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Legado da Adaga Negra

Leia tudo sobre o novo livro da nova saga da IAN: "Beijo de sangue"

Anjos Caídos " The Fallen Angels"

Aqui podes espreitar alguns capitulos traduzidos. Esperemos que gostes

sábado, 31 de agosto de 2013

A Força do Amor II

Saudações Amantes da Irmandade,

hoje, é mais um dia...e mais um pouco da história enviada pela nossa Francisca!

Boas Leituras!

- Está tudo bem com eles, está tudo bem com eles. Não entres em pânico, não entres em pânico.   
Era a milionésima vez que repetia isto para si mesma enquanto andava de um lado para o outro, gastando ainda mais o soalho da velha casa em que agora viviam. Acariciou o alto redondo do seu ventre.
 - Está tudo bem com o teu pai e os teus tios, não é?   
Cansada acabou por sentar-se no gasto sofá que enchia, com outras poucas mobílias a pequena sala. Acabou por ficar mesmo em frente ao retrato da sua família.
Querida virgem, como tudo tinha mudado desde o verão passado, a sua família foi uma das muitas afetadas pelos ataques, os seus pais foram mortos. Quando tudo aconteceu ela estava com Blake e os seus irmãos estavam lá fora, nas ruas de Caldwell.
Infelizmente com a morte do seu pai tudo tinha acabado, era graças à sua linhagem e ao seu sangue que ela e os seus irmãos sempre tinham sido tolerados, a sua mãe era mestiça o que aos olhos da glymera era motivo de escárnio, discriminação, rejeição. Assim perderam tudo. Blake não provinha de uma família rica o que aos olhos deles, também era motivo suficiente para ser colocado de lado. Mas, para ela, ele era um resistente.
No fundo, não sentia falta de nada disso. Nem dos bonitos vestidos, nem das joias, nem das festas. Sentia falta sim, dos seus pais e dos doggens. Do seu carinho, dos mimos das alegrias e tristezas típicas de uma família, até das discussões com os seus irmãos. Mas principalmente sentia falta da sua mahmen dos abraços e do colo quando estava triste e dos conselhos quando não sabia o que fazer.
 - Gostava tanto que tivesses aqui comigo para viver este momento – disse enquanto olhava a imagem da sua mahmen e começava a chorar novamente.
Pensativa e temperamental recordou todos os bons momentos que tinham passado juntas e acabou por lembrar-se do que lhe costumava dizer quando era pequena e as coisas não lhe corriam bem.
Tenta alcançar o que julgas ser impossível, luta por tudo o que queres, aceita os desafios do destino e procura entre as dificuldades o maior tesouro que a vida tem, o amor.

 Era isso tinha de acreditar, do fundo do seu coração que eles estavam bem e que iam voltar… enxugou as lágrimas que lhe desciam pelo rosto com determinação, não podia perder mais nada. Levantou-se, agarrou no telefone e marcou o número de Blake mais uma vez... Ouvir de novo a sua voz no atendedor não a surpreendeu e fez com que as lágrimas voltassem.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

A força do amor

Saudações Amantes da Irmandade!

Saudades? *riso* Bem, confesso que tinha varias ideias em mente, e tenho estado aguardar a resposta da editora. Mas até agora nada...acho que eles não querem mesmo nada connosco *triste*

Mas enquanto isso hoje trago-vos mais uma história enviada pela nossa querida Francisca OBRIGADA QUERIDA!!! A história irá ser dividida. E visto que as traduções não são comigo. Acreditem se eu me metesse a traduzir era processada pelos Ingleses e a minha prof de Inglês ainda me matava..... sim....eu assassino a língua Portuguesa.... mas com o Inglês? Coitado...ficaria em pó..... E não vos dou mais seca, pois vocês devem estar prai "Epa, Nasan cala-te a boca e da-nos a história!!!!" Mas só mais uma coisita, assim que tiver a resposta da Casa das Letras ( e espero de coração que seja positiva) irei publicar aqui umas coisinhas muito fofas, que nos irá obrigar a ler de novo os livros. E para quem não conhece e caiu aqui de para-quedas. Irá fazer vocês correrem a uma livraria comprar os livrinhos hehehehe


Abrindo os olhos lentamente com um som irritante, Blake começou a voltar a si e com a consciência veio uma dor lancinante no abdómen. Com um esforço hércule olhou à volta. Paredes brancas, máquinas dos dois lados de uma cama. Estava deitado numa cama...
A máquina que fazia o barulho irritante estava do seu lado direito assim como um fio transparente que estava ligado ao seu braço. Aos poucos começou a distinguir outros sons, sons indistintos de princípio mas que com o tempo se transformaram em palavras, numa conversa.
- Como é que ele está Jane? Já acordou?
- Bem os ferimentos são graves, como sabes, a bala ficou alojada num local delicado do abdómen e ele perdeu muito sangue no caminho até cá mas felizmente eu e o Manello conseguimos extrair a bala e estancar a hemorragia. Temos de esperar.
- E em relação aos outros três?
- Os ferimentos deles eram mais superficiais e até agora não têm levantado problemas.
- Thor, Wrath já decidiu o que fazer com eles? Quero dizer, são apenas civis…
- Não sabemos, não podemos fazer nada até termos a certeza de que eles não são aliados do bando de bastardos do Xcor. A guerra está cada vez mais perigosa. Mas uma coisa é certa graças a eles o John, o Quinn e o Blay estão vivos e bem.
Depois tudo ficou silencioso.
A voz do macho fez com que a sua memória disparasse numa serie de flashbacks da noite passada, ou seriam noites?
Blake e os seus irmãos Dante, Vlade e Drake tinham saído para lutar, era uma noite como qualquer outra, uma noite de sobrevivência. Tinham encontrado um grupo de minguantes que eliminaram com alguma rapidez, um cheiro doce perdurava no ar, infelizmente os minguantes são como baratas por cada que matamos novas surgem no seu lugar. Assim, a luta recomeçou. Todos eles ganharam algumas feridas, contudo a meio da luta deram de caras com três machos todos vestidos de cabedal com um par de adagas e SIGS fabulosas. Irmãos, só podiam ser, que encurralaram os minguantes pelo outro lado.

