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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

'The King' terminado e com data de lançamento

Viva amantes da Irmandade!

J. R. Ward já terminou de escrever o livro The King. A sua versão original tem 181,983 palavras e será lançada no dia 1 de abril de 2014. Ansiosos?


#FontedaNoticia

Lover Reborn: Últimas traduções da morCeGo




Bom dia, criaturas amantes de coisas maravilhosas, tipo gajos bons! :D

Não tenho nada para dizer, por isso vou disparatar.

Resposta à Viv: a fralda estava lá, porque a cria não a deitou ao lixo... achou por bem enfiá-la numa gaveta que lá viu aberta e encafuou-a para o fundo para não se ver... As crias pequenas são terríveis! :D
Esta noite passou-a a voar pela gruta. qual galho, qual carapuça! Nada de galho, só queria fado bom... Acho que tenho olheiras até aos cotovelos... E os olhinhos não têm força para abrir muito... Sou um morceguito condenado à infelicidade... :D

Para o dia ficar completo, a minha musa Micas (MMM) não me musou. Pareceu-me até que o fogo da alma dela estava mortiço. Acho bem que arranje umas boas rabanadas de vento para avivar o espírito. Mim precisar de tudo.

Se não recuperar no fim de semana, tiro mesmo umas férias. E a senhora chefinha Nasan que se livre de me ameaçar com chicotes, ou aliciar com vampiraços. Bem diz que mos manda ... A verdade é que ainda nem a sombra deles passou pela gruta... Nasan política. Prometedeira do que não é cumprideira. Só quer afufalhos e dar-me trabalhos. Car alhos! :D

Dedico este spoiler final a todos os que têm vindo espreitar o blogue.

Boas leituras.
Beijos bons. - Um especial para a minha amada humana ;) Ainda me vão prender por causa desta merda… o meu morcegão que saiba… pede-me logo o esvórcio e põe-me umas cuecas num saco plástico à porta da gruta!... He he he…


SPOILERS PARA ALGUNS
Lover Reborn

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Promoção Fnac Online: Leve 4 pague 2

Viva amantes da Irmandade!

Termina hoje a promoção da Fnac Online onde, na compra de quatro livros, os dois mais baratos são de graça. No entanto, os livros devem estar assinalados com o símbolo indicado na imagem abaixo. Compra aqui.



Lover Reborn – As boas intenções do Lassiter



Bom dia.

Podia jurar que o tempo piorou substancialmente…

A minha salamalandra esteve a bombar como uma doida e acordo de manhã e não achei a gruta nada quente… Quando saí para a rua, quase me caíram os dentes!

Ontem, mandei o meu chefe pastar da parte da tarde.

Lá fui eu para a gruta, cheia de fé no avanço que ia dar a umas coisas que para lá tinha pendentes. Nada. Mais me valia estar quieta.

O espaço estava imundo e tive de me disfarçar de fadinha do lar. Comecei por aspirar, lá-lá-lá - eu a traulitar e a sugar o lixo – virei a maquineta ao contrário, como é dos de água, acabei de esfregona na unha. A dada altura, cheirou-me a esquisito e, Deus me perdoe, pensei que o meu morcegão tivesse matado alguém e o tivesse escondido no armário. Não. Era a fralda da cria pequena que achou por bem enfiar na gaveta das sacas plásticas. Toca a levar aquilo embora.

Finalmente, sento-me à frente do portátil para escrever uma obra literária para hoje. Comecei a espirrar. Não tinha lenços. Toca a procurar os ditos. Volto a sentar. Doía-me a cabeça. Fui caçar as bolinhas brancas do veterinário. Sento-me outra vez. O monitor olhava para mim e as teclas não me diziam nada. Desisti.

 Acabei a tarde a fazer declarações de amor à minha Micas coisa boa. Não dei o tempo como perdido, afinal investi o meu latim numa boa causa: humilhei-me sentidamente, ela riu-se da minha trolhice e deve ter ficado mais bem-disposta.

Cada vez me que convenço mais de que ela deveser a minha alma génia… Fico com o cérebro mais aguçadinho… Não me saem ideias brilhantes, mas consigo escrever um texto. E a prova está aqui!

Vou-me deixar de machos e apostar nas fêmeas!

Boas leituras.
Beijos bons.



