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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Beijo de Sangue - Gostinho #1

É certo e sabido que não iremos ter cá o Legado, contudo, e porque somos um pouco sádicas [na minha humilde opinião, são influências de Vishous... só naquela], teremos pequenas traduções gentilmente cedidas pela nossa estimada Nightshade. Porém não se iludam, não será todo o livro, nada disso! Será um capitulo ou outro, nada seguido e basicamente irá manter-se no formato do IMMORTAL.
Não teremos dias para os "gostinhos" e devido a vida movimentada na Nightshade, pode até acontecer publicar-se este capítulo=gostinho e mais nenhum.

Digo e repito! NÃO será uma tradução completa do livro, mas sim capítulos que mais chamaram a atenção da nossa colega. 

Vamos lá, esperemos que gostem.



Legado da Adaga Negra

Beijo de Sangue

Capítulo 1

Casa de Audiências do Rei, Caldwell, Nova Iorque

Algumas graduações aconteciam em privado.
Alguns desses marcos importantes da próxima fase da vida não tinham nem chapéus, nem capas académicas, não tinham uma orquestra a tocar com pompa e circunstância. Não havia palco para atravessar ou diploma para pendurar na parede. Não havia testemunhas.
Algumas graduações eram marcadas pela simplicidade do quotidiano, o «nada de especial», como uma pessoa a carregar no pequeno botão azul do canto inferior direito de um ecrã de computador da Dell. Uma acção mundana feita muitas vezes numa semana, num mês, num ano, mas que, numa instância em particular, uma grande divisão entre o antes e o depois de uma ocorrência.
Enquanto Paradise, filha de sangue de Abalone, Primeiro Conselheiro de Wrath, filho de Wrath, pai de Wrath, Rei de todos os vampiros, se recostava na sua cadeira de escritório, ela olhava para o ecrã, agora negro, que estava à sua frente. Incrível. A noite porque tanto esperou estava quase aí.
Na maioria das últimas oito semanas, o tempo havia passado devagar, mas nestas últimas duas noites, as coisas tinham sido mudadas e viradas para modo de catapulta. De repente, depois de ter sofrido sete mil horas à espera que a lua subisse, ela sentia-se como se quisesse que as coisas abrandassem novamente.
O primeiro emprego dela era agora coisa do passado.
Olhando através da secretária, ela muda de sítio o telefone da secretária um centímetro… depois, coloca-o novamente aonde tinha estado. Ela endireita a libelinha de vitral do candeeiro Tiffany. Confere se as canetas azuis estão num compartimento e as vermelhas no outro. Passa a sua palma pelo mata-borrão livre de pó e o topo do monitor.
A sala de espera estava vazia, as cadeiras de seda desocupadas, as revistas colocadas em ordem nos lados das mesas, as bebidas servidas pelos doggen para aqueles que haviam aparecido todas limpas.
O último civil tinha saído cerca de trinta minutos atrás. O amanhecer chegaria dentro de duas horas. No fim de tudo, era um final normal de uma noite de trabalho árduo, tempo de ela e o pai voltarem para casa para desfrutarem de uma refeição cheia de conversa e planos e respeito mútuo.
Paradise inclinou-se para a frente e olhou em volta das arcadas da sala de espera. As portas duplas, onde dantes davam entrada ao que tinha sido a sala de jantar da mansão, estavam fechadas.
Sim, apenas uma noite normal, excepto pela não-normal reunião que ali estava a acontecer: Logo após a saída do último civil, o seu pai havia sido chamado para o gabinete de audiências e aquelas portas haviam sido fechadas.
Ele encontrava-se ali com o Rei, e dois membros da Irmandade da Adaga Negra.
- Não faças isso comigo - disse ela. - Não me tires isto de mim.
Paradise levantou-se e andou em redor, reendireitando as revistas, recompondo as almofadas, parando em frente duma pintura a óleo de um rei Francês.
Regressando às arcadas, ela olha para os painéis fechados da sala de jantar e ouve o bater do seu coração.
Levantando as mãos, ela apalpa os calos das suas palmas. Eles não surgiram do trabalho que fez para o seu pai e a Irmandade nos últimos dois meses, a organizar horários e a identificar potenciais problemas, resoluções e seguimentos dos casos. Não, pela primeira vez na sua vida, ela tem frequentado um ginásio. A levantar pesos. A correr nas passadeiras rolantes. Flexões, abdominais, elevações, máquina de remo.
Até à data, ela nem sabia que existiam máquinas de remo ou o que eram.
E era tudo para a preparação de amanhã à noite.
Assumindo que aquele grupo de machos na sala de audiências do Rei não lhe iam negar isso.
Amanhã, à meia-noite, ela é suposto juntar-se a machos e fêmeas, que só a Virgem Escrivã sabia quantos, num local secreto, onde ela ia tentar entrar para o programa de treino de soldados da Irmandade da Adaga Negra.
Era um bom plano, algo que ela tinha decidido seguir, uma oportunidade de ser independente e dar cabo de alguém e provar a si própria que era mais do que versão de luxo. O problema? Filhas de sangue da glymera, e ainda por cima de uma das famílias fundadoras, não treinavam para se tornarem soldados. Elas não manuseavam armas ou facas. Elas não aprendiam a lutar ou a defenderem-se. Elas nem sequer sabiam o que era um minguante.
Elas nem sequer interagiam com soldados.