Aqueles minguantes filhos da puta eram esguios como ratos, assim que surgiram mais de todos os cantos que começaram a disparar contra eles. Estavam sob fogo cruzado. Num rápido momento em que um dos estilhaços de chumbo saía direto ao coração de um dos guerreiros de cabelo negro Blake lançou-se para a frente num impulso de afastá-lo, e a bala acertou-lhe em cheio no abdómen, essa era a origem da dor, a última coisa de que se recorda é de ouvir os seus irmãos a chamar o seu nome e do som de botas pesadas a bater no chão, mas acima de tudo de um par de olhos azuis espantados a olhá-lo fixamente. Olhos azuis, azuis como os da sua shellan. Azuis como os de Annabelle.     
Amanha há mais.....

*Nasan

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Convívio da Irmandade da Adaga Negra e fãs [Porto]

Saudações Amantes da Irmandade,

Lembram-se do convite aqui feito para vocês? Do convívio no porto no dia 23 de Agosto? Aqui quem é que foi?? Bem, eu soube que foram MUITOOOO poucos, mas que se divertiram a brava, aliás.... segundo o que ouvi dizer, uma das pessoas....Amalya (Personagem da Irmandade da Adaga Negra) só sabia dizer de 15 em 15 minutos.... eu sou normal.... O Qhuinn? Bem, a Jane só lhe queria dar com a banana.... vá se lá saber como... o Butch? Acreditem se eu tivesse estado lá teria me sentido bem traumatizada, vocês acreditam que ele só dizia que tinha os tomates no peito? A Xhex? oh pela Virgem.... é melhor não falar....melhor mesmo. E as fãs que foram ao encontro? Margarida, Viviana e mais uma menina (perdoa me querida, mas não me lembro do teu nome. acusa-te aqui *sorriso*) Segundo o que me disseram, ficaram traumatizadas para o resto da vida, com dores de barriga fortes de tanto rir, sem voz. Resumindo...nunca mais serão as mesmas.



Nota: Convívio de fãs em Lisboa dia 7 de Setembro, Sábado, pelas 15 horas no Terreiro do Paço. Personagens da Irmandade presentes: Beth Randall, Qhuinn, Amalya, Mary e possivelmente a Xhex.
Junta-te a nós, e fica traumatizada para o resto da vida. 
Objectivo do convívio: Conhecer mais amantes da Irmandade, passar um dia divertido e falarmos sobre a irmandade, qual o teu irmão preferido/ou shellan, qual o livro que mais te tocou, e o que menos te tocou.

Aviso: Este convívio não conta com o apoio da editora Casa das Letras. Uma vez que não temos parceria com a mesma. E não te esqueças, confirma a tua presença comigo, por comentário ou email.  Leva a tua máquina para registar o momento...e claro.... um livro da irmandade *riso* para a foto de grupo

Até a próxima sombra....


*Nasan

sábado, 24 de agosto de 2013

Carry II

Saudações Amantes da Irmandade,

Aqui está a continuação e o final de Carry. Obrigada Vina, esperamos por mais *riso*

Boas Leituras meninas ( e meninos) e não se preocupem, hoje não ficam pendurados *riso*


