudo o que o meu Senhos necessitar. Leva o tempo que entenderes.
(…)


Continuação de um bom domingo.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Divertimento no mundo da Irmandade

Para já, continuação de uma óptima sexta feira para todos vocês ;)
Pois é, hoje trago mais um cartoon.
Pelos vistos já todas (pelo menos as que comentam) já conhecem o que planeei fazer do Wrath.
Mas já que comecei, também acabo.
Amanha vem mais uma parte.
Hoje fica um cartoon.

Gosto de saber que posso contraria-lo "um pouco"...
Acho que, acima de tudo, consigo ter mais ciumes do Blay do que das fêmeas...

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Of topic: Não devo ser a unica a ir dormir a pensar nestes livros mas a minha maneira de imaginar é bastante... particular.
Não sei como tive imaginação para tal!
Mas a conclusão é que eu fico com o Qhuinn... *baba*

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Isto é para agradar a maioria por isso fica aqui.
Alem disso... também me vejo perfeitamente a ter ciumes da Bella e da D. Jane...


Até amanha!

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Wrath e o abre cartas - Segunda (e última) Parte

Pois, pois.
As lindas só querem Z.
As lindas só querem Quinn e Blay.
As lindas vão ter Wrath com três bolinhas vermelhas!

Olha as bolinhas... O O O
Três bolinhas.
Três. (basicamente é a minha boca aberta, a da Nasan e a vossa... e todas a salivar profusamente.)

O Z, que já tem donas *choro*, como bem disse a margarida, volta para a semana em força.
E quanto a ficarem doentes de ansiedade... pensem que o Blay gosta quando o Qhuinn está ansioso, ou quando tem de esperar... para a semana também vos mostro isso... he he he... *riso malévolo*

Meus amores, boas leituras!
Beijos bons.

Wrath e o abre cartas - Segunda Parte



***

Muito tempo depois, de volta à mansão, Beth andava às voltas na sala do bilhar. Durante a noite, transformou a mesa de bilhar no centro do seu universo: o feltro verde e quadrado com os seus buracos e bolas coloridas eram o sol do seu sistema solar e ela girava e girava…
Deus. Não sabia como é que a Mary e a Bella aguentavam… saber que os seus hellrens estavam fora na noite malévola a lutar um inimigo sem fim, um inimigo com armas que não só incapacitavam como também matavam.
Quando Wrath lhe disse o que queria fazer, o que precisava de fazer, teve que se obrigar a não lhe gritar. Mas, Cristo, ela já o tinha visto deitado numa cama de hospital, ligado a fios e máquinas e tubos, ferido, a morrer, a ir e a vir entre a vida e o nada.
Não tinha vontade nenhuma de reviver o pesadelo.
Claro que ele fez o melhor que pode para lhe dar confiança. Disse-lhe que ia ser cuidadoso. Lembrou-lhe que lutou durante trezentos anos, que tinha treinado e exercitado e que tinha sido criado para aquilo.
Como se isso interessasse. Ela não estava a pensar nos trezentos anos em que ele regressou a casa a salvo ao amanhecer. Apesar de tudo, ele era de carne e osso e havia um limite para a vida, um limite de tempo que podia desaparecer a qualquer instante. Bastava uma bala no peito, ou na cabeça, ou…
Desceu o olhar e apercebeu-se de que já não se mexia. O que até fazia sentido. Era evidente que os pés se tinham colado ao chão. Ao forçá-los a andar outra vez, disse a si própria que ele era o que era: um guerreiro. Ela não se tinha casado com a porcaria de um boneco. Tinha sangue de guerreiro e tinha sido acorrentado à casa no último ano, pelo que só podia quebrar.
Mas, ó Cristo, tinha de sair e…
O relógio do avô começou a tocar. Cinco horas.
Porque é que não tinham voltado…
A porta da entrada abriu-se e ouviu Zsadist e Phury e Vishous e Rhage entrar. As vozes graves saltavam, as palavras rápidas com força e vida. Tinham sido energizados por causa de alguma coisa, reforçados.
Se Wrath estivesse ferido, de certeza que não se comportavam assim. Certo? Certo?

