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sábado, 30 de março de 2013

O DISCURSO DE WRATH – LOVER AT LAST - SPOILERS


Não podia de deixar de traduzir uma das melhores partes deste livro (minha opinião pessoalíssima). E não, não há sexo. Um destes dias tento uma dessas, mas não me parece que saia coisa que preste. Não pelo sexo… nem pelos intervenientes… Ahhhh!...

Considerem isto as minhas amendoazinhas de Páscoa!


Contextualizando: Wrath, combinado com Rehv, vai a uma reunião da Glymera. A Irmandade está lá toda de arma em punho e olho atento, auxiliada pelos Sombras que se mantêm sempre invisíveis. Wrath já tinha sido alvo de um atentado e pairavam ameaças de morte. Rehv faz a introdução e apresenta-o:


- … o nosso líder, Wrath, filho de Wrath.”
Enquanto se ouvia um delicado aplauso e os presentes se endireitavam nas cadeiras, Wrath deu um único passo em frente.
Caramba, cego ou não, ele parecia ser sem dúvida uma força da natureza: apesar de não estar vestido de modo especial, o rei era de facto quem mandava, o corpo maciço, o longo cabelo negro e os óculos escuros faziam dele mais uma ameaça do que um rei.
E era essa a ideia.
Liderança, especialmente no que dizia respeito à Glymera, baseava-se em parte na perceção  e ninguém podia negar que Wrath parecia uma representação viva de poder e autoridade.
A voz grave autoritária também ajudava.
- Sei que passou muito tempo desde que vos vi. Os ataques de há quase dois anos dizimaram muitos da vossa família e estou solidário com a vossa dor. Eu também perdi familiares num ataque dos minguantes por isso sei exatamente pelo que estão a passar ao tentar reerguer as vossas vidas.
Um macho mexeu-se na cadeira…
Mas só estava a mudar de posição, não iria sacar nenhuma arma.
Blay regressou à sua posição, como vários outros. Raios, não conseguia ver o fim da reunião e de ter Wrath seguro de volta a casa.
- Muitos de vós conheceram bem o meu pai e recordam-se dos tempos no Velho País. O meu pai era um líder sábio e ponderado, um gentil macho de pensamento lógico e porte real que se ocupava somente com o bem-estar da raça e o seu povo. – Wrath fez uma pausa, aqueles óculos a correr a sala. – Partilho algumas das características do meu pai… mas não todas, não sou ponderado. Não perdoo. Sou um macho de guerra e não de paz.
Neste ponto, Wrath empunha uma das adagas negras, a negra lâmina a brilhar à luz do candeeiro de cristal do teto. À frente do rei, toda aquela gente reagiu com um arrepio coletivo.
- Sinto-me muito bem com o conflito, seja ele do tipo legal ou mortal. O meu pai era um mediador, um construtor de pontes. Eu sou um construtor de sepulturas. O meu pai persuadia. Eu exijo. O meu pai era um rei que podia sentar-se de bom grado às vossas mesas e conversar convosco acerca de minudências. Eu não sou esse tipo de macho.
Pois, uau. Ao concílio, sem dúvida, nunca ninguém se dirigiu nestes modos. Mas Blay não podia discordar da abordagem. A fraqueza não era respeitada. Ainda mais num grupo destes, provavelmente através da lei não se conseguiria manter o trono de Wrath estável. Através do medo? Muitas mais hipóteses.
- No entanto, eu e o meu pai temos algo em comum. – Wrath inclinou a cabeça para baixo, como se fitasse a adaga negra. – O meu pai esteve na origem da morte de oito das vossas relações.
Houve um espanto coletivo. Mas Wrath não deixou que isso o abrandasse.
- Durante o reinado do meu pai, houve oito atentados à sua vida, e independentemente do tempo que levasse, fossem dias, semanas, ou mesmo meses, considerou ser sua função descobrir quem estava por trás de cada um… e perseguiu os indivíduos pessoalmente e matou-os. Podem não ter ouvido as verdadeiras histórias, mas conhecerão as mortes – os responsáveis foram decapitados com as línguas cortadas. Com certeza, se fizerem o esforço, recordarão membros da vossa família que foram enterrados dessa forma. (…) Também recordarão que essas mortes foram atribuídas à Sociedade dos Minguante. Digo-vos agora, Eu sei os nomes e sei onde as sepulturas estão, porque o meu pai certificou-se que eu os memorizava Foi a primeira lição de como ser rei que ele me ensinou. O meu povo é para ser honrado, protegido e servido. Traidores, por seu turno, são uma doença para qualquer sociedade com leis e precisa de ser erradicada” – Wrath sorriu de forma malévola. – Digam o que quiserem acerca de mim, estudei bem aos pés do meu pai. E sejamos claros: o meu pai, não a Irmandade, foi quem originou essas mortes. Sei porque ele decapitou quatro na minha presença. Tal era a importância da lição.
Várias fêmeas encostaram-se ao macho sentado mais próximo. Wrath continuou:
- Não hesitarei em seguir os ensinamentos do meu pai neste aspeto. Reconheço que todos vocês sofreram. Respeito as vossas provações e quero conduzir-vos. Porém, não hesitarei em tratar qualquer insurgência contra mim ou contra os meus como um ato de traição.
O rei baixou o queixo e parecia estar a ver por cima dos óculos ao ponto de Blay sentir um arrepio de adrenalina.
- E se pensam que o que o meu pai fez foi violento, ainda não viram nada. Vou fazer essas mortes parecerem misericordiosas. Juro pela minha linhagem.
(…)
- Para terminar – disse o rei na sua voz de barítono – gostei desta oportunidade de me dirigir a este grupo majestoso.
Neste caso “majestoso” significava claramente “merdoso”. [ponto de vista de Qhinn]
- Tenho outros compromissos. – Nomeadamente permanecer vivo. – Assim, vou-me ausentar. No entanto, se tiverem algo para dizer, dirijam-nos, por favor, a Tohrment, filho de Hharm.
Um piscar de olhos depois, o rei saía do edifício com V e Zsadist.