-Nunca mais me abandone, nunca mais, eu senti tanto a tua falta.- Abanou a cabeça - Mesmo não sabendo quem eras eu senti a tua falta. Eu sonhei contigo, noite a pós noite, mesmo sem saber doía-me o coração sempre que acordava e não estavas lá. Nos meus sonhos tu dizias que me amavas, ninguém nunca me diz que me amava. Era e sempre foi profissional.- Voltou a beija-lo com mais força e doeu-lhe os lábios e ela encolheu-se. Broklyn lambeu-lhe todos os ferimentos, num abrir e fechar de olhos os ferimentos sararam. Carry, olhou o seu macho nos olhos e neles viu amor, respeito e reverencia.
- Deita-te comigo agora, por favor, deita-te comigo.
- Teremos tempo para isso – Carry fez beicinho e olhinhos de gatinha (porque ela é fêmea) – Eu também quero, minha fêmea, mas tu não estás em estado para ter relações sexuais agora.- Ela cruzou os braços a frente do peito.
- Como assim. Não tenho nada partindo, os meus ferimentos desapareceram e eu desejo-te.- Chegou só ouvido de Broklyn – Eu quero-te dentro de mim,- pegou na mão dele e levou-a ao lugar doce entre as pernas, estava molhada. Tão húmidas, que as cuecas estavam mais que molhadas, estavam encharcadas de desejo. Ele sentiu o seu cheiro de fêmea e estremeceu, num instante ficou com uma erecção que faria um poste corar. Não pensou duas vezes, rasgou as roupas de Carry e começou a acariciar-lhe os seios, tomou um com a boca e começou a suga-los. Com a sua boca húmida e quente, abriu caminho com a sua boca. Beijou cada milímetro do seu corpo, em cada beijo que dava era um gemido que ela soltava.
-Sim fêmea, não me escondas nada.- Subiu até aos seus ouvidos e – Dá-me os teus gritos e gemidos, levas-me a loucura só com o teu prazer,- lambeu o seu ouvido e foi directamente ao lugar onde mais queria. Mas não se queria apressar, já passou demasiado tempo desde a última vez que tinham estado juntos. Chegou ao lugar entre as pernas, onde começou a sua magia. Chupou, lambeu e absorveu tudo o que ela tinha para lhe dar. Carry foi levada ao limiar do prazer, atingindo um orgasmo tão violento que parecia ter deixado a sua própria pele. A custo ela disse,- Monta-me, vem-te dentro de mim por amor de Deus  Broklyn montou-a com uma agilidade e com todo o cuidado. Entrou devagar e esperou que ela suportasse o seu membro generoso, beijando-a e deixando-a sem ar. Ela lançou um gemido.
Carry soltou um gemido grave ao sentir o membro generoso do seu homem, preenche-la e a alarga-la, mas o aceitou todo. Broklyn gemeu e começou a bombear. Num movimento langui-nos, para frente e para trás, tomou um dos seios da sua fêmea na boca, beijou e chupou-os. Segurou as suas ancas e a firmou, Carry moveu-se e deixou o seu lindo pescoço a descoberto, um convite que ele não negou. As suas presas alongaram com aquela visão, com a excitação do sexo e sem pensar duas vezes mordeu-a. Carry soltou um grito de prazer, ficou quieta enquanto o seu macho tomava o seu sexo e o seu sangue. Quando tudo ficou mais intenso, ele largou a sua veia e intensificou as investidas. Carry atingiu o clímax, enquanto Broklyn também se lançou no precipício com ela. Os dois se deitaram lado a lado inertes e saciados. O macho a tapou e a aconchegou no seu peito, a embalou e cantarolou uma canção de embalar. Deixou que ela adormecesse primeiro e logo de seguida também adormeceu. Acordando com o som de alguém na cozinha, era Carry que estava a preparar a sua especialidade, panquecas.
-Queres o pequeno-almoço? Depois de todo o exercício de ontem a noite,- Sorrio – deves ter fome.
Broklyn sorrio, chegou-se a ela e deu-lhe um beijo longo e delicioso, deixando-a zonza.
-Bem bom dia também para ti. Olha, não sabia o que querias e como também tenho fome fiz, panquecas, café, bacon, ovos – espera ainda não acabei – espera ainda não acabei. Salada de frutas, com morangos, pêssegos, uvas, manga, - gemeu – adoro manga, e esta está docinho, como os teus beijos.- Deu-lhe um pedaço e beijou-o.
- Eu também adoro, mas sabes do que gosto mais,- beijou-a de volta - de ti e que tenhas cozinhado para mim.
Sentaram-se a mesa e Broklyn alimentou a sua fêmea, deixando-a saciada e sem mais fome.- Já não posso comer mais, assim arrebento. Agora come tu,- dito isso o seu estomago lançou um rugido e os dois se riram - é eu sabia que tinhas fome, come eu sirvo-te.
Broklyn comeu tudo o que tinha para comer e algumas panquecas que a sua fêmea fez. Conversaram, de como iria ser a vida dai em diante, e de como Carry não voltaria a sua antiga vida. De como era melhor, ficar na vida dele e de como Broklyn a iria proteger para todo o sempre.
- Sempre,- franziu o nariz - eu sou humana meu amor não vivo para sempre. Eu envelheço e morro como todos os seres humanos,- Broklyn fez má cara – se quiseres ficar comigo terás de ter isso em consideração, vou morrer antes de ti. Se quiseres ficar comigo é assim que é.
- Mas eu quero ficar contigo, e se tu morres eu vou contigo. Olha, já tivemos esta conversa e eu já sei o que vais dizer, por isso eu tive de te deixar ir. Mas as coisas são assim. Tu não consegues ficar sem mim, e eu não consigo viver sem ti. Vamos fazer um pacto, quem morrer primeiro o outro vai atrás, - Carry abanou a cabeça – não me digas que não fêmea, não viverei num mundo sem ti. Se tu viveres tudo bem, mas a dor vai tomar conta de mim. Eu sei disso e sei que tu sabes disso.
A chorar Carry disse,- Eu também, não sei viver sem ti meu amor, nunca mais quero viver sem ti. Está bem, faremos um pacto e o futuro dirá como vai ser.

Dito isso, foram para o quarto aproveitar e viver um dia de cada vez. O futuro a Virgem pertence, e só ela saberá o que vai acontecer.



*Nasan

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Carry

Saudações Amantes da Irmandade,

saudades? Não? eu sei...  Aqui a malta desaparece e vocês nem dão conta tsk tsk... isso não se faz.
Obrigada a nossa querida Margarida. Sim está tudo "bem" e como ves eu ja ando por aqui *riso*

mas vamos ao que interessa. Uma bela história enviada pela nossa querida Vina, Boas leituras.


Era uma noite, como todas as noites. Carry saiu para trabalhar, como uma boa prostituta que era, verificou a mala. Teria de ter os preservativos, os cigarros e outras coisas para estimular os seus clientes.
Foi para o seu ponto onde se encontrou com as suas “colegas” de serviço. Uns atrás dos outros os clientes foram aparecendo, os habituais e os ocasionais. Mas apareceu um, que ela não gostou da sua aparência. Cabelo branco como a neve, olhos claros que pareciam não ter alma e a tão pálido que parecia nunca ter visto a luz do dia. O cheiro cheirava a pó de talco, o seu cheiro fez ela franzir o nariz para não espirrar. Mas o que um cliente é um cliente e ela tinha que ganhar a vida e não se pode agradar a todos. Foi ter com ele, falaram, o sujeito parecia ser simpático mas isso parecem ser todos. Entrou para dentro do carro, e ele a levou para um descampado. Não se via vive alma por aquelas bandas. Foi ai que ai que o seu ar simpático desapareceu. Agarrou a nossa amiga pelo braço e arrastou para fora do carro, ai que começou os maus tratos  Entre socos e pontapés, Carry ficou ensanguentada e com a sua linda cara feita num oito, então o “cliente” começou-lhe a interrogar.
-Onde está ele,- perguntava- onde é que anda o teu amigo?
- Mas de quem estás a perguntar? De quem estás a falar?- Perguntou Carry.
-Do vampiro de merda, que andas metida,-mais um soco- não me faças de parvo, olha que te mato. Não tenho problemas com isso, diz – gritou - onde está?
-Mas o que falas,-tossiu, e um pouco de sangue lhe saiu da boca -Estás louco, um vampiro – olhou para ela incrédula- mas como eu poderei conhecer um vampiro se eles não existem?
Do nada, sabe Deus de onde veio apareceu um homem lindo. Tão lindo que parece ter saído de um filme de Hollywood. Era forte, com tantos músculos que parecia um culturista mas também era ágil muito agir. Num instante o seu agressor estava no chão, com uns palavrões mandou o malfeitor passear, por fim sacou de uma adaga e só se viu um clarão. Aproximou-se da Carry, e fitou-a com olhos muito gentis. Eram de um azul que só se via no céu ou no oceano eram lindos. Carry encolheu-se, ao se aperceber que ele a estava a encara-la.
-O que queres de mim, por favor não me magoe, por favor não me magoe. – Ele abanou a cabeça disse uma imprecaução.
-Não tenha medo, se te quisesse fazer mal já o tinha feito. Se quisesse que te continuassem fazer mal, teria deixado que aquele minguante, aquele monte de merda te batesse. Por favor deixa-me ajudar-te, por favor deixa-me cuidar de ti, - chegou-se mais perto e olhou-lhe nos olhos deixas?
Sem forças para Carry afirmou com a cabeça, não sabia como, mas sentia que conhecia aquele homem mas de onde. O seu salvador pegou-lhe no colo com todo o cuidado e reverencia.
-Para onde te posso levar? Queres que te deixe em casa? – Negou com a cabeça – Para onde estão? Vou-te levar para minha casa, lá estas segura e ninguém te fará mal. Eu juro pela minha mahmen.
Dito isso Carry desmaiou nos seus braços, acordando horas depois. Com o seu salvadora sua cabeceira.
-Olá, - disse ele – como te sentes? Queres comer alguma coisa? – Carry disse que não com a cabeça.
-Engraçado,- disse ela – sinto como se te conhecesse.- Levou as mãos a cabeça que do nada começou a doer.