SPOILERS PARA ALGUNS
Lover Reborn

Leitura de Ficção

Leitura De Ficção


A literatura deve ser útil?
Dois estudos recentes concluíram que ficção literária séria deixa as pessoas mais empáticas, e humanistas em toda parte estão brindando em comemoração. Mas eu me pergunto se isso é uma vitória do enriquecimento intangível e encantamento do humanismo, ou do poder de medição da ciência social.
Os dois estudos, um de dois psicólogos da New School [N/T: link para o site da universidade adicionado], e outro conduzido por pesquisadores da Holanda, separaram os participantes em alguns grupos. A estratégia foi quase a mesma nos dois estudos. No experimento da New School, um grupo leu exemplos selecionados de ficção literária (trechos de Louise Erdrich, Don DeLillo, e outros); outro leu ficção comercial, e a outro grupo foi dado não-ficção séria ou absolutamente nada. Foi solicitado que os sujeitos descrevessem os próprios estados emocionais, ou instruídos, entre outros testes, a observar fotografias de olhos de pessoas e tentar deduzir a partir das imagens o que as pessoas estavam sentido quando as fotos foram feitas.
Os resultados foram animadores para todas as pessoas que já se encontraram, durante o primeiro ano da faculdade, apaixonadamente a citar, para qualquer um que estivesse perto o suficiente para ouvir, o comentário de Kafka que diz que literatura de qualidade é “um machado para quebrar o mar congelado dentro de nós”. Os indivíduos que tinham lido ficção literária apresentaram inteligência emocional mais elevada ou demonstraram, nos diversos testes aplicados a eles, que os níveis de empatia deles tinham ultrapassado os dos colegas leitores de literatura popular e de não-ficção.
As conclusões dos estudos são também particularmente gratificantes à luz do novos núcleos curriculares padronizados, velozmente adotados por diretorias locais de ensino pelo país, que destacam não-ficção, até mesmo ressaltando a leitura de horários de trem e de ônibus acima de literatura imaginativa. Parecia que finalmente estamos diante de um desmascaramento apropriado dessa abordagem enviesada de ensino da arte de ler.
Entretanto, existe outra maneira de olhar as conclusões dos estudos. Em vez de declarar a superioridade da ficção em comparação com as habilidades práticas supostamente obtidas pela leitura de não-ficção, os estudos deixam subentendido que os efeitos práticos são um parâmetro indispensável pelo qual avaliar as qualidades da ficção. Ler ficção é bom, de acordo com os estudos, porque ela te transforma num agente social mais eficaz. O que é essencialmente o que ser capaz de ler os horários de um trem também faz por você.
Pessoas nos Estados Unidos sempre se sentiram desconforto com qualquer atividade cultural que não se dirige para resultados concretos. “Aquele que desperdiça o valor de um groat de seu tempo por dia, um dia após o outro, desperdiça o privilégio de usar cem libras a cada dia” [N/T: groat é o nome de uma moeda que existiu no Reino Unido]: ainda que Benjamin Franklin tenha sido ele próprio um tanto indiferente para dinheiro, o sentimento que ele expressou nesse conselho se tornou uma marca característica do caráter national. Ociosidade ainda é uma abominação na vida americana (Kim Kardashian, que tem incansavelmente transformado o tempo livre dela em uma indústria lucrativa, no fundo é uma calvinista). E a ação de inventividade da escrita e leitura de ficção é ócio no estado mais puro, nem promete nem direciona a qualquer resultado prático ou concreto. Do didático McGuffey Readers [N/T: uma coleção de livros educativos] que durou da metade do século XIX até a metade do século XX ao “Book of Virtues” de William Bennett em nossa própria época (uma resposta liberal, “A Call to Character” de Colin Greer e Herbert Kohl, foi publicada alguns anos depois), o impulso americano de dar lugar para a literatura fazendo com que ela fique atrelada a um propósito socialmente útil tomou diversas formas. Você pode até dizer que duas personagens americanas arquetípicas da ficção, Huck Finn e Tom Sawyer, inventados pelo sarcástico mais veemente do país, são essencialmente argumentos a favor da superioridade do ócio perante qualquer atividade americana moralmente, socialmente ou financialmente útil.
Talvez seja adequado, neste nosso momento de medição ardente — visualizações de página, percepções neurobiológicas, a coleta de dados pessoais, os mistérios da monetização e equações — que ficção também deva encontrar a própria justificativa pelo fornecimento de uma qualidade socialmente útil tal como a empatia. Ainda que McGuffey Readers e similares utilizem literatura para tentar ensinar pessoas jovens com moralidade cívica e religiosa, afirmar que ficção literária fortalece empatia são outros quinhentos.
