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quinta-feira, 28 de abril de 2016

Num certo e determinado quarto da mansão by Ward

Olá pessoal!!!

Espero que esteja tudo bem convosco. Sei que é quinta e que ontem deviam estar à espera do "extra" que a Ward dá às quartas, mas só saiu há 9 horas atrás e eu preciso de dormir, então só vi agora de manhã... E tentei traduzir tudo antes de ter que ir trabalhar, ou seja demorei 3 horas a traduzir... Isto porque a blogger estava a empancar e eu acabaca de traduzir um paragrafo e tinha que esperar uns 5 min para ele aparecer e ver se tinha feito asneira... -_- (pelo menos deu-me tempo para tomar o pequeno-almoço)

Para quem ainda não viu, o encontro em Lisboa, com apoio e participação da Leya já foi marcado, os detalhes até agora podem ser consultados AQUI!

Aviso aos corações mais sensíveis, que a partir deste ponto não me responsabilizo por qualquer derretimento que possa acontecer nos vossos corações. :P

Isto foi escrito pela Ward, colocado na página do facebook da Ward, eu só traduzi para vocês. Agora que estão avisados vamos lá começar com a "festa". ;)

---V.P.---
Quarta feita da fatia da vida!

O som era o que um teclado faria se pudesse falar e colocar uma questão: uma interrogação suave, parte choramingo com uma pitada de exigência.

Zsadist abriu os olhos, instantaneamente alerta. O quarto estava completamente escuro, o que é o que
queres quando a luz do sol te pode matar e são 3 horas da tarde. No passado ele teria agarrado primeiro na sua arma... espera, a palma dele já estava de baixo da almofada e a agarrar na Glock.

Relaxa, besta, disse para si mesmo. Respirando fundo, ele estimulou a parte lógica do cérebro para passar por cima da glândula suprarrenal com todos os tipos de "estás seguro e em casa" e "nenhum alarme foi disparado" e "volta a respirar fundo, cabrão".

Ao lado dele, a sua shellan, Bela acordou, e sim, ela começou a sair da cama a bambalear, a resposta maternal normal que coloca uma fêmea a dirigir-se às suas crias mesmo antes de estar consciente.

- Eu trato dela. - disse ele enquanto apanhava a mão dela e a puxava para se voltar a deitar. - Foste tu que te levantaste da última vez.

A Bella bocejou com força e o seu maxilar estalou. - Isso vou há seis meses atrás. Quando ela teve dores de barriga.

-Podia ter sido há dez anos atrás. Eu não quero que faças isto sozinha.

A gargalhada que chegou até ele era amor no ar. - Tu és fantástico.

-Eu chamo-te se precisar de reforços. 

Levantando-se do colchão, ele atravessou a carpete grossa. Mesmo que a Nalla agora esteja no quarto ao lado, a partir da altura em que ela deixou de dormir no berço, ele começou a usar boxers para dormir. Isso requeriu algum tempo de habituação, mas ele não se sentia confortável se a porta entre as suites estivesse destrancada e as suas partes baixas estivessem à solta.

A maçaneta estava quente e as dobradiças não fizeram qualquer som quando ele abriu a porta. O cheiro do quarto fazia-o sorrir. Coisas doces, coisas de menina, como shampoo de morango e bonecas que cheiram a flores e lençóis com cheiro a alfazema. A luz também era rosa e brilhava a cima da estante que estava cheia de volumes finos que continham mais imagens que palavras. 

Nalla estava sentada e a pestanejar como se não conseguisse ver nada, os seus enormes olhos amarelos desfocados, o seu cabelo multicolorido por todo o lado, o que lhe fez lembrar uma salada mista.

No momento em que ela se apercebeu da presença dele ela virou-se e estendeu-lhe os braços. - Papá?

Ele foi até ela, sentou-me e puxou-a para um abraço apertado. - Que se passa, minha nalla?

O seu corpo era tão gigante que ele se sentia como se ocupasse toda a cama, mas à medida que ela se aconchegava no peito dele, ele sentiu-se bem em relação ao seu peso. Ele queria ser tão grande como o caralho de uma montanha por ela. Ele queria ser o Monte Evarest com uma boca cheira de laminas dentadas, com punhos do tamanho de carros e com um arsenal de armas de categoria militar nos ombros, ancas e cochas.

- Outro pesadelo? - ele sussurrou À medida que alisava o cabelo dela. - Outra vez do homem sombra?

- Porquê? - ela choramingou enquanto acenava com a cabeça.

Ele não sabia, mas se ele conseguisse entrar nos sonhos dela e caçasse o cabrão? Não haveria mais pesadelos, nunca mais.

- Estou aqui. Agora estás a salvo.

Deus, ela era tão pequena. Aquilo aterrorizava-o. E à medida que ele olhava à volta do quarto, ele desejava que ele que eles estivessem num bunker# a 1,6 quilómetros de baixo da terra. Tinha havido alturas em que ele se sentia vulnerável antes, mas depois da Bella ter dado à luz, e ambas terem sobrevividos? Ele atravessaria o Inferno para as proteger.

Antes de ele se aperceber, ele tinha começado a cantar, mas ele não iria conseguir dizer a ninguém o que tinha cantado.  Contudo, o seu corpo estava a embalar um bocadinho e a Nalla estava aninhada  no seu peito.

Ele não sabia ao certo quem é que ele estava a acalmar. Se a ele, ou à filha dele.

****************************

A Bella já não conseguia aguentar mais. Não havia mais sons preocupados, nem pedidos de socorro do seu hellren, nada além do silêncio do monitor e do resto da casa. A última coisa que ela queria é que o Zsadist sentisse que ela pensasse que ele não conseguia lidar com a situação. Porque ele podia.

Era apenas... bem, era mãe-zite. Ela precisava de saber que tudo estava bem.

Saindo de baixo dos lençóis, ela atravessou a carpete. Ela estava a usar uma das t-shirts enormes do Z, e a coisa chegava à ponta dos seus joelhos e dos cotovelos apesar de ser de manga curta e se ajustar perfeitamente ao dono. 

A Nalla foi relocada para a porta ao lado há seis meses atrás para que eles pudessem ter alguma privacidade, e a pequena tem sido uma campeã. Mas de vez em quando… 

A Bella abriu a porta e parou na entrada. E com uma onda de calor, ela soube, como em tantos outros momentos, que aquilo que ela via do outro lado do quarto da pequena era uma coisa que ela se iria lembrar até o dia da sua morte. 