- Não faças isso, deixa que eu resolvo.- Levou um simples dedo a sua fronte e as memórias voltaram – Tentar lembrar de memórias apagadas, só te vão trará sofrimento. Não te devia ter deixado, nunca a culpa disto tudo é minha. Não devia ter deixado para fazeres o que fazes, perdoa-me lellan mas eu pensei que era o melhor para ti. Nunca imaginei que aqueles matadores iriam atrás de ti. Perdoa-me meu amor, perdoa-me.- Segurou-lhe a mão e levou-a ao coração. Carry, não conseguia dizer uma única palavra, apenas chorava. Abraçou e beijou-o.


Continua......


*nasan

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Livros a €4.99 durante 72 horas

Viva Amantes da Irmandade!


A Editorial Presença está com vários livros a €4.99, mas só até dia 14 de agosto. Acedam aqui.

sábado, 10 de agosto de 2013

Informação

Saudações Amantes da Irmandade,

Como já deve ter reparado, isto anda parado. E não é para menos, a nossa morcego anda com um furacão na gruta... Pobre coitada, não sabe já onde é o norte e o sul da coisa... mas assim, que ela se encontrar...ela volta. Até lá? Está de Férias!

E eu... bem, eu ando meio doentinha, e para ser sincera, até para fazer esta publicação... estou de rastos. Por isso, também eu irei tirar umas ferias forçadas! Assim que me sentir bem, volto e publico as histórias que vocês nos tem enviado.

Beijinhos e peço desculpa por este inconveniente, mas precisamos de organizar a vida e a saúde...  e depois virá o blog.

*nasan

terça-feira, 6 de agosto de 2013

"Na Sombra do Perigo" no Top 10 da Wook

Viva Amantes da Irmandade!


Cerca de 4 semanas depois do seu lançamento, o 9º livro da nossa saga preferida, Na Sombra do Perigo, encontra-se em 7º lugar na livraria online Wook.


segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Convite aos fãs portugueses

Viva Amantes da Irmandade!

Não se esqueçam que temos um convívio de personagens e fãs marcados no Porto este mês. Confiram.

--
Moras no Porto ou arredores? Ou até moras longe, mas não te importas de fazer uma pequena viagem à cidade invicta? Então isto é para ti.

Dia 23 de agosto, por volta das 14:30 horas, vamos fazer um convívio com fãs e personagens da Irmandade, com encontro em S. Bento (não ficaremos por lá). Estás interessado/a? Então envia e-mail para irmandadeadaganegra@gmail.com a confirmar presença ou a tirar dúvidas.

Personagens confirmadas: Butch, Xhex, Jane e Qhuinn.
Número de fãs confirmados: 2

Esperamos por ti!

PS: Está previsto um convívio em Lisboa no mês de setembro.

PENSAMENTOS TERRÍVEIS

Olá, gente boa!

Que o trabalho ainda não parou, já toda a gente sabe.
Mas que resolvi não fazer nadinha no fim de semana é novidade.

Ora, não me apeteceu sequer abrir o bicho computador, ainda mais que ando sempre na net à procura de novidades e elas não aparecem.

Não se pode fazer nada, não é? Quando vierem, cá estarão...

Também não me apetecia traduzir nadinha... nem o português percebia...

Foi aqui que tive um pensamento tenebroso... Terrível...

Lembram-se da dita cuja capa do novo livro The King?
Toda a gente concorda que aquilo não tem nadita a ver com o Wrath, certo?

No entanto, se olharmos para o Lover at Last, vemos lá um Qhuinn, certo? Mais lágrima, menos lágrima tatuada...

E se o rei não for o Wrath e for o Xcor?

Esse nosso amigo de maus fígados anda a ver se destrona o nosso rei cabeludo... e se ganha?
Mas esse é desfigurado e este da capa não me parece que tenha a cara toda a torta...

Resta-me pensar em Assail que se diz que é enorme e que fala como um aristocrata e que é bom como o aço e que dá orgasmos à Ward sempre que fala dele...

Vocês querem ver que ela vai dar a volta toda à série e que é por isso que andam a pagar ao pessoal para não se descoser? Sim, porque eu, morceguito, sei muito bem que há cópias a circular e a serem revistas. Como é que ninguém abre a boca?

Foram pedidas listas de sugestões e de opiniões e ninguém conta o que lá está dentro das páginas maravilhosas?

