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sexta-feira, 28 de março de 2014

NO INTERVALO DA IRMANDADE – Sugestões de Leitura




Boa sexta-feira e bom fim de semana.


Hoje vou falar de uma coisa que é a menina dos meus olhos.

Podia ser mi Micas... mas essa é a musa da minha alma...

(Para quem não sabe, ando a vasculhar nas minhas estantes os livros do Grupo Leya)

E a menina é...

As Crónicas do Regicida de Patrick Rothfuss:

- O Nome do Vento – dia Um
- O Medo do Homem Sábio – dia Dois (parte 1 e parte 2)

Esqueçam sexo e gajos babosos. Este é um livro-livro, uma coisa espetacular no domínio da Literatura Fantástica. É uma história só, mas como tem mais de três mil páginas, foi dividida em vários livros para publicação.

Já ouvi gente a dizer que foi a coisa mais horrível que leram, chamando a atenção para o facto de terem lido a primeira página do Crepúsculo. Realmente, dizer que não se gosta de crisântemos no jardim, porque já se viu uma erva daninha numa fotografia, é no mínimo suspeito
.
Mas os gostos não se discutem. Ah… mas a tolice… era bichinho para discutir e muito!




(Só mostrei a capa destes dois porque o outro está emprestado)

A uma estalagem vai ter um cronista que tinha sido assaltado na estrada. Reconhece o dono do estabelecimento como sendo, na verdade, Kvothe, uma lenda, e que se julgava morto. Kvothe é ainda um homem novo, concorda contar-lhe a sua vida em três dias para que o cronista a possa registar.

No dia um: O Nome do Vento, conhecemos a infância. Ele vem de uma família de artistas nómadas, aprendeu música, representação e as letras com os pais e com outros viajantes que se juntavam à caravana. Os pais são assassinados à frente dele por algo que ele tenta descobrir, mas que, para todos os efeitos, seriam figuras imaginárias dos contos infantis. Vai viver nas ruas e chega à universidade sempre com o propósito de aceder à Biblioteca (vivia fascinado com o conhecimento que se adquiria dos livros), descobrir o nome do vento e os assassinos dos pais. (976 páginas)

No dia dois – O Medo do Homem Sábio, vemos a adolescência dele até a vida adulta. Irá viajar por vários locais, contactar de perto com pessoas de todos os tipos: desde cultura ao estrato social, terá a sua primeira experiência sexual nos braços de uma fada… (1392 páginas no total)

O dia três... acho que só sai em 2015 e, provavelmente chamar-se-á As Portas de Pedra (Doors of Stone) e estou à espera dele desde 2011... Odeio ter de esperar por livros...


Claro que isto nem é resumo, tantas são as aventuras, peripécias e sei lá mais o quê que lhe vai acontecendo. Assistimos ao crescimento de uma lenda – uma história que é fruto de crendices, superstições e boatos. Não é que Kvothe não fosse extraordinário, porque isso é falso. Ele é extremamente inteligente e tem poderes naturais e sobrenaturais dignos de se tornarem lendários... Digamos que é um Harry Potter que sabe o que faz, que estuda, que conhece os fundamentos científicos da magia que pratica. Aliás, a magia é, no fim de contas, um fenómeno racional visto sob a perspetiva da ignorância.

Tratando-se de literatura fantástica, vamos encontrar seres extraordinários, num mundo de gente diferente, com costumes bizarros, formas de ser e falar que não são deste mundo. Tudo foi recriado, desde sistema monetário, político, cultural até ao religioso.

Se não bastasse a história fabulosa, a escrita de Patrick Rothfuss é excelente. São criados momentos para tudo: para rir, para pensar, para sensibilizar, para impressionar, para nos enamorarmos… há inocência, há maldade, há sonho, há loucura, há morte, há poesia…

Numa palavra: apaixonei-me por Kvothe. E ele é ruivo. Odeio ruivos. Amo o Kvothe.