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Capítulo Sete – Primeira Parte

Sinto-me frustrada com os meus contactos e pesquisas interneteiras. Quase todos os dias vasculho a rede em busca de novidades. Eu só queria um spoilerzito de alguma coisa, mas nada! Ninguém sabe de nada!
No entanto, quero fazer inveja ao pessoal, contente ou infeliz, dependendo de terem ou não Feiras do Livro. Na minha gruta há feiras do livro e do papel todos os dias!... E feiras da ladra também. O meu morceguinho mais velho quer-me vender os livros que tem para comprar outros, alega que o morcego mais pequeno um dia vai querer lê-los e que eu só tenho de abrir os cordões à bolsa… Pois sim… O morcegão pai, que anda em arrumações, despejou a estante dele há duas semanas e organiza a papelada no meio do chão da gruta. Resumindo e concluindo, o pequeno quer as coisas do pai, o irmão quer que ele queira as coisas dele, eu quero que arrumem tudo, que ninguém mexa em nada do que é meu e que não me peçam dinheiro.
Aaaaaaai!
E coisas fixes?
Temos uma anachiva (que deve ser a ex-A ex-ex-Anónima… digo eu!) para desejarmos as boas vindas.
E temos mais Z e Bella! (e só faltam mais 5 ou 6 pedacinhos)


Dedicado às gloriosas amantes de Z (eu xD)!

Capítulo Sete – Primeira Parte

Eram quase cinco da tarde quando Z acordou finalmente como deve ser. Era bom estar na própria cama. Não era tão bom ter uma perna engessada. Rebolando, abriu os olhos e olhou para Bella. Ela estava acordada e a fitá-lo.
- Como te sentes? – Perguntou ela.
- Bem. - Pelo menos fisicamente. O resto, a mente e as emoções eram uma questão em aberto.
- Queres comer alguma coisa?
- Sim. Daqui a pouco.
O que ele queria mesmo era ficar deitado e olhar para os olhos da sua shellan durante um bocado.
Bella deitou-se de costas e olhou para o teto.
- Estou contente por termos falado, - disse ele. Por muito que odiasse o passado, ele faria qualquer coisa para que ela não o deixasse e se isso significava ter uma conversa, ele havia de tagarelar até ficar mudo.
- Eu também.
Ele franziu o sobrolho, apercebendo-se do distanciamento.
- Em que estás a pensar?
Depois de uns instantes, ela perguntou baixinho.
- Tu ainda me queres?
Ele teve que acordar à sério. Ela não podia estar mesmo a perguntar…
- Meu Deus, claro que te quero como minha shellan. Só de pensar que me podias deixar é…
- Digo sexualmente.
Ele pestanejou, a pensar na ereção obscena da noite anterior… só por a ver tirar a toalha.
- Como não?
Ela voltou a cabeça para ele.
- Tu não te alimentas e não me procuras… bem, eu também não, mas o que eu quero dizer…
- Nalla precisa mais de ti agora.
- Mas tu também… pelo menos a minha veia. – Ela abanou a cabeça percorrendo-lhe o corpo com os olhos – Se te tivesses alimentado bem, tinhas partido a perna? Se calhar, não.
- Não sei. Caí um andar… em cima de vidro.
- Vidro?
- Um candeeiro.
- Deus…
Fez-se um longo silêncio, e ele questionou-se acerca do que ela queria que ele fizesse. Será que lhe estava a abrir uma porta para…? A simples perspetiva de sexo acordou-lhe o corpo como se ele fosse um gongo e ela lhe tivesse batido com uma força dos diabos.
Mas Bella ficou onde estava. E ele ficou onde estava.
À medida que o silêncio se estendia, ele pensou em como estavam perto da rutura. Se não fizessem nada para reatar…
Através dos lençóis, pegou-lhe na mão e trouxe-a de volta para o seu corpo.
- Eu quero-te – disse, e colocou-lhe a mão na sua ereção. Com o toque, deixou escapar um gemido e rolou os quadris, empurrando-se contra a mão.
- Ó, caramba… tive saudades tuas…
Envergonhou-se quando viu que Bella parecia surpreendida e fê-lo pensar no momento em que a tinha visto na casa de banho de toalha. Quando ela parou e se viu ao espelho, ela estava a inspecionar o corpo, apercebeu-se ele agora… procurava defeitos que não existiam. E ao vê-lo tapou-se logo, não porque não quisesse atrair-lhe as atenções, mas porque duvidava conseguir fazê-lo.
Ele moveu a mão dela para cima e para baixo do seu membro.
- Estou desesperado para te tocar outra vez. Em todo o lado.
Ela aproximou-se por baixo dos lençóis.
- Estás?
- Como não? Tu és a fêmea mais perfeita que eu já vi.
- Mesmo depois de…
Lançou-se rapidamente para a frente e pressionou os lábios contra os dela.
- Especialmente depois de. – Afastou-se para puder ler-lhe os olhos. – Tu estás tão bonita como quando te vi pela primeira vez no ginásio há tantos dias e noites atrás. Naquela altura fizeste-me parar o coração… imobilizaste-o simplesmente no meu peito. E agora também mo paras.
Ela pestanejou rapidamente e ele beijou-lhe as lágrimas.
Bella… se eu soubesse, eu tinha dito dito qualquer coisa… feito alguma coisa. Parti do princípio de que sabias que nada tinha mudado para mim.
- Desde que Nalla apareceu, está tudo diferente. O ritmo das minhas noites e dos dias. O meu corpo. Tu e eu. Por isso pensei…
- Toca-me, - gemeu, arqueando-se para ela. – Toca-me e ficas a saber… Ó Deus.
Ela tocou-o, pois. Envolveu-o com as duas mãos e acariciou-o para cima e para baixo, a percorrer o duro comprimento.
- Está bom assim? – Sussurrou.
Ele só conseguiu dizer que sim com a cabeça e gemer. Com ela a segurá-lo daquela maneira, envolvendo-o com as mãos, a acariciá-lo, o cérebro tinha-se mais ou menos desligado.
- Bella…
Estendeu as mãos ligadas e parou.
- Merda de gaze…
- Eu tiro-tas. – Pressionou os lábios contra os dele. – E depois podes pôr as mãos onde quiseres…
- Foda-se.
Veio-se. Assim. Em vez de se sentir decepcionada, Bella riu-se naquele tom grave e gutural de fêmea que sabe que vai ter sexo com o seu macho.
Ele reconheceu o som. Adorou-o. Sentiu-lhe a falta. Precisava de ouvi…
Do outro lado do quarto, Nalla lançou um grito de aquecimento que depressa se elevou num choro a plenos pulmões de eu-quero-a-minha-mahmen- AGORA.