Tudo isto é suspeito... muito suspeito...







domingo, 4 de agosto de 2013

Vishous para Jane depois de umas cenas muito, muito macabras

Saudações Amantes da Irmandade,

como vão reparar, hoje não vos trago nenhuma história, pois elas acabaram...sim, vocês mesmas deixaram de mandar..... e eu ainda não consegui ter um bocadinho de tempo.... e cabeça, para continuar a minha, mas no próximo fds já teremos :)

Deixo-vos este pedacinho de história de Vishous e Jane, espero que gostem e obrigada a Margarida por nos ter enviado este tesouro.


"-Quem me dera estar completo.Quem me dera ter podido dar-te crianças se as quisesses e as pudesses gerar.Quem me dera ter-te dito que me matava pensares que eu tinha estado com mais alguém.Quem me dera ter passado o ano anterior a acordar todas as noites e dizer-te que te amo.Quem me dera ter acasalado contigo como deve ser na noite em que votaste para mim vinda dos mortos.Quem me dera...- O olhar cintilante dele procurou o dela. - Quem me dera ter metade da força que tu tens  e quem me dera merecer-te.E ..acho que é isto."

*nasan

sábado, 3 de agosto de 2013

Uma Entrevista aos irmãos...

Saudações Amantes da Irmandade,

desculpem a demora de hoje na publicação, mas aconteceu um imprevisto e foi impossível. Hoje deixo-vos esta pequena história enviada por uma querida fã, Maíra.
Boas Leituras

Havia, enfim, chegado o grande dia. Depois de muita negociação via email, consegui uma autorização do Rei para conhecer a Mansão.
Fui recepcionada por Fritz, uma educação sem limites. O mordomo me levou até a biblioteca, onde fui devidamente instalada, para aguardar o Irmão encarregado de me mostrar as dependências da Mansão às quais eu poderia ter acesso.
Apreensiva e um tanto assustada, aguardei com os olhos grudados na porta.
Então ela se abriu, e todos os meus sonhos se viram realizados na figura de um Guerreiro.
Phury acabava de entrar.
Me concentrei para não babar. Literalmente.
Suas roupas impecaveis, seu cabelo multicolorido, seu caminhar elegante, com aquele mancar suave. Ele era o ápice da perfeição.
Passei as mãos pelos cabelos, nervosa. Ele sorriu. Pude visualizar a ponta de suas presas brancas.
Ele se sentou ao meu lado, respirei fundo varias vezes, obrigando meu corpo a não tremer. Me enchi de coragem e encarei aqueles olhos amarelos, encontrando neles a exata profundidade que sempre esperei.
Quando abri a boca para perguntar o que estava fervilhando em minha cabeça, era como se ele já soubesse a pergunta e eu, a resposta. Mas a pergunta saiu, mesmo assim:
- acabou? O Mago. Ele se foi?
Percebi aquele torax largo se expandir uma vez antes de me responder.
- não. Se um dia, por um único momento, eu acreditar que o venci, serei derrotado. Minha luta é eterna.
Não abaixamos o olhar. Nos encarávamos a milímetros um do outro. Havia uma tensão palpável entre nossos olhares.
Respirei fundo o ar exalado de suas narinas.
- esta feliz como Primaz?
A resposta foi curta e imediata.
- sim.
Sorri discretamente para ele, como quem espera mais. A tensão em seu corpo se dissipou um pouco, antes da explicação.
- eu me encontrei nesse papel. Não digo que nasci para isso, mas que consegui adaptar o cargo a mim. Por isso, sim, estou feliz.
Sabia que meu tempo estava acabando, mas ali, ao lado de Phury não me interessava mais em conhecer coisa alguma, lugar algum. Tudo em mim estava voltado para ele. Fixei meus olhos verdes em seus cabelos e tomei coragem para uma última pergunta.
- posso toca-los?
Phury assentiu discretamente, os olhos fechados. Estiquei meu braço e entrelacei os dedos em uma mecha macia. Descendo lentamente, fazendo os fios deslizarem entre meus dedos, tocando suavemente a pele dourada de seu rosto e depois de seu pescoço, bem em cima da jugular, que pulsava um pouco mais acelerada.
Ele pousou a mão enorme sobre a minha e ficamos encarando um ao outro por longos instantes.
Fritz entrou. Precisava me retirar. Phury se levantou junto comigo, pegou minha mão e a beijou. Na palma. Roçando levemente as presas. Pude sentir seu olhar me acompanhando, enquanto cruzava lentamente a biblioteca, até a porta se fechar em minhas costas.

*Nasan

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Era uma vez, no campo.

Saudações Amantes da Irmandade,

hoje trago-vos mais uma história enviada por uma fã, a nossa querida Vina. A autora de Um Homem de Sonho.

Boas leituras!