A cama de dossel cor-de-rosa, cheia de folhos, que era a cama da Nalla era demasiado exagerada, e demorou algum tempo para que tanto ela com o Z se habituassem a ela. Mas quando mencionas uma noite na Última Refeição que estás a pensar relocar a tua filha para uma cama de menina crescida? E a Irmandade estava no campo de audição da coisa? Aquela cambada de tios completamente encantandos que vestem calças de couro, usam botas de guerra, carregados de armas e com excesso de testosterona tornam-se em putas do Pottery Barn* e Bed, Bath and Beyond*. Em 24 horas, o Fritz estava a descarregar mais caixas da carrinha que os aviões da companhia UPS transportavam pelo país.

E sim, é como se uma garrafa de Pepto-Bismol+ tivesse explodido, mas a cara da Nalla iluminou-se no segundo que ela entrou no quarto, e o esquadrão de Tios Babados, Fogo, que era assim que eles se chamavam a eles próprios, derreteram-se em poças de Irmãos.

Na cama, o Z estava com a Nalla no colo, os seus músculos inchados a formar uma jaula à volta do seu corpo pequeno, a cabeça rapada até ao crânio estava baixa, a sua cara cicatrizada composta em linha de amor profundo.

“...make me happpppy.... when skies are gray...”

A sua mão da adaga, calejada da guerra, gentil do amor, afagava as mechas multicoloridas que estavam  a nascer em massa.

“...you’ll never knoooooooow, dear...”

E a sua voz. Aquela voz, Deus, aquela voz. Tão clara como cristal, com graves mais fundos que o oceano e com agudos mais elevados que os ceus, era o tipo de voz que transformava o teu corpo num diapasão mesmo que não tivesses qualquer aptidão para a música.

“...how much I looooooove you...”

Nós fizemo-la, ela pensou enquanto olhara para ele. Aquela criatura preciosa e maravilhosa contra ti? Nós fizemo-la juntos.

“...so please don’t taaaake my sunnnnnshine awaaaaaay...”

Ele olhou para cima nessa parte e sobressaltou-se um bocado com a surpresa. E apareceu uma expressão tímida na cara dele... o que era tão Z. Até com ela, ele não gostava de ser apanhado desprevinido. Mas ela não ficava ofendida com isso. As defesas dele tinham sido erguidas duramente das maneiras mais degradantes e brutais possíveis, e ela sempre lhes deu espaço para respirar e relaxar. E elas sempre baixavam perto dela e da Nalla.

A Bella soprou-lhe um beijo e esboçou com a boca as palavras que não estavam só no seu cérebro, como também no seu coração e na sua alma.

Eu.

Amo-.

-Te.

E depois ela saiu do quarto, deixando estar o pai e a filha. Voltando para a sua cama de acasalada, ela esticou-se no lado dele e colocou a cara na almofada que cheirava ao aftershave dele. Fechando os olhos, ela sentiu-se mais rica que cem mil reis.

Mais uma vez, quando tens a tua família por perto? Era muito mais valioso que qualquer mina de diamantes, mais ressonante que qualquer sinfonia, mais bonito que todos os amanheceres que irão alguma vez acontecer

*Finito*

#abrigo subterrâneo usado na 2º guerra mundial
*cadeias de lojas tipo AKI nos Estados Unidos
+ remédio cor-de-rosa que ajuda com doenças de estômago

---V.O.---
Slice of Life Wednesday!

The sound was what a question mark would make if keyboards could talk: a soft inquiry, part whimper with a little demand kicked in.

Zsadist opened his eyes, instantly hyper-aware. The bedroom was pitch black- which was what you wanted when sunlight could put you in your grave and it was three in the afternoon. And in the past, he would have gone for his weapon first- wait, his palm was already under his pillow and gripping his Glock.

Chillax, freak, he told himself. Taking a deep breath, he fired up the logical part of his brain and overrode his adrenal gland with all kinds of “you’re home and safe” and “there are no alarms going off” and “take another breath, asshat.”

Beside him, his shellan, Bella stirred, and yup, she went to get out of bed with a shamble, the classic Mom response that had a female up and moving to their young before she was even conscious.

“I’ve got her,” he said, catching her hand and tugging her back down. “You got up last time.”

Bella yawned hard, her jaw cracking. “That was like six months ago. When she had stomach trouble.”

“It could have been ten years before. I don’t want you to do this alone.”

The laugh that came over at him was love in the air. “You are amazing.”

“I’ll call for back-up if I need it.”

Popping off the mattress, he stalked across the thick carpet. Even though Nalla was in the room next door, ever since she’d transitioned out of her crib, he’d taken to wearing boxers to bed. It had required some getting used to, but he just didn’t feel comfortable with his junk all over the place if the door was unlocked between the suites.

The knob was warm and the hinges let out no sound as he opened things up. The scent in the room made him smile. Sweet things, girlie things, like strawberry shampoo and dolls that smelled like flowers and lavender dryer sheets for the laundry. The light was pink, too, glowing over there by the bookcases that were full of thin-spined tomes that had more pictures than words.

Nalla was sitting up and blinking like she wasn’t seeing anything, her huge yellow eyes unfocused, her multi-colored hair all over the place, reminding him of a tossed salad.

The instant his presence registered, she turned and held her arms out. “Daddy?”

He came over and sat down and pulled her in tight. “What’s going on, my nalla?”

His body was so enormous that he felt as though he took up the whole damn bed, but as she came up against his chest, he felt good about his heft. He wanted to be big as a f**king mountain for her. He wanted to be Mt. Everest with a mouth full of serrated blades, sporting fists the size of cars and carrying an arsenal of military-grade weapons off his shoulders, hips and thighs.

“Another bad dream?” he whispered as he smoothed her hair. “More of the shadow man?”

“Why?” she whimpered as she nodded.

He didn’t know, but if he could get into her dreams and hunt the motherf**ker down? No more nightmares, ever.

“I’m here. You’re safe now.”

God, she was small. It terrified him. And as he looked around at the room, he wished that they were in a bunker a mile underground. There had been times when he’d felt vulnerable before, but after Bella had given birth and the two of them had survived? He would walk through Hell to protect them.

Next thing he knew, he was singing, but he couldn’t have told anyone what it was. His body was swaying slightly, however, and Nalla was nestling in closer.

He wasn’t sure who he was soothing. Himself or his daughter.

****************************

Bella couldn’t stand it any longer. There were no more worrying sounds, no distress flares from her hellren, nothing but quiet from the monitor and the rest of the house. And the last thing she wanted was for Zsadist to feel like she didn’t think he could handle things. Because he could.

It was just... well, it was Mom-itis. She needed to know all was well.

Slipping from between the warm sheets, she crossed the carpet. She was wearing one of Z’s huge t-shirts, and the thing tickled the tips of her knees and bagged at her elbows even though it was a short sleeve and easily tuckable on him.

Nalla had been moved next door so that they could get some privacy about six months prior, and the little girl was a champ. But every once in a while...

Bella opened things and stopped in the doorway. And with a rush of warmth, she knew, like so many other moments, that what she saw across the little girl’s room was something she would remember to her dying day.

The pink canopied, feast of frills that was Nalla’s bed was so over the top, it had taken both she and Z some getting used to. But when you mentioned at Last Meal one night that you were thinking about moving your daughter into a big girl bed? And the Brotherhood was in ear shot? That bunch of leather pants-clad, sh*tkicker wearing, gun toting, testosterone over-loaded besotted uncles turned into Pottery Barn and Bed, Bath and Beyond whores. Within twenty-four hours, Fritz was pulling more boxes in from the van than most UPS planes carried across country.

And yup, it was like a bottle of Pepto-Bismol had exploded, but Nalla’s face had lit up the second she’d come in, and the squadron of Loving Uncles, Damnit, which was what they called themselves, had melted into puddles of Brothers.

On the bed, Z sat with Nalla in his lap, his bulging muscles forming a cage around her tiny little body, his skull-trimmed head lowered, his eyes closed, his scarred face composed in lines of deep love.

“...make me happpppy.... when skies are gray...”

His dagger hand, calloused from war, gentle from love, stroked those multi-colored curls that were coming in in droves.

“...you’ll never knoooooooow, dear...”

And his voice. That voice, God, that voice. As clear as a crystal, with lows deeper than an ocean and highs taller than the heavens, was the kind of thing that turned your body into a tuning fork even if you were not musically inclined.

“...how much I looooooove you...”

We made that, she thought as she stared at him. That precious, amazing creature against you? We made that together.

“...so please don’t taaaake my sunnnnnshine awaaaaaay...”

He glanced up at that point and jerked in surprise a little. Then there was a shy expression on his face- which was so him. Even with her, he didn’t like to be caught unawares. But she didn’t take any offense in that. His defenses had been hard-earned in the most demeaning and brutal of ways, and she always gave them space to breathe and relax. And around her and Nalla, they always did.

Bella blew him a kiss and mouthed the words that were not just in her brain, but in her heart and her soul.

I.

Love.

You.

And then she backed out, leaving sire and daughter be. Returning to her mated bed, she stretched out on his side and put her face into the pillow that smelled like his aftershave. Closing her eyes, she felt richer than a hundred thousand kings.

Then again, when you had your family close by? That was more priceless than any diamond mine, more resonant than any symphony, more beautiful than all the sunrises that would ever be.

*Finis*

Copyright c J. R. Ward, 2016
----

E então? Gostaram tanto como eu? Derreteram até virarem poças como os irmãos? :3
Eu mal comecei a ler, no telemóvel e na cama, porque faltava 1 hora para o despertador tocar (sim, pessoal, tenho acordado uma hora antes do despertador... *suspiro*) entrei em modo fangirling. E continuei até agora... Tudo tão cute!!!!

Agora vou-me, que já estou no trabalho, apesar de de momento não ter nada para fazer porque já acabei as tarefas que me deram enquanto ia acabando a tradução.

Fiquem bem e até à próxima publicação,
Sunshine ;)

quarta-feira, 5 de março de 2014

Cenas Eliminadas




Bom dia!

Bem-vindos à quarta-feira de Cinzas.

Segundo a tradição à volta da minha gruta, hoje o diabo anda à solta!
Pois anda, mim foi trabalhar… He he he

Tinha planos para deixar meio mundo invejoso com as festividades carnavaleiras, contar-vos como dancei e me diverti, mas não. Mim ficou na gruta a aturar crias malvadas com genes peçonhentos direcionados para a tortura de mães lindas e maravilhosas (eu). O morcegão pouco ou nada presta para estas coisas de domar e, como não ajuda, atrapalha e é mais um para a festa do desespero. Como é Carnaval, ninguém leva a mal.

A novela da minha vida continua com os personagens do costume: a vítima (eu), os maus (crias), os cúmplices dos maus (morcegão), a boazona (eu, outra vez), o interesse amoroso (mi Micas), o patrão usurpador e tirano (Nasan), as testemunhas do desastre (vocês todos).

No meio dos gritos e gritas, comecei, mas não concluí, a tradução de mais uma cena eliminada dos livros. Desta vez, Zsadist é protagonista. Falta de ar… falta de ar… Preciso de respiração boca a boca… Se o Z estiver indisponível, chamem o Qhuinn… E, antes que perguntem, não, não fui ver ao livro as diferenças e semelhanças (tinha planos para fazer isso, mas furaram…).

Segundo a Ward, esta cena não é, realmente, uma cena eliminada. É uma cena que foi altamente alterada/editada para poder integrar o livro. Na altura, achou-a demasiado violenta. Considera boa a versão final, mas acha esta melhor (a original).

Amanhã - se não houver mudanças de planos - vou voltar ao livro 'marelo.


Boas leituras.
Beijos bons.


Cena Eliminada
Do Livro de
Zsadist

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

CENAS CORTADAS (Phury)



Eu estou a avisar que vai haver sarilhos neste blogue!

Ai vai, vai.

O mamífero não se impõe e depois os visitantes das bloguices acham-se no direito de fazer exigências…

Como é? (eu já de asas nas ancas, pronta para a peixeirada)

Ai não dizem nada? É com o medo, não é?

Pois, meus amigos… Se depois de hoje me voltarem a chamar de preguiçosa, calaceira e desocupada… para além de terem razão, dizem a verdade, mas não publiquem isso que fica mal…
A chefa Nasan anda a ver se me corre por justa causa (nem sei de que está à espera! Cada vez que aqui publico é causa justa de despedimento!) e eu sou morcego com crias, renda de gruta para pagar… é verdade que não pago luz, mas água, gás e tv cabo tem de ser.
Se podia viver sem isso? Podia, mas prefiro que sejam os outros a passar por esse tipo de necessidades.
Também é verdade que não gasto em roupa nem em calçado e que roubo fruta nas árvores… Com o salário que tenho só podia ser assim! Aliás, com os salários que se pagam neste país, não sei como não anda tudo nu e a recorrer à via do surripiar para sobreviver!...

E então, que trago eu hoje?
O epílogo do livro do Phury que nunca chegou a entrar no dito.

Por razões alheias à minha pessoa, resolveram cortar este bocadinho que aqui trago. Na minha opinião, foi a maior asneira que podiam ter feito, porque é uma passagem muito querida. Sei que a maior parte dos leitores ficou com uma péssima ideia do Phury, eu também. No entanto, a partir do livro do Tohr, a imagem dele vai em rota ascendente. Ao reler o Insider’s Guide a figura dele foi ganhando força e nesta altura é dos meus vampiros de top.

Não, não chega para destronar a minha troika (QVZ)… mas é um vampiro fantástico. É, pois.

Escusado será dizer que tomei algumas liberdades para a coisa fazer sentido em português, que é uma tradução livre feita à pressão e blá, blá, blá…

Beijos bons.



CENA CORTADA

Epílogo do livro de Phury


segunda-feira, 10 de junho de 2013

Father Mine - Epílogo

Dia de Portugal, de Camões, das comunidades portuguesas e do fim da história de Zsadist. *pranto*
Nada de desanimar, nem de ficar triste!
Pensem assim, a segunda-feira começa terça – o que já é bom – e eu amanhã volto com coisas fixes – o que é muito bom – e prometo que nos havemos de divertir à brava – o que é ótimo!
Quanto à Alex, cheira-me que os fins de semana dela são violentíssimos. Pois, correm rumores que anda a fazer vida noturna ao mais alto nível. O Blay mandou-me uma mensagem, preocupadíssimo, porque se consta que ela anda a passar muito tempo com o Zypher. Não sabem quem é? É um daqueles vampiros novos com maus fígados, mas de aspeto salivante que, no mínimo, é da família do Rhage: não há fêmea que lhe escape… não sei porquê…
Querida Alex, deixa o inimigo em paz, sua traidora!
Não me venhas com tretas de que o estás a tentar converter.
E não, passar o dia com ele no quarto sabe-Deus-a-fazer-o-quê não é avaliar o inimigo. É taradice!
Olha, o V diz para ires ao chinês comprar velas e que deixes de rir como uma idiota!

Dedicado a toda a gente que, neste momento, queria estar no lugar da Alex. (mim!mim!)


Epílogo

Seis meses depois…

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Father Mine - Capítulos 10.2 e 11


O dia está murcho :(
Temos que o arrebitar :D

Hoje há capítulo e meio o.O
Porque malta quer ler :/

Desejo-vos boas leituras <3
Para a semana voltamos a ver-nos :P

Beijos bons! ;)





Capítulo 10 – 2ª Parte



Z armou-se e desmaterializou-se no lado oeste da cidade, num pedaço de floresta morta no interior rural.
A clareira ficava quinze metros mais à frente, perto de um ribeiro, mas em vez de ver um lugar vazio entre os pinheiros, ele visualizou uma construção pequena de madeira com telhado de lata.
O que via na mente era tão nítido como as árvores à sua volta e as estrelas do céu noturno: A construção fora erguida rapidamente pela sociedade dos minguantes e tinha caráter temporário. No entanto, o que fizeram lá dentro foi uma questão permanente.
Atravessou a clareira, os gravetos do chão da floresta restolhavam por baixo das botas, recordando-lhe o fogo de uma lareira.
Mas os pensamentos não tinham nada de calmo nem de aconchegante.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Father Mine – Capítulo 10 – 1ª Parte

E, com a brincadeira, a semana já vai a meio.
E antes que me crucifiquem por não pôr o capítulo todo, tenho que vos comunicar que me esqueci de acabar de o traduzir (Há gente burra todos os dias!...). Pus-me a fazer outras coisas – todas para pôr aqui – e estava tão entretida e a rir-me sozinha que não me lembrei que o tinha deixado a meio.


Relativamente ao trabalho morCeGueiro, vou continuar com o Insider’s Guide, mas vou selecionar as melhores partes (quer pela informação, quer pelo lindo que são). Mas isso é conversa para outra altura, porque há pormenores a explicar.

Também estou a pensar em juntar estas histórias que estou a traduzir num ficheirito macaco para o disponibilizar a quem quiser... A ver vamos no que isto vai dar...

Este capítulo é dedicado à Nasan com votos de melhoras da cria!


Capítulo Dez


De volta à mansão da Irmandade, Z pôs-se a uma das janelas do seu quarto e olhou para baixo para o terraço e para os jardins das traseiras. O pulso ardia do laser, mas a dor não era muita.
- Não estou surpreendido com isto, - disse. – Bem, tirando o facto de ter gostado do médico.
Bella aproximou-se por trás dele e colocou-lhe os braços à volta da cintura.
- Era um bom homem, não era?
Ao permanecerem juntos, havia muita dúvida a flutuar no quarto. Infelizmente ele não tinha nenhumas respostas. Tinha confiado na remoção das tatuagens como se isso, de alguma maneira, fosse fazer tudo melhorar.
Mas isso não aconteceu, como se as cicatrizes da cara não fossem permanecer.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Father Mine - Capítulo 9

E se ainda estão interessadas no Father Mine, eis o capitulo seguinte (dez páginas!... Haja fôlego!)


Capítulo Nove


O Dr. Thomas Wolcott Franklin III tinha o segundo melhor consultório no complexo do Hospital St Francis.
No que dizia respeito a qualidade administrativa de bens imobiliários, a ordem hierárquica determinava os lucros, e como chefe de dermatologia, T.W. só estava abaixo de um outro chefe de departamento.
É claro que o facto de o seu departamento ser tão lucrativo era porque ele “se vendia”, como alguns académicos tradicionalistas afirmavam. Sob a sua supervisão, a dermatologia não só se encarregava de lesões e cancros e queimaduras, como também de patologias dérmicas crónicas como psoríase, eczema e acne, e tinha também uma subdivisão exclusivamente dedicada à cirurgia estética.
Liftings faciais. Liftings de sobrancelhas. Aumentos mamários. Lipoaspiração. BotoxRestylane. Uma centena de outros melhoramentos. O modelo de saúde era privado e praticado em moldes académicos, e os clientes ricos adoravam o conceito. A maior parte vinha da Grande Maçã… inicialmente, faziam a viagem por causa do anonimato, tinham tratamentos estéticos fora do círculo apertado da comunidade de cirurgiões plásticos de Manhattan, mas depois faziam-no pelo estatuto. Fazê-lo em Caldwell estava na moda e, graças a isso, apenas o chefe de cirurgia Manny Manello tinha uma melhor vista do consultório.
Bem, a casa de banho privativa de Manello até tinha uma banheira em mármore, não era só mármore nas bancadas e nas paredes, mas quem é que quer saber disso?
T.W. adorava as vistas. Adorava o consultório. Adorava o seu trabalho.
O que era bom, porque os dias começavam às sete da manhã e acabavam às… verificou as horas… quase às sete da tarde
No entanto, nessa noite, já deveria ter saído. T. W. tinha jogo de raquetebol todas as segundas à noite no Country Club de Caldwell… por isso estava um pouco confuso por ter concordado em ver agora um paciente. Não sabendo bem como, disse que sim e pediu à secretária que encontrasse um substituto para o jogo, mas ele jurava pela própria vida que não sabia como é que isso tinha acontecido.
Retirou uma folha de agenda impressa do bolso do peito do casaco branco e abanou a cabeça. Logo depois das sete horas estava o nome B. Nalla e cosmética laser. Caramba, não se lembrava de como tinha sido marcado, nem quem o fez, nem quem lhe tinha dado as referências…. Mas nada ia para a agenda sem a sua autorização.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Father Mine – capítulo 8

Ui! Ficou tudo bravo com a publicação de ontem! E com uma imaginação espantosa…
E continuo a ser eu quem sabe o que se passou… *riso muito malandro*
Prometo que se se portarem bem, volto a publicar o spoiler sem aquelas omissões horríveis e numa versão alargada.
Mas têm que se portar muuuuuuito bem…
Hoje, temos mais uma dose de Zsadist (Coisa linda e fofa!) para alegrar um bocadinho o vosso dia e recarregarem baterias para enfrentarem a vida.

Até amanhã.
Boas leituras.
Beijos bons.




Capítulo Oito

Assim que Zsadist abriu a porta do berçário, verificou outra vez se a camisa estava decentemente enfiada nas calças.
Caramba, adorava o cheiro do quarto. Inocência com aroma a limão era o que lhe chamava em pensamento. Doce como uma flor, mas sem ser enjoativo. Puro.
Bella apertou-lhe a mão e levou-o ao berço. Rodeada de fitas de cetim maiores do que ela, Nalla estava virada de lado, com os braços e as pernas muito apertados, os olhos muito fechados como se estivesse diligentemente a fazer de tudo, tudo, tudo para dormir.
No instante em que Z olhou para o berço, ela mexeu-se. Fez um barulhinho. A dormir, estendeu a mão, mas não na direção da mãe, mas na dele.
- O que é que ela quer? – Perguntou como um idiota.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Father Mine - Capítulo 7 - segunda parte

Ai que já é segunda!

O fim de semana passou a correr tanto que, quando fui a ver, o gajo já ia ao fundo da estrada! Sinto-me roubada do meu direito ao descanso! Sim, porque se me dessem folga, eu andava com ela ao pescoço a exibi-la! E para ma tirarem, tinham de passar por cima do meu lindo e amoroso cadáver!

Bom, há que arrebitar e arranjar motivos de interesse para se iniciar mais uma semanita, certo? Imagino um Z meiguinho à minha espera para quando regressar do trabalho… ou um Qhuinn…. E agora dizem vocês: mas esta estúpida diz que trabalha e está a enfiar coisas na net? E ainda por cima a ter pensamentos pecaminosos? Há de trabalhar, há de...

Já chega de paleio e vamos ao que interessa. Hoje temos o que faltava do capítulo 7 que, para quem anda distraído, acabou com uma interrupção fantástica de Nalla a chorar baba e ranho.


Boa segunda-feira e ótimas leituras!


Capítulo Sete – Segunda Parte


Bella sentiu a ereção de Z murchar e sabia bem que não tinha sido por já ter ejaculado. Ele conseguia fazê-lo quatro ou cinco vezes numa sessão – e isso numa noite normal, não depois de um período de seca de meses e meses.
- Desculpa, - disse ela do berço a olhar por cima do ombro, a sentir-se dividida a quem acudir.
Zsadist prendeu-lhe o rosto com as mãos ligadas e virou-a para ele.
- Toma conta da cria que eu fico bem.
Não havia sombra de censura nem nos olhos nem na voz. Na verdade, nunca houve. Nunca se ressentiu de Nalla; se havia algo em demasia nele era a capacidade de se auto sacrificar.
- Eu vou…
- Demora o tempo que precisares.
Saiu da cama e foi até ao berço. Nalla estendia as mãozinhas e acalmou-se um bocadinho… especialmente quando pegaram nela.
Certo. Fralda molhada e fome.
- Eu não me demoro.
- Não te preocupes. – Z voltou a deitar-se nos lençóis de cetim negros, a cara das cicatrizes já não estava faminta, o corpo calmo e não tenso.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Capítulo Sete – Primeira Parte

Sinto-me frustrada com os meus contactos e pesquisas interneteiras. Quase todos os dias vasculho a rede em busca de novidades. Eu só queria um spoilerzito de alguma coisa, mas nada! Ninguém sabe de nada!
No entanto, quero fazer inveja ao pessoal, contente ou infeliz, dependendo de terem ou não Feiras do Livro. Na minha gruta há feiras do livro e do papel todos os dias!... E feiras da ladra também. O meu morceguinho mais velho quer-me vender os livros que tem para comprar outros, alega que o morcego mais pequeno um dia vai querer lê-los e que eu só tenho de abrir os cordões à bolsa… Pois sim… O morcegão pai, que anda em arrumações, despejou a estante dele há duas semanas e organiza a papelada no meio do chão da gruta. Resumindo e concluindo, o pequeno quer as coisas do pai, o irmão quer que ele queira as coisas dele, eu quero que arrumem tudo, que ninguém mexa em nada do que é meu e que não me peçam dinheiro.
Aaaaaaai!
E coisas fixes?
Temos uma anachiva (que deve ser a ex-A ex-ex-Anónima… digo eu!) para desejarmos as boas vindas.
E temos mais Z e Bella! (e só faltam mais 5 ou 6 pedacinhos)


Dedicado às gloriosas amantes de Z (eu xD)!

Capítulo Sete – Primeira Parte

Eram quase cinco da tarde quando Z acordou finalmente como deve ser. Era bom estar na própria cama. Não era tão bom ter uma perna engessada. Rebolando, abriu os olhos e olhou para Bella. Ela estava acordada e a fitá-lo.
- Como te sentes? – Perguntou ela.
- Bem. - Pelo menos fisicamente. O resto, a mente e as emoções eram uma questão em aberto.
- Queres comer alguma coisa?
- Sim. Daqui a pouco.
O que ele queria mesmo era ficar deitado e olhar para os olhos da sua shellan durante um bocado.
Bella deitou-se de costas e olhou para o teto.
- Estou contente por termos falado, - disse ele. Por muito que odiasse o passado, ele faria qualquer coisa para que ela não o deixasse e se isso significava ter uma conversa, ele havia de tagarelar até ficar mudo.
- Eu também.
Ele franziu o sobrolho, apercebendo-se do distanciamento.
- Em que estás a pensar?
Depois de uns instantes, ela perguntou baixinho.
- Tu ainda me queres?
Ele teve que acordar à sério. Ela não podia estar mesmo a perguntar…
- Meu Deus, claro que te quero como minha shellan. Só de pensar que me podias deixar é…
- Digo sexualmente.
Ele pestanejou, a pensar na ereção obscena da noite anterior… só por a ver tirar a toalha.
- Como não?
Ela voltou a cabeça para ele.
- Tu não te alimentas e não me procuras… bem, eu também não, mas o que eu quero dizer…
- Nalla precisa mais de ti agora.
- Mas tu também… pelo menos a minha veia. – Ela abanou a cabeça percorrendo-lhe o corpo com os olhos – Se te tivesses alimentado bem, tinhas partido a perna? Se calhar, não.
- Não sei. Caí um andar… em cima de vidro.
- Vidro?
- Um candeeiro.
- Deus…
Fez-se um longo silêncio, e ele questionou-se acerca do que ela queria que ele fizesse. Será que lhe estava a abrir uma porta para…? A simples perspetiva de sexo acordou-lhe o corpo como se ele fosse um gongo e ela lhe tivesse batido com uma força dos diabos.
Mas Bella ficou onde estava. E ele ficou onde estava.
À medida que o silêncio se estendia, ele pensou em como estavam perto da rutura. Se não fizessem nada para reatar…
Através dos lençóis, pegou-lhe na mão e trouxe-a de volta para o seu corpo.
- Eu quero-te – disse, e colocou-lhe a mão na sua ereção. Com o toque, deixou escapar um gemido e rolou os quadris, empurrando-se contra a mão.
- Ó, caramba… tive saudades tuas…
Envergonhou-se quando viu que Bella parecia surpreendida e fê-lo pensar no momento em que a tinha visto na casa de banho de toalha. Quando ela parou e se viu ao espelho, ela estava a inspecionar o corpo, apercebeu-se ele agora… procurava defeitos que não existiam. E ao vê-lo tapou-se logo, não porque não quisesse atrair-lhe as atenções, mas porque duvidava conseguir fazê-lo.
Ele moveu a mão dela para cima e para baixo do seu membro.
- Estou desesperado para te tocar outra vez. Em todo o lado.
Ela aproximou-se por baixo dos lençóis.
- Estás?
- Como não? Tu és a fêmea mais perfeita que eu já vi.
- Mesmo depois de…
Lançou-se rapidamente para a frente e pressionou os lábios contra os dela.
- Especialmente depois de. – Afastou-se para puder ler-lhe os olhos. – Tu estás tão bonita como quando te vi pela primeira vez no ginásio há tantos dias e noites atrás. Naquela altura fizeste-me parar o coração… imobilizaste-o simplesmente no meu peito. E agora também mo paras.
Ela pestanejou rapidamente e ele beijou-lhe as lágrimas.
Bella… se eu soubesse, eu tinha dito dito qualquer coisa… feito alguma coisa. Parti do princípio de que sabias que nada tinha mudado para mim.
- Desde que Nalla apareceu, está tudo diferente. O ritmo das minhas noites e dos dias. O meu corpo. Tu e eu. Por isso pensei…
- Toca-me, - gemeu, arqueando-se para ela. – Toca-me e ficas a saber… Ó Deus.
Ela tocou-o, pois. Envolveu-o com as duas mãos e acariciou-o para cima e para baixo, a percorrer o duro comprimento.
- Está bom assim? – Sussurrou.
Ele só conseguiu dizer que sim com a cabeça e gemer. Com ela a segurá-lo daquela maneira, envolvendo-o com as mãos, a acariciá-lo, o cérebro tinha-se mais ou menos desligado.
- Bella…
Estendeu as mãos ligadas e parou.
- Merda de gaze…
- Eu tiro-tas. – Pressionou os lábios contra os dele. – E depois podes pôr as mãos onde quiseres…
- Foda-se.
Veio-se. Assim. Em vez de se sentir decepcionada, Bella riu-se naquele tom grave e gutural de fêmea que sabe que vai ter sexo com o seu macho.
Ele reconheceu o som. Adorou-o. Sentiu-lhe a falta. Precisava de ouvi…
Do outro lado do quarto, Nalla lançou um grito de aquecimento que depressa se elevou num choro a plenos pulmões de eu-quero-a-minha-mahmen- AGORA.


É o que dar arranjar crias! He he he
Ai, como eu os entendo...

terça-feira, 21 de maio de 2013

Father Mine - Capítulo 6

Tenho sono.
Quero dormir.
Quero férias!
Quero livros novos.
Queria esganar os da Casa das Letras.








Capítulo Seis

[A primeira parte deste capítulo podem lê-lo em Na Sombra do Amor. Z está a ser tratado e pediu a Bella para não o deixar.]


- Estou aqui.
Sim, mas por quanto tempo?
O pânico que sentia agora fê-lo recordar a noite do parto… tinha estado no terreno com Vishous, a investigar o rapto de um civil. Quando chegou a chamada da Dr. Jane, deixou V como a um vício e desmaterializou-se no jardim da mansão, levando tudo à frente desde a entrada até ao túnel. Todos, shellans, doggens e até Wrath, saíram-lhe da frente para não serem transformados em pinos de bowling.
Em baixo, no centro de treinos, neste mesmo quarto, encontrou Bella deitada na mesma maca onde ele hoje estava. Entrou a meio de uma contração e teve que assistir ao corpo de Bella a imobilizar-se como se uma mão gigantesca a estivesse a esmigalhar o ventre. Quando a dor abrandou, ela inalou profundamente, depois olhou para ele e ofereceu-lhe um sorriso fraco. Como ela se esticou para ele, arrancou as armas e deixou-as cair ao chão.
- Mãos. – Ladrou a Dr. Jane. – Lava as mãos antes de vires para aqui.
Ele acenou com a cabeça e foi diretamente às pias com os pedais. Ensaboou bem os braços até a pele brilhar num cor-de-rosa Barbie, enxugou-as com um pano azul cirúrgico e correu para a beira de Bella.
As mãos tinham-se apenas tocado quando a contração seguinte a atravessou num rugido. Bella espremeu-lhe a mão até a partir no aperto, mas ele não se importou.
Sempre a fitá-la enquanto se debatia, ele teria feito qualquer coisa para lhe tirar as dores… naquele momento teria alegremente cortado os tomates. Não podia acreditar que tinha sido ele a pô-la naquele sofrimento.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Father Mine – Capítulos 4 e 5


Elá! Até me assustei com a quantidade de comentários!
E tudo de adoração aos dois lindos?
Até consegui convencer a Viviana a ler?!
Cruzes, Credo!
Ok... Para a semana vou ter mesmo que pensar no vosso caso, certo?
Já vos disse alguma vez que as comentadoras deste blogue são do melhor que há?
Exigentes… mas espetaculares!
Obrigada a todas.

Para já, e porque esperaram muito, vêm aí dois capítulos do Father Mine. Haja fôlego.
E só não fiquei no capítulo quatro, porque os vossos instintos assassinos haviam de chegar a mim e transformavam-me num morCeGuinho morto… lindo, mas morto… e eu não posso viver sem mim…

Para todas as comentadoras passadas, presentes e futuras.




Capítulo Quatro


Havia muitas coisas boas em ser mãe.
Ter uma criança no colo e embalá-la até adormecer era sem dúvida uma delas. Dobrar as suas pequeninas roupas também. E dar de mamar. E vê-la a olhar para ti feliz e cheia de admiração quando acaba de acordar.
Bella mudou de posição na cadeira de baloiço do berçário, aconchegou o cobertor por baixo do queixo da filha e deu-lhe um carinho na bochecha.
Uma das coisas más da maternidade era a intuição feminina que ficava completamente amplificada.
Sentada na segurança da mansão da Irmandade, Bella sabia que alguma coisa não estava bem. Apesar de saber que estava em segurança e o berçário parecer um saído de um artigo intitulado “A Família Perfeita Mora Aqui”, era como se uma corrente de ar atravessasse o quarto a cheirar a bicho morto. E Nalla também se tinha apercebido. A criança estava anormalmente quieta e tensa, os olhos amarelos abstratos como se à espera que um barulho se calasse.
O problema com a intuição ligada ou não à maternidade era, como é óbvio, o ser uma história sem palavras, nem localização temporal. Apesar de preparar as pessoas para as más notícias, não havia nomes nem verbos para acompanhar a ansiedade, também não havia data nem hora. Assim, ela sentava-se com a ameaça encostada à nuca como um pano molhado e frio, o cérebro tentava racionalizar porque é a única coisa a fazer. Talvez a Primeira Refeição não lhe tivesse caído bem. Talvez fosse só ansiedade a flutuar à vontade dela.
Talvez…
Diabo, talvez a pressão no estômago não fosse sequer intuição nenhuma. Talvez fosse por ter tomado uma decisão que não lhe caía bem.
Era capaz de ser isso. Depois de ter pensado e esperado e preocupado e tentado arranjar uma maneira de resolver os problemas com o Z, tinha de ser realista.
Ela confrontou-o… E não obteve resposta que prestasse do lado dele.
Nem “quero que ambas fiquem”, nem “eu vou tratar disto”.
O que lhe disse foi que ia sair e lutar.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Father Mine - 3


Estava eu com uma bebedeira de sono que mal conseguia abrir os olhos, quando entro no blogue e me deparo, com surpresa, com coisas babanto-salivares. Isto está cheio de novidades!
Para maior espanto, descubro que anda tudo viciado em Qhuinns e Blays!
Mas, o que se passa com esta gente?
Onde arranjaram eles tal vício pernicioso?
Quem foi que os desencaminhou a todos?
Qual o desgraçado que os arrancou do bom caminho e os fez enveredar por essas vias pecaminosas?

He he he… Até me passou o sono e tudo!


E como hoje é segunda-feira, vamos a mais um capítulo da nossa novela. Desta vez vai dedicado ao(s) comentador(es) anónimo(s). Este Anónimo está-me a dar a volta à cabeça, porque não sei se são vários ou se é sempre o mesmo. A partir de agora, identifiquem-se: ponham Anónimo 2000 Turbo, ou Anónimo-Não-Alcoólico, sei lá! Qualquer coisa assim…

Anónimo isto é para ti e para os outros todos!

Beijos e votos de uma excelente semana. (Amanhã tenho uma surpresa para a chefe Nasan)


[Recordando:
Bella fica em casa frustrada
e Z sai frustrado de casa para ir à vida de luta]


Capítulo 3

A casa estava afastada do caminho de terra e a área coberta de arbustos e árvores finas e despenteadas de folhas castanhas. O desenho daquilo era uma mistura de vários estilos arquitetónicos, o único elemento em comum é que todos tinham sido mal reproduzidos: tinha um telhado tipo Cape Cod, mas só tinha um andar como um rancho; tinha pilares no alpendre da frente ao estilo colonial, mas os paneis eram de plástico como uma roulotte, estava disposta no terreno como um castelo, mas possuía a nobreza de um caixote do lixo furado.
Ah, e estava pintada de verde.
Aquilo devia ter sido construído por alguém da cidade com mau gosto há vinte anos atrás, na esperança de recomeçar uma vida de agricultor e cavalheiro. Agora estava tudo a cair, exceto a porta de aço inoxidável, brilhante e reforçada como uma daquelas que se espera encontrar num hospital psiquiátrico ou numa prisão.
E as janelas estavam vedadas com tábuas de dois por seis.
Z agachou-se atrás da casca podre do que já tinha sido uma Trans Am de 92 e esperou que as nuvens no céu se juntassem e tapassem a lua para ele poder avançar.
Do outro lado do relvado de ervas daninhas e da estrada de gravilha, Rhage escondia-se atrás de um carvalho.
Era a única árvore suficientemente grande para esconder o gajo.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Father Mine - 2


Hoje é uma quinta-feira gloriosa!
Rejubilemos.

Para que fique registado para a posteridade, o Plano de Incentivo à Leitura deste blogue está surtir efeitos surpreendentes. Estamos todos muito mais cultos na área literária e tarado-sexual. Sim, sim… diz que sim…

Em especial para as comentadoras apaixonadas Alex Nason, Saraa, denise (que devia estar a estudar), Cláudia, margarida ladeira e PRINCIPALMENTE à Viviana Pereira para ver se deixa de querer bater no meu Z!

Tadinho do meu Z, só lhe faltava ter mais uma a querer dar-lhe porrada!


Father Mine - Capítulo 2



À medida que Zsadist acorda em pânico, tenta acalmar a respiração e descobrir onde estava, mas os olhos não ajudavam. Estava tudo escuro… ele estava envolvido numa escuridão densa e fria, independentemente do esforço que fazia para ver, não conseguia. Podia estar num quarto, ou no terreno… numa cela.
Ele já acordara assim muitas, muitas, muitas vezes. Durante cem anos, como escravo de sangue, ele acordava numa cegueira de pânico a imaginar o que lhe iriam fazer e quem lho iria fazer. Depois de liberto? Os pesadelos provocavam-lhe o mesmo.
Tanto num como noutro caso era uma merda. Quando era propriedade da Senhora, preocupar-se com o quem, o quê e quando não o ajudou em nada. O abuso era inevitável, quer estivesse para cima ou para baixo na plataforma. Era usado até ela ou os seus garanhões estarem saciados; depois era deixado de qualquer forma, degradado e a gotejar sozinho na prisão.
E agora, com os pesadelos? Acordar no mesmo terror que tinha quando era escravo só validava os horrores passados que o subconsciente insistia em fazer emergir.
Ao menos… pensou, estava a sonhar.
O verdadeiro pânico atingiu-o à medida que ponderava que escuridão se impunha sobre ele. A escuridão da cela? Ou a escuridão do seu quarto e da Bella? Não sabia. Ambas pareciam iguais quando não havia pistas visuais para decifrar e apenas com o som do bater do coração nos ouvidos.
A solução? Tentar mover os braços e as pernas. Se não estivessem presos, se não tivessem correntes, era só mais uma vez um estrangulamento mental, o passado a chegar até ele através do lixo do cemitério das suas memórias a apanhá-lo com as suas mãos ossudas. Enquanto pudesse mexer os braços e as pernas pelos limpos lençóis, estava bem.
Os braços. As pernas. Precisava de os mexer.
Mexe.
Ó, Deus… mexe, caralho.
Os membros não mexiam e na paralisia do corpo as garras da verdade rasgavam-no. Ele estava na escura e húmida cela da Senhora, acorrentado, de costas, as grossas algemas de ferro a manterem-no na plataforma. Ela e os amantes viriam outra vez por ele, e fariam com ele o que bem entendessem, manchando-lhe a pele, sujando-o por dentro.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Plano de Incentivo à Leitura - Father Mine - Capítulo 1

Boa segunda-feira!

O morCeGo está a colocar um anúncio: precisa de um(a) escravo(a) para lhe tratar da gruta e das crias!
O morCeGo quer sopas e descanso e não está a conseguir!

E como tristezas não apagam dúvidas, vou ser feliz e continuar com o afamado Plano de Incentivo à Leitura.
Por sugestão da Sara, trouxe-vos o Father Mine. (Beijinhos, Sara)
Se alguém tiver mais sugestões, ou preferências, deixe-as num comentário, ou mandem um e-mílio ao morCeGo.

Quem já conhece, que releia numa versão altamente portuguesa.
Quem não conhece, e não sabe o que está a perder, aproveite!

Entretanto, se conhecerem algum doggen, escravo, Irmão desocupado... avisem-me.

Para já, Bella e Zsadist estão na ordem do dia. (até estou nerbosa... ai o meu Z...)




Father Mine [Meu Pai] - Capítulo 1




- Então, Bela está com bom aspeto.
Na bancada da cozinha da Irmandade, Zsadist agarrou numa faca, juntou uma alface e passou-lhe a lâmina em intervalos regulares.
- Sim, está.
Ele gostava da Dr Jane. Diabo, estava em dívida para com ela. Mas tinha que se lembrar de ter modos: era muito mau arrancar-lhe a cabeça à dentada, não só porque era a shellan de um Irmão como também por ter sido ela quem tinha salvo o amor da sua vida de se esvair em sangue na sala de partos.
- Tem recuperado muito bem, nestes dois últimos meses.
A Dr Jane observava-o da mesa do outro lado, a sua mala tipo Marcus Welby, MD perto da sua mão fantasma.
- E Nalla está a crescer. As crias de vampiro evoluem muito mais depressa que os bebés humanos. Cognitivamente é como se tivesse nove meses.
- Estão ambas a ir bem.
Continuou a cortar, movendo a mão para cima e para baixo, para cima e para baixo. Do outro lado da lâmina, as folhas saiam em tiras verdes como se estivessem felizes por estarem livres.
- E como é que te estás a dar com isto de seres pai…
- Foda-se!
Deixando cair a faca, praguejou e ergueu a mão que estava na alface. O corte era fundo, até ao osso, e o sangue era vermelho à medida que jorrava e escorria pela pele.

sexta-feira, 8 de março de 2013



LOVER AT LAST – SPOILERS FRESQUÍSSIMOS







            A partir de hoje, a autora vai oferecer uma citação diária do seu nome livro. Eu não quis acreditar quando ela publicou isso. Mas ainda quis acreditar menos quando topei isto e “fotografei”. Fiz a tradução em menos de 3 minutos... Deve estar linda, deve!







- Zsadist! Zsaaaaaaaaaaaaadist!
O grito percorreu todo o caminho através da relva azul brilhante até ao terraço, uma figura solitária disparou em direção à neve numa corrida desenfreada. Muita gente gritou a Bella em resposta, mas ele duvida que ela tenha ouvido alguma coisa.
- Zsaaaaaaaaaadist!
Mal ela ficou ao alcance, Blay agarrou-a imediatamente (…) E, ó, Deus, ele jamais esqueceria a expressão dela… era mais terrível que qualquer atrocidade de guerra que já tivesse visto, como se ela estivesse a ser esfolada viva, tão certo como os braços e as pernas dela tivesse sido cortados e arrancados às tiras e pedaços da sua própria carne estivessem a ser descascados…



            (tradução livre, apressada e nervosa de morCeGo)


Agora estou patareca a olhar para isto e não sei o que hei de dizer. O meu coração não vai aguentar tanta espera!

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Elenco da Irmandade continuação....

Saudações Amantes da Irmandade,

e voltamos de novo ao nosso elenco, deixo-vos aqui as actrizes/cantoras/modelos mais votadas para as nossas queridas, Marissa, Bella e Wellesandra


Diane Kruger como Marissa


Evangeline Lilly como Bella



Isla Fisher como Wellesandra





Até a próxima sombra....

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Nova Sondagem: Qual a tua fêmea preferida?

Viva amantes da Irmandade!

Nova sondagem para os melhores fãs do mundo. Que fêmea preferem? Respondam na sondagem do lado direito do blogue, por favor.


Até a próxima sombra...

sábado, 19 de maio de 2012

Desenhos enviados...

Saudações amantes da Irmandade,
deixo-vos os desenhos enviados pela nossa querida fã Verónica Silva.