Filhas como ela aprendiam a arte de bordar, música clássica e canto, boas maneiras, e a comandar mansões cheias de doggen. Esperava-se que soubessem o complicado calendário social de ciclos festivos, que se actualizassem com os complicados requerimentos do guarda-roupa, e saberem a diferença entre Van Cleef & Arpels, Boucheron e Cartier. Elas eram acolhidas, protegidas e cuidadas como jóias.
A única coisa perigosa que eram autorizadas a fazer? Acasalar. Com um hellren escolhido pela sua família para assegurar a santidade das linhagens de sangue.
Era um milagre o pai dela estar a deixá-la fazer isto.
Ele, certamente, não tinha concordado quando lhe havia mostrado pela primeira vez a inscrição, mas depois, ele havia mudado de opinião e tinha-a deixado inscrever-se no programa: Os ataques de há dois anos atrás, quando tantos vampiros haviam sido mortos pela Sociedade dos Minguantes, a provarem o quão perigoso Caldwell, Nova Iorque podia ser. E ela havia lhe dito que não queria sair e lutar na guerra. Só desejava saber como se defender.
No momento em que tinha exposto os termos da segurança dela? Foi quando o seu pai havia mudado de opinião.
A verdade verdadeira era que ela só queria algo que fosse dela. Uma identidade que viesse de outro lado para além do que o seu lugar de nascimento impunha.
Mais, Peyton tinha-lhe dito que não o podia fazer.
Porque ela era uma fêmea.
Merda para isso.
Paradise olhou novamente para aquelas portas fechadas.
- Vá lá…
Andando às voltas, ela acabou por sair da sala, não queria ficar muito perto de onde os machos se reuniam, como se isso fosse azarar as coisas.
Deus, o que é que falavam tanto ali?
Normalmente, o Rei saía logo após a última audiência da noite. Se ele ou a Irmandade tinham algum assunto privado ou o que fosse sobre a guerra, tudo isso era discutido na residência da Primeira Família, um local tão secreto que nem ela, nem o pai haviam sido ainda convidados a comparecer.
Então, sim, o que fosse tinha que ser sobre ela.
Regressando à área de espera, ela foi até à secretária e contou as horas em que se tinha sentado ali. Ela só tinha trabalhado ali durante dois meses, e até gostou do trabalho, até aquele momento. Na sua ausência, assumindo que ela ficaria no programa de treino da Irmandade da Adaga Negra, uma prima dela haveria de a substituir, e ela havia passado as últimas sete noites a mostrar à rapariga os procedimentos e afazeres que Paradise havia feito, fazendo com que a transição corresse de forma suave.
Sentando-se na cadeira, ela abre a gaveta do meio e tira a inscrição dela, como se isso pudesse, de alguma maneira, assegurar de que tudo ainda ia acontecer.
À medida que segurava no papel nas mãos, ela perguntou-se quem mais iria estar na orientação de amanhã… e pensou no macho que havia aparecido na casa de audiências, à procura de uma versão imprimida da inscrição.
Alto, ombros largos, voz profunda. A usar um boné de basebol dos Syracuse, e calças de ganga tão gastas que tinham de ser de trabalho.
A comunidade de vampiros era pequena, e ela nunca o tinha visto antes, mas talvez ele fosse só um civil? Essa era outra mudança no programa de treino. Até à data, só machos da aristocracia é que eram convidados a trabalhar com a Irmandade.
Ele havia-lhe dado o seu nome, mas recusou-se a cumprimentá-la com a mão.
Craeg. Era tudo o que ela sabia.
No entanto, ele não tinha sido mal-educado. De facto, ele tinha-a apoiado com a inscrição dela.
Ele também tinha sido… cativante duma maneira que a tinha chocado, de tal forma que ela esperou semanas que ele regressasse com a inscrição. Não o fez. Talvez ele tivesse feito um scanner e enviado a coisa dessa forma.
Ou talvez, ele tinha decidido não atender ao programa.
Parecia loucura ficar desapontada por não o ter visto de novo.
Com o telemóvel dela a tocar, ela assusta-se e vai até ao objecto. Peyton. Novamente.
Ela iria vê-lo na orientação de amanhã à noite, e seria breve o suficiente. Depois da discussão que tiveram por ela se juntar ao programa, ela teve que se afastar daquela amizade.
Por outro lado, e se a Irmandade estaria a frustrar as intenções dela com o pai? Aquela indignação justa que sentiu pelo tipo ia ser um ponto desnecessário. Mas, vá lá, fêmeas podiam inscrever-se.
O problema era que ela não era uma fêmea «normal».
Pelo amor de Deus, ela não sabia o que ia fazer se o pai dela recuasse na decisão. No entanto, seguramente, a Irmandade não iria esperar até ao último momento para lhe negar um lugar.
Certo?
***
No outro lado da cidade, a shellan acasalada com o Irmão da Adaga Negra Dhestroyer, Butch O’Neal, recostou-se na sua cadeira de escritório no Sítio Seguro. Com a coisa a ranger, ela tamborila com a sua caneta Bic na anotação no calendário da Empresa OfficeMax e muda o auscultador do seu telefone para a outra orelha.
Cortando com a conversação, ela diz:
- Bem, certamente que aprecio o convite, mas eu não posso…
A fêmea no outro lado da linha não deixou escapar nada. Ela só se limitava a falar, a sua entoação aristocrática a absorver toda a rede telefónica - até que era de perguntar como é que o código postal da zona não sofria um esgotamento eléctrico.
- … e pode perceber como necessitamos da sua ajuda. Este é o primeiro festival de Baile do Décimo Segundo Mês que foi organizado desde os ataques. Como shellan de um Irmão, e membro de uma Família Fundadora, seria perfeita para presidir este evento…
Dando oportunidade para outro não, Marissa interrompe:
- Não sei se tem noção, mas eu trabalho a tempo inteiro como directora do Sítio Seguro e…
- … e o seu irmão disse que seria uma boa escolha.
Marissa ficou em silêncio.
O seu primeiro pensamento foi que era muito improvável que Havers, o médico da raça e o seu muito, muito, muito distanciado familiar próximo, a tivesse recomendado para qualquer coisa a não ser uma morte prematura. O segundo pensamento foi mais na linha de calcular… quanto tempo passou desde que tinha falado com ele. Dois anos? Três? Desde que ele a tinha expulso de casa deles, cinco minutos antes da alvorada, quando descobriu que ela estava interessada num mero humano.
Que afinal, revelou-se ser primo de Wrath e o recipiente para a lenda do Dhestroyer.
Como gostas de mim agora?, ouviu-se perguntar na sua cabeça.
- Portanto, tem que presidir o evento. - Concluiu a fêmea. Como se tivesse terminado o assunto.
- Vai ter que me perdoar. - Marissa pigarreou. - Mas o meu irmão não está numa posição em que possa proferir o meu nome para o que quer que seja, visto que não nos falamos há já algum tempo.
Quando mais nada a não ser um silêncio carregado surgiu na ligação, ela decidiu que devia ter revelado a roupa suja da sua família uns dez minutos antes: Membros da glymera deviam obedecer a certos códigos rigorosos de conduta - e expor uma rixa colossal na sua linhagem de sangue, apesar de ser bem conhecida, simplesmente era uma coisa que não se fazia.
É bem mais apropriado que outros sussurrem sobre o assunto por detrás das costas.
Infelizmente, a fêmea recuperou e mudou de táctica:
- É de importância vital, a qualquer custo, que todos os membros da nossa classe resumem os festivais…
Uma batida na porta do seu escritório levou os olhos de Marissa a olharem em redor.
- Sim?
Através do telefone, a fêmea disse:
- Maravilhoso! Poderá vir até a minha casa…
- Não, não. Alguém precisa de mim. - Marissa falou alto. - Entre.
No momento em que viu a expressão no rosto de Mary, ela praguejou. As notícias não eram boas. A shellan de Rhage era uma profissional consumada, para ela estar naquele estado? Era um problema sério.
Era aquilo sangue na camisa dela?
Marissa baixou de tom e cortou a cordialidade.
- A minha resposta é não. O meu trabalho requer todo o meu tempo. Além disso, se é assim tão apaixonada, você deveria de ficar com a tarefa. Adeus.
Atirando com o auscultador no descanso do telefone, ela levanta-se:
- O que é que se passa?
- Temos uma recém-chegada que precisa de cuidados imediatos. Não consigo entrar em contacto com a Dra. Jane ou Ehlena. Não sei o que fazer.
Marissa correu à volta da secretária.
- Onde está ela?
- Lá em baixo.
O par desceu o lanço de escadas a correr com Marissa a liderar.
- Como é que ela veio até nós.
- Não sei. Uma das câmaras de segurança apanhou-a na relva a rastejar.
- O quê?
- O meu telemóvel tocou com um alerta, e eu fui até lá com Rhym. Carregámo-la até ao vestíbulo.
Contornando o canto inferior, Marissa derrapou num dos tapetes de pêlo alto…
E parou por completo.
Quando viu as condições da fêmea que estava no sofá, ela coloca uma mão sobre a boca.
- Oh, meu querido Deus… - Ela suspirou.
Sangue. Havia sangue por todo o lado, no chão a pingar, a encharcar as toalhas brancas que pressionavam contra as feridas, a fazer poça debaixo de um dos pés da fêmea na carpete.
A rapariga foi agredida de tal forma que não havia como identificá-la, as suas feições tão inchadas, que se não tivesse cabelo comprido e uma camisa rasgada, nem se seria capaz de saber de que género era. Um braço estava, claramente deslocado, o membro pendurado de forma errada a partir do ombro… e só tinha um sapato de salto alto no pé esquerdo, as suas meias rasgadas.
A sua respiração era má, muito má. Nada a não ser um chocalho no seu peito, como se tivesse a afogar-se no seu próprio sangue.
Rhym, a supervisora, olhou através do sítio onde estava acocorada no sofá. Através das lágrimas nos seus olhos, ela suspirou:
- Não acho que ela vá viver. Como pode viver…?
Marissa teve que se recompor. Era a única opção.
- A Dra. Jane e Ehlena, estão ambas indisponíveis? - Disse ela com uma voz embargada.
- Tentei a mansão - replicou Mary. - A clínica. Os telemóveis. Duas vezes em todos os sítios.
Por um segundo, Marissa ficou aterrorizada sobre o que é que isso significaria para a sua própria vida. Estariam os Irmãos em sarilhos médicos? Estaria Butch okay?
Isso durou apenas um momento.
- Dá-me o teu telemóvel e leva os residentes para o anexo Wellsie. Quero todos lá para o caso de ter de chamar um macho.
Mary atirou-lhe o telemóvel e assentiu.
- Deixa isso comigo.
O Sítio Seguro era mesmo isto - um sítio seguro para fêmeas vítimas de violência doméstica, que vêm à procura de abrigo e reabilitação com as suas crias. E depois de Marissa passar séculos incontáveis e inúteis com a glymera, a não ser nada do que a prometida não reclamada do Rei, ela havia descoberto a sua vocação aqui, no serviço daqueles que foram abusados verbal e fisicamente, e no pior dos casos, tratados de forma horrível.
Machos não estavam permitidos de lá entrarem.
Mas para salvar a vida desta fêmea, ela iria quebrar essa regra.
Atende o teu telemóvel, Manny, pensou ela quando o primeiro toque soou. Atende o maldito do teu telemóvel…

Esperamos que tenham gostado!

*Nasan

domingo, 28 de fevereiro de 2016

EXCERTO BLOOD KISS - MAIS SPOILERS



Boas!

Aproveitando a pedalada (mim é uma ciclista do caraças…), e porque prometi coisas a umas humanas, vim cá outra vez.

Não se habituem, porque isto não é Natal todos os dias. E eu sou morcego, não sou homem. O Natal não é quando um morcego quer, é quando um morcego pode.

A primeira coisa que trago é uma mini-teoria sobre o The Beast.

Aqui o bicho pensa que há quatro personagens absolutamente interligadas: Rhage, Mary, Dragão e Virgem. Vishous viu o Rhage morrer, mas não viu a morte de Mary. Acontece que ela morrerá quando o outro se finar. Eu acho que o Vishous vê o dragão a ser chacinado e parte do princípio que é a morte do Rhage, quando, na realidade é o dragão que vai à vida. O senhor dragão depende da Virgem que, até haver notícia, anda fraquinha de ossos e debilitada. Ou ela não consegue manter a maldição, ou dá-lhe uma coisa ruim e rara chamada bondade e o Rhage livra-se do encosto.

Ai, e como é possível chacinar o bicho? Para já, a única criatura com força para isso seria o Lassiter. Para mim era ouro sobre azul (literalmente… e com brilhantes todos fashion :D). Ainda não se viu a dimensão do poder de Lassiter, apesar de se insinuar várias vezes que é épico… e eu quero tanto, mas tanto que o próximo livro seja um delicioso “O Anjo Papudo” para me contarem todos os pormenores sórdidos daquela vida catastrófica de devassidão linguística…

Aqui entramos na teoria do livro seguinte. Cheira-me que pares Layla/Xcor e Assail/ Sola vão continuar em banho-maria. E, a menos que a senhora autora atire com um bombástico Throe a seguir (livro que se chamará “O Ruim” e que eu quero taaaaaanto ler…), tem que vir o Lassiter… Também vos digo que, se me aparece um lesbiquedo de duas Escolhidas, tenho um enfarte do microcárdio! Não tenho nada contra, mas mim quer taaaaaaaanto ver o Lassiter… e o Xcor… e o Assail… até o Throe quero! Sim, porque Vishous e Qhuinn era sorte a mais…

Chega de especulações. Se tiverem ideias, toca a partilhá-las!

Vem aí um excerto do Blood Kiss – tradução caseira made in morCegoland para abrir o apetite (Sim, vão salivar…) - de um certo telefonema que começa a ameaçar no capítulo 26, mas só acontece no 30… Nem o diabo se lembraria de tamanha crueldade… Coitadinha da Paradise… ou não!

Beijos Bons.

Uns beijos especiais para as minhas humanas tontas e um astronómico para a mia muzo, a maravilhosa Micas!

Obrigada pelos comentários e boa leitura!

morCeGo

sábado, 27 de fevereiro de 2016

EXCERTO DE BLOOD KISS - SPOILERS




Bom fim de semana!
Sim, eu sei, consegui surpreender-vos com esta visita fora de horas, não foi?
Sou um morcego muito manhoso!...
:D

Ontem, o mamífero estúpido aqui caiu na asneira de falar com as pessoas erradas. Este vício de falar com humanas tem de acabar! Para abreviar, cometi a parvoíce de dizer que vinha hoje ao blogue… burrinha mim! Pior, ainda, disse a outra humana que lhe atendia a pedidos! (Morcego totó que nunca mais aprende!) E tenho quase a certeza que até sei que pedido vem aí!... Juro que se envolver telefonemas do Craeg (Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!...) me vai dar uma coisa tão ruim que vou andar lelé para o resto da semana!

Bom. Isto foi ontem. E hoje? Que aconteceu hoje? Ora, faz sol e neva do lado de fora da gruta. Do lado de dentro, queima-se lenha, atura-se crias e cumpre-se com a palavra dada. Não me parece que esteja a correr mal o dia… O pior vai ser a noite… Prevê-se que não haja visitas fora de horas (O que está mal!...), que nenhum vampiro me venha raptar para praticar atos indecorosos obsceno-lascivos comigo (nem tenho uma expressão capaz de abarcar toda a amargura que me vai nas asas…), nem que a senhora escrevedora de livros salivantes me vá enviar o que para lá tem escondido em casa.
Pois é… misérias atrás de misérias… Abril nunca mais chega e mim está um farrapo de tanto desconsolo!
Ai, ai!

Vamos ao excerto, ok?

A tradução é da minha responsabilidade, mim apenas pretende abrir o apetite para que o livro seja lido (se é que em Portugal o vão editar… Ai!). Não é uma tradução profissional, mas está cheia de boa vontade e respeita o tom e conteúdo da versão original.

Se gostarem, digam qualquer coisa!
E beijos bons à mia muzo... saudades...
Dito isto, atirem-se ao excerto!

Beijos bons!

morCego


quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Blood Kiss - Apetitoso!

Saudações Amantes da Irmandade!

Hoje trago algo ÚNICO! E agradeço a nossa Nightshade.

E aproveito para passar a mensagem da Nighshade para vocês:

" Olá fãs da Irmandade. Foi com muito gosto que traduzi este excerto do livro Blood Kiss, para vos aguçar a curiosidade e mostrar à editora que vai valer a pena editar o Legado da Adaga Negra em Portugal. Portanto comentem e opinem para conseguirmos isso. Nasan, obrigada por esta oportunidade.
Espero que gostem :) "






Blood Kiss


(...)

Desculpa... estão a fazer o quê?
Butch ao falar, olhou para o grupo só de machos, sentados à volta da mesa da sala de jantar da mansão. Nenhum dos Irmãos nem nenhum dos soldados se estava a rir ou a falar alto. O bando de figuras tristes falhadas estava apenas sentado em frente de pratos meio comidos e copos de vodca, bourbon e uísque por beber como um conjunto de cães bassett hounds que perderam os seus anti-depressivos.
Não era o que esperava encontrar ao chegar mais tarde à Última Refeição.
Quando Marissa lhe havia enviado uma mensagem a dizer que estava com as fêmeas, pareceu ser boa ideia adiantar as tarefas em relação aos alunos.
Não abancar neste tipo de funeral só porque as senhoras estavam a fazer um projecto.
- Olá? - Exigiu. - Perderam a audição ou alguma coisa?
Wrath inalou como se estivesse prestes a anunciar a morte de um familiar.
- Elas estão a fazer uma noite de cinema.
Butch revirou os olhos e sentou-se na sua cadeira. Sim, era um bocadinho esquisito sentar-se sem a sua Marissa ao seu lado, mas pelo amor de Deus, não era nada que necessitasse de Prozac. Para além disso, ele estava contente que a sua mulher tivesse amigas.
- Elas estão a ver Magic Mike - disse alguém.
- Isso é um show para crianças? - Ele recostou-se quando Fritz colocou um prato fumegante de cordeiro à sua frente. - Obrigado, oh, obrigado, sim, adoraria uma bebida. Vou querer um Lagavulin com gelo...
Butch parou de falar quando reparou que a mesa inteira de machos olhava para ele.
- Que é?
- Não ouviste falar sobre o Magic Mike? - Perguntou Rhage.
- Não. - Ele recostou-se novamente ao ser-lhe entregue a bebida. - Obrigado. É como o Barney?
- É sobre strippers - contrapôs Hollywood.
Butch franziu o sobrolho enquanto baixava o copo dos seus lábios.
- Desculpa?
V saiu da despensa com a bolsa do tabaco, um pacote de papel de enrolar, e uma carranca como se alguém tivesse tirado as pilhas do seu brinquedo sexual favorito.
- Gajos nus - murmurou Vishous ao sentar-se no sítio onde Marissa costumava ficar. - Rabos ao léu. E são humanos. Cristo, é como estar a ver um bando de cães.
- Com fio-dental - desdenhou outro.
Butch resolveu beber desta vez, engolindo o ardor, aceitando o calor no seu estômago. Okay, muito bem, foi com surpresa que viu que tinha bebido até o copo ficar vazio, mas bem, ele tinha muito em que pensar. 
Por um lado, o facto da sua shellan estar a ver um filme com as suas companheiras não ser um problema, mesmo que algum nudismo estivesse envolvido.
Por outro lado, querer encontrar o quadro eléctrico que desligava a energia daquela parte da mansão. 
Incendiar o DVD. E o ecrã.
E levar a sua companheira para a cama só para lhe mostrar todos os truques que ele tinha a mais do que algum actor em... ah, Deus, em fio-dental?
- Está tudo bem - ouviu-se dizer ao pedir a um doggen outra bebida. - Quero dizer, primeiro que tudo, elas amam-nos... e segundo, não é como se fosse para adultos...
- Eles mostram uma bomba peniana - disse Lassiter com um largo sorriso, como se estivesse a ajudar. - E ao vivo. Sabem, está no pénis e estão a bombear...
Vishous saca da adaga e aponta a coisa à cabeça do anjo caído.
- Continua a falar assim e faço-te um penteado novo. De olhos fechados.
Lassiter deu uma gargalhada: - Okay, como queiras, grandalhão. Pensei que tivesses mais mojo do que te chateares com este tipo de coisa. És assim tão inseguro?
- Queres insegurança? - Disse V. - Eu dou-te a...
- Okay, okay - interrompe Butch. - V, deixa lá isso. Está tudo bem, é óptimo... que elas estejam a divertir-se. Que há de errado com isso? Não é como se estivessem a dormir com o gajo.
- Tens a certeza? - Lassiter ri-se. - Não achas que elas podem fantasiar com...
O rosnado colectivo que se fez ouvir por parte da Irmandade foi tão alto, que conseguiu abanar os cristais do enorme candelabro pendurado sobre a mesa. E o anjo caído podia ser um idiota, mas não era estúpido.
Movendo-se devagar, como se múltiplas armas estivessem apontadas nele, ele coloca as suas mãos em submissão.
- Desculpem. Como queiram. Eu paro antes que esses lamentos que vocês, bando de idiotas, fazem me matem.
- Uma escolha inteligente - diz Butch secamente. - Não que me importasse de te bater neste momento. Não que seja específico para este momento.
Lassiter voltou a comer, a enfardar comida na boca.
Os Irmãos não foram tão rápidos a fazer um reset, os olhos semicerrados e as presas ainda apontadas à boca descarada do anjo.
- Vá lá, rapazes, está tudo bem. - Butch corta um pedaço de cordeiro e enfia-o na boca. - Mmm. Delicioso.
Na realidade, aquilo sabia a cartão, mas ele deu um show de «Mmmm's». No entanto, não conseguiu continuar.
Dois minutos depois, empurrou o prato cheio e acariciou o segundo uísque.
- A sério. Elas deviam de ter alguma independência. Elas não têm que estar presas às nossas coxas, e ouçam, a vida aqui gira em torno de nós. Já é tempo de fazerem algo só para elas. A sério. Isto é óptimo.
Ao lado dele, V acende um gordo cigarro enrolado à mão.
- Ai é? Gostas da ideia da Marissa ver o material de outro macho?
- Não é para adultos... - Quando a voz se quebrou, ele aclarou a garganta. - Quero dizer, não pode ser... não, não é...
- Já verifiquei - murmurou Rhage. - Elas têm os DVD's todos, provavelmente estão a ver as versões alargadas e sem as cenas cortadas.
- Então os strippers não são circuncisados? - Lassiter colocou as mãos dele no ar novamente quando o segundo rosnado foi ainda pior. - Jesus, vocês são tão sensíveis.
Butch abana a cabeça e decide que o anjo fica por conta dele.
- Então, sim, quero dizer, algumas viravoltas, um ou dois músculos. Não é nada para ficarmos chateados. Fritz, posso ter outra bebida?
O mordomo apressou-se a pegar no copo vazio.
- Alguém gostaria de sobremesa? Temos gelado caseiro e Petit Gâteau.
Butch olha para Hollywood.
- Que dizes, meu?
Quando Rhage só se limitou a girar o seu ginger ale no copo, Butch pragueja e diz ao Fritz: - Este aqui vai querer, mesmo que mais ninguém queira.
- Traz-me a sobremesa. - Disse Rhage.
Fritz faz uma vénia com o copo de Butch na mão.
- Com certeza, senhor. Eu mesmo irei prepará-lo...
- Não. Quero a sobremesa inteira. O bolo todo e o gelado todo.
Eeeeeeeeeee foi assim que Hollywood acabou por ter uma audiência rabugenta a testemunhar o seu consumo de quinze pequenos bolos de chocolate e cinco litros de gelado de baunilha.
Era como ver tinta a secar, excepto não haver cheiro químico e a sala ser da mesma cor antes e depois. 
As boas notícias era que o álcool estava a fazer o seu trabalho, a mente a ficar enevoada, o seu corpo a ficar dormente e ao mesmo tempo excitado.
- Posso ter outra? - Perguntou a um doggen que estava a tirar o último prato com restos de chocolate. - Muito obrigado.
Quando o seu copo regressou, ele empurra a cadeira para longe da mesa.
- Vou-me embora. Tenho trabalho a fazer.
Não queria ofender ninguém, mas ficar entre aquela vibração só o fazia sentir ainda mais deprimido. Mais disto e começaria a fazer tranças no nó corrediço.
Ao sair, ele pára no grande vestíbulo. Olha para as escadas. Tenta imaginar a sua Marissa a cobiçar algum actor em roupa interior.
- A sério. Está tudo bem. Bom para ela.
Ele tira o telemóvel e selecciona as mensagens. Hesitando, pensa em enviar qualquer coisa, para a lembrar...
Uau.
Na sua interacção humana, ele nunca teria dado a mínima para algo como isto. Marissa não era só o amor da sua vida; ela era uma fêmea de valor que nunca o iria trair. E, olá, não era como se ela fosse dar entrada num motel barato com um gajo, pelo amor de Deus. Ela estava com as suas amigas tal como ele quando estava com os dele.
Isto era ridículo.
Ele não era do tipo ciumento...
O som de botas de combate a aproximar-se fez com que olhasse por cima do ombro. Era Rhage, e o Irmão tinha um copo a efervescer com Alka-Seltzer na sua mão. 
Hollywood olha para as escadas. E raios o partissem, ele estava a pensar exactamente no mesmo que Butch.
- Vou para cima - anunciou o tipo.
- Vá lá, espera, espera. - Butch agarrou naquele antebraço enorme e apertou. - Não podes, simplesmente, aparecer lá.
- Porque não? 
- É noite de mulheres.
- Então, arranjo um vestido.
- Caralho, Rhage. A sério?
A seguir, estavam com eles V, John Matthew e Tohr. E toda a gente, incluindo Wrath... e até Manny, que apesar de ser completamente humano, estava ali junto com o resto das caras tristes.
- Nós não vamos lá para cima - anunciou Butch. - Vamos jogar bilhar, embebedarmo-nos e falar das matanças que tivemos naquele ataque em Brownswick. Vamos ter uma noite fantástica... ou dia, o que seja. Agora agarrem nos testículos e vamos começar a comportarmo-nos como machos.
***
- Ele tem talento. Só estou a dizer.
À medida que a Dra. Jane falava, a audiência cativada concentrava-se no grande ecrã em total e absoluta concordância.
Payne soltou outro dos seus famosos assobios.
Xhex praguejou e atirou outro Milk Duds para a imagem, gritado: - Foda-se, filho, tu percebes dessa merda! Percebes mesmo!
Marissa só se ria. Ela não conseguia decidir o que era mais divertido, os filmes ou a companhia... provavelmente a companhia. Apesar de, tinha que admitir, os humanos serem uma boa visão.
E depois era tempo para mais uma ronda de assobios e uivos.
Ela não era capaz de se lembrar da última vez que se riu assim tanto. Havia alguma coisa em estar com as raparigas que faziam as piadas serem más e boas ao mesmo tempo, rindo mais alto.
E também lembrou-a de como era bom ser aceite por ser exactamente como era, sem expectativas externas sobre ela, sem défices que não se tinha voluntariado a ter. Sem julgamentos, só amor.
Mais um número de tipos nus que eram quase tão escaldantes como o seu macho? Sem problemas.
Quando a ultima cena acabou e os créditos começaram a rolar, elas bateram palmas como se os actores as pudessem ouvir.
- Podes-me ensinar a assobiar assim? - Perguntou alguém a Payne.
- Basta colocares dois dedos nos lábios e soprar - respondeu ela.
- Isso não é uma deixa de um filme? - Alguém entrou na conversa.
- Eles vão fazer um terceiro...?
- Magic Mike Ginormous...
- Temos que ver o primeiro e o segundo novamente como preparação... temos que ter uma tradição de apoiar...
- Alguém viu recentemente Nove semanas e Meia...?
- O que é isso...?
As fêmeas levantaram-se das poltronas e espreguiçaram-se na sala com luzes esmorecidas e sem janelas, as costas a estalar e os ombros a descomprimir. Marissa sentiu uma necessidade de se meter na conversa, de dizer alguma coisa profunda e com sentido, só para reconhecer o espaço onde estava. Mas não saíram as palavras certas.
Em vez disso, disse: - Podemos fazer isto outra vez?
No entanto, talvez fosse mesmo aquilo que ela queria dizer.
Bem, quem diria, a galeria encheu-se de elogios empolgantes tão altos como os assobios nas cenas de dança, e a ideia de que este tempo especial não era só para uma vez, fê-la sentir-se aliviada.
- Penso que para a próxima precisamos de uma maratona de Chris Pratt.  Guardians of the Galaxy - disse Beth.
- É o tipo com o irmão? - Perguntou Bella.
- Esse é o Hemsworth. - Respondeu alguém.
Ao saírem da galeria, Marissa amarrotou a caixa vazia de Milk Duds e atirou-a fazendo pontaria no caixote do lixo. Abruptamente, apercebeu-se que não conseguia esperar para ver Butch, e não por causa de todas aquelas cenas de corpos meio nus. Ela sentia saudades dele, o que era ridículo, considerando que nenhum deles tinha ido para lado nenhum.
Ao caminhar para a porta, passando pela máquina das barras de chocolate, ela sorria quando abriu...
- Meu... Deus - disse ela a encolher-se.
O corredor estava cheio com os machos da casa, os Irmãos e soldados e Manny, sentados no chão encostados à parede, as pernas esticadas, cruzadas nos joelhos ou nos tornozelos.
Aparentemente, houve bastante bebida envolvida, garrafas vazias de vodca e uísque espalhadas à volta deles, copos nas mãos ou apoiadas nas coxas.
- Isto não é tão patético como parece - disse o Butch dela.
- Mentiroso - disse V. - É exactamente como parece. Acho que vou começar a tricotar.
À medida que as fêmeas apareciam, cada uma delas registava choque, descrença, e depois uma irónica diversão.
- Sou só eu - lamentou um dos machos - ou acabámos de realizar a nossa castração em massa?
- Acho que resume esta merda toda - alguém concordou. - A partir de agora vou usar tanga debaixo das calças de cabedal. Alguém se quer juntar a mim?
- Lassiter já usa - disse V levantando-se e indo ter com Jane. - Olá.
E foi altura de reunião de grupo.
À medida que os outros pares se encontravam, Butch sorriu enquanto Marissa se aproximou dele e ajudou-o a levantar-se do chão. Ao abraçarem-se, ele beija-a num dos lados do pescoço.
- Estás sem amor por mim agora? - Ele murmurou. - Porque sou um mariquinhas?
Ela encosta-se a ele.
- Porquê? Porque ansiavas ir atrás de mim enquanto via um filme obsceno com as minhas raparigas que não era assim tão obsceno? Eu acho - e agora prepara-te - que és muito fofo.
- Ainda sou todo macho.
Ao esfregar o corpo contra o dele, ela deixou sair um «mmmm» ao sentir a erecção dele.
- Sim, já deu para perceber.

(...)


Só me resta dizer... 

EU QUERO!!!!!!!!!!! Pelos Santinhos da Leitura, este livro promete! Eu quero, mas quero tanto que chega a doer!

Grupo Leya..... tragam este menino lindo, fofinho e único até nós!!!! Please!!!!

*Nasan