Para além dos títulos e capas maravilhosas, o livro é apresentado com este excerto:

“Chamo-me Kvothe.
Resgatei princesas dos túmulos de reis adormecidos, incendiei Trebon. Passei a noite com Felurian e parti com a sanidade e com a vida. Fui expulso da Universidade na idade em que a maioria dos alunos é admitida. Percorri caminhos ao luar que outros receiam nomear durante o dia. Conversei com deuses, amei mulheres e compus canções que fazem chorar os trovadores.
É possível que me conheçam.”


Alguns atiçadores de leitura e exemplos do que falo:

quinta-feira, 27 de março de 2014

THE KING – atualização de notícias.




Ai, que isto tem andado às moscas e as aranhas cortinaram o berloque todo!

Olá… sim… c’est moi…

Resolvi fazer umas atualizações de informação e partir para teorias conspirativas relacionadas com o livro do Reizinho.

E já só faltam 5 dias para o livro lindo vir a lume!... Ohhh… emoção… Na próxima terça-feira é que vai ser… Uhhh..

Mas primeiro vamos ao que a senhora Ward pôs cá fora:


-Importas-te de tirar esse vestido? –iAm olhou diretamente para a malha que cobria aquela cara. – Eu quero ver os teus olhos.
-The King, pag. 145

Era a sua última chance para a mandar embora. Ele não a aproveitou.
-The King, pag. 261


- Marisol - disse ele enquanto se afastava. - Come. Bebe. Ehric, o meu primo, leva-te…

As unhas dela morderam-lhe o antebraço apesar do suéter grosso que ele usava. 
- Não me deixes!
- The King, pag. 182


Trez entrou tenso, encarando o macho enorme olhos nos olhos.
- As regras são estas: não os magoas. Sexo selvagem é aceitável se for consensual, mas nada de cicatrizes ou marcas permanentes. E não os podes comer.. São as minhas duas condições e não são negociáveis.
Com os Sombras tem que se impor sempre limites, especialmente com uma Sombra como esta.
- Espera, são teus? - Perguntou o macho.
- Sim.
- Ó merda, porque é que não disseste isso antes?. - s'Ex estendeu a mão. - O meu juramento. Nada de permanente e nada de almoçá-los.
439

Século XVII, País Antigo…
“Longa vida ao Rei.”
Ao som da profunda e grave voz, Wrath, filho de Wrath, teve o instinto de olhar à volta à procura do pai dele… uma centelha de esperança que a morte não tivesse acontecido e que o grande governante ainda estivesse com eles.
Mas claro, o seu amado pai permaneceu desaparecido no Vápido.
Quanto tempo é que esta triste buscar irá durar? Ele quis saber. Era uma loucura tão inútil, especialmente quando as vestes sagradas do Rei vampiro estavam sobre si, as faixas encrostadas em joias e o casaco sedoso e as adagas cerimoniais a adornar o seu próprio corpo. A sua mente não se importava por aquela prova da sua recente coroação, contudo… ou por ventura fosse o seu coração que continuasse sem se deixar influenciar por tudo o que agora o definia.
Querida Virgem Escrivã, sem o seu pai, ele estava tão sozinho, mesmo quando ele estava rodeado por pessoas que o serviam.
- Meu senhor?
Compondo o seu semblante, ele virou-se. Parado na porta do quarto de receção real, o seu conselheiro mais próximo estava como uma coluna de fumo, longo e magro, envolto em vestes escuras.
- É minha honra recebê-lo, - murmurou o macho, fazendo uma vénia baixa – Está pronto para receber a sua fêmea?
Não.
- Mas é claro.
- Podemos iniciar a procissão?
- Sim…
The King, pag. 1


As traduções, são todas da Viviana amor bom que, por via da net ranhosa e depois do meu ranhoso nariz, andou a ajudar mim. Para ela, beijos do tamanho do mundo.
Entretanto, a senhora Nasan, com um ataque de ciumeira, está-me a prejudicar a publicação. Tudo por causa da minha Micas musa que não se mete com ninguém e que não tem culpa de ser maravilhosa e muito musa e muito tudo!