(tradução livre e caseira de morCeGo - capítulo 51 Lover at Last)


Eu achei isto o máximo! Aliás, cada vez que Wrath abre a boca, tem-me na primeira fila!
E repararam na escolta do Rei?
(Blheglhegg… ai que já me estou a babar outra vez…)
Tinha que ser, não é? Nem eu escolheria melhor!

quinta-feira, 28 de março de 2013

OPINIÃO MAIS SÉRIA ACERCA DE LOVER AT LAST - SPOILERS


Já lhe chamei orgasmático, não já? (he he he)

Agora que estou melhorzinha dos pirulitos, das hormonas e vai-se lá saber mais do quê, estou pronta para falar acerca deste livro.
Do meu ponto de vista, o tema da homossexualidade foi tratado com a maior dignidade. JR Ward está de parabéns pela forma honesta e respeitosa como tratou esta temática. Aquilo que aconteceu, em termos amorosos, aconteceu entre duas pessoas, dois seres humanos, tal como nos romances anteriores. Já sabemos que há os exageros inerentes à raça vampírica e ao género literário, mas, na globalidade, não houve qualquer tipo de discriminação, ou de comentário manhoso. Gostei.
Evidentemente, soube a pouco. Como sabem todos os livros desta série. Acaba-se e fica-se com vontade de ler mais. Normal. As novas personagens estão cada vez mais interessantes, incluindo a senhora Layla que andou a aprender algumas coisas da vida com o Qhuinn.
Quanto à ligação Qhuinn/Blay, e porque é inevitável o preconceito, se querem saber quem é o macho dominante da relação, a resposta é: os dois. Dependendo do momento e da situação, um sobrepõe-se ao outro. Basicamente, complementam-se. Dou-vos como exemplo o facto de o odor da ligação (as ditas especiarias do macho) terem sido libertadas por Blay, mas é Qhuinn que se ajoelha para o pedir em casamento. Se Qhuinn é o mais agressivo fisicamente dos dois guerreiros, também é verdade que é aquele que, emocionalmente, mais vezes quebra e é Blay quem lhe dá força. Enfim… Adorei. Pus estes dois ao lado do meu Z (o rei da sensibilidade) e do meu V (o rei do gelo).
Outro que anda a disputar o lugar dos meus ZV é o Xcor. Mais um torturado, desfigurado, analfabeto, violento até ao osso e que agora me está a deixar em pulgas.



SPOILERS E TRADUÇÃO LIVRE DE TRAZER POR CASA



Layla alimentou Throe e, como ela era uma inocente, ele chamou-a para alimentar Xcor. Ela só se apercebeu muito mais tarde que não deveria ter feito isso. Cada vez que se queria acalmar e não pensar na possibilidade de perder o bebé, pensava nele. Quando melhorou, saiu de casa com o carro (Qhuinn ensinou-a a conduzir).

(capítulo 80 - Lover at Last)

- Ela não era uma criatura de guerra. Nunca o fora. Mas ela sabia instintivamente que no código dos guerreiros, desarmar-se perante outros era uma vulnerabilidade dificilmente exposta. Ele continuava mortífero, claro – um macho com aquela estrutura e treino era capaz de matar só com as mãos.
Ele, no entanto, estava a oferecer-se a ela. Provando do modo mais visível possível que não lhe queria nenhum mal. (…)
Ela destranca as portas. Que a Virgem Escrivã a ajude… mas ela destrancou as portas.
Mal o som das portas se ouviu, Xcor fechou os olhos por instantes, a expressão mais relaxada, como se lhe tivessem oferecido algo que ele não estava à espera. (…)
Com as luzes do carro acesas, ela conseguiu vê-lo melhor. Ele também respirava com dificuldade, o peito largo a subir e a descer, a boca ligeiramente entreaberta. Parecia selvagem, nem um pequeno véu de civilização naqueles traços. E apesar de outros o poderem chamar de feio por causa da deformação, para ela… ele era bonito.
E isso era um pecado.
- Tu existes – disse para si própria.
- Sim. – A voz grave e ressonante uma carícia nos seus ouvidos. Mas depois falhou, como se estivesse em sofrimento. – E tu estás com cria.
- Sim.
Ele fechou os olhos novamente, mas agora era como se tivesse sido atingido por um raio.
- Eu vi-te.
- Quando?
- Na clínica. Noites e noites atrás. Pensei que te tinham batido.
- A Irmandade? Porque é que alguma vez…
- Por minha causa. – Os olhos abriram-se e havia tanta angústia neles, ela queria reconfortá-lo de alguma forma. – Eu nunca te teria escolhido para estares nesta posição. Tu não pertences à guerra e o meu tenente nunca, nunca deveria ter-te trazido para ela. – A voz tornou-se cada vez mais grave. - Tu és uma inocente. Até eu, que não tenho honra, vejo isso instantaneamente.
Se não tem honra, porque é que se desarmou, pensou ela.
- Estás acasalada? – Perguntou asperamente.
- Não.
Abruptamente, o lábio superior retraiu-se mostrando umas enormes presas:
- Se foste violada…
- Não. Não, não – Eu escolhi isto para mim. Por causa do macho. Chegou a minha necessidade e só conseguia pensar em como queria ser mahmen de alguma coisa que fosse minha.
Aqueles olhos semicerrados fecharam-se novamente e levou uma mão calejada até à cara. Escondendo aquela boca irregular, disse:
- Gostaria que eu…
- O quê?
- … que eu fosse digno de te dar o que desejavas. (…) Diz-me que te estão a tratar bem apesar de me teres ajudado.
- Sim – sussurrou. – Muito bem.
Ele baixou a mão e deixou cair a cabeça para trás de alívio.
- Isso é bom. Isso é… bom.  E tu tens de me perdoar por ter vindo cá ter. Senti-te e descobri que não conseguia evitá-lo. (…) Pensas naquela noite? – Perguntou numa voz suave.
Layla olhou para as mãos. – Sim.
- E dói, não é?
- Sim.
- A mim também. Estás sempre no meu pensamento, mas por diferentes motivos, aventuro-me a dizer. (…) Apareces-me nos sonhos – murmurou – todos os dias, persegues-me. O teu cheiro, a tua voz, os teus olhos… esta boca.
Levantou a mão e acariciou-lhe o lábio inferior com o dedo calejado.
Fechando os olhos, Layla inclinou-se para o toque, sabendo que isso seria a única coisa que teria dele. Estavam em lados opostos da guerra e, apesar de não saber pormenores, ouviu o suficiente para saber que ele estava certo. Ele não podia desfazer o que estava feito. E isso significava que o iam matar.
- Não acredito que me tenhas deixado tocar-te. – A voz mais rouca. – Hei de me lembrar disto pelo resto das minhas noites.
As lágrimas saltaram-lhe dos olhos. Querida Virgem Escrivã, durante toda a vida esperou por um momento como esse.
- Não chores. – O polegar subiu até às faces. – Bela fêmea de valor, não chores. (…) Tenho de ir – disse abruptamente. (…) -  Bela Escolhida, fica a saber que se alguma vez precisares de mim, eu estarei aqui.
Tirou uma coisa do bolso – um telemóvel. Mostrando-o, iluminou o visor com um toque:
- Consegues ler este número?
Layla pestanejou com força e obrigou os olhos a focar.
- Sim, consigo.
- Sou eu. E sabes como me encontrar. E se a tua consciência exigir que facultes esta informação à Irmandade, eu compreendo.
Ele não conseguia ler os números, percebeu… e não era por falta de visão. Tristemente imaginou que triste vida teria ele tido.
- Fica bem, minha bela Escolhida – disse, a olhar para ela com olhos não de um amante, mas de um hellren.