É o que dar arranjar crias! He he he
Ai, como eu os entendo...

terça-feira, 21 de maio de 2013

As Capas Brasileiras e Portuguesas

Saudações Amantes da Irmandade,

 Bem e já fiz mais um trabalhinho de casa ^.^

 apresento-vos as Capas Brasileiras e Portuguesas, assim, quando nós falar-mos de um titulo, ja sabem a quem nos referi-mos e igualmente ao contrario ^.^















*nasan


Todas as sugestões para a Playlist da Irmandade da Adaga Negra

Saudações Amantes da Irmandade,

verdade seja dita, eu ia...mas já não vou, porque já fiz...credo!!! A língua portuguesa é bem tramada!! Mas não vamos ter português agora, nop, de forma nenhuma se não levo um 0 bem redondinho hahahaha. Como eu  estava aqui a escrever antes de divagar  ia fazer a publicação amanha de todas as sugestões que fizeram para as playlist´s da irmandade. Mas a minha maezinha sempre me disse, "filhinha, não deixes para amanha o que podes fazer hoje!" Sabias palavras....

Então aqui está TODAS as sugestões (espero por bem não me ter esquecido de nenhum!) E verdade seja dita, há musicas "repetidas" para alguns casais, mas cheguei a conclusão, e não fosse eu me perder! Não repeti mais, porque sejamos honestas, muitas musicas são caras chapadas de alguns casais, e se eu fosse a repetir tudo.... bem, nao haveria mensagem no blog que chegasse!

Tomei a liberdade de, e como algumas fãs mencionaram varias vezes, de colocar a playlist da autora, J.R.Ward para a Irmandade da Adaga Negra!