Ainda que empatia tenha se tornado algo como a característica celebrada da inteligência emocional, ela não necessariamente tem qualquer relação com a sensibilidade e gentileza popularmente atribuida a ela. Algumas das pessoas mais empáticas que você vai encontrar são empresários e advogados. Eles conseguem captar os sentimentos de outra pessoa num instante, atuar com base neles, e fechar um contrato ou ganhar uma ação. O resultado pode muito bem deixar a outra pessoa se sentindo angustiada ou derrotada. De outra forma, todos nós conhecemos pessoas introvertidas que gostam de ler e que não são boas em compreender as outras pessoas, ou, se são, não possuem a habilidade para agir a partir do que perceberam sobre a outra pessoa.
Entrando num domínio completamente diferente, empatia caracteriza certos sádicos. Diferenciar as gradações mais refinadas de desconforto e dor em outra pessoa é o fundamento do prazer de um sádico. O dom da empatia pode levar a generosidade, caridade, e sacrifício próprio. Também pode capacitar alguém a manipular o outro com grande sutileza e refinamento.
Literatura pode também ter me ensinado sobre a natueza complexa da empativa. Não existe, por exemplo, personagem alguma mais empática em romance ou no palco do que Iago, que consegue perceber as menores variações no estado emocional de Othello. Othello, por outro lado, é uma criatura nobre e magnânima — mesmo que arrogante e afetado também — que é absolutamente desprovido do dom de perceber os estados emocionais de outro. Se ele tivesse a metade da empatia de Iago, ele teria sido capaz de reconhecer o ciúme que consumia o tenente traiçoeiro dele. A peça toda é uma lição objetiva sobre o preparo emocional necessário para passar à frente de outras pessoas, ou para se proteger das conspirações de outras pessoas. Mas ninguém — e estudo algum — é capaz de dizer com certeza se a peça produz pessoas mais compreensivas, ou mais Iagos.
De fato, o que nenhum dos dois estudos conseguiu foi medir se as respostas empáticas produziram sentimento de compreensão. Identificação empática com as provações sofridas pelo asno de ouro de Apuleius, Moll Flanders de Defoe, King Lear de Shakespeare — uma peça que Dr. Johnson queria que fosse feita com um final feliz revisado porque ele afirmou que o espetáculo de sofrimento nela era muito para suportar — Raskolnikov de Dostoevsky, Alyosha, ou Prince Myshkin, Emma Bovary, para não citar os protagonistas de misântropos modernistas semelhantes a Céline, Gide, Kafka, Mann, entre outros — compartilhamento empático das emoções dessas personagens poderia muito bem deixar uma pessoa introvertida, afastada da humanidade completamente. Ainda assim mesmo se empatia fosse sempre a característica benigna, beneficente, socialmente produtiva como é celebrada, argumentar que produzir empatia é a qualidade básica da literatura é estreitar a arte, não uma nova expansão animadora dela.
A falta de utilidade prática da ficção é o que dá a ela a liberdade especial que ela tem. Quando Auden escreveu que “poesias não fazem coisa alguma acontecer”, ele não estava reclamando, ele estava eufórico. Ficção pode deixar as pessoas mais empáticas — ainda que eu esteja disposo a apostar que as pessoas que respondem mais intensamente a ficção de início já possuem mais empatia. Mas o que a literatura faz melhor é não fazer nada em particular ou especializado ou que sequer possa ser calculado facilmente.
A natureza multifatorial da ficção é o motivo pelo qual tantas pessoas atribuem tantos efeitos para literatura de imaginação, alguns deles contraditórios: catarse (Aristotle); corrupção perigosa do espírito (Plato); perda fervorosa das morais (Rousseau); escape redentor da personalidade (Eliot); criação provedora de poder além das fronteiras da moralidade (Joyce). Ficção arruinou Don Quixote, o jovem Werther, e Emma Bovary, mas salvou Cervantes, Flaubert e Goethe.
É seguro dizer que, do mesmo jeito que a própria vida, as propriedades da ficção são incontáveis e impossíveis de serem medidas. Se a arte é feita ex nihilo — do nada — então ler é feito in nihilo, ou para nada. Ficção se desdobra pela sua imaginação em camadas interligadas de significado que tiram de nossos ombros o difícil peso de fatos inflexíveis. Ela fala na própria linguagem particular dela de infinitas nuances e variações. Um conto é, se você me permite, um pedaço tornado mortal tranquilizadoramente do infinito oceânico de onde viemos e para onde vamos voltar. Isso é liberdade, e isso é alegria — e então é o retorno para o desafio da rotina, à luta diária, e para a necessidade de atribuir significado específico para o que as pessoas estão pensando e sentido, e para a urgência de tentar, pelo amor ao dinheiro, ganhar dinheiro com isso.
Lee Siegel é o autor de duas coleções de críticas, “Falling Upwards: Essays in Defense of the Imagination”, [N/T: em tradução livre: "Caindo para cima: artigos em defesa da imaginação] e “Not Remotely Controlled: Notes on Television” [N/T: em tradução livre: "Não controlado por controle remoto: comentários sobre televisão"]