Andei a trabalhar bem, não andei? Espero que gostem!

Ai o Xcor… Vai ser o X que falta entre os meus V e Z para me completar o alfabeto!
Porque é que tenho a sensação que estou cada vez mais viciada nisto?
E quando é que sai o próximo livro?

Contacto morCeGo

Como sou muito fina, esqueci-me de dizer que podem enviar pedidos / insultos/ etc para morcego.notivago@gmail.com.

Agradece-se sugestões, dicas, cusquedos e sei lá mais o quê.

Mas têm que me perdoar, não é todos os dias que se tem um livro novo na mão. E agora tenho que ler o que andei a passar à frente... he he he - B.U.R.R.I.N.H.A.

Já vos falei do Qhuinn? Ahhhh....

OPINIÃO SOBRE LOVER AT LAST - SPOILERS




Orgasmático!
Sim, orgasmático!

Acabei de o ler ontem à noite e confesso que andei a saltar páginas! Caramba, não sou de ferro e queria saber como acabava e só me davam Assail, Xcor e Sola Morte!

Pontos altos (considerando personagens que todos conhecem e sem ordem específica):
- Qhuinn (Ahhh…) e Blay…
- Discurso de Wrath à Glymera (Yes! Aquilo é que foi falar!)
- Qhuinn (Ahhh…) e Blay…
- Pais do Blay (seis estrelas)
- Qhuinn (Ahhh…) e Blay…
- A cena do avião com Qhuinn aos comandos (altamente!)
- Qhuinn (Ahhh…) e Blay…
- Layla (finalmente a acordar para a vida)
- Ok, já sabem!
- A Irmandade no final (fa-bu-lo-so!)

Depois deste livro, ordeno as relações desta forma:

1º Lugar: Z, V, Qhuinn/Blay;
2º Lugar: Wrath, Rhage, Rhev, John Mathew
3º Lugar: Butch, Manny, Phury, Tohr (apesar de estar a gostar da Layla, odeio Escolhidas)

 Claro que isto tem a ver com os meus gostos pessoais. E não levem a peito tudo o que digo! :D

SPOILERS





Tradução manhosa de morCeGo:

Momento em que Qhuinn se está preparar para surpreender Blay e pedi-lo em casamento e os Irmãos se enfiam todos no quarto dele (É mesmo quase no fim do livro)

- Ei, rainha de beleza, estás pronta? – A voz de Rhage atravessou a casa de banho. – Ou queres depilar as sobrancelhas?
Quinn verificou rapidamente a barba com a mão. Ótimo.
- Fode-te, Hollywood. – gritou por cima do chuveiro.
Fechando a água, saiu e foi-se a secar até ao quarto. À beira de um sorridente Tohr, Rhage tinha os braços atrás das costas.
- Isso é que é maneira de falar com o raio do teu estilista?
Qhuinn ergueu os olhos para os irmãos:
- Se essa merda tiver estampados havaianos, mato-te.
Rhage olhou para Tohr e riu-se. Quando o outro irmão fez sinal com a cabeça, Hollywood mostrou o que estava escondido atrás do seu grande corpo.
Qhuinn estacou.
- Espera aí… isso é um…
- Smoking, acho que é esse o nome.” – interrompeu Rhage.”S-M-O-K-I-N-G.”
- É o teu número. – disse Tohr. – E o Butch diz que o estilista é do melhor que há.
-Tem nome de carro. – murmurou Rhage. – Pensarias que um esquisitóide…”
- “Ei, também tens andado a ver a Honey Boo Boo?” – perguntou Lassiter enquanto entrava. – Uaaaaau, smoking altamente…”
- Só porque tu insistes em por essa merda de programa a dar na sala do bilhar. – Hollywood vira o pescoço enquanto V chega atrás do anjo. – Ele nem sabia o que isto era, Vishous.”
- O smoking? – V. acende um cigarro. – Claro que não. Ele é um homem a sério.
- Isso significa que o Butch é uma gaja? – Pergunta Rhage – Porque foi ele que o comprou.
- Ei, a festa já começou – comenta Trez à medida que ele e iAm chegam. – Oh, smoking altamente. Isso não é um Tom Ford?
- Ou era Dick Chrysler” – diz Rhage. – “Harry GM – espera, isto soa a porco…
- É melhor vestires-te, Rapunzel. – V confirma as horas – Não temos muito tempo.
- Isso é um belíssimo smoking – anuncia Phury, mal ele e Z abrem a porta para trás. – Tenho um igual.
- O Fritz já acendeu as velas – disse Rehv por trás dos gémeos. – Ei, smoking altamente. Tenho um igualzinho.
- Eu também – confirma Phury. – Tem um corte fantástico, não tem?
- Nos ombros, não é? Tom Ford é do melhor…