Espero que gostem! Divirtam-se a ouvir as musicas (nop, não vou meter todos os links se não isto fica sub carregado e depois é um vê se te avias que nunca mais acaba. Por isso, copiem os títulos e colem no Youtube hahahahah)



Musica para toda a Irmandade

Madonna Masterpiece


Na Sombra da Noite

Disturbed - the night
eminem - 3 a.m
amorphis - silent waters
Florence + The machine - never ler me go
Evanescence - The Other Side
Shaman - Fairy Tale

Na Sombra do Dragão

Mickey Monroe Sing to me
Chris Daughtry Crashed
Rihanna Stay
Hoobastank The Reason
Skillet - Monster

Na Sombra do Pecado

Evanescence - Bring Me To life
Evanescence - Lies
E.S. Posthumus - Pompeii.
Carmina Burana  O Fortuna
Evanescence My Immortal
Tokio Hotel Rescue me
Radiohead - Creep
Na Sombra do Desejo

Bon Jovi Always
James Blunt- Same mistake

Na Sombra do Sonho

Jennifer Lopez I´m into you
Breakin Benjamin Diary of jane
Lil Wayne Mirror ft. Bruno Mars
Pink Just give me a reason
Marcus Foster I was broken

Na Sombra do Amor

Celine Dion To Love you more
Nirvana Smells like teen spirit
Imagine Dragons Radioactive

Na Sombra da Vingança

Eminem Not Afraid
Imagine Dragons Demons
Marcus Foster I Was Broken
Madonna Masterpiece

Na Sombra do Destino

Backstreet Boys Incomplete
Rihanna Stay
Imagine Dragons Bleeding out
Emeli Sandé My Kind of love

Playlist de J.R.Ward

A Irmandade da Adaga Negra

Kanye West "Clique"
Jay-Z "Empire State of Mind"
Lil Wayne "I Am Not A Human"
Coolio "Fantastic Voyage"
D12 "Loyalty"
Eminem "Lose Yourself"
Nelly "Ride Wit Me"
Queen Latifah "U.N.I.T.Y."
Wiz Khalifa "Roll Up"
Young Zee "That's My N****a fo' Real"
50 Cent "In da Club"

Darius

D12 "Good Die Young"

Wrath & Beth

Eminem "Rap Game"
D12 "American Psycho 2"
2Pac "Ratha Be Ya N***a"
Aaliyah "Rock the Boat"
Ne-Yo "Miss Independent"
Rihanna "Umbrella"
50 Cent "Disco Inferno"
2Pac "Heaven Ain't Hard 2 Find"

Rhage & Mary

D12 "Get My Gun"
LMFAO "Sexy and I Know It"
Jonn Heart "Who Booty"
LL Cool J "Headsprung"
Biggie Smalls "One More Chance"
Ginumine "Pony"
Gary Wright "Dreamweaver"

Zsadist & Bella

Ludacris "Get Back"
D12 "Leave Dat Boy Alone"
3 Doors Down "Away from the Sun"
John Mayer "Free Fallin' (versão acústica)"

Wellsie

Bone Thugs and Harmony "Tha Crossroads"

Butch & Marissa

Macklemore & Ryan Lewis "Thrift Shop"
Eminem "Cinderella Man"
Justin Timberlake "Suit and Tie"
LL Cool J "Hey Lover"
Paul Simon "Diamonds on the Soles of Her Shoes (versão de 5'51 min!!!!)"
Rihanna "Rude Boy"
Lil Wayne "Lollipop"

Vishous & Jane

Biggie Smalls "Hypnotize"
2Pac "Skandalouz"
Eminem "Love Me"
2Pac "Temptations"
Lil Jon "Get Low"
Katy Perry "E.T."
Prince "When We're Dancin' Close and Slow"
Jennifer Lopez "I'm Real (Murder Remix)"
2Pac "Dear Mama"

Phury & Cormia

2Pac "Picture Me Rollin'"
Oasis "Champagne Supernova"
Macy Gray "Time of My Life"
50 Cent "21 Questions"

Rehvenge & Ehlena

50 Cent "P.I.M.P".
Ludacris "Pimpin' All Over the World"
Jay-Z "Run This Town"
Ludacris "Money Maker"
Poppin' My Collar "Three 6 Mafia"
Jay-Z "Dirt Off Your Shoulder"