Esta história passou-se a muito e muito tempo. Quando não havia carros, telemóvel, aviões, nem essas modernices.
       Há muito tempo, uma rapariguita morava no campo com o pai e os seus irmãos. Trabalhava dia e noite para eles. Não conhecia mais nada da vida, a mãe tinha morrido de febre amarela e os irmãos trabalhavam com o pai no campo. Ela passava os dias a limpar, a cozinhar e a sonhar que um dia um princepe viria num cavalo branco salva-la do seu destino infeliz.
      Ela sonhava, sonhava e sonhava mais um pouco, mas todos os dias eram iguais começavam e terminavam da mesma maneira.
      Mas num certo dia foi diferente, ela acordou e disse para si mesma: Hoje vai ser diferente, sim Diana vai acontecer alguma coisa, sinto que vai acontecer alguma coisa de muito importante. Deu um salto da cama e foi aos seus afazeres diários. Mas quando foi ao estábulo viu alguma coisa de anormal com os animais. Os animais estavam mais agitados, mais do que normal. Andou até ao fundo do estábulo, onde estava mais escuro e viu o feno a mexer-se. A medo ela chegou-se mais perto e foi quando ouviu alguém a gemer.
        – Quem,..quem...está...ai,- pergunto a medo – olha que eu vou chamar o meu pai. Aparece, aparece eu não tenho medo de ti, quem está ai. - Chegou mais perto e espreitou, qual o seu espanto. Er um homem magnifico, mas estava ferido. -  Ai meu bom Deus? O que lhe aconteceu?
   – Não chegues perto fêmea, não te aproximes mais.- gemeu, ela não parou. A sua voz parecia chamar-lhe, era tão profunda e ainda por cima ele estava ferido, o que a preocupava.
   – Por favor deixe-me ajudá-lo, eu não o vou magoar por favor. - Pé ante pé, ela  chegou mais perto. Tinha uma ferida de pistola no abdómen, e uns cortes. - Oh meu Deus, o que eu posso fazer para o ajudar, eu vou buscar agua e panos.
  – Ah, humana porque queres-me ajudar, queres mesmo,- ela acenou com a cabeça – estás a ver aquela bola de fogo no céu – Diana franziu a testa -  sim humana, estou a falar do sol.  É daquilo que eu preciso de me esconder. Será que me podes esconder até ao anoitecer.
  – Sim...sim, posso. Mas e os ferimentos, não precisas de um medico, -  ele apontou para a entrada -  ah sim espere que eu vou fechar. Tens fome, - ele começou a levantar do meio do feno, e oh my dear god, era magnifico, ela ficou especada a admirar aquele espécimen magnifico. Diana vivia com 4 homens, o pai e os irmãos e nenhum era como este.
   – Sentes-te bem, - chegou-se mais perto – fêmea estás bem. Acorda, senta-te. Ai minha Virgem Escrivã, o que está a acontecer.
   – Ahhhhmmm, eu estou bem, - disse com uma voz sumida – ahhhmm, não tens uma camisa para te tapar. – olhou de cima a baixo – Eu vou buscar...humm...ai jesus, vou buscar comida e agua. Bom até já e depois vais-me dizer porque não podes andar ao sol. Bom e vou ver se arranjo alguma coisa para te tapares, - ele chegou mais perto -  aaaai jesus eu já volto.
   – Hahahahaha, - ele riu-se – o que se passa minha querida, estou muito nu para ti. - constrangida ela abriu a porta do celeiro saiu fecho e encostou-se da parte de fora.
    – Ai meu bom jesus, mas o que é isto que eu estou a sentir.
       Não demorou muito a chegar a ele, voltou com comida, agua, vinho e uma camisa do seu pai e quem diria não servia. Bom mas para quê uma camisa seria um crime tapar aqueles peitorais magníficos. Enquanto ele comia ela observava, maravilhada. Quando ele acabou começou o questionário. Curiosa por natureza, mandou um enchurrilho de perguntas.
        – Como te chamas? Porque não podes andar ao sol? Não és um criminoso pois não? O que fazer no meu celeiro,o...?
        – Elá, - levantou os braços num sinal de rendição - temos aqui uma fêmea muito curiosa não é. Bom são muitas perguntas e eu não te vou responder. A única coisa que eu posso te dizer, é que não sou nenhum criminoso e mais nada.
        – Bom, primeiro de tudo se não me responderes as minhas perguntas não te vou poder ajudar. E depois, ao anoitecer o meu pai e os meus irmãos voltam e se te verem aqui com certeza que te vão matar e depois a mim.
       – Mas porque é que te iriam matar, tu és uma fêmea e ainda por cima da família. A mim eu até percebo que tentem, mas tu fêmea. Bom não percebo. - Abanou a cabeça.
       – Bom não tem nada para perceber. Eu sou uma fêmea como dizes, só sirvo para lavar limpar e cozinhar, a minha mãe morreu eu era pequenina e só tenho irmãos, que trabalham com o meu pai no campo. Não me deixam ir a vila passo os dias aqui nesta quinta. As vezes apetece-me fugir sabes, - desabafou – sabes nem devia estar aqui contigo. Alias quando eles saberem vão nos matar.
        – Bem podem tentar, - sorrio – mas só conseguem se eu deixar, e deixa estar que se quiseres tiro-te daqui, - chegou mais perto – queres.- Olhou a dentro dos olhos e perguntou -  És feliz Diana eu era capaz de te fazer muito feliz e tu farias de mim o macho mais feliz do UNIVERSO.
        – Lindas palavras as tuas, mas eu nunca irei ser feliz nesta vida. E quanto a te fazer feliz eu não sei como conseguiria fazer isto. -  Olhou com os olhos a cintilar, estava preste a chorar – sabes eu até te poderia fazer feliz, mas a mim não conseguirás. - Dito isso, ele veio para cima de dela com tudo. Ela nem deu conta do que se estava a acontecer, numa hora estava sentado a frente dela e no outro estava a beija-la. E ela não resistiu nem por sombras. Deixou que ele explora-se cada milímetro da sua boca. Quando ele se afastou Diana estava tonta e teve que fechar os olhos.
        – Humm,hamm,humm- não conseguia falar-, obrigada mas não precisas de parar. Chegou-se mais perto e sinto um cheiro intenso que não conseguia explicar. Não se importou. Naquele momento o que importava era o homem e a mulher que estão fechados num celeiro. Espera – abanou a cabeça- não sei nada sobre ti, não me quero precipitar. Para começar, como te chamas?
         – A sério fêmea, que queres saber estas coisas primeiro.- Franziu a testa e olhou bem nos olhos dela – Bom eu chamo-me Branson, não suporto o sol porque sou um vampiro, -  cheirou o ar – não tenhas medo eu nunca te faria mal, nunca mesmo – chegou mais perto e puxou-a para si.
        – Eu não tenho medo, não sei porque mas não tenho medo. - Cheirou o ar -  Mas que cheiro é este, meu Deus.