Espero que tenham gostado. Eu tenho o livro em formato e-pub. Se alguém quiser, posso enviar.



Passatempo Simbólico - Resultado

Saudações Amantes da Irmandade,

E terminou o passatempo Simbólico.
Tivemos apenas 7 participações... (poucas mas boas), e já temos vencedora...

Parabéns à Daniela Loureiro.

Obrigado aos que participaram, e obrigado à Vera do Blog Sinfonia dos Livros, por ter feito esta bela capinha *.* 








terça-feira, 26 de março de 2013

EU SEI QUE NÃO DEVIA DIZER ISTO, MAS... ROAM-SE DE INVEJA! :D


Acreditam que até as minhas mãos tremem? Estou perdida de todo...


Para além dos tremeliques, não deixo de me rir como uma alucinada. Meus amores, se eu não der notícias, das duas uma: ou tive um ataque cardíaco, ou estou deliciosamente compenetrada num certo livro... He he he.

PS: Xcor é o líder (macho) dos vampiros novos e que quer ocupar o lugar de Wrath. Throe, Assail e Zypher (tudo macho) são a "irmandade" dele.

domingo, 24 de março de 2013

CITAÇÃO NOVA - SPOILERS



Até agora, J R Ward publicou 3 vídeos na sua página do facebook e, finalmente, apareceu uma nova citação.
Estou em contagem decrescente. Lover at Last é publicado na terça-feira! (Nos EUA)







“Assail aproximou-se e tomou o controlo, segurando entre as mãos a cara da fêmea, inclinando-lhe a cabeça para trás, e beijando-a duramente. Em reposta, ela gemeu, como se o avanço inesperado fosse algo que não só era bem-vindo como algo que não se atrevesse a desejar.”

(tradução livre de morCeGo)

sexta-feira, 22 de março de 2013

TENTATIVA DE ILUMINAR OS CAMINHOS DAS SOMBRAS


Primeiro: agradecimentos e beijos às 8 magníficas (Alex Nason, Ana Tavares, Denise, Etelvina Fonseca, Marg2, Sandra Brito, Saraa, Sílvia Araújo) que comentam as confissões da minha tara. Se esqueci alguém, insultem-me.
Segundo: um bem-haja aos tímidos que leem, mas estão caladitos!
Vocês são excecionais!

1.      Livro com os Sombras – está para sair, porque está prometido (palpita-me que seja o próximo).
2.      Phury – também não o apreciava muito, mas a imagem dele está a melhorar: Os Irmãos acham que ele está a fazer um excelente trabalho com as Escolhidas e é admirado por isso e pelo guerreiro que vai regressar à luta.
3.      Livros ainda não traduzidos em Portugal:


SPOILERS ~~~ SPOILERS ~~~ SPOILERS ~~~ SPOILERS


A)    Lover Unleashed (se não houver problemas, ainda sai este ano)

Para tentar curar Payne, Jane vai contactar o antigo colega Manny. O V. odeia-o e farta-se de o ameaçar de morte, de lhe planear a morte, de lhe descrever cenas de morte… (é o máximo!).
Manny e Payne enroscam-se e vai-se descobrir que Manny é meio-irmão de Butch (não está para breve saber-se quem é o pai) e, claro, vai passar a vampiro jeitoso.
A intriga secundária é Vishous/Jane/Butch – V anda esquisito, a relação com Jane está estranha e Butch ajuda o casal a recompor-se. Para ajudar à festa, Payne pediu ao gémeo que a matasse, caso não conseguisse recuperar, e ele está disposto a cumprir essa promessa.
A partir deste livro vamos ter a companhia de uma série de novas personagens: um bando/gangue de vampirões maus como as cobras que não reconhecem a autoridade de Wrath e que planeiam destroná-lo. Também caçam minguantes e são violentíssimos. É aqui que aparecem Assail, Xcor, Throe, Zypher.
Como é necessário maior vigilância, Phury volta a patrulhar.

B)     Lover Reborn (conto com ele nos primeiros quatro meses de 2014)

Tohr, em vez de matar minguantes, estraçalha-os. Está psicologicamente desfeito e No’One (a mãe de Xhex) vai conseguir acalmá-lo. E, à medida que esta nova relação se desenvolve, vai-nos ser contada a história de Tohr com Wellsie. O verdadeiro nome de No’One é Autumn (Outono).
A intriga secundária é John/Xhex a aprender a lidar com a relação que têm (agravada com o aumento da violência e serem ambos guerreiros).
O tal bando/gangue de vampirões vai aparecendo cada vez mais. Enquanto há minguantes, é o que matam. Quando não há, matam-se uns aos outros.
No final de um desses confrontos, Throe é ferido e deixado a morrer no campo pelos “amiguinhos” e é curado no complexo (V queria matá-lo, mas Wrath é quem manda e não deixou).