Ora, vamos a teorias da conspiração: a menina Rute Porem, veio com esta no outro dia: e se o Xcor for irmão do Wrath? Imaginem um herdeiro nascer defeituoso, uma mãe sem escrúpulos e/ou totó e pagamentos para fazer desaparecer a cria? Neste livro, descobria-se tudo, o Wrath deixava de pensar que os papás dele eram tão queridos e fofos e avançava para bingo.
Está fixe, não está?
Mim gostou.
Apesar de que era crueldade a mais.
No mínimo, o Wrath em vez de sonhar com os pais, punha-se a pesadelar com eles… Não me parece saudável… mas é uma hipótese!...
Por mim, se é para ver uma mãe degenerada, que o Xcor seja filho da Virgem. Já ninguém gosta dela… Era mais uma, ou menos uma a juntar à lista.

Meus amores, fiquem bem.

Beijos bons.

sexta-feira, 21 de março de 2014

NO INTERVALO DA IRMANDADE



Olá, olá! Tudo bem-disposto?

Mim acordou animadérrima. Para além de bonita, quase uma supermodela, dormi muito bem e estou viçosa como as flores… Hoje, quem me vê passar até pensa que sou uma borboleta de tão princesa que estou. Ok, devo ter exagerado na maquilhagem…

A senhora humana escritora deitou mais um coisito cá para fora – consultar fiçubuco ó-se-faz-favor. E porque é que eu vos mando para lá? Para o caso da MissyLi estar a ler isto, ela diz que só quer cheirinhos (mim quer TUDO: o cheiro, a visão, o tato, o paladar, a audição… T.U.D.O) por isso, estou a ponderar deixar de traduzir seja o que for.

Quem também apareceu por aqui foi a Patrícia. Ela diz que é nova nestas coisas… Olá, mim morCeGo e sou das velhas! A minha chefe é a Nasan e ainda é mais velha do que eu! Bem-vinda a este antro de perdição, qual gruta de pessoal tresloucado e sem juizinho nenhum. Estou a falar por mim, claro!... E vocês nem sabem da missa a metade… Ui, ui!

Antes de passar ao livro sugerido, beijos bons à Viviana e à Rute que se moribundam comigo à espera do The King. E fazem questão de mo lembrar a cada instante, claro!


Sugestão nº3 – Sangue de Anjo, de Nalini Singh




Ora aqui está uma série que vai com já com 5 ou 6 livros. Mim papou tudo. Em Portugal só foi editado este. Convenhamos que a tradução está fraquita e há gralhas em cima de gralhas. Coisices e enervedo traduteiro e revisor à parte, existe uma coisa salivante chamada Raphael – arcanjo poderoso e pornograficamente delicioso que vai contratar uma profissional apanhadeira de vampiros para o auxiliar a encontrar um arcanjo mau como as cobras.

Obviamente, isto vai descambar num romance tórrido de fazer perder o fôlego. Ai, que estou a ver o Raphael… Ahh… O livro é um misto de ação / terror quando não está na parte do papa-anjo. Ahhhh!...

Esta coleção é uma das milhentas que sigo, acho-a bastante original – mais que não seja por não haver um livro dedicado a cada um dos anjos – segue de perto este casal caçadora / arcanjo, vê-se o desenvolvimento da relação, os altos e baixos e, no meio, temos ação angelical, com lutas de poder entre os arcanjos, vampiros desgovernados, enfim… Quando não papa anjo, ela caça anjo, mata coiso e ele passa-se com ela, passa-se da cabeça, ganha poderes… É muuuuito fiiiixe.


Meus amores, bom fim-de-semana!
Beijos bons.
Leyam livros!