       – Não gostas,- Branson afastou-se – é meu, não gostas. Eu desejo-te tanto e quando um macho da minha espécie deseja uma fêmea emana este cheiro e se permitires estará sobre a tua pele,tu deitas o mesmo cheiro que eu. E isso dirá a qualquer macho de quem és e quem irá arrancar-lhe a pele se se meterem contigo, de qualquer modo.
      – O quê,- ela encolheu-se pois lembrou-se que ainda era muito virgem e ele era muito macho, será que iria conseguir? Será que iria gostar? De uma coisa ela sabia, desejava-o, como nunca desejou nada nem ninguém na sua vida. E pela primeira vez na vida iria fazer uma coisa que queria, doa a quem doer.- Eu também te quero mas tens que saber uma coisa. Eu, humm,hammm...
      – Sim, diz eu sei que me desejas, o que poderá ser. Oh minha querida virgem, estúpido – pensou- Tu és virgem não és e estás com medo com o que vai acontecer. - Diana abanou a cabeça – Não vai acontecer nada que tu não queiras eu nunca te iria magoar, nunca, arrancaria o meu próprio membro antes de te fazer mal minha fêmea.
      – Ok primeiro sim eu sou virgem, segundo eu quero perder a minha virgindade e quero contigo e por ultimo eu não tenho medo nunca. Eu vivo com 4 homens que me maltratam, me batem e que por uma infelicidade do destino são meus familiares. Se pudesse fugiria, mas não posso. Eu quero isto e vai acontecer. Agora cala-te e avança. Faz-me tua pelo amor da santa.
      – Tens a certeza eu nã...-Não deixou acabar a frase, saltou-lhe para cima e calou-lhe com a sua boca, mas Branson conseguiu afasta-la com nenhum esforço – Hum, tens a certeza disto. Eu não te quero magoar – disse aflito.
     – Mais acção e menos conversa por favor. Está quase a anoitecer e ainda não fizemos nada. E para ser franca estou a ficar frustrada com esta conversa toda, eu não tenho medo, quero isto e não me vais magoar. A sério por favor- olhou no olhos dele – olha para mim, por favor -  ele abana a cabeça – por favor.
     – Olha eu não te quero magoar. Tu nunca,... fizeste amor com ninguém e não sabes, mas doí, na primeira vez que uma fêmea faz sexo. Tu nunca tiveste ninguém, nem nunca falaste com ninguém sobre isto. Se quiseres, eu faço porque eu também quero....- não acabou a frase Diana saltou para cima do vampiro e começou a tirar-lhe as calças. - Minha fêmea, eu quero isto, eu quero levantou-a do chão e deito-a no feno com muito cuidado e reverencia. Mais parecia estar a lidar com um diamante precioso e era como Diana estava a se sentir um Diamante.- Eu quero isto, quero muito, muito, muito.
      Beijou-a com muito amor e  reverência, mas não ficou por ai. Despiu-a revelando os seus seios perfeitos, o seu abdómen liso enfim o  corpo perfeito. Beijou-lhe o corpo,lambeu-o,chupou enfim amou-o da maneira que um vampiro sabe amar e venerar uma fêmea eleva-la ao céu. Mas chegou a altura de a penetrar e ai ele parou.
     Ofegante Diana disse:-Mas...porque...é...que...paraste..., por favor continua – como um animal, Branson mostrou os dentes com as presas num sorriso.
      – Não, só estou a ver se ainda tens a certeza, - abanou a cabeça afirmativamente – sim eu já adivinhava que sim. Levantou-se e penetrou-a com rapidez mas também com delicadeza, toda a delicadeza que só um amante carinhoso pode ter.  Para Diana, a dor foi intensa mas nada que não possa suportar e ele adorou. Não só fazer amor com a sua fêmea mas também a forma que ela o tomou inteiro e sem o afastar. Ao acabarem ficaram os dois deitados a acariciarem-se mutuamente.
       – E agora,- perguntou Diana - o que fazemos? Tu vais-te embora será que algum dia te irei ver?-Branson sorriu e mostrou as suas presas.
      – Fêmea, tu... nunca... mais... vais... te... ver... livre... de... mim. -  foi dando-lhe beijos pelo corpo todinho e ela adorou. -  Mas primeiro tenho que tratar de umas coisas. Vou tratar o mais rápido possível, para poder te vir buscar e contar mais sobre a minha raça. - Dito isso, fizeram amor uma ultima vez, antes de Branson se ir embora. Fizeram amor lenta e demoradamente, chegou a altura dele se ir embora. Depositou-lhe um ultimo beijo na boca da Diana e embrenhou-se na noite escura, com a promessa que iria voltar em breve.
       Os meses foram passando e Diana esperou, esperou e esperou mais. E sabem que mais ela fico gravida do seu vampiro e ela não podia estar mais feliz da vida. Pois ele ainda não tinha voltado, mas tinha deixado uma razão para ela viver e que lhe deu forças para esperar. Numa bela noite o seu belo amado,aparece do nada, lindo e maravilhoso como ela se lembrava dele. Espantada pensava estar a ter uma visão e não quis acreditar nos seus olhos.
       – Oh meu Deus se é um sonho não me acordes, esta visão é o que eu estou a espera desde do dia que ele se foi. - As lágrimas começaram a cair dos seu olhos cansados de chorar. Diana só acreditou quando ele se chegou a frente e agarrou-lhe nos braços. Embalando-a e acariciando a sua barriguinha que já se notava. Atónito ele não sabia o que dizer só a apertava nos braços e a acariciava e chorava. As lágrimas, caiam-lhe dos olhos , sim ele chorava como um bebe. Quando parou se acalmou lá disse:- Minha fêmea estas grávida, estas a espera de uma cria minha, pela Virgem Escrivã. Este é o dia mais feliz da minha vida, fomos abençoados com uma cria para complementar o nosso amor. - Branson largou-a e disse -  Agora vamos tens que arrumar as tuas coisas vamos embora deste lugar agora.
         Não foi precisa dizer duas vezes num instante eles estavam a caminho da sua casa, o que não demorou muito. A viagem foi rápida e sem incómodos, o que foi bom devido ao seu estado ela não podia fazer viagens muito atribuladas. Estava com 7 meses de gravidez e a barriguinha estava a crescer a olhos vistos. No final da gravidez, Branson teve que fazer o parto com as suas próprias mãos, ajudou o seu filhinho a nascer, e a tristeza disso tudo foi que Diana não resistiu e depois de tudo que passaram o seu amor não foi recompensado com a sua vida , mas pelo menos ficou com um lindo menino. Para se lembrar, que um dia houve uma linda fêmea chamada Diana que o fez feliz e ele a ela. Foram muito felizes, nem que seja só por um pare de meses. Ela morreu, mas o seu amor prevalecerá e tem uma cria para que o provar.
       