 “O cérebro de Throe desligou-se completamente quando uma visão entrou no quarto. (…) era de facto uma Escolhida (…) um pôr do sol vivo e a respirar, um milagre. E não vinha sozinha (…) A seu lado, Phury, filho de Aghony era um muro de proteção, com um rosto tão fechado como se, talvez, ela fosse dele? Trazia até uma adaga negra na mão – embora discretamente encostada à coxa. (Throe fica tão extasiado com a beleza dela que lhe vêm lágrimas aos olhos)
Phury coloca-se à frente dela, bloqueando-lhe a visão, enquanto se inclinava e lhe punha a boca no ouvido. Enquanto espremia o bíceps de Throe até ele gritar com as dores, o Irmão sussurra-lhe: - Tens uma ereção e eu capo-te assim que ela sair.
Bem, aquilo era claro como a água.
(…) A veia dela estava próxima dos seus lábios (…) e, que a misericordiosa Virgem Escrivã o venha salvar, ele só pensava em acariciar-lhe a face.
Uma lâmina negra forçou o braço a retroceder.
- Não toca – ameaçou Phury.”

(tradução livre de morCeGo Lover Reborn, cap. 27)


4.       Layla – Para quem está feliz por haver, finalmente, quem a queira, devo acrescentar que ela vai ser bem disputada por DOIS.


Espero que tenham gostado!
E que tenha clarificado alguma coisa!
Para TPC vou procurar cenas fixes destes livros para fazer traduções macacas! E juro que vou encarar as cenas de sexo sob uma perspetiva clínica. (E, de repente, só me vem à cabeça o V,  umas velas pretas e cera a pingar no… Clínica, perspetiva clínica).

CITAÇÃO DE HOJE - SPOILERS


 
 

 

“Regressando à sua forma numa área arborizada a sudoeste do complexo, Qhuinn obrigou-se a não imaginar o que deteve o tipo – apesar de o guerreiro ter ido para o quarto e ainda não ter regressado. E apesar dos acidentes poderem ocorrer em casa, tinha o bom palpite de que não tinha escorregado e caído. A menos que Saxton estivesse a brincar na mármore da casa de banho.”

 

(tradução de morCeGo)

 

 

 

quinta-feira, 21 de março de 2013

CITAÇÃO DE HOJE - SPOILERS








“Inclinando-se, Assail esticou o queixo e fitou-o.
- Ainda não estou preocupado.
Uma das mãos de Benloise desapareceu sub-repticiamente de vista. Em menos de um segundo, Assail ouviu a porta do outro lado do quarto a ser atirada abaixo.
Mantendo a voz baixa, Assail disse:
- Isto foi uma cortesia. Da próxima vez que eu encontrar alguém na minha propriedade, sejas tu a mandá-los ou não, não terei metade da educação.
Com isto, levantou-se e apagou o cigarro na secretária.
- Espero que tenha uma boa noite – disse, antes de sair.

-Lover at Last, pág 104
Adoro-o – não posso mentir!! “(Comentário de JR Ward e eu acho que concordo!)

(tradução livre de morCeGo)



quarta-feira, 20 de março de 2013

RECORDAR QHUINN E BLAY


Uma amiga minha (daquelas mesmo muito desocupadas) mandou-me uma seleção de imagens horríveis (babei-me tanto…) que ela andou feliz, contente e aos saltos a catar pela net e que me mandou para o mail (moça traiçoeira!). O tema era Qhuinn/Blay. Como não consigo gostar de ruivos (daquela forma que vocês me entendem…), selecionei um Qhuinn e um Blay encapuçado (he he he).





http://flameddevil.tumblr.com/post/29094106923/xhexania-team-qhuay-qhuinn-by-lisirien

São mesmo horríveis, não são? Que horror! Até acho que se me colaram aos olhinhos de tão maus que são! (Tenho que procurar a medicação…)

A escolha levou-me a uma investigação horrorosa. Vejam lá que me obrigou a reler um capítulo inteiro do Na Sombra do Amor (o cap. 30) para ver o momento em que se oficializou o cargo de ahstrux nohtrum. Sim, porque o meu lindo e maravilhoso Qhuinn tinha de bater certo com o do livro, não como gato por lebre! (No caso dele, acho que comia qualquer coisa!... Valha-me Deus, como eu me ponho…)

 “(…) V posicionou-se atrás dele. Colocou a corrente em redor da garganta de Qhuinn (…).
- Só sai daqui se morreres ou fores despedido.” (pág. 385)
Quando V lhe ia fazer a tatuagem, lê-se assim “No rosto?, pensou John quando V limpou a parte superior da face esquerda de Qhuinn” (pag. 385)
Mais à frente: “Com o cabelo negro curto, aqueles pírcingues na orelha e a tatuagem sob o olho azul(…).” (pag 388)

Como veem, bate tudo certinho! (Ao contrário de muitas imagens que para aí circulam só para me enganarem.)
Entretanto, nesse capítulo, dei de caras com:

Sem querer ofender-te, mas és assim tão importante para ele? [para Blay]
Os olhos desiguais de Qhuinn fitaram os de John.
- Sim. Sou. E não faças mais perguntas a esse respeito.” (pág 389)

Eles andaram a marinar quase desde o início! Este é o 6º volume e eles só se encontram no 11º! Olhem que eu não me dei conta disto… Burrinha!

Mas a cereja no topo do bolo deste capítulo é:

“- Os seus desejos [de John] são ordens, meu príncipe.
Não me chames isso. (…)
- Então como devo chamar-te? (…) Preferes “meu suserano”?
Poupa-me, sim?
- Que tal o velho e querido “Amo”? – Quando John o fulminou com o olhar, Qhuinn encolheu os ombros. – Está bem, cabeçudo será. Mas é escolha tua, eu dei-te outras opções.” (pág. 389)

Lindo! Lindo!
Que mNM­! Vou ter de ler isto tudo outra vez! Ai, vou ter, vou (as desculpas que eu invento! E os calmantes que se evaporaram…).