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Lover Reborn: A Cerimónia do Fade 3




Chegou o dito cujo dia… Tcham-tcham-tcham-tcham…

Ok, no final chamem-me os nomes que quiserem… mas que caiu uma lagrimita, caiu… ou duas… Não estava bem…


Mim permanece muito murcheca. A voz sexy desapareceu de vez, mas a garganta continua a doer e ainda não me separei definitivamente dos lenços. Não sei muito bem para que servem as bolas que me mandaram engolir com água. Disseram-me que era para melhorar depressa. Não vejo velocidade. Acho que fui enganada por mais um mentiroso que se diz veterinário. Não se pode confiar em ninguém…
 A minha cria fez-me a vida negra e não sossegava pendurada no galho. Doi-me a cabeça. Doi-me a alma. Acho que até os pelinhos me doem...Ai, vou-me morrer-me!...

Alguns de vocês já viram que tenciono meter férias. Pois é. Vou acabar com as traduções do Lover Reborn na sexta. E não sei se tenho vontade de retomar outras coisas. A ver vamos.

Só para descansar a minha Alex: não há cenas manhosas do Qhuinn e da Layla. Nem podia haver. A Layla só tem Xcor na cabeça. O Qhuinn só vê Blay à frente. Aquilo foi só para procriação.

O spoiler de hoje é dedicado à Rute Porem que já tem os lenços prontos desde segunda-feira. :D



SPOILERS PARA ALGUNS
Lover Reborn

terça-feira, 26 de novembro de 2013

No interior da Mansão - Qhuinn e Blay / IAm e Treez

Leram o titulo certo?
Então não preciso de dizer nada.

Qhuinn e Blay, patrulha:













































Sombras:




Lover Reborn - A Cerimónia do Fade - 2



Olá, coisas lindas!

Como o prometido é de vidro e se não se cumpre, parte-se, vou falar acerca das minhas suspeitas acerca do Xcor (introdução especial para a Margarida Ladeira e para a Bea.)

Em relação a ele, não sei mais do que os outros que já leram os livros todos. Quando sei alguma coisa, eu dou logo com a língua nos dentinhos… O que sei é que o Xcor tem todas as probabilidades para se tornar uma personagem espetacular. É claro que pode sair barraca… Vejam o Phury, o vampiro perfeito, quando lhe descobriram o passado, ninguém perdoou. Aconteceria o mesmo a uma personagem como o Blay. Têm imagens imaculadas, ninguém quer podres nas coisas boas. E tenho medo por Blay, porque a história dele com Qhuinn não terminou. A Ward que não me estrague o casal maravilha! *rezo, rezo, rezo*

Xcor é uma personagem que se vai desenvolver em, pelo menos, quatro livros (o da Payne, do Tohr, Qhuinn e Wrath II). Aparece como uma máquina insensível de matar, mas demonstra sentido de honra e respeito para com Payne e Throe. No Lover at Last tem uma das cenas mais espetaculares do livro com a Layla. Sabemos que foi afastado pela própria mãe, é analfabeto, um líder e que aguentou o Bloodletter – o papá lindo de Vishous (hor)rores de anos – (só posso imaginar o que foi capaz de suportar só para que não ser rejeitado). Para além disso, instila o medo em quem o vê. As semelhanças com Z e V são mais do que evidentes.
Mais do que isto, o que me deixa a tilintar é o já sabermos que acaba com Layla, que tem uma filha biológica de Qhuinn. (e já sabem o que é uma cria fêmea para um vampiro pai) O que terá de provar um macho para Qhuinn permitir que a sua filha se aproxime e conviva com ele? Em primeiro lugar, tem de ser um guerreiro sem defeito, de uma frieza equivalente ou superior a ele no campo de batalha, terá de ser fiel a Wrath e, acima de tudo, ter uma capacidade de amar e uma sensibilidade fora do comum.
Pensem na escolha de Zsadist para a sua Nalla. Phury é o espelho da sensibilidade de Z e, no campo de batalha, é inúmeras vezes mais cruel que ele. Eu sei que ninguém prestou atenção ao livro de Phury, mas lá sabemos que os corpos estraçalhados dos minguantes que todos atribuíam a Z, eram de facto obra de Phury. O irmão gémeo encobriu-o sempre, nunca desmentiu quem lhe atribuiu a fúria do desmembramento dos bichos minguantes e isso só serviu para lhe aumentar a aura de terror. ( Z só despedaçou minguantes quando Bella foi raptada.)
São estes os motivos que me levam a pensar que Xcor tem fortes probabilidades para vir a surpreender.

Para já, continuamos com a preparação da Cerimónia do Fade. Para todos, mas com uma nota especial para a Sílvia, a Marta e a Rute e, claro, para a Viviana (Lassi fofo, hein?!...) Está pequenino, mas pus a choradeira toda junta par amanhã :(

Boas leituras.
Beijos bons.


SPOILERS PARA ALGUNS
Lover Reborn

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Lover Reborn: A Cerimónia do Fade - 1




Bom dia!

Antes de começar a disparatar, deixem-me dizer à Margarida Ladeira que gostei que também me quisesse adotar. E que também será sempre bem-vinda à minha gruta. Ok. Já somos cinco: mim, Viv, Nasan, Bea e Margarida. Que gangue! Espero não esticar as patas sem vos conhecer a todas pessoalmente. Já falei ao telefone com a Nasan, ela já sabe que falo como as pessoas… e que não tenho sotaque manhoso… Ela tem, mim não… He he he… Falta-me saber do resto! E dar-vos beijos ao vivo! Mas amanhã vou fazer uma introdução só para a Margarida e para a Bea – para falarmos de Xcor e afins…
No fiçubuco, a Rute e a Marta vão continuando a dizer coisinhas – o que sabe pela vida – E fico muito contente que estejam a gostar.
A Alex é que vai ter de explicar a história das facas. Será vudu?!... Olha que eu levo-te para a gruta também… estás-te a arriscar…

Hoje trago a cerimónia do Fade, uma cerimónia fúnebre. E, claro, é o Tohr a despedir-se da sua Wellsie como deve ser.

Por falar em cerimónias, tenho que vos contar uma das grandes tradições da minha família morcegueira que é o enxovalho de casamento.