John Matthew & Xhex

Rihanna "What's My Name"
Mike Posner "Cooler Than Me"
Rick Ross "Aston Martin Music"
Jay-Z "03' Bonnie & Clyde"
Jay-Z "Young Forever"

Payne & Manny

Jay-Z "30 Something"

Tohrment & Autumn

Train "Calling All Angels"
Stevie Nicks "Landslide (Ao Vivo com Melbourne Orchestra)"

Lassiter

Carley Rae Jepson "Call Me Maybe"
Dennis Leary "Asshole"
Flo Rida "Whistle"

Fritz

Pitbull "Don't Stop the Party"
LMFAO "Party Rock Anthem"

Trez & iAm

2Pac "How Do U Want It"
2Pac "Can't C Me"

Sola

Wale feat. Tiara "Thomas Bad"

Xcor

Eminem "Till I Collapse"
50 Cent "Patiently Waiting"

Qhuinn

Rihanna "Talk That Talk"
Gorillaz "Clint Eastwood"
Lil Wayne "How to Love"

Blay

Lady Gaga "The Edge of Glory"

Amante Finalmente

Rihanna "We Found Love"
Journey "Don't Stop Believin'"


Até à Próxima Sombra....

*nasan

Playlist Na Sombra do Destino

Saudações Amantes da Irmandade,

e eis que termina a playlist dos livros da Irmandade da Adaga Negra (livros lançados até agora em portugal).

Aqui ficam as sugestões enviadas, obrigada a todas as fãs que participaram :)




Amanha irei organizar TODAS as sugestões e depois partilhar aqui. Tal como irei partilhar também as playlist feitas pela a autora :)

até à próxima sombra....

*nasan

Father Mine - Capítulo 6

Tenho sono.
Quero dormir.
Quero férias!
Quero livros novos.
Queria esganar os da Casa das Letras.








Capítulo Seis

[A primeira parte deste capítulo podem lê-lo em Na Sombra do Amor. Z está a ser tratado e pediu a Bella para não o deixar.]


- Estou aqui.
Sim, mas por quanto tempo?
O pânico que sentia agora fê-lo recordar a noite do parto… tinha estado no terreno com Vishous, a investigar o rapto de um civil. Quando chegou a chamada da Dr. Jane, deixou V como a um vício e desmaterializou-se no jardim da mansão, levando tudo à frente desde a entrada até ao túnel. Todos, shellans, doggens e até Wrath, saíram-lhe da frente para não serem transformados em pinos de bowling.
Em baixo, no centro de treinos, neste mesmo quarto, encontrou Bella deitada na mesma maca onde ele hoje estava. Entrou a meio de uma contração e teve que assistir ao corpo de Bella a imobilizar-se como se uma mão gigantesca a estivesse a esmigalhar o ventre. Quando a dor abrandou, ela inalou profundamente, depois olhou para ele e ofereceu-lhe um sorriso fraco. Como ela se esticou para ele, arrancou as armas e deixou-as cair ao chão.
- Mãos. – Ladrou a Dr. Jane. – Lava as mãos antes de vires para aqui.
Ele acenou com a cabeça e foi diretamente às pias com os pedais. Ensaboou bem os braços até a pele brilhar num cor-de-rosa Barbie, enxugou-as com um pano azul cirúrgico e correu para a beira de Bella.
As mãos tinham-se apenas tocado quando a contração seguinte a atravessou num rugido. Bella espremeu-lhe a mão até a partir no aperto, mas ele não se importou.
Sempre a fitá-la enquanto se debatia, ele teria feito qualquer coisa para lhe tirar as dores… naquele momento teria alegremente cortado os tomates. Não podia acreditar que tinha sido ele a pô-la naquele sofrimento.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Novidades sobre o livro da Payne para Portugal /Resposta ao mail...

Olá!
Bem, eu sei que hoje não é o meu dia mas... Lembram-se de eu ter dito que ia mandar mail à Casa das Letras?
Recebi a resposta!
Não a que eu queria mas... Ao menos é uma resposta!


"Exma. Sra. D. Daniela Loureiro,

Recebemos o seu pedido o qual mereceu a nossa melhor atenção.