CITAÇÃO - SPOILERS








“Abruptamente
Qhuinn mudou de posição, inclinando a cabeça para trás escorrendo a água pelo cabelo, aquele corpo incrível a arquear.
Ele manteve o seu pírcingue na glande.
Caramba, ele estava excitado”
- Isto é o ponto de vista de Blay -

(tradução livre de morCeGo)

Nota: O Qhuinn, no último livro, andava sem pírcingues, daí a surpresa de Blay.

terça-feira, 19 de março de 2013

SPOILERS MARAVILHOSOS – RESUMO LOVER AT LAST


QUEM NÃO QUER SABER O QUE VAI ACONTECER NO PRÓXIMO LIVRO, PARE DE LER!





            Dedico este resumo a Alex Nason e Denise, as comentadoras mais prolíferas deste Blogue! E a toda a gente, claro! Por aqui só passa quem tem bom gosto e se estão a ler isto, é sinal de que são excecionais!
            Entrei em contacto com uma pessoa que recebeu o livro na passada terça feira e que me remeteu para uma outra que facultou o seguinte:



    Layla sabe que está grávida, mas não diz nada a ninguém;
    Layla averigua o passado de Xcor;
    Qhuinn e Blay tentam evitar-se sem resultado (vivem na mesma casa…DAH…);
    Blay e Qhuinn discutem e Qhuinn diz-lhe que só se deitou com Layla para ter um filho e repete várias vezes que não a ama;
    Sax trabalha num projeto secreto de Wrath. O rei quer que Qhuinn faça parte da irmandade, mas Sax adverte-o que isso vai contra a Lei Antiga. Wrath ameaça-o de o por porta fora e que não quer saber com quem anda a dormir; (Wrath em alta forma)
    Blay e Qhuinn no bem bom (começa no ginásio);
    Xcor pensa em Layla;
    Blay e Saxton dão um tempo;
    Assail controla o negócio da droga em Caldwell;
    Aparece Sola Morte – personagem nova.
    Trez tem uma vida sexual agitada. iAm e Xhex não aprovam – Trez usa o sexo para esquecer preocupações que ninguém sabem quais são;
    C. é o novo líder dos minguantes;
    A Irmandade encontra uma casa cheia de sangue negro (novos minguantes);
    Z está ferido, não consegue desmaterializar-se e é Qhuinn que o tira de lá num avião que ninguém sabe pilotar; (Ai, o meu Z!)
    Z diz estar eternamente agradecido a Qhuinn (isto envolve manobras aéreas, muito sangue frio e outras coisas de macho grande e forte);
    Qhuinn desmaia, é levado para a enfermaria. Os Irmãos reúnem-se e solicitam ao rei que o torne num Irmão;
    Qhuinn recupera. Sax aparece com um cheiro a sexo que não é do Blay e Qhuinn começa a estrangulá-lo; (Acho muito bem)
    Blay conta à mãe que é homo e ela aceita; (Gostei da mãe)
    Layla começa a sangrar, teme um aborto, vai ao Havers que se recusa a tratá-la com medo de Phury;
    Zypher, Syphon e Syn têm sexo com uma mulher. Xcor observa-os e pensa em Layla;
    Sola Morte trabalha para um barão da droga – Ricardo Benloise - que tem negócios com Assail. Assail gostou de Sola;
    Qhuinn leva Layla a Jane quando esta confessa que está a sangrar;
    Qhuinn conta a Phury que engravidou Layla. Phury ataca-o e Layla manda-o parar e chega a ameaçá-lo;
    Jane não sabe o suficiente sobre vampiros para ajudar Layla. Levam-na até ao Havers e Qhuinn repreende-o pela forma como a tratou;
    Havers confirma a gravidez e a ameaça de aborto;
    Xcor sente Layla, segue-a até à clínica. Descobre que está grávida, segue-os depois e descobre onde está a Irmandade;
    Segunda cena “caliente” de Blay e Qhuinn (que inclui uma cadeira partida);
    Assail está cada vez mais interessada por Sola e quer seguir o seu rumo sozinho (sem os outros);
    Trez continua com a sua vida agitada;
    Layla está deprimida, Payne tenta ajudá-la, diz-lhe que é filha da Virgem Escrivã e pede autorização para fazer uma coisa. Payne toca-a, o corpo ilumina-se e ambas perdem os sentidos;
    Quando Layla acorda, já não sangra. Como os machos podem cheirar a gravidez, ela vai em busca do primeiro macho. É Blay que confirma que não perdeu o bebé.
    Saxton vai de férias, Blay fica feliz por saber que Sax não sente nada por ele, deseja-lhe sorte e abraçam-se e é quando entra Qhuinn;
    Qhuinn agradece a Payne que lhe diz para ir agradecer a Blay, porque foi ele quem lhe perguntou se podia fazer alguma coisa;
    Qhuinn procura Blay, beija-o apaixonadamente e pergunta-lhe o que pode fazer por ele. É quando Blay lhe diz que ainda lhe apetece fod… -lo;
    Sola Morte descobre que Assail não é humano, mas não sabe o que ele é. Beijam-se;
    Trez está comprometido com uma fêmea, filha do rei das Sombras. Rehv convoca-o e é ali que Trez, pela primeira vez, sente respeito e desejo por uma fêmea;
    Wrath tem uma reunião com a Glymera. No discurso adverte que não terá compaixão por quem o tentar subjugar; (Este Rei é o máximo!... Odoro o Wrath!)
    Xcor não conta aos seus homens que sabe a localização da mansão e pergunta-se sobre o que há de fazer;
    Assail segue Sola por toda a parte;
    Trez e iAm mudam-se para a mansão por questões de segurança. Está comprometido com a filha mais velha da rainha, que odeia, e que não quer voltar para o seu povo;
    Xcor masturba-se a pensar em Layla; (Ui, ui!)
    Blay e Qhuinn passam a noite juntos antes de saírem para a patrulha; (Ui, ui, ui, ui!)
    Nessa noite, encontram Luchas numa incubadora de sangue negro. Lash manteve-o vivo como presente para Qhuinn. Luchas pede ao irmão que o mate, ele nega-se e levam-no para a clínica;
    Qhuinn conta a Blay tudo o que sofreu no passado em casa;
    Selena alimenta Luchas;
    Cerimónia de indução de Qhuinn; (Yes!)
    Assail descobre onde mora Sola, conhece a avó, a única família que tem e descobre que Sol é o diminutivo de Marisol;
    Sola é atacada e raptada pelos homens de Benloise. A avó pede ajuda a Assail;
    Trez encontra Selena na mansão, gostou dela, diz-lho e diz que fará tudo para a voltar a ver;
    Xcor e Layla encontram-se, ele desarma-se para mostrar que não tem intenção de a magoar (dizem que é uma cena bonita)
    Luchas desculpa-se a Qhuinn e confessa que o que fez no passado era para agradar ao pai;
    Blay e Qhuinn discutem. Blay não acredita que Qhuinn admitirá em público a relação que têm;
    Qhuinn parece uma alma penada, medita sobre a vida e apercebe-se que o pai lhe influenciou toda a vida e que esteve sempre apaixonado por Blay;
    Qhuinn conversa com Blay que lhe diz que já não está com Saxton, e ficam juntos finalmente;
    Qhuinn pede a Blay que se case com ele. Blay diz que sim várias vezes e é quando se dá conta que está toda a gente a assistir, incluindo os pais. (Foi o Qhuinn que organizou tudo)
    O livro termina com Blay e Qhuinn a dançar.