Aguçadeiros de apetite:


[Primeira visão do arcanjo… he he he… Depois de contratada, Elena vai ter com o arcanjo para saber pormenores do seu trabalho. Encontram-se no telhado da Torre – espécie de World Center angelical]

quinta-feira, 20 de março de 2014

Faltam 12 dias e 3 horas para o The King



Bom dia para vocês que estão felizes.

Não, não estou feliz. Nem contente. Nem fofa.
Estou cheia de más notícias e preciso de ser benzida.

Acordo e descubro que não é dia 1 de abril, o que significa que nem tenho livro novo, nem me vão perdoar se vos andar a enganar. O morceguedo da gruta está a passar por uma fase interessante de crises alérgicas. Há espirros por todos os lados, é o meu sound surround. O frio regressa sexta-feira e já há previsão de negativos outra vez – apesar que 3 graus à noite não é propriamente calor. Durante o dia, vai-se aos 20 e mais graus, à noite congela-se, estou a ver quando me vai bater a doença no corpo…

Para não variar, os meus comentários vêm de fontes regulares: Viviana, Sílvia, Bea e MissyLi, o que significa que o resto não quer saber disto para nada. Muito menos do meu desespero angustiante… Sou uma incompreendida…

Hoje resolvi pôr aqui o que anunciaram sobre a série e ainda não apareceu. Sim, porque alguma porcaria há de aparecer. Estou tão ansiosa que até me apetece escrever o livro por mim! E sim, é porcaria sim senhor, que eu estou farta de vasculhar notícias por todos os lados e ninguém se descose! Bandidos!

- Saxton e o pai traiçoeiro. – O pai do Saxton é que havia de morrer para deixar de ser parvinho. Onde já se viu conspirar contra o rei cabeludo? O primo do baby Q podia contribuir para isso… Outra que podia morrer é a maluca da Glymera que quer papar tudo quanto mexe… O Saxton vai voltar a ter um papel decisivo. Será agora?

- Xcor vai, eventualmente, ficar com a Layla – E quê? Vai virar as costas aos Bastardos? Nãããã… Parece-me mais do tipo de agarrar neles e passá-los para o lado da Irmandade. E por alma de quem faria isso? Meus amores, há coisas que não nos andam a contar… Tem de haver uma outra força, uma muito má para a vampirada se unir… e não vai ser Bicho Pó-de-talco… continuo a pensar no s’Ex e nos Sombras… e naquela princesa, rainha ou lá que era… E continuo a achar o nome tããããõ sugestivo…

- Lucas, o irmão reaparecido do baby Q – Porque é que falo dele? Porque quero que se ponha bom e que os irmãos se entendam.

- Boo e George – o primeiro “não é o que parece” e o segundo vai ser imortal. Vamos ter revelações? Eu gosto dos bichicos…

Muito bem, tomei uma decisão: Vou voltar a ler o Lover at Last. E é que vai ser já hoje. O problema é se os meus olhos se prendem onde não devem…

E hoje porque chamas Baby Q ao heterocromático guerreiro? Não era o deus, ou o diabo a quatro? Tomei a liberdade de roubar a expressão à Sílvia, porque, finalmente, descobri porque sou constantemente rejeitada por ele. Ele não tem capacidade para ter um artigo de luxo como eu, muito menos para me manter, por isso desdenha-me!

Mim é mais mim!
Mim pertence à musa.
As musas são deusas também.
Não quero cá mafarricos na minha vida morcegosa!


Beijos bons.

segunda-feira, 17 de março de 2014

The King - Notícias e devaneios

Bom dia.
Hoje o dia é bom.
Muito bom...
Estou em êxtase!... Ainda não consegui parar de mostrar os dentinhos a rir de contente e feliz.

O que aconteceu?
A minha Micas afufalhou-me toda, o meu Qhuinn, deus glorioso, sorriu-me e disse que eu tinha olhos lindos...  Que mais posso querer na vida? Ter o The King na patinha para ler as palavras todas? Sim, isso também era bom, mas não era excelente. Afufalho + sorriso + olhos lindos = Ahhhhhhhhh!... Eu nem dormi! Passei a noite toda a esvoaçar pela gruta e a rir para as paredes...

Para além disto, tive três comentários à minha obra de arte desenhadeira. Senti-me um Pincasso, um Salvador Daqui, um Van Gosma!... Tenho que repetir um dia destes...

Viviana, Ana Martins e Anónimo (não és alcoólico, pois não?), humanos altamente qualificados na apreciação de coisos artísticos, os meus sinceros agradecimentos.

Quanto ao The King, o que há para saber? Foi anunciada uma batalha épica pelo trono e pela raça (vão-se extinguir? Terá alguma coisa a ver com o s'Ex mau que anunciaram? Os Sombras vão atacar vampiros babosos? Os simpaths do Rehv vão fugir e juntar-se à maralhada mais os minguantes?). Eu tenho tantas perguntas e ninguém me responde!

Há muito que também está anunciada uma morte. Se a batalha é épíca, pode ser neste livro, não é? Faz sentido. Já pensei na morte de quase todos. Pensei na do Throe (colocada de parte desde que foi dito que ía ter livro); na do Rhev por ser o chefão da Glymera e eles quererem arrumar com o Wrath; na do Xcor, para o Wrath ficar no trono; na do i'Am para proteger o Trez... até na do Wrath já pensei, porque agora tem herdeiro...

QUERO O LIVRO JÁ!

A senhora escritora também disse que o Blay, provavelmente, não entra na Irmandade Negra, porque terá outro papel. Isso também pode acontecer aqui. Se vai haver sarrabulhada, pode acontecer. O que me preocupa é a história dele com o Qhuinn não estar finalizada, o que implica que vai haver desavenças. Outra das coisas que pode surgir neste livro, e até pode ser por causa desse tal papel... (mato um se me estragam o Blay amor bom... e mato dois se me põem aquele guerreiro Qhuiníssimo infeliz...)

Garantidas estão a continuação de Trez/Selena, Sola/Assail e Xcor/Layla. O Trez deve andar a fugir da Escolhida por todos os lados..., o Assail deve andar atrás da Sola por todos os lados, e o Xcor deve andar assustado com a Layla por todos os lados! He he he...

No teaser do Assail, eles estavam num carro e ele diz que lhe devem favores. Deve ser a Irmandade, ele deve querer que eles a protejam... digo eu! Assail não apoiou Xcor e entendia-se com Wrath... pode ser...

Mas o que eu quero ver mesmo é o Xcor... Uhhhh... Lembram-se da cena tão à Zsadist de ele se cortar às postinhas? E, para quem leu, não me sai da cabeça a cena fantástica dele com a Layla no Lover at Last... Ele é tão lindo!...

Mas lindo, lindo, foi o que me aconteceu de ser afufalhada e mimada... A cereja no topo do bolinho doce era alguém se chibar e dizer o que se passa no c*** da m*** do filho da *** do livro do ****! (Agora é que eu falei bem! xD)

Quem tiver ideias / informações / palpites / bitaites / cusquedo é favor dizer a mim!... Eu fino-me com tanta ansiedade!

Beijos bons.





sexta-feira, 14 de março de 2014

The King - até agora.

Olá!

Todos conhecem a capa pela frente. E por trás? Está aqui!


Lindona e sexy, não é?


Até agora, deram-nos estas informações sobre o livro (ordenei-as por página):

Com um súbito movimento, Wrath puxou Beth para si, segurando-a contra o seu corpo nu. Ela era uma fêmea alta, mas mesmo assim mal lhe chegava aos peitorais e, assim que fechou os olhos, ele enroscou-se à volta dela
- Quero que saibas uma coisa – disse-lhe ele no seu cabelo.
Ela parou quieta, ele tentou dizer alguma coisa que valesse a pena ouvir. Algum tipo de palavras que estivessem em sintonia com o que lhe ia no peito.
- O quê? – sussurrou.
- És tudo para mim.
(The King, página 24)

Quando é que me ias dizer? - Exigiu Wrath.
- Dizer o quê? Que consegues ser um filho da **? E que tal agora?
(The King, página 120)

 Xhex é uma fêmea sortuda, - disse Beth.
É capaz de ser ao contrário. Acredita – porque é que me estás a olhar assim? (itálico)
- Assim como?
John Matthew pareceu corar.
Como se fosses chorar
Ela afastou a preocupação com um aceno de mão.
- Alergia. Fico sempre com os olhos congestionados nesta altura do ano. Se calhar vou arranjar Claritin quando sairmos esta noite.
A meio de dezembro?
(The King, página 134)

Assail levou a mão à porta.
- Fica no carro.
- Não vás, - pediu Sola.
Ele olhou para ela.
- Não tenhas medo. Eles devem-me isto.
(The King, página 207)

Wrath silenciou o caos fechando a mão num punho e batendo-o na mesa.
- O que está feito, está feito. - Credo, doeu. - A pergunta é o que fazemos agora. Como responderemos e quem diabo pensam vocês que vai governar?
(The King, página 340)

Wrath aclarou a garganta e inclinou-se.
- O que é que… ela traz vestido?
- Branco. Pelos tornozelos. Solto. Ela vem escoltada pelo irmão e traz uma rosa cor de rosa que Rhage tirou do ramalhete do centro da mesa.” Fez uma pausa. – Os olhos estão em ti, e aquele sorriso dela. Um milhão de dólares, meu amigo. Um caralho de milhão de dólares.

(The King, página 418)

Ao reler isto , deu-se-me a volta à mioleira e fiquei com uma ideia do que vai suceder...

Tudo começou comigo sem nada para fazer. 



E pus-me a pensar no The King e no que se sabe. Vai daí, montei a história:
Era uma vez um rei e uma rainha felizes e apaixonados.



E, como se davam bem, havia cenas calientes.



Ela engravida, o rei não gostou e ela chama nomes ao rei.



E a rainha recambia-o.



A Irmandade expressa-se.



A rainha busca consolo no maninho lindo.



A Glymera resolve destituir um rei sem abrigo.



A Irmandade expressa-se.



E pegam-se todos (Glymera, Bastardos, Irmandade, Minguantes, os vizinhos da frente, a polícia...)



O rei impõe-se num belo discurso.



Beth tem o filho sozinha.



A Irmandade expressa-se.



O rei impõe-se.



A rainha e o rei fazem as pazes.



Entretanto alguém morre na história.




E se for alguém que eu não faço a mínima ideia de quem possa ser, acabou-se o blogue!

Antes que perguntem. Sim, fui eu armada em parva de esferográfica e papel à unha! xD

quarta-feira, 12 de março de 2014

Cena Eliminada - Z



Boas! Sim, somos…

Eu também reparei que me ando a portar mal.  Bicho mau… Tenho tentado manter a coisa controlada no fiçubuco, mas só tenho andado a fazer umas traduções manhosecas por lá… Rebuçados que a senhora humana autora anda a distribuir a gulosos tipo eu…

Ando com a vida virada de cabeça para cima. Nada anda a bater certo, nem de acordo com os planos. Não é que os planos fossem bons, ou estivessem bem delineados… mas eram planos lindos e cheios de boas intenções… Coitadinhos dos meus planos… finaram-se todos. Fiz-lhes um velório muito bonito e um funeral de luxo!

Na minha gruta escura, pouca luz tem entrado. Exceto a minha Micas amor e musa… o mundo lindo que tento iluminar e que me vai iluminando a mim, por eu ser uma incompetente… Livros, nem tempo. Escritas, nem pensar. Traduções, é o que se vai vendo… Piu!... A entidade patronal paralela anda a exigir sangue bom, suor mau, lágrimas molhadas e corpinho peludo… Estou tão tramadinha… As crias andam a treinar para que um dia as venda na feira, o morcegão está a precisar que lhe dê com o galho nas costas e vocês… bem, vocês não têm culpa de nada disto. São coisas lindas que crescem do outro lado e eu, bicho mau, não vos tenho andado a regar.

Mas hoje, é diferente.

Hoje há coisinha pequena e boa.

Boas leituras.
Beijos bons.



Cena Eliminada
Do Livro de Z

quinta-feira, 6 de março de 2014

NO INTERVALO DA IRMANDADE – Sugestões de leitura



Bom dia!
Hoje estou em modo de negócios. Sinto-me a verdadeira profissional.

1 – Cena Eliminada: Z – resposta a comentários -

Como a Viviana e a Marta disseram, e muito bem, foi pouco. Eu sei, mas não deu para fazer mais, porque estou encravada. Mas como gostaram, menos mal.
A MissyLi e a Sandra Afonso estão como eu… com falta de ar. Preparem a cadeira de rodas, que quando sair o resto ficam sem forças… Ahhhh…
A Rute diz ter adorado e a Sara já está a dizer que eu hei de ser a morte dela. Vamo-nos entender. Mim está aqui para dar vida à vida, mim não mata. E se estão a gostar, é porque isto está a correr bem, certo?

2 – O Livro Amarelo –

A MissyLi colocou uma série de questões à tradução, uma delas partilhada pela Viviana (aquela do “olhar morango” que, para quem não sabe, quer dizer que Tohr lançou a Autumn o mesmo olhar minucioso com que escolhia morangos para a alimentar). De facto, não consigo compreender muito bem as opções de tradução. Há algumas expressões que são tão literais (essa do “olhar morango”) e outras que estão absolutamente adaptadas à nossa realidade. Recordo-me, por exemplo, de, em duas páginas consecutivas, aparecer “euros” numa e “dólares” na outra. O mesmo se passa com a linguagem que está num registo informal em 90% do livro, mas em 10%, não se sabe por alma de quem, é usada linguagem num registo muito superior.
Também não entendo, porque é que não se dá por encerrado o capítulo Primal / Primale / Primacho / Primevo… nem qual foi a epifania do tradutor para, de repente, aparecer “Máscara de Ferro” e, desde o livro anterior, “Derramador de Sangue”.
Na verdade, o que nos interessa, é que mandem os livritos cá para fora e, verdade seja dita, se não fossem essas coisas traduzideiras, não tínhamos tanta coisa para dizer…

3 – Mi Micas Musa:

Cantem todos:
As saudades que eu já tinha
da minha alegre Miquinhas
tão maluca quanto eeeeeeeeeeeu…


NO INTERVALO DA IRMANDADE


Sugestão nº2 – Série: Anita Blake, caçadora de vampiros, de Laurell K Hamilton




Prazeres Inconfessos (1º livro)
O Cadáver Trocista (2º livro)

Ora aqui está uma série que ando a seguir há rores de anos, se não me engano já ultrapassou o vigésimo volume. Como as minhas leituras vão um tanto ou quanto adiantadas, vou-vos dar a minha impressão acerca disto tudo, embora não consiga especificar exatamente de que falam esses dois livros em particular.

Anita Blake é uma mocinha sem papas na língua e engraçadíssima. Má como as cobras quando lhe pisam os calos e é necromante. Tem uma honrada carreira numa empresa a reanimar cadáveres. Faz zombies… Quem tem dinheiro para pagar, encontra nos mortos uma fonte de informação: são testemunhas de crimes, podem clarificar situações relacionadas com testamentos, etc. Com o andar da coisa, passa a ser a “caçadora de vampiros” – Aquilo de controlar mortos vai ajudar, já que os vampiros não estão propriamente vivos, não é?

Sei que, no início, tinha uma vida amorosa inexistente, que andava um vampirão salivante (Jean-Claude) a fazer-se ao piso, mas que ela acreditava que o seu parceiro devia ser “normal”, humano (Diz uma necromante… que é do que mais normal pode haver… Ai, e tu que fazes? Eu acordo os mortos…) e envolve-se com um outro salivante macho que, no andar da carruagem vai-se descobrir que é lobisomem. Piu! Algures, num livro qualquer, acaba por formar uma espécie de triângulo de poder – ela, lobito e vampireco – e, sim, há cenas de sexo a três. Muito mais para à frente na série, vai haver sexo com tudo o que mexer, e se fosse só a três…

Estes livros estão cheios de ação e machos estonteantes à volta da rapariga que tanto os enxotou, há lutas de poder, criaturas sobrenaturais a sair de debaixo das pedras do caminho e, a partir de um determinado momento, há sexo em cada esquina. E foi este último pormenor que me fez esmorecer, porque parecia as 50 Sombras – neste caso, as 50 Criaturas do Harém da Anita. Mas isto só acontece a partir do sétimo livro… ou lá mais para a frente.

Os livritos são pequeninos (300 – 400 páginas), os diálogos são fabulosos, mas ouvi dizer que a tradução não é das melhores. Sim, OUVI dizer, porque mim não foi lá vê-las. Escusado será dizer que aparecem lá coisas de encher o olho e as medidas e que, algures na continuação destes dois livros, a historita devia ter 5 bolinhas vermelhas. Talvez 6 não fosse exagero… O que é que se aprende com eles? Na-di-nha, o que às vezes é muuuuuito bom.

Se o morceguito recomenda? Ó meus amores, se tiver letras, eu recomendo TUDO. Nem que seja para verem como é mau… he he he… Cada um veja que tipo de leituras gosta de fazer, espreite a carteira, faça contas à vida e decida.

Cusquedo de preços: 16,90€ (wook/fnac)

Beijos bons.

Leyam livros.

quarta-feira, 5 de março de 2014

Cenas Eliminadas




Bom dia!

Bem-vindos à quarta-feira de Cinzas.

Segundo a tradição à volta da minha gruta, hoje o diabo anda à solta!
Pois anda, mim foi trabalhar… He he he

Tinha planos para deixar meio mundo invejoso com as festividades carnavaleiras, contar-vos como dancei e me diverti, mas não. Mim ficou na gruta a aturar crias malvadas com genes peçonhentos direcionados para a tortura de mães lindas e maravilhosas (eu). O morcegão pouco ou nada presta para estas coisas de domar e, como não ajuda, atrapalha e é mais um para a festa do desespero. Como é Carnaval, ninguém leva a mal.

A novela da minha vida continua com os personagens do costume: a vítima (eu), os maus (crias), os cúmplices dos maus (morcegão), a boazona (eu, outra vez), o interesse amoroso (mi Micas), o patrão usurpador e tirano (Nasan), as testemunhas do desastre (vocês todos).

No meio dos gritos e gritas, comecei, mas não concluí, a tradução de mais uma cena eliminada dos livros. Desta vez, Zsadist é protagonista. Falta de ar… falta de ar… Preciso de respiração boca a boca… Se o Z estiver indisponível, chamem o Qhuinn… E, antes que perguntem, não, não fui ver ao livro as diferenças e semelhanças (tinha planos para fazer isso, mas furaram…).

Segundo a Ward, esta cena não é, realmente, uma cena eliminada. É uma cena que foi altamente alterada/editada para poder integrar o livro. Na altura, achou-a demasiado violenta. Considera boa a versão final, mas acha esta melhor (a original).

Amanhã - se não houver mudanças de planos - vou voltar ao livro 'marelo.


Boas leituras.
Beijos bons.


Cena Eliminada
Do Livro de
Zsadist