Informamos que, o próximo livro desta sada, deverá ser editado no decorrer do mê de Julho."


Querendo basear-me apenas em criticas construtivas, parece que o mail me explicou um pouco o porquê de algumas traduções dos livros desta linda saga, serem péssimos!

[Não sei quem já leu "Na Sombra do Destino", mas aquilo até me destrói o coração!
"Sirens" durante todo o livro, foi traduzido como "Sereia".
Imaginem como ficou certas coisas!
"Ouviu-se as sereias da policia"
A sério? Que matança!
E erros em palavras? Já nem vou por aí!]

À parte disso, isto mostra que não há dia de lançamento...
Dizem apenas que vão começar a traduzir, o que é diferente.

Bem, temos que esperar (MUITO)...
Vamo-nos unir como família e aguentaremos melhor a dor combinado?

HOJE TAMBÉM É DIA DE WRATH – Wrath e o abre cartas - Primeira Parte


Uma gloriosa segunda-feira para todos.
Admito que estive indecisa quanto à publicação de hoje.
Porquê?
Ora, primeiro, porque é feriado onde trabalho, por isso estou na gruta a ver se o morceguito mais pequeno resolve dormir, ou calar-se, ou parar quieto, o que não é fácil. Por isso estive quase a não vir cá.
Em segundo lugar, porque há por aí gente a apelidar-se de cota sem saber o que isso é, pelo que Wrath e os seus mais de 300 anos são um bom exemplo. Para mim, só há gente que nasce morta para a vida, ou não. Velhice é quem anda morto e longe das loucuras literárias.
Em terceiro, queria avisar que o capítulo seguinte de Father Mine, está parcialmente no livro Na Sombra do Amor e que será melhor lê-lo antes de eu o mandar para o blogue.

Dito isto, apresento-vos Wrath e o abre cartas. Publicado em outubro de 2008, no Black Dagger Brotherhood An Insider’s Guide.

Boas leituras :)


Wrath e o abre cartas – Primeira Parte


Quem disse que não podia nevar em Julho estava fodido da cabeça.
Wrath recostou-se no seu trono e olhou para a pilha branca em frente: Pedidos dirigidos a ele, enquanto rei, a solicitar a sua intervenção em assuntos civis. Procurações passadas a Fritz para proceder a transações bancárias. O rio de “sugestões úteis” da Glymera que só serviam os interesses dela. Era de admirar que a secretária conseguisse aguentar com aquilo tudo.
Por trás dele, ouviu uma série de ruídos metálicos para de seguida se erguerem os estores para a noite. Com o barulho do aço a subir veio um som abafado a avisar de antemão a aproximação de uma das tempestades de verão de Caldwell.
Wrath endireitou-se e pegou na lupa. A coisa estava a tornar-se uma extensão do braço e ele odiava-a. Primeiro, aquela merda não funcionava, não conseguia ver melhor com ela. E, em segundo, recordava-lhe que, para todos os efeitos, a vida dele se reduzia a uma secretária.
Um trabalho burocrático com propósito, honra e nobreza. Mas mesmo assim horrível.
Preguiçosamente, pegou num abre cartas que sustinha o seu brasão e equilibrou a ponta no indicador, suspendendo-o no ar. Para tornar o jogo mais complicado, fechou os olhos e fazia círculos com a mão para criar instabilidade, para se testar e usar outros sentidos para além da fraca visão.
Com uma praga, abriu os olhos. Cristo, para que é que estava a perder tempo? Tinha cerca de dez mil coisas para fazer. E todas urgentes.


domingo, 19 de maio de 2013

Spoilers (ou não...)


Hoje acordei muuuito bem disposta!
Querem saber porquê?
Por vossa causa! Sim vocês e porquê?
Por me terem recebido tão bem.
Não digo isto como forma de julgar alguém, mas nunca pensei que comunicassem tão bem comigo, por ser novata aqui.

Bem… aqui e não só!
Pelo que estou a ver, juntei-me a uma família em que sou a mais nova.
Sim, já que, – algumas de forma mais directa que outras – andaram a partilhar idades, bem… *eu a respirar fundo* eu tenho 18.

Pois é, agora não me julguem pelos cartoons sim!? – Principalmente o primeiro.
Como posso eu manter uma mente pura com livros tão… tão…
Vocês entendem!