(tradução livre de morCeGo)


Meus amores, mais não posso fazer… para já… Quando eu ler o livro, vocês vão ver…
Como sei que há quem não conheça os livros entre o do John e este, se quiserem, posso fazer um apanhado como este, mas têm que o dizer!
Fiquem bem!

MAIS UM CHEIRINHO DE LOVER AT LAST - SPOILERS








“Comunicando por sinais, separaram-se em dois grupos, ele e John num dos lados das enormes portas duplas, Rhage, Blay e Z vigiando a entrada mais pequena.
Rhage dirigiu-se ao puxador da porta, enquanto todos se preparavam para o confronto. Se houvesse uma equipa de futebol de minguantes lá dentro, fazia sentido mandar o Irmão primeiro, porque ele tinha um reforço que mais ninguém tinha: a sua besta adorava matadores, e não era para namorar.”

(tradução livre de morCeGo)

            Sem comentários.
            Eu, triste, queria muitos Qhuinns e Blays e mandam-me isto!
            Mim frustrada.

segunda-feira, 18 de março de 2013

O RESTO DAS MINHAS TRADUÇÕES - PROVÁVEIS SPOILERS

Custou, mas consegui acabar... Mais ou menos...
Ora, bem ou mal aqui vai:


A terrível verdade escondia-se por baixo da merda da rebeldia, ele queria que a família o amasse tão impertigada como a irmã, tão armado em bom como o irmão tão reservados como eram os pais, viu o amor entre os quatro. Sentiu o amor entre eles. Era o nó que unia esses seres uns aos outros. A cadeia invisível que prendia um coração ao outro, o compromisso de cuidar do todo, desde as merdas mundanas ao verdadeiro drama mortal. E a única coisa mais forte que aquela conexão… era ser expulso dali.
Todos os malditos dias da sua vida.
A voz de Blay penetrou através da náusea.
- Conta comigo. E lamento tão estupidamente… Estou contigo… Só não faças nenhuma estupidez, está bem? Deixa-me…
Deixar que Blay soubesse que pensava em coisas que envolviam roupas e chuveiro.
De facto, a sua mão livre já tinha baixado ao cinto que tinha feito com um agradável e forte tecido de nylon… porque os pais não lhe davam dinheiro suficiente para roupa e o que ele tinha rompera-se há anos.
Com ele na mão, olhou para o outro lado do quarto, para a porta fechada da casa de banho. Tudo o que tinha que fazer era um nó no suporte do chuveiro… Deus sabe que essas canalizações funcionaram nos velhos tempos, quando as coisas eram suficientemente fortes para aguentar algum peso. Até tinha uma cadeira que podia usar e que com um pontapé  conseguiria afastar de debaixo dele.
- Tenho que desligar…
- Qhuinn? Não desligues… não te atrevas a desligar…
- Escuta, pá, tenho que desligar…
- Vou para aí agora mesmo. – muita agitação de fundo, como se Blay se estivesse a vestir. – Qhuinn! Não desligues o telefone… Qhuinn!...


Capítulo I
No presente

(Cortei aqui porque, para mim, com tanto palavrão e calão, é impossível de traduzir. Além do mais, é conversa delinquente de minguantes, não tem material do meu interesse.He he he)