A Nasan gosta de tudo o que acabe em alho. Quando soube que eu agora me dedicava ao afufalho (ser fufa), ficou toda excitada, mal ela sabia desta do enxovalho. Nasan: a introdução foi feita a pensar em ti.

Ora, na minha família, a noiva morcego tem que preparar as coisas com antecedência. Vários anos antes de dar o nó, trata do dito enxovalho de casamento. Eu explico: como de santas não temos nada e de gulosas temos muito, andamos a esvoaçar por esse mundo a experimentar o que podemos antes de acasalar com o morcegão. No dia da boda, entre comes e bebes, o pessoal junta-se e trata de pôr as línguas a mexer e a falar mal dos noivos. Se tiveram vidas imaculadas, não há interesse na coisa e vai tudo pendurar-se no galho mais cedo. Mas se os noivos forem dos bons, há enxovalho pela noite dentro.

No meu foi um espetáculo, foi como os senhores humanos ciganos e durou três dias. E sabem porquê? Porque eu gosto da minha família, quero que se divirtam e que sejam felizes, por isso arranjei-lhes material para vários dias. He he he… Tanta asa bati por essas noites fora… Louvada seja a santa padroeira das membranas que nunca me deixou que faltasse nada!...

Voltando à cerimónia do Fade, eles vestem-se de branquinho e é costume oferecerem o seu apoio através de objetos simbólicos. O nosso Tohr tinha acabado de tomar banho, estava de toalhinha à cintura (visão que tento apagar sem sucesso do pensamento) e foi um abre e fecha da porta do quarto.

Boas leituras.
Beijos bons.


SPOILERS PARA ALGUNS
Lover Reborn


Abriu a enorme mão e exibiu um pesado Rolex de ouro, aquele que Mary usava, aquele que o irmão lhe dera quando acasalaram. Era um símbolo do seu amor… e apoio.
Tohr pegou nele, sentindo o calor que permanecia no metal.
- Meu irmão…
- Ouve, nós só queremos que saibas que estamos contigo – pus-lhe alguns elos para que te sirva no pulso. Rhage abriu os braços e deu-lhe o abraço de urso pelo qual era conhecido – o tipo de coisa que estica a espinal medula e te obriga depois a expandir a caixa torácica só para se certificarem que não têm um pulmão perfurado.
- Não tenho palavras, meu irmão, - disse Hollywood.

(…)

- Meu irmão, - disse Phury aproximando-se e abraçando-o. Quando o Primale se afastou, exibiu algo longo e trabalhado. – Para ti.
Na mão estava uma fita branca de cerca de metro e meio com uma prece para dar força bordada cuidadosa e maravilhosamente a fio de ouro.
- As Escolhidas, Cormia e eu estamos contigo.

(…)

- Isto é da minha família para ti, - disse suavemente.
O irmão ofereceu-lhe um pequeno pergaminho, os dedos de Tohr tremiam enquanto o abria.
- Ó… merda….
No centro estava uma pequena marca de uma mão a tinta vermelha. Era de uma cria. Era de Nalla…
Não havia nada mais precioso para um macho do que as suas crias – especialmente se fosse uma fêmea. Aquela impressão da mão era o símbolo de que tudo o que Z tinha e tudo o que era, agora e no futuro era oferecido para apoiar o seu irmão.
- Foda-se, - disse simplesmente Tohr numa respiração ofegante.

(…)

Não disse nada. Nem houve a treta dos abraços, o que também estava bem.
Em vez disso, pôs uma caixa de madeira na cama à beira de Tohr, expirou uma nuvem de fumo e foi em direção à porta como se estivesse ansioso por sair do quarto.
Só que parou antes de sair.
- Estou contigo, meu irmão, - disse da porta.
- Eu sei, V. Estiveste sempre.
Assim que o macho assentiu e saiu, Tohr virou-se para a caixa de mogno. Abrindo o fecho negro e a tampa, praguejou baixinho.
O conjunto de adagas era… de tirar o fôlego. Retirou uma, maravilhou-se com a modo como se adaptavam à mão e reparou que havia símbolos gravados na lâmina.
Mais preces, quatro, uma de cada lado em ambas as armas.
Aquelas adagas não eram mesmo para lutar, eram demasiado preciosas. Cristo, V deve ter trabalhado nelas durante um ano, talvez mais…

(…)

Foi com as mãos atrás do pescoço e fez qualquer coisa. Quando trouxe as mãos à frente, estava a segurar a pesada corrente de ouro e a ainda mais pesada cruz que nunca tirava.
- Eu sei que o meu Deus não é o teu, mas posso pôr-te isto?
Tohr disse que sim com a cabeça. Assim que a impressionante base da fé católica do macho pendeu do pescoço, ele tocou a cruz.
Era incrivelmente pesado, todo aquele ouro. Sabia bem.