          A criança cresceu e é agora um guerreiro, como foi o seu pai. Luta com os seus irmãos, chama-se Danger e não tem vampiro mais feliz com a sua vida. Não teve mãe, mas seu pai valeu por dois. Cresceu e virou como vocês viram num homem de sonho, NÃO É FANTÁSTICO.

*nasan

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Critica dos Livros: Na Sombra da Vingança

Viva Amantes da Irmandade!

A crítica ao livro de Rehvenge, Na Sombra da Vingança, já se encontra no nosso separador "Crítica dos Livros". Podem, no entanto, conferi-la abaixo.



Classificação: 5/5

Cada livro da colecção da Irmandade da Adaga Negra centra um dos Irmãos, ou seja, um dos Guerreiros desta Irmandade. O sexto livro, Na Sombra da Vingança, é sobre Rehvenge, o Irmão que será libertado pelo amor.

Assustadoramente viciante. Os romances da Irmandade da Adaga Negra, de J. R. Ward, apresentaram aos leitores um mundo diferente, criativo, obscuro, violento e completamente incrível. Agora, enquanto os guerreiros vampiros defendem a raça dos seus assassinos, a lealdade de um macho para com a Irmandade será posta à prova – e o seu perigoso sangue impuro será revelado. Caldwell, Nova Iorque, é, desde há muito, campo de batalha para vampiros e seus inimigos, a Sociedade dos Minguantes. É também o lugar onde Rehvenge demarcou o seu território como um barão da droga e proprietário de um infame clube noturno que fornece os ricos e bem armados. E é exatamente pela sua reputação sombria que ele é abordado para matar Wrath, o Rei Cego e líder da Irmandade. Rehvenge sempre manteve distância da Irmandade, apesar de a sua irmã ser casada com um dos membros. Por ele ser um symphath, a sua identidade representa um segredo mortal, cuja revelação pode levá-lo a ser banido para uma colónia de sociopatas. E enquanto as conspirações dentro e fora da Irmandade ameaçam revelar a verdade sobre Rehvenge, ele volta-se para a única luz que ilumina o seu mundo de escuridão cada vez mais profunda – Ehlena, uma vampira que nunca conheceu a corrupção que o controla – a única coisa que existe entre ele e a destruição eterna.

A história de Rehvenge dá-nos a conhecer, mais de perto, a raça sympath, à qual ele e Xhex pertencem, mesmo que só pela metade. De modo a proteger este segredo, que caso descoberto levá-lo-ia a ser expulso da comunidade vampírica, Rehvenge submete-se, durante anos, aos desejos sexuais e possessivos da princesa dos sympath, a qual lhe causa nada mais que nojo. Também de modo a sustentar os vícios da referida princesa, Rehvenge tem um negócio paralelo de venda de drogas, o qual é muito rotativo. No entanto, tudo muda quando conhece Ehlena, uma enfermeira vampira da clínica de Harvers.
Ehlena tem um pai doente mental, que raramente se encontra lúcido. Descendente de uma família de poses, mas com o nome e as poses arrastadas na lama, Ehlena luta para manter a sua vida minimamente equilibrada. Quando conhece Rehvenge, Ehlena põe em risco a sua profissão por aquele homem que tanto medo lhe provocava, mas não mais. Não tarda a Ehlena estar completamente apaixonada por este vampiro. Mas os castelos das nuvens deste casal irão desvanecer-se quando Ehlena descobrir os dois segredos de Rehvenge, seu lado sympath e o seu negócio paralelo. Irá Ehlena perdoar o amor da sua vida?

*Katley

Lover at Last - SPOILERS

Bom dia e quase boa tarde!

Hoje de madrugada, levanto-me, ponho-me toda boa – daquelas coisas que só eu sei fazer – e vou para o trabalho. Chego bem-disposta, sorridente, amorosa, com vontade de abraçar o mundo e dar-lhe beijos. Meia hora depois, descubro que hoje deve ser o dia do I.

E o que é o dia do I?

É o dia em que, olhando em volta, só vemos Idiotas, Incompetentes, Imbecis, Ignorantes, Istúpidos, Iparvos, Iatrasados I sabe-se lá mais o quê.

Resumindo e concluindo, pareço um monstro: dentes de fora a ameaçar tudo de morte, toda desgrenhada e selvaticamente capaz de cometer uma série de assassínios em série.

Coloquei um cartaz à porta “Não interromper sob NENHUM pretexto” e foi graças a ele que consegui pôr isto aqui.

Trouxe-vos um miminho pequenino, mas importante para uma coisita que me andam a pedir.


Boas leituras
Beijos bons





SPOILERS ____ SPOILERS

Lover at Last



Convívio de fãs e personagens

Viva Amantes da Irmandade!

Moras no Porto ou arredores? Ou até moras longe, mas não te importas de fazer uma pequena viagem à cidade invicta? Então isto é para ti.

Dia 23 de agosto, por volta das 14:30 horas, vamos fazer um convívio com fãs e personagens da Irmandade, com encontro em S. Bento. Estás interessado/a? Então envia e-mail para irmandadeadaganegra@gmail.com a confirmar presença ou a tirar dúvidas.

Personagens confirmadas: Butch, Xhex, Jane e Qhuinn.

Esperamos por ti!

PS: Está previsto um convívio em Lisboa no mês de setembro.