***

- Acho que isso é Justin Bieber. – Parado à frente da prateleira de batatas fritas Lay’s, Qhuinn olha para cima, para o altifalante encastrado nos azulejos do teto – Sim, tenho a certeza e odeio sabê-lo.
Perto dele, John Matthew perguntou por sinais Como sabes?
- Esta merda está em todo o lado. – para provar o que dizia foi até a um postal de parabéns - Juro-te, este puto é a prova de que o Anticristo está a chegar.
- Talvez já cá esteja.
- Isso explicaria a Miley Cyrus.
- Bem visto.
Enquanto John voltava a pensar que comida havia de escolher para levar, Qhuinn voltou a revistar a loja. Eram quatro da madrugada e o 24 horas estava completamente abastecido e totalmente vazio… exceto por eles os dois e o gajo à frente da vitrina que estava a ler o National Enquirer e a comer uma barra de Snickers.
Nem minguantes. Nem o Gangue dos Bastardos. [não sei como lhe chamar, ainda não apareceu nos livros em Portugal]
Nada a que disparar.
A menos que atirasse à música do Bieber.
- Que queres? – perguntou John por sinais.
Qhuinn encolheu os ombros e continuou a olhar em volta. Como ahstrux nohtrum de John, tinha a responsabilidade de se assegurar que ele regressava inteiro à mansão da Irmandade todas as noites, e depois de mais de um ano até agora, tudo bem…
Deus, sentia falta do Blay.
Sacudindo a cabeça, esticou a mão à sorte. Quando o braço retrocedeu, trazia qualquer coisa de nata e cebola.
A olhar para o logotipo da Lay’s e para o desenho de uma batata frita, só conseguia pensar na forma como ele e John e Blay costumavam passar o tempo na casa dos pais do Blay, a jogar Xbox, a beber cervejas, a sonhar com vidas póstransição maiores e melhores.
Lamentavelmente, o maior e melhor acabou por ser só no tamanho e força dos corpos. Apesar que talvez isso fosse só a puta da sua vida. Depois de tudo, John estava felizmente casado. E Blay estava com…
Merda, nem na cabeça conseguia pronunciar o nome do primo.
- Estás bem, J-man? – perguntou com brusquidão.
John Matthew pegou nuns Doritos original da velha escola e assentiu.
Vamos às bebidas.
Enquanto avançavam mais na loja, Qhuinn desejou que estivessem no centro da cidade, a lutar nos becos, a enfrentar um qualquer inimigo. Demasiado tempo de inatividade quanto a assuntos suburbanos, e isso significava demasiado tempo para pensar obsessivamente no…
Travou-se a si mesmo outra vez.
Ou isso. Aliás, odiava um qualquer contacto com a glymera… e essa merda era mútua. Para desgraça, os membros da aristocracia estavam a regressar a pouco e pouco a Caldwell e isso significava que Wrath foi inundado com chamadas acerca dos chamados avistamentos de assassinos.
Como se os não mortos do Ómega não tivessem nada melhor para fazer do que andar à volta de árvores de fruto estéreis e piscinas congeladas.
No entanto, o Rei não estava em posição de dizer aos dandies que se fossem foder. Não desde que Xcor e o Gangue dos Bastardos meteram uma bala na garganta real.
Traidores. FDP. Com um pouco de sorte, Vishous irá demostrar sem sombra para dúvidas de onde veio o disparo e eles poderiam esventrar os culpados, por-lhes as cabeças em estacas e fazer um fogueira com os cadáveres.
Assim como averiguar exatamente quem, no Conselho, estava a passar informação ao novo inimigo.
Bem, estar à mão era agora o nome do jogo… assim que uma noite por semana, cada uma das equipas terminava aqui na zona onde ele tinha crescido, batendo às portas e olhando por baixo das camas.
Em casas parecidas com um museu, que lhe punham os cabelos mais em pé do que uma qualquer obscura passagem subterrânea do centro da cidade.
Um toque no antebraço arrancou-o dos pensamentos.
- Sim?
- Ia perguntar-te o mesmo.
- Ah?
- Paraste aqui. E estavas a olhar… Bem, tu sabes…
Qhuinn franziu o sobrolho e olhou para o expositor de produtos. Foi quando perdeu a linha dos pensamentos, assim como a maior parte do sangue da cabeça.
- Ah, sim… ah… - Merda. Teriam aumentado a temperatura do ar? – Ah…
Biberões para bebés. Leite em pó para bebés. Babetes e toalhitas e cotonetes para bebés. Chupetas. Papas. Uma espécie de aparelho… Meu Deus, um extrator de leite.
Qhuinn deu uma volta de cento e oitenta graus tão rápida que bateu de frente com uma pilha de um metro e oitenta de fraldas, regressou de um salto à terra da Nuk e saiu disparado do espaço aéreo infantil.
Bebé. Bebé. Bebé…
Muito bem. Já chegou à caixa.
Metendo a mão no seu blusão de motard, Qhuinn sacou da carteira e estendeu a mão para trás para a comida que John trazia.
- Dá-me as tuas coisas.
Quando ele começou a discutir, articulando as palavras com a boca porque as mãos estavam cheias, Qhuinn pegou no Mountain Dew e nos Doritos que não permitiam a comunicação.
- Pronto. Enquanto aquilo passa na máquina, podes gritar comigo como deve ser.
- Já sabes por quê – as mãos de John voaram pelas posições da linguagem gestual em várias combinações de isto é meu.
- É surdo? – perguntou o homem da caixa registadora num sussurro. Como se alguém que usa linguagem gestual fosse uma espécie de mosntro.
- Não. Cego.
- Ah.
Como o homem continuou a olhar fixamente, Qhuinn quis arrebentá-lo.
- Vais-nos ajudar com isto, ou quê?
- Ah… sim. Olha, tens uma tatuagem na cara. – o senhor observador movia-se lentamente como se os códigos de barras estivessem a criar algum tipo de resistência aerodinâmica ao leitor de laser. – Sabias?
Não me digas.
- Não sabia.
- Tu também és cego?
O gajo não tinha filtro. Nenhum.
- Sim, sou.
- Ah, por isso é que os teus olhos são esquisitos.
- Sim, exatamente.
Qhuinn tirou uma nota de vinte e não esperou o troco… assassinato era mais do que demasiado tentador. Assentindo com a cabeça a John, que também estava a medir o querido rapaz para um caixão, Qhuinn sai apressadamente.
- E o troco? – gritou o homem.
- Também sou surdo. Não te consigo ouvir.
- Então, vou guardá-lo, está bem? – gritou ainda mais alto.

(tradução livre de um espanhol manhoso de morCeGo)

Meus amores, se estas não são de facto as páginas iniciais do Lover at Last, disfarçam muito bem.
E eu continuo a amar de paixão o Qhuinn!
E eu continuo obcecada com o novo livro!
E eu continuo a não querer trabalhar!