AH! Antes de começar!

morcego – Nunca li sequer, mas não me sinto tentada a fazê-lo! A questão maior foi até ela (a tal rapariga que me disse aquilo) ter comparado com algo que nunca leu, nomeadamente a Irmandade. ;)

denise – Não digo exactamente  querer ficar viciada. Mas sempre “fantasiei” com aquelas típicas cenas que se vê nos filmes, de pessoas realmente a ler e a ter o prazer de folhear um livro. Para além de tentar querer ter outro hobbie que não fosse um portátil (demasiadas horas nele…).

Nasan – Concordo plenamente linda!

Margarida ladeira e Cláudia – Espero que gostem do que trouxe! (trouxe-vos o Wrath)

Viviana Pereira – Fanfic’s? Eu escrevo disso por acaso xD

Bem, obrigada pelos comentários, fofinhas, adorei! Blá, blá, blá… querem que eu pare?
Eu paro.
Quem é que daqui já se apoderou do 7º livro, “Na Sombra da Vingança”?
Como a maioria sabe, - até mesmo quem não leu ainda. – o livro é do Rehvenge mas… Fala de muitas outras coisas.
É o que tem vindo a acontecer a partir do livro do Butch, porque teve que se começar a desenvolver outras personagens (Qhuinn… *momento para recuperar* e Blay / John também).
Umas das coisas que fala, é no Wrath.
Tudo começou por ser uma lenda, a lenda do Rei Cego, mas depois subiu ao trono (yeyyy) e deixou de ser mito.
Mas não é que toda a cena do “Cego”, vai ser levado a rigor? *tristeza*
É essa história que vou trazer. Hoje vem a primeira parte.
Tal como eu disse ontem, Spoiler para um, para outros, apenas uma leitura conhecida :)





-----------------------------Spoilers Spoilers Spoilers Spoilers Spoilers----------------------------
-------------------------------------------Foste avisado---------------------------------------------------





Capitulo 12 (1ª Parte)