(…)

Como num sonho, ele tirou o anel de diamante negro que só tinha sido usado pelo rei.
- A minha shellan e eu estamos contigo. Usa-o durante a cerimónia para que saibas que o meu sangue, o meu corpo, o meu coração são teus. (…)
- Caralho.
Desta vez, foi Tohr quem se agarrou ao irmão, e o abraço foi correspondido rapidamente e de forma poderosa.

(…)

Pegou na mão do Tohr e pôs-lhe… O anel de Darius na mão.
Ele gostaria de estar aqui contigo, - gesticulou John. E o anel é a única coisa que tenho dele. Sei que gostaria que o usasses durante a cerimónia.
Tohr olhou para o brasão gravado no metal precioso e pensou no amigo, no seu mentor, no único pai que teve.
- Isto significa… muito mais do que possas imaginar.
Vou estar ao teu lado, - gesticulou John. O tempo todo.

(…)

No entanto, no meio disto tudo, faltava alguma coisa.
Autumn.
Ele precisava dos seus irmãos. Precisava do seu filho. Mas também precisava dela.

(…)

Lassiter estava de pé num canto do quarto de Tohr, manteve-se invisível. Foi bem pensado. Ver a entrada e saída dos machos foi duro. Como Tohr conseguiu aguentar sem ruir foi um puto de um milagre.
Mas isto estava a compor-se, finalmente, pensou o anjo. Finalmente, depois deste tempo todo, depois desta… bem… francamente, depois desta merda toda, as coisas estavam finalmente a levar um rumo.
Depois de passar a noite e o dia anterior com uma muito calada Autumn, deixou-a ao cair do sol para ela pensar melhor, com fé de que ela revisse a visita de Tohr vezes sem conta na cabeça e descobrisse apenas sinceridade no que lhe tinha dito.
Se ela aparecesse esta noite, ele estaria livre. Tinha conseguido. Bom, ok, está bem… eles tinham conseguido. Na verdade, no meio disto tudo, ele tinha sido um jogador à margem… exceto pelo facto de se ter preocupado com eles. E com Wellsie também.

Amanhã trago a continuação disto, sim?
Foi uma parte de que gostei muito. Achei que foi, sentimentalmente, belíssima…
Em Janeiro, vão poder apreciá-la melhor ;)

Quando li este livro, estava com o período. Resultado: fartei-me de chorar.
Quando estive a preparar as traduções desta semana, estava no mesmo estado e resultou na mesma desgraça…

Há dias em que nem me reconhço…



sábado, 23 de novembro de 2013

No interior da Mansão - Nalla, Amalya e Cormia

Falar... Tenho mesmo que falar?
Não vou falar...

Cormia:
























































Amalya e Nalla:




















Talento como sempre.
Até amanha.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Lover Reborn: Layla e Qhuinn



Lamento informar: não há sexo!
(E não é porque não quero… é porque não há nadinha a dizer acerca destes dois…)

Nota: Que confusão foi aquela nos comentários? Eu sou uma e vocês querem ver se me esfarrapam para levar para casa? O.O É para ter medo? Eu fujo... Nasan, Viviana e Bea - Juízo! Para não haver guerras, fazemos assim: levo-vos as três para a gruta, está bem? E pomos uma placa na entrada: SANATÓRIO - Cuidado cas malucas! :D

Hoje acordei tão tentada a abrir a minha boquinha santa e começar a revelar segredos e lavar roupa suja e começar a descobrir carecas… Ai, que estou capaz de me morder todinha… Prometeram-me vampirões orgasmáticos oferecidos de bandeja só para deleite dos meus olhinhos e corpinho adjacente… Ai, que tentação… Disseram que os mandavam até mim se eu confessasse pecados negros…

Mas pensei melhor (se deixasse o cérebro de lado ganhavas bem mais…) e… que diabo faria eu com eles? (Está lá caladinha e cala-te… como se não soubesses…) Dava-me logo um baque. Com a sorte que tenho, furava a cabeça numa esquina qualquer e acabava os meus dias parolímpica numa cadeira de rodas, a babar sem saber porque me babava. Não compensa! (Estúpida! Deixa de ser trengueira! Abre o bico e começa a cantar, passarinho! Aquilo havia de compensar tudo…) E depois ficava cheia de remorsos… (Pensa naqueles corpos magníficos, naqueles deuses fantásticos…) Quem é que me cala o demónio? Rai’s parta o encosto! Um morcego não pode ter consciência e ser honesto? (Honestamente, passar a asa naqueles quilómetros de pele quente, macia, tonificada, dura… Ahh…)

Macumbaram-me! Só pode! O Satanás possuiu-me! (Possuir, possuir, possuíam-te aqueles machos… e havias de gostar pouco…) Credo! *sinal da cruz* Vou beber água benta! Para que lado fica a igreja! (Vais ajoelhar… Mmmm… Estou-te a ver…)

Coisas boas, bom fim de semana. Estou, obviamente, a precisar de descanso (deitada também é bem…). Ontem atirei-me à fêmea, hoje quase me atiro aos machos… Preciso de um exorcismo valente pelas costas abaixo.

Miquinhas, já pensei em ti hoje… vá-se lá a saber porquê. :D (para quem não sabe, é a minha amante fêmea).

