Como isto já saiu um bocado tarde ontem só consegui trazer-vos isto hoje!
Pois é, ontem foi quinta e pelo o título já sabem que é que foi o voluntário desta semana não?
O que é que acham que ele respondeu às perguntas?
Vamos ver. ;)
---V.P.---
É quinta feira, vamos #throwbackaBrother! Hoje em destaque está o rapaz de Boston, Butch, e vamos esperar que mais nenhum memo se siga *reviro os olhos* #ian #Butch
ALTURA: Alto o suficiente para fazer o trabalho. Deixo-vos a adivinhar que tipo de trabalho estou a falar.
PESO: Cerca de 136 kg (credo!!!! :O)
IDADE: Parei de contar quando passei a transição. Os números nunca foram a minha coisa.
COMIDA FAVORITA: Sopa de ameijoas de Nova Inglaterra.
COR FAVORITA: Os olhos da minha Marissa.
ESTAÇÃO FAVORITA: Não me importa. Todas oferecem uma boa oportunidade para acessoriar.
DESCREVE-TE EM TRÊS PALAVRAS: F**iamente bom’a vestir.
PESSOA QUE ME IRIA REPRESENTAR NO CINEMA: Ben Affleck. Quando ele fez A Cidade.
ÚLTIMO FILME QUE ASSISTISTE: Patriots Day - Unidos Por Boston. Choro sempre. Parte favorita é perto do fim, quando eles estão a vigiar o barco, e os snipers do FBI vão para o telhado da garagem. Já lá está uma mulher polícia, e eles falam, -Minha senhora, nós agora tomamos conta do assunto. – E ela vira-se, - Quem são vocês?- E eles dizem, - FBI.- E ela diz, - De Massachusetts? – Não, de Quantico. – Ela olha pra eles e responde de volta. – Bem, eu sou de Framingham, e eu nã vou m*rda nenhuma embora.- E o sniper vira-se – É bom tê-la connosco, minha senhora.
Bem, essa e quando o Big Papi no final. – Isto é a nossa p*rra de cidade- e ninguém vai ditar a nossa liberdade. Força.
ÚLTIMA MÚSICA QUE OUVISTE: LL Cool J Mama Said Knock You Out porque estava a fazer elevações com o V.
ÚLTIMA VEZ QUE CHORASTE: Quando o Lassiter me roubou as meias. Ok, está bem, aí e no Patriots Day.
ÚLTIMA VEZ QUE TE RISTE: Quando acertei no Lassiter com a minha arma de batatas, mesmo no meio do seu c* liso.
PIOR MEDO: Não derrotar o Omega.
O MELHOR MOMENTO DA TUA VIDA: A primeira vez que beijei a Marissa. Ou que ela me beijou. E eu parti o meu braço naquela maldita cadeira.
ONDE É QUE TE VEZ EM CINCO ANOS: Exactamente onde estou agora. Mas com mais Peter Millar.
ONDE É QUE TE VEZ EM CEM ANOS: Exactamente onde estou agora. Mas com mais Peter Millar.
GOSTARIAS DE DIZER ALGUMA COISA AOS LEITORES?: Obrigada. A sério. Vocês são os melhores.
---V.O.---
It's Thursday- let's #throwbackaBrother ! Featuring our Boston boy, Butch, and let's hope for no memos as follow up *rolls eyes* #bdb#Butch
HEIGHT: Tall enough to get the job done. I’ll leave you to guess what kind of work I’m talking about.
WEIGHT: ‘Bout 300
AGE: I stopped counting when I went through the change. Numbers have never been my thing.
FAVORITE FOOD: A good New England Clam Chowder.
FAVORITE COLOR: My Marissa’s eyes.
FAVORITE SEASON: Don’t really care. All offer good chance to accessorize.
DESCRIBE YOURSELF IN THREE WORDS: Shahp f**kin’ dressah.
PERSON WHO WOULD PLAY ME IN A MOVIE: Ben Affleck. When he was in The Town.
LAST MOVIE I WATCHED: Patriot’s Day. I cry every time. Favorite part is towards the end, when they are staking out the boat, and the FBI snipers go up to the garage roof. There’s a woman cop up there already, and they go, “Ma’am, we’ll take it from here.” And she goes, “Who are you?” And they go, “FBI.” And she says, “From Massachusetts?” “No, from Quantