Sobre nós

Seja bem-vindo! Conheça um pouco sobre o blogue.

Legado da Adaga Negra

Leia tudo sobre o novo livro da nova saga da IAN: "Beijo de sangue"

Anjos Caídos " The Fallen Angels"

Aqui podes espreitar alguns capitulos traduzidos. Esperemos que gostes

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

IMMORTAL - Gostinho 27

Saudações Amantes da Irmandade!

A nossa Nighshade referiu em comentário, que o próximo cap. seria o 28. Contudo ela mencionou que se enganou e que na realidade é o 27.

Por isso fica aqui então o aviso, antes que venham perguntar onde anda o 28 ou afins, hihi.


Indo a mais um assunto. Apenas posso dizer que tenho pena de ter estes pequenos pedacinhos de IMMORTAL, que são aqui publicados, gostava mesmo de poder ler toda a historia seguida, saber cada pormenor, e muito mais. 
Resta-me apenas dizer, e desejar que a editora reconsidere e publique este ultimo livro. É tão injusto não o ter, é tão injusto ter apenas estes pedacinhos para aguçar a nossa curiosidade. 

A nossa Nighshade tem sido o nosso anjo, sim isso mesmo, anjo. Porque sem ela não haveria estas maravilhas e nos deixam ansiar por mais. Mas é tudo o que podemos fazer, é dar estes pedacinhos. E tudo o que podemos fazer é pedir a vossa ajuda, na divulgação de IMMORTAL, na divulgação de The Fallen Angels, para que assim que sabe, a editora nos dê ouvidos e lance este menino cá.




Immortal 6

Capítulo 27


- Posso ajudar.
Não foi uma pergunta. E a atitude encontrava-se mais na linha do «Que está aqui a fazer?»
Jim, ao parar no chão de mármore brilhante do vestíbulo do hotel Freidmont, olha para o Sr. Oficioso que comandava a recepção. O tipo vestia um fato preto discreto com uma identificação dourada, uma camisa branca brilhante e uma gravata preta, como se fosse o maître de uma casa funerária.
- A entrada de serviço é nas traseiras - foi a indicação.
Eeeeee é por isso que era melhor ficar invisível.
- Estou aqui para ver um hóspede - murmurou Jim avançando para os elevadores.
- Desculpe - disse o homem, apressando-se para fora do balcão.
Jim esticou o braço e com a mão fez o sacaninha ficar quieto. Depois, com um giro rápido e um empurrão metafísico, enviou o engravatado de volta à sua estação.
Jim toma e elevador em vez das escadas.
Por um lado, porque o conjunto de portas ornamentadas abriu-se de imediato, como se soubesse que precisava de boleia. Ha-Ha. Por outro lado, quanto mais perto ficava do demónio, mais atrapalhado se sentia e isso limitava os seus poderes ao ponto de ficar susceptível como o cabrão da recepção.
Entretanto, ele carrega no botão que diz PH e olha para a linha de números por cima das portas, com uma série de dings suaves. O progresso da subida do edifício antigo era lento e estável.
O seu temperamento subia também.
Havia espelhos em todo o interior do elevador e ele evitou olhar para si mesmo. Não queria pensar em mais nada a não ser na mensagem clara que daria a Devina… e o reflexo da sua barba por fazer e do seu ar exausto lembrava-o demais do quão perto estava do esgotamento.
Olhando para cima, de forma a ficar a olhar para as esculturas da madeira ornamentada do tecto, murmura:
- Nigel, espero bem que me apoies.
Com um ding final a coisa parou com um balanço e as portas abriram-se silenciosamente. O corredor em frente era feito com o mesmo material sombrio, castanho e dourado como o vestíbulo, a carpete em remoinhos, as paredes listradas, os acessórios em cristal.
Ele estava a cagar para aquilo.
No fim do corredor, ele faz um punho e bate na porta com força.
Com um clique, a coisa desbloqueou-se e abriu-se sozinha. A sala do outro lado com o seu imobiliário elegante, bar e vista sobre o rio, estava iluminada por velas que flamejavam. R&B tocava em colunas escondidas e um tipo de cheiro sensual enchia o ar.
E lá estava ela.
O demónio estava sentado numa cadeira, completamente nu, com as pernas à Sharon Stone, recostado para trás e apalpando os seios.
- Saudades minhas - disse Devina, arrastando as palavras.
Ele fechou a porta com um pontapé.
- Que merda estás a fazer?
- Estou à espera que digas um «olá» como deve ser. De preferência com alguma penetração. - Uma das mãos dela foi para o centro das pernas. - Estou à espera.
- Precisas de te afastar da Sissy.
O demónio exalou uma imprecação.
- Ela outra vez. Olha Jim, não há razão para fingir, não é como se o Adrian estivesse aqui. Ou aquela rapariguinha idiota.
Ele caminhou até ao mal, mas não chegou muito perto.
- Tu não me vais querer desafiar nisto. Sissy está fora do teu alcance.
Devina fechou os olhos. Depois cruzou as pernas.
- Está mesmo? Desde quando é que és tu a definir as regras?
- Queres-te atirar a mim, porreiro. Mas deixa-a em paz.
O demónio saltou ficando de pé e desfilou até ao bar, os seus sapatos vermelhos altíssimos a fazerem barulho no mármore e a ficarem silenciosos nas áreas atapetadas.
- És um verdadeiro filho da puta, Jim. - Ela derramou um líquido claro de um shaker de prata para um copo de martini. A azeitona que atirou era da cor verde-tropa. - Achas que sou maléfica? O que chamas a um homem que é infiel, directamente na cara da sua amante, huh?
Ele riu-se duramente.
- Como se tu e eu estivéssemos numa relação.
- Nós estamos numa relação.
- És louca. Quero dizer, realmente, és como… és completamente louca.
Devina ficou quieta e desperdiçou algum tempo num longo gole do copo cuja borda era afiada como uma faca. Os seus olhos negros brilhantes sempre colados em Jim.
- Tenho outros planos para nós esta noite - ela murmura -, mas parece que vamos ter que fazer isto da maneira mais difícil.
- Se estás a falar de sexo, isso não vai acontecer.
- Já disseste isso antes. - O seu tom era de aborrecimento quando pousou o copo e contornou o bar. - Só quero que saibas que tudo isto é culpa tua.
- Desculpa? De que puta de merda é que estás a falar?
- Isto tudo é por tua conta. - Num sofá coberto de seda, ela abaixa-se até uma mala enorme e começa a vasculhar. - Ah sim, aqui está.
Quando ela se vira para ele, segurava numa mão o ornamento do capô do Mercedes, e na outra, uma faca de cozinha.
- Que caralho é que estás a fazer? - Exigiu ele saber.
- Não reconheces isto? - Ela mostra o círculo com as três partes divididas. - Pertence ao meu carro.
- Então, mostra-o ao teu mecânico. Que me importa isso?
- Estás a ser, seriamente uma decepção agora, sabias disso? - Ela regressou ao bar e colocou o objecto num cinzeiro. - Não te lembras da outra noite?
- Desculpa. Tenho andado a tentar esquecer todos os momentos que passei na tua presença.
Ela fechou os olhos como se lhe doesse o peito. Mas depois pareceu recompor-se.
- Tu e eu tivemos alguns arrufos e fui algo agressiva com o meu carro.
- Sim, tentaste passar-me a ferro.
- Sim, tentei. E acontece que, tu foste simpático o suficiente para me deixares uma pequena lembrança.
Sons de alerta começaram a ressoar na cabeça dele quando começou a juntar dois mais dois e o resultado ser igual a fodido para ele.
Mas era tarde demais.
- E isto já provou ser bastante útil.
Antes que ele pudesse reagir de forma proactiva, ela derrama um pouco de álcool no topo da peça de metal prateada e cospe uma bola de fogo para a coisa.
Instantaneamente, Jim ficou em chamas. Mesmo com a pele a permanecer intacta, ele sentiu-se a queimar até aos ossos, a dor incapacitando-o e levando-o até ao oriental falso.
- Como podes ver, Jim, não fui eu que fiz com que Sissy fizesse parte disto. Foi o Criador. Portanto, a culpa não é minha e não há nada que possas fazer para mudar isso.
Contorcendo-se numa bola, ele não encontrou alívio, então endireitou-se, tentando diminuir a agonia. No fim, tudo o que podia fazer era cerrar os dentes e tentar não gritar, especialmente quando ela se aproximou, aqueles saltos-altos vermelhos-sangue a pararem bem perto da cara dele.
Ajoelhando-se, ela atira alguns dos seus cabelos para trás do ombro e coloca o cinzeiro no chão ao pé dele.
Se ele, pelo menos, lhe conseguisse chegar…
- Oh, não - disse ela, afastando o fogo do alcance dele. - Não, isto é o meu brinquedo. Tal como tu.
Como a cabra doentia que era, ela começou a masturbar-se, vendo-o a sofrer, indo até ao ponto de se deitar ao lado dele, os seus seios perfeitos a arfarem, o seu corpo a ondular, enquanto se tocava na carpete com ele a grunhir e a praguejar com dor. E depois, antes de se vir, ela agarra no pénis dele, apalpando-o como se isso o fosse excitar ou alguma merda assim.
Enfraquecido pela agonia, com a cabeça à roda devido à dor, ele não conseguia coordenar os braços e as pernas para a tirar dali.
Quando ela se veio, gritou o nome dele em plenos pulmões, quase como se esperasse que Sissy a conseguisse ouvir por magia.
E, de seguida, houve um momento de calma e ela olha para ele como se fosse uma sobremesa. O que quer que fosse, ele estava quase a desmaiar quando ela coloca o braço dela sobre a cara como se não conseguisse acreditar a quão bom tinha sido.
Merda, era a oportunidade que ele estava à espera. Sacudiu-se na direcção do cinzeiro…
- Não é para ti - disse ela com um sorriso. - Não, não, isso é meu.
Esticando os lábios, ela inclina-se para o cinzeiro… e sopra as chamas de uma só vez.
O alívio foi instantâneo, a sensação de queimar a deixar o corpo dele no segundo em que já não havia nada para além de um fio de fumo sobre o emblema do Mercedes. Excepto que, o estrago já estava feito. Apesar da pele dele não estar pendurada em pregas, ele era uma vítima de fogo, os seus membros com fortes espasmos e a sua visão a focar e a desfocar.
- Oh Jim, eu amo-te.
O tom de voz dela era fodidamente delirante, como se ele lhe tivesse oferecido um conjunto de pérolas ou um casaco de vison, em oposição de ele se ter tornado numa queimadura de terceiro grau, à medida que ela se armava em YouPorn.
Ele estava vagamente consciente quando ela se sentou e ajeitou o cabelo.
- Portanto, esta coisa dá-me bastante controlo sobre ti. Foi uma pena como acabou, se bem que, não tenho a certeza se conseguiria manter a mentira se fodesse com o corpo de Sissy. Mas pronto… - Ela agarra no cinzeiro e depois olha em volta. - Isto vai tomar conta de tudo.
Esticando um braço, ela puxa um lenço de papel da caixa da mesa de café.
- Sei muito bem que isto não te vai fazer ficar parado, por isso, vou ter alguma precaução. - Trazendo o lenço de papel à boca dela, ela fala para a coisa, depois sopra as camadas de papel uma vez, duas vezes… três vezes. - Aqui vamos nós.
No instante em que ela cobre o emblema com o lenço de papel, um peso enorme cai sobre Jim, imobilizando o seu corpo já fraco, mantendo-o no chão, mesmo que, aparentemente, não houvesse nada sobre ele.
Devina pôs o cinzeiro na mesa de café e olhou para baixo, para ele.
- Onde está o teu telemóvel, Jim?
Não havia maneira de responder à pergunta, pois ele não podia abrir a boca ou usar a sua língua. A única coisa que parecia ser capaz de fazer era respirar… isso e ter pulsação.
- Bem, vou ter que te revistar.
Ela montou-o naqueles saltos-altos e inclinou-se para ele, os seios cheios dela a balançarem à medida que ela o vasculhava com as mãos no corpo todo, e não apenas em torno dos bolsos das calças de ganga que ele tinha acabado de mudar.
- Sem telemóvel, bolas. Mas isto… é melhor eu tirar-te esta pequena faca. Só no caso de…
Com um gesto floreado, ela desembainhou a adaga de cristal do sítio onde ele tinha nas suas costas. Trazendo a arma até à cara dele, ela sorriu como um tubarão.
- Estavas a planear usar isto contra mim? Merda, devia de ter mantido o sutiã e as cuecas vestidas, assim tu poderias tê-los cortado. Isso teria sido escaldante.
Ele só podia piscar os olhos, mas o ódio que o consumia devia ser perceptível, porque ela fez aquela merda da rotina do beicinho.
- Oh, vá lá, Jim… temos que manter as coisas apimentadas na cama. Faz os casais aproximarem-se. Li isso num artigo qualquer no Facebook.
Jesus Cristo, esta puta é…
- Okay, então sem telefone, alguma hipótese de o teres deixado com a tua miúda? Porque isso seria tão conveniente, não fazes ideia como.
Endireitando-se, ela foi até à mala novamente e tirou de lá um iPhone. Depois de marcar, coloca o objecto na orelha.
Quando a chamada foi atendida, ela disse sombriamente:
- Olá, Sissy.
Os olhos dela fixaram-se nele enquanto ele tentava lutar contra às barras inexistentes que o mantinham no chão.
- Penso que precisas de me ver.
Jim cerrou os dentes e lutou com tanta força que os seus ossos doíam, e a única coisa que aconteceu foi o lenço de papel no cinzeiro mover-se ligeiramente.
- Penthouse. Hotel Freidmont, no centro… Vou deixar a recepção saber que te espero. Porquê? - Os olhos dela semicerraram-se. - Porque o Jim está a chegar aqui a qualquer momento, e eu acho que já chega de palhaçadas. Precisas de ver isto com os teus próprios olhos. E antes que perguntes, não, não é uma armadilha. De facto, aposto contigo em como Jim te disse que tinha que sair esta noite, não foi? Por isso, arrasta o teu rabo até aqui e sê a mulher forte que eu sei que queres ser.
Devina terminou a chamada e abanou a cabeça com espanto.
- Tu estás tão danado agora, não estás? Mas não podes dizer nada, não podes fazer nada. Sabes, eu devia de ter tentado atropelar-te com o meu Benz semanas atrás. Isto é tão bom para o nosso relacionamento.
Ela atirou com o telemóvel de volta para a mala e olhou para o corpo dele de cima a baixo.
- E agora, uma mudança de roupas.
Com um aceno da mão dela, ele ficou nu, os seus tecidos a desmaterializarem como fumo com a brisa de ar fresco.
E depois, algo horrífico aconteceu.
Uma onda de náusea atingiu-o bem no estômago, que foi seguida de uma estranha vertigem, uma que parecia afectar a sua cabeça e o seu corpo.
- Santa… merda - suspirou Devina. - Eu sou mesmo boa como o milho.
Demorou um segundo para Jim perceber o que ela estava a fazer. Oh… Foda-se…
- Tenho que te permitir alguns movimentos. Não quero parecer morta. - Ela redireccionou um olhar para o cinzeiro… e subitamente ele podia, se tentasse a sério, levantar a cabeça cerca de dois centímetros da carpete. - Para além disso, quero que admires a minha obra de arte.
Jesus Cristo, não…
Ele havia-se tornado na Devina. Ele tinha o corpo nu dela e o cabelo dela, as suas longas pernas, aqueles malditos sapatos.
Não! Gritou ele sem fazer qualquer som.
- E agora, o meu disfarce.
Num piscar de olhos… ela tornou-se nele. Tudo, desde os seus ombros largos às suas pernas pesadas.
- O que é que achas? - Ela pergunta com a voz dele. - Devemos de nos lembrar disto para o Halloween, não achas?


E o que acharam ein? Aiiiiii meu coração....

Obrigada uma vez mais Nighshade.

Beijão fofo e até a próxima Sombra....

*Nasan

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Nasan na area!

Saudações Amantes da Irmandade,

Sim, estou aqui!! Bem, antes de mais queria pedir desculpas por só agora aprovar comentários, responder a e-mails e afins. É que fiquei sem portátil e já o tenho de volta. Ou seja, ele começou aquecer muito, a bloquear bastantes e pufff, pouco ou nada podia fazer.
Contudo o problema foi resolvido, era a ventoinha que estava hiper mega suja, e então o meu bebe aquecia e desligava-se.

Irei tentar responder a todos os e-mails, desculpem esta ausência. Assim que finalmente estiver tudo organizado, irei tentar estar mais presente e com ideias meio crazys.

Sei também que ainda tenho o video para fazer do encontro da IAN em Lisboa. Como referi o meu portatil estava meio estupido e eu não conseguia fazer nada.

Será que poderiam dar algumas sugestões de musica para o vídeo? Se sim, deixem em comentário meus amores.

Beijo fofo

*Nasan

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Sinopse: The Chosen

Olá pessoal!!!

Tudo bem? Como podem ver pelo título do post já tive acesso à sinopse do livro The Chosen através do site Goodreads, por isso vim-vos entregar a tradução. ;)


----V.P.----
A Irmandade da Adaga Negra teve uma grande vitória em relação à Sociedade Minguante, mas a ameaça ao seu modo de vida está sempre presente e a vida para a irmandade é tão caótica como sempre. Xcor, uma alma torturada e um membro do grupo rival à irmandade, está em custódia a aguardar para ser batido e interrogado. Eles acreditam que ele é uma grande ameaça, mas a Layla sabe a verdade.

Apesar de ela ter acabado de dar à luz dois filhos, pensamentos sobre o Xcor consumem-na. Ele apaixonou-se pela Layla, mas ambos sabem que é impossível estarem juntos, a não ser que a irmandade dê a Xcor uma chance para ele provar o seu valor. A sua conecção pode acabar com a vida de agonizante solidão do Xcor ou destruir tudo o que a Layla tem de importante.


----V.O.----
The Black Dagger Brotherhood has won a major victory over the Lessening Society, but the threat to their way of life is ever-present and life for the brotherhood is as chaotic as ever. Xcor, a tortured soul and a member of the brotherhood’s rival group, is in custody waiting to be beaten and interrogated. They believe he is a major threat, but Layla knows the truth.

Although she has just given birth to two infants, thoughts of Xcor consume her. He has fallen in love with Layla, but they both know it is impossible to be together unless the brotherhood gives Xcor a chance to prove himself. Their connection could end Xcor’s lifetime of agonizing loneliness or tear apart everything Layla holds dear.
----

Que acharam da sinopse pessoal? Por algum motivo parece-me ter uma pitada de novela mexicana. xD

Estou a brincar... Mas acho que vai ter drama a dar com o pau... Vamos lá ver o que sai daqui e como é que isto acaba... Será que as minhas "previsões" vão dar certo, ou será que o tiro foi tão ao lado que foi parar ao espaço sideral?... :P

Por hoje é tudo.

Até à próxima publicação,
Sunshine ;)

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

The Chosen - Capa e excerto

Olá pessoal!!!

Tudo bem?

Viram a ligação que partilhei na página de facebook do blog mais cedo?

Se não, hoje encontrei um excerto do 15º livro da Irmandade da Adaga Negra que chegará às livrarias (em INGLÊS) a dia 4 de Abril de 2017 juntamente com a capa americana do livro.

O excerto pode conter SPOILERS para quem não leu o THE BEAST!!! (Que ainda não saiu em Portugal e que ainda não fomos avisadas da sua eventual chegada cá, mas se for como os outros lá para Fevereiro deve sair [previsão minha, nada definitivo]) Por isso se não querem spoilers é só ver a capa e desaparecer daqui. :)

Na minha opinião, ela não é tão "espectacular" como as outras, mas coise...

E cá está ela: 


O livro ainda não tem sinopse (já fui procurar em mais que um sítio) mas no site em que veio a capa, também veio um pequeno excerto... (Para quem tem estado desatento, ou não se lembra, este livro vai ser mais focado no Xcor e na Layla).

E vamos lá ao que interessa, está bem? ;)

Já aviso que na versão original o texto por vezes está escrito de uma maneira mais "antiga" que eu provavelmente não vou conseguir passar para aqui... (Desculpem)

----V.P.----

Ele nasceu numa noite de inverno, durante uma histórica tempestade de inverno. Nas profundezas de uma cave húmida e suja, à medida que ventos gelados ameaçavam o ventre de terra, a fêmea que o carregava tinha gritado e sangrado para o trazer ao mundo o filho que o Irmão da Adaga Negra Hharm lhe tinha exigido.

Xcor tinha sido quebrado. O primeiro dos seus muitos males e, por ventura, o único que não foi por sua culpa. E ele tinha sido querido... até a sua cara emergir.

Os seus defeitos físicos ofuscou até o triunfo do seu sexo, e dessa forma, o seu progenitor entregou-o ao cuidado do seu eu recém-nascido à sua mahmen como uma maldição, uma punição pela sua incapacidade de gerar uma prole adequada.

E esse foi o início da sua história... que o tinha levado até ali.

Noutra cave. Numa outra noite de Dezembro. E tal como no seu nascimento, o vento uivava para cumprimentá-lo, apesar que desta vez, foi um recobro de consciência em oposição uma expulsão para a vida independente que o acordou.

Tal como uma cria recém-nascida, ele tinha pouco controlo sobre o seu corpo. Incapacitado estava ele, e isso teria sido verdade mesmo sem as correntes e as barras de metal que estavam a presos sobre o seu peito, as suas ancas, as suas coxas. Máquinas, em discrepância com o ambiente rústico, apitavam atrás da sua cabeça, monitorizando a sua respiração, frequência cardíaca e pressão arterial.

A Irmandade da Adaga Negra estava a mantê-lo vivo... para o poderem matar.

E à medida que o seu cérebro começava a funcionar de baixo do seu crânio, enquanto os pensamentos finalmente se aglomeraram e formaram pensamentos racionais, ele recordou-se da série de acontecimentos que o colocaram a ele, o líder do Bando dos Bastardos, na custódia do que tinha sido seu inimigo: um ataque que lhe foi feito por trás, uma queda que provocou uma concussão, um AVC ou algo semelhante que o tornou propenso e em suporte de vida à mercê, não existente, dos Irmãos.

Xcor recobrou a consciência uma ou duas vezes durante o seu cativeiro, mas a conexão na sua arena mental tinha sido insustentável por grande períodos de tempo.

Isto era diferente. Ele conseguia sentir a mudança dentro da própria pele. O quer que fosse que tinha sido danificado tinha finalmente sido curado. Ele tinha voltado da paisagem enevoada que não era nem-vida-nem-morte.

Mesmo com os seus olhos fechados, ele não podia fingir estar inconsciente para sempre.

- ... o que me preocupa de verdade é o Tohr.

O final de uma frase proferida por um macho entrou no seu ouvido como uma série de vibrações, e a tradução delas estava com atraso. Mas o nome...

- Nah, ele é rijo. - Houve um som de um arranhar suave seguido do cheiro rico a tabaco. - E se ele falhar, eu estarei lá.

A voz profunda que tinha falado primeiro ficou seca. - Para o acorrentar de volta na linha... ou para o ajudar a assassinar o pedaço de carne?

O Irmão Vishous... sim, era ele quem era... rio-se como um assassino em série. - Que visão fodidamente sombria tens de mim.

Era de estranhar que eles não se intendessem melhor, pensou Xcor.

Mas, mais uma vez, a Irmandade e os Bastardos tinham estado em lados diferentes do reinado de Wrath. Na verdade, a bala que o Xcor tinha colocado na garganta do líder por direito da raça vampírica tinha sido um evento clarificador quando se tratava de afiliações.

Desde aquela altura, contudo, tinha existido uma força de contrária que intercedeu no seu destino.

A imagem que lhe veio à mente foi de uma fêmea alta e esbelta com as vestes brancas de uma das Escolhidas da Virgem Escrivã. O seu cabelo loiro ondulava a baixo dos seus ombros e arrastavam-se na brisa gentil, e os seus olhos eram da cor de jade, e o seu sorriso era uma bênção que ele nada tinha feito para merecer.

A Escolhida Layla tinha mudado tudo para ele, remodelando a Irmandade de alvo para tolerável, de inimigo para um inclino co-existencial no mundo.

Ela tinha tido mais efeito na sua alma negra que toda a gente que tinha aparecido antes dela, evoluindo-o uma distância maior num espaço de tempo mais curto do que ele alguma vez teria pensado possível.

- Eu quase que quero que o Tohr apareça aqui e o despedace. Ele ganhou esse direito.

O Irmão Vishous praguejou. - Todos nós ganhamos. Traidor de merda. A parte mais difícil disto vai ser garantir que haja alguma coisa que sobre no final para o Tohr ter.

E aqui estava o problema, pensou Xcor por trás das suas pálpebras fechadas. A sua evolução era desconhecida aos seus antigos inimigos... e a única maneira de sair deste cenário mortífero seria revelar o amor que ele tinha encontrado com uma fêmea que não era dele, nunca tinha sido, e nunca irá a ser.

Mas ele não iria sacrificar a Escolhida Layla por ninguém.

Nem mesmo para se salvar a si próprio...

Excerto retirado do The Chosen (A Escolhida) da J.R. Ward.
----

Para quem quiser ver a versão original encontra-se neste site:

http://www.ew.com/article/2016/08/10/excerpt-jr-ward-chosen-exclusive

Isto demorou, mas consegui traduzir tudo hoje. Nem sequer estava à espera de ter "notícias" tão cedo, mas gostei do que saiu. xD

E por hoje é tudo pessoal!!!

Até à próxima publicação,
Sunshine  ;)

sábado, 6 de agosto de 2016

Uma carta da J.R. Ward - Primeira Newsletter

Olá pessoal!!!!

Tudo bem?

Desculpem o atraso.... 

Dia 26 de Julho recebi a primeira Newsletter da Ward onde ela mandou uma carta a falar sobre como se lembrou da série The Bourbon Kings e como a história foi criada... O segundo livro da série, The Angels' Share, foi também publicado passado dia 26 de Julho e teve direito a evento dia 30 de Julho. 

E porque é que eu não coloquei isto mais cedo? (Perguntam vocês)

A resposta é simples... Na altura em que me mandaram o e-mail estava a stressar porque os meus pais me iam buscar a França e tiveram uma avaria no carro em Espanha... E para compensar o carro só iria ficar pronta na sexta... e eu estava no local de estágio a "ananhar" e stressar e não tinha cabeça para mais nada... Depois lá a coisa se resolveu e estive em viagem e só voltei a casa na terça feira desta semana (2 de Agosto). Depois foi uma questão de arrumar as tralhas, estar um pouco bom os bichinhos, apanhar uns pokemons que eu já queria fazer isso há quase um mês e não podia!!!! Ir à Viagem Medieval em Terras de Santa Maria também é um must todos os anos para o pessoal daqui...

Ou seja... Estive ocupada e/ou sem cabeça para traduzir...

MAS!!! Depois de acabar de escrever a minha fanfic de Twilight (processem-me se se atreverem!!!) finalmente coloquei mãos à obra... E aqui está o resultado:


----V.P.---

Uma carta da J.R. Ward:


Eles conquistaram-me com o lago dos lírios….

O ano era algo a norte de 1980, mas definitivamente a sul dos noventas. Eu tinha doze? Treze? E era uma viciada em Dynasty*. A partir do final da primeira temporada quando a primeira mulher de Blake apareceu no tribunal (apesar de a cara dela não ser mostrada) até ao confronto matriarcal da Joan Collins nos episódios seguintes, eu estava completamente agarrada: as grandes ombreiras (vestuário), as jóias enormes, os segredos obscuros e as deslealdades… eu não conseguia ter o suficiente. Mais alguém se lembra quando o Adam pintou aquele escritório com motivos náuticos e os vapores fizerem o Jeff ficar maluco?

De qualquer modo, Alexis e Krystle acabaram no lago dos lírios, as duas mulheres abastadas e bem vestidas (uma a ex-mulher e a outra a mulher actual do Blake Carrington) atacaram-se uma para a outra como dois lutadores dentro de uma jaula, brincos perdidos na água, roupas arruinadas, o cabelo como perucas de Halloween. Foi espectacular.

Passaram-se anos… décadas também… e eu transitei da profissão de advogada para escritora a tempo integral. A Irmandade da Adaga Negra apareceu na minha cabeça, e eu escrevi também as outras séries. A vida era boa!

Eu também me mudei para sul da linha Mason-Dixon e fui exposta a todos os tipos de coisas e tradições Sulistas… incluindo o bourbon. E a fabricação do bourbon.

Algures no meio do caminho, os meus Rice Krispies# começaram a mostrar-me coisas. Elas eram imagens de uma família em desordem, onde as funções de toda a gente foram alteradas, e as fundações da sua identidade como aristocracia Americana foi abalada até ao fundo. Ao ver aquilo desenrolar-se na minha cabeça, ocorreu-me que dramas familiares mereciam um retorno, e eu lembro-me de tentar “vender a ideia” à minha editora quando ela me veio visitar. Ele ficou um pouco surpreendida porque não era paranormal, mas ela viu o potencial e foi muito encorajadora.

A série The Bourbon Kings está muito na onda da Dynasty, mas é moderno e relevante para os dias de hoje. Afinal, alguns dos conflitos na série de TV que eram tão chocantes naquela altura seriam corriqueiros agora, e uma das coisas que adoro nos livros (The Bourbon Kings e The Angels’ Share) é o quão fortes e independentes as personagens femininas são. Estas histórias são também muito sinuosas e com grandes reviravoltas na sua trama. Enquanto estou a fazer o rascunho, estou muitas vezes de queixo caído porque no instante eu penso que conheço uma determinada pessoa, saltam-lhe as rolhas e tornam-se noutra pessoa diferente! Eu espero que dêem uma oportunidade a estes livros se ainda não o fizeram; eu certamente diverti-me imenso a escreve-los. E se gostam de romance e suspense, e de serem imersos na vida Sulista, então esta série é mesmo para ti!

Melhores cumprimentos,
J.R. Ward

*Dynasty – série de televisão americana produzida pela emissora ABC, sendo transmitida de 1981 a 1989. Podem consultar mais sobre a série aqui: Dynasty wikipédia
#Rice Krispies – quadrados de cereais e marshmallows que é vendido nos EUA

-----

---V.O.---
A Letter from J.R. Ward:
They had me at the lily pond. . . .

The year was something north of 1980, definitely south of the nineties. I was twelve? Thirteen? And I was a Dynasty addict. From the end of the first season where Blake’s first wife appeared in court (though her face wasn’t shown) to Joan Collins’ matriarchal smackdowns of subsequent episodes, I was all in: the big shoulder pads, the enormous jewels, the dark secrets and double dealings—I just couldn’t get enough. Does anyone else remember when Adam painted that office with nautical stuff and the fumes made Jeff go nuts?

Anyway, Alexis and Krystle ended up in the lily pond, the two well-dressed, wealthy women (one the ex-wife, the other the current wife of Blake Carrington) locked on each other like a pair of cage fighters, earrings lost in the water, clothes ruined, hair like Halloween wigs. It was awesome.

Years passed—decades, too—and I transitioned from being a lawyer to writing full time. The Black Dagger Brotherhood showed up in my head, and I wrote other series, too. Life was great!

I also moved south of the Mason-Dixon line and was exposed to all kinds of Southern things and traditions . . . including bourbon. And bourbon making.

Somewhere along the way, my Rice Krispies started showing me things. They were images of a family in turmoil, where everyone’s role got shifted around, and the very foundations of their identity as American aristocrats were rocked to the core. Seeing it roll out in my head, it occurred to me that family dramas deserved a comeback, and I remember pitching the idea to my editor when she was down visiting me. She was a little surprised because it wasn’t paranormal, but she saw the potential and was very encouraging.

The Bourbon Kings series is very much in the Dynasty vein, but it’s modern and relevant to today. After all, some of the conflicts in the TV show that were so shocking back then would be dated now, and one of the things I love about the books (THE BOURBON KINGS and THE ANGELS’ SHARE) is how independent and strong the females are. These stories are also very twisty and turny with the plotting. As I’m drafting, I am often slack-jawed because the instant I think I know a given person, they corkscrew on me and become someone else! I hope you’ll give these releases a try if you haven’t already; I certainly have a blast writing them. And if you like romance and suspense, and being immersed in Southern life, then this really is the series for you!

Best,
J.R. Ward 

---

Eu ainda estive a cuscar a ver se havia uma transcrição do evento de lançamento, mas até agora nada.... Por isso tão cedo não devo ter nada para vocês... :/ 

Houve, há uns tempos, um zun zun de que, a partir de Setembro, iria haver mais bocadinhos da vida do quotidiano da Irmandade e do Lassi. Espero que seja verdade, porque assim teríamos "docinhos" enquanto esperamos pelos novos livros, não é verdade?

Bem, por hoje é tudo e eu vou tentar dormir porque, apesar de ser domingo, acho que amanhã vou ter que acordar cedo para ir para casa dos meus avós...

Por isso...

Fiquem bem e até à próxima publicação,
Sunshine ;)