A todos os que comentaram no fiçubuco: um abraço apertado! Vocês são o máximo!

Beijos bons e bom fim de semana!



SPOILERS PARA ALGUNS
Lover Reborn

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Um dia calmo na Mansão

Saudações Amantes da Irmandade,

Saudades de mim??? Não? Eu sei, estou habituada *riso* Ora bem, e porque me enviaram uma historiazinha/conto, para o email. e porque eu AMEIIII e digo-vos... nada....é o que parece *gargalhada* Obrigada a Barhbara Hillock que nos enviou a sua pequena história, querida, ansiamos por mais ;)

Aqui vai ;)

Morcego, não leves a peito sim? *gargalhada*

Hoje estava a ser um dia calmo.....

O grande relógio da entrada marcava uma hora para a Ultima Refeição, e dentro de pouco tempo os Irmãos deveriam estar a regressar. Talvez não fosse má ideia ficar pela entrada, para ir sabendo das novidades em primeira mão.

Não tardou muito e a grande porta da entrada abriu. O primeiro a chegar foi o Rhage, passou por mim a caminho da cozinha, chamando efusivamente pela sua Mary. Nunca vi ninguém sempre tão desesperado por calorias. Se bem... que suspeito que era outro tipo de alimento que ele precisava, porque logo de seguida vi os dois a virem de lá em direcção à grande escadaria. Pronto, e decididamente eles precisavam de um quarto... Na base das escadas, contra a parede e ignorando que não estavam sozinhos, Rhage bloqueou com o seu corpo o de Mary. No silêncio do átrio só se ouvia a respiração e os gemidos dela. Uma das mãos de Rhage tinha subido para a nuca dela e a outra aprisionava um dos seus seios. Com uma das presas percorreu-lhe o pescoço, enquanto lhe sussurrava e só parou na sua boca, para afundar-se nela. De onde estava não era dificil de adivinhar o estado de excitação de ambos. De repente, talvez pressentindo a minha presença, Rhage olhou-me, piscou-me o olho, agarrou ao colo Mary e desapareceram escada acima. Aqueles dois tinham um grande assunto para acabar.

Ainda estava a recuperar desta visão, quando a porta de entrada se abriu novamente... e o cheiro da brisa do oceano precedeu a entrada de Marissa. Como a gosto de a ver! Uma visão de outro mundo. E então agora que anda vestida com aqueles fatos de executiva, tem um ar tão decidido e confiante. Apesar de continuara a não simpatizar com o Butch, tenho um carinho especial por Marissa. Ela passou por mim, fez-me um grande sorriso e no seu habitual passo apressado foi em direcção ao Fosso.

Visto que só tinham passados uns minutos, desde que estava à entrada, resolvi matar o tempo indo dar uma volta pelos corredores. Ao passar à porta do escritório de Wrath, as portas estavam fechadas e o pobre do George cá fora. Para variar o Warth e a Beth deveriam ter algum assunto muito importante e confidencial para tratar. E pelo barulho que se pressentia, estaria capaz de lembrar ao Fritz que verificasse a mobília. O rangido que se ouvia de vez em quando sugeria uma verificação de parafusos ou de óleo.

Continuava a minha deambulação, admirando o que estava em redor quando me chegou ao nariz um cheiro fétido, a mofo a ao apurar os ouvidos, apercebi-me de um leve adrejar de asas. Mas, que raio seria isto?

De passo apressado e sem fazer barulho aproximei-me de onde vinha o som.  Ao entrar no corredor das estátuas, vi ao fundo qualquer coisa a esvoaçar e a dobrar a esquina. Quando a contornei tive uma visão horrorosa, um morcego... um morcego preto, peludo e mal-cheiroso. Corri o mais que pude e preparava-me para saltar e atacar quando aquele bicharoco horroroso escapuliu-se pela janela que estava entreaberta no fundo do corredor. Irritado e andando de um lado para o outro não me apercebi da chegada de Vihsous:

-Outra vez aquela morcego danada. Estou farto das intromissões dela. Fizeste um bom trabalho a enxota-la!

Dito isto voltou-me costas e seguiu direito para a sala de refeições.

O meu peito estava inchado! Um elogio do Vihsous! Uau!

Segui-o até ao fundo das escadarias onde já se tinham juntado quase todos os Irmãos e as suas shellans. O coro de vozes a algumas gargalhadas ecoavam pelo grande átrio. E era tão bom assistir a isto tudo! Estava tão distante nos meus pensamentos, que não dei por todos terem ido para a sala de refeições. Perto de mim, Beth parou e disse-me:

-Então Boo, o que estás aqui a fazer sozinho?  Anda eu levo-te....

Pegando em mim ao colo e acariciando-me a cabeça não pude deixar de pensar........

“Hoje estava a ser um dia calmo...”


*Nasan

Lover Reborn: Efeito Qhuinn - Blay e Saxton




Mim regressou!