- Tens sangue na camisa… e, oh, Deus, a perna das tuas calças. Wrath, o que aconteceu?
De pé no seu escritório na mansão da Irmandade, enfrentava a sua amada shellan, Wrath puxou as duas metades do blusão de motoqueiro para fechá-las mais sobre o peito e pensou que teria sido bom ter ao menos lavado a sangue de minguante das mãos.
            A voz de Beth suou baixa.
- Quanto do que estou a ver é teu?
Aos seus olhos, ela estava tão formosa como sempre. Era a única fêmea que ele desejava, a única companheira possível para ele. De calças de ganga e camisola preta de gola alta, o cabelo escuro a cair-lhe sobre os ombros, ela era a coisa mais atraente que ele jamais tinha visto. Continuava a ser.
- Wrath!
- Não todo. – O corte no ombro sem duvida tinha pingado para a camisola sem mangas, mas também tinha segurado o macho civil contra o peito, por isso sem duvida que o sangue desse se havia misturado com o seu. Incapaz de permanecer quieto, caminhou pelo escritório, indo da mesa até à janela e outra vez de lá para cá. O tapete por baixo dos shitkickers era azul, cinzento e creme, um Aubusson com cores que condiziam com o azul pálido das paredes, cujas espirais curvilíneas reflectiam os delicados móveis estilo Luís XIV. De facto, ele nunca apreciara a decoração. E muito menos agora.
- Wrath… Como foi esse sangue aí parar? – O tom duro de Beth indicou-lhe que ela já sabia a resposta, mas que ainda conservava a esperança de haver outra explicação. Juntando forças, voltou-se para enfrentar o amor da sua vida através do espaço carregado do quarto.
- Ando a lutar outra vez.
- O quê?!
- Ando a lutar.
Beth permaneceu em silêncio e ele alegrou-se com o facto de a porta do escritório estar fechada. Viu os cálculos mentais que ela estava a fazer e sabia que o resultado do que estava a somar ia juntar-se a uma e só uma coisa: estava a pensar em todas aquelas «noites no norte» com Phury e as Escolhidas. Todas as vezes que fora para a cama com camisolas de manga comprida, boas para ocultar hematomas, porque «estava constipado». Todas aquelas desculpas de «estou a coxear porque me exercitei de mais».
- Estás a lutar! – Enfiou as mãos nos bolsos das calças de ganga e, embora não pudesse ver muito, sabia terrivelmente bem que a camisola preta de gola alta era o complemento perfeito para o seu olhar. – Somente para que fique claro: tu estás a dizer-me que vais começar a lutar, ou que estiveste a lutar?
Era uma pergunta retórica, mas evidentemente ela queria que ele reconhecesse a mentira completa.
- Estive. Durante o último par de meses.
A fúria e a dor fluíram dela, derramando-se sobre ele, cheirando a madeira chamuscada e a plástico queimado.
- Olha, Beth, eu tinha de…
- Tinhas de ser honesto comigo! – Disse asperamente. – Isso é o que tinhas de fazer.
- Não esperava ter de sair por mais de um mês ou dois…
- Um mês ou dois! Há quanto tempo… - Ela clareou a garganta e baixou a voz. – Há quanto tempo estás a fazer isso?
Quando ele respondeu, Beth voltou a ficar calada. Depois disse:
- Desde Agosto? Agosto.
Ele preferia que ela desse rédea solta ao seu temperamento. Que lhe gritasse. Que o insultasse.
- Sinto muito. Eu… Merda, sinto mesmo muito.
Ela não disse mais nada e o aroma das suas emoções afastou-se à deriva, dispersando-se pelo ar quente que soprava pelos ralos da ventilação que havia no chão. No corredor, um doggen estava a aspirar e o som do assessório para tapetes zumbia para cima e para baixo, para cima e para baixo. No silencio que reinava entre eles, esses sons habituais, quotidianos, eram algo a que raramente notava porque estava ocupado a lutar com a papelada, ou distraído pelo facto de ter fome, ou a tentar decidir se preferia relaxar enquanto via televisão ou no ginásio… Era um som seguro.
Mas, aquele momento devastador para a sua união, agarrava-se à canção de embalar de Dyson com todas as suas forças, interrogando-se se alguma vez teria a sorte de poder ignorá-la outra vez.
- Nunca me passou pela cabeça… - Ela pigarreou outra vez. – Nunca me passou pela cabeça que haveria algo que não pudesses falar comigo. Sempre assumi que me dizias… Tudo o que podias.
Quando deixou de falar, ele estava gelado até aos ossos. A voz dela tinha adquirido o tom que usava quando respondia a chamadas telefónicas por engano: dirigia-se a ele como se fosse um estranho, sem nenhum calor nem interesse particular.
- Olha, Beth, eu tenho de estar lá fora. Tenho de…
Ela abanou a cabeça e levantou a mão para o deter.
- Não se trata do facto de estares a lutar.
Beth olhou-o fixamente durante um segundo. Depois voltou-se e dirigiu-se para as portas duplas.
- Beth. – Aquele grasnido estrangulado era a voz dele?
- Não, deixa-me. Preciso de um pouco de espaço.
- Beth, escura, não temos guerreiros suficientes no campo de batalha…
- Não é pela luta! – Voltou-se e enfrentou-o. – Mentiste-me! Mentiste. E não foi só uma vez, mas sim durante quatro meses!
Wrath queria discutir, defender-se, dizer que tinha perdido noção do tempo, que essas cento e vinte noites e dias tinham passado à velocidade da luz, que tudo o que estivera a fazer era pôr um pé à frente do outro, andando minuto a minuto, hora a hora, tentando manter a raça sem submergir, tentando conter os minguantes. Não tinha intenção de continuar a faze-lo durante tanto tempo. Não tinha planeado enganá-la durante aquele tempo todo.
(…)

Hoje fico por aqui minha gente, é que ando a copiar do meu próprio livro portanto… letra a letra do livro para o portátil, é isso que estou a fazer.
Até sexta! 

Frases do mês com Imagens

Saudações Amantes da Irmandade,

deixo-vos mais umas imagens com algumas frases enviadas pelas fãs da irmandade,

Espero que gostem tanto como eu *sorriso*

















Espero não me ter esquecido de nenhum :) mas se isso aconteceu, por favor!!! Dêem-me na cabeça, pois tal erro é imperdoável! 



*nasan