E mim sabia que a Margarida Ladeira não ia resistir à publicação de ontem! ;)
Beijos bons, lindona! Estou mais do que desbroncada. Rute Porem e Marta Lourenço, obrigada por comentarem também: é muito bom saber que vocês estão desse lado! À Viviana desejo que não me apresente a família toda, se não mudo-me para a casa dela e quero ser adotada! E, Rui, aguardo comentários teus, não é só mandar-me asneiredo via telemóvel!... Ai, ai, ai, ai…

Está um frio na minha terra… Ai! Como estou necessitada de um bom aquecimento… Há tanta coisa quentinha por aí escondida que podia lembrar-se de mim… Ahhh… Ainda agora comecei e já estou no gemiquedo… Só penso no que não devo! Deve ser da água!

Um dia destes perguntaram-me o que andava a tomar para ser assim. Líquido torneiral da casta del cano, respondi eu. Ha ha ha, olha que não parece, responderam-me. Acho que só convivo com trastes… Aparentemente, achavam que eu andava para aí metida nas drogas, a snifar meias ou a beber água do bidé. Nada! Comigo é sempre assim. Seja lá o que for o que me perguntem, a resposta é sempre nada. Começo a cansar-me…

-Então, morcegueco, que tens feito? Nada.
- Olha, e lá pela gruta, há novidades? Nada.
- A Nasan tem-te pago? Nada.
- E machos? Nada.
- Perspetivas para que o futuro mude? Nada.

Sou tão mentirosa… he he he…

Mai labes – estrangeiro para “meus amores”
Ontem queriam mais, mas o mais vem hoje. E se hoje acham que querem mais, não há mais, isto acaba aqui.

Recordando: as traduções que faço são livres, respeitam o conteúdo das obras, mas não são, de modo algum, profissionais. Pretendo apenas abrir o apetite para os livros e não substituir-me a eles. Defendo a aquisição de originais e o pagamento a quem trabalha. A responsabilidade do que publico é inteiramente minha.

Vou dedicar o spoiler de hoje à única fêmea com quem troquei declarações de amor! He he he Têm que nos internar um dia destes! Para ela, a minha declaração pública: obrigada por existires e por te teres cruzado comigo. Foste e és uma bênção, a alegria que me tens proporcionado é de um valor incalculável. Acredita que, em certos dias, és um dos grandes motivos que me impede de cair no abismo da tristeza. E agora sinto-me tããããão estúpida… :D

Boas leituras.
Comentem.
Beijos bons e um especial para ti que estás aí desse lado.


SPOILERS PARA ALGUNS
Lover Reborn

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

NOVIDADES! FINALMENTE!

Estão tão entusiasmada!
As novidades são pequeninas, mas é melhor que nada considerando que isto anda seco...

Eis o e-mail que eu recebi (a parte que interessa pelo menos)

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«Recebemos o seu e-mail o qual mereceu a nossa melhor atenção.

No seguimento do sua questão, informamos que a edição do próximo volume está prevista para Janeiro de 2014.»


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AAAAAAAAHHHHHHHHHHHH!!!!!!! *gritos histéricos*

O LIVRO DO MEU MANO! EM PORTUGUÊS! NAS MINHAS MÃOS!!!

Já chega!

Eu já suspeitava, mas ter um comprovativo é óptimo!
Espero que os fãs portugueses tenham aprovado a noticia.
Beijinhos!

Lover Reborn: Qhuinn Layla



Gud mórnim!

Hoje vou falar em estrangeiro. Podiam achar que era por ser chique, mas não. Disseram-me que, em estrangeiro, chique significa… galinha? Franga? Ah, já sei: pita! E eu estou muito acima dessas coisas. Em primeiro lugar, porque voo mesmo, em segundo porque sou mais fofa e, em terceiro, porque tenho maminhas. Sim, a vantagem de ser mamífero é ter disso. As crias gostam e os machos agradecem. He he he

Voltando ao assunto. Tenho que arranjar um emprego onde ganhe mais e seja menos explorada. Disseram-me que aumentar o meu curridículo, ou lá como se chama, e que aprender estrangeiro era uma boa opção. Trungas! Não pensei duas vezes e matriculei-me num coiso para aprender disso. Mas não está fácil, embrulham a língua toda para falar, tenho de a dobrar para todos os lados… Não é que o treino da língua não seja uma coisa interessante para pôr em prática em… em… em sítios… interessantes… He he he

Com isto tudo, ponho a língua a mexer na boca, ponho-me a falar e não treinei nada que prestasse. É por isso que vou continuar a ganhar misérias… morcego totó!

Dedico esta publicação pequena

à minha Bea dos olhos lindos, a quem desejo o melhor do mundo
à minha Viviana, fiel comentadeira da palavra amiga

à Alex que segurou as pontas do blogue e para que não fuja de nós
à Nasan sempre alerta que procura o muso inspirador da escrita

à Marta Lourenço
à Gisele Fernandes
à Cristina Neto – o trio que deixou comentários no fiçubuco e que se apanharem o livro traduzido o esfarrapam às dentadas!

Para elas, um beijo muito especial.

Para todos os outros: Beijos grandes e bons. Voltem sempre.


SPOILERS PARA ALGUNS
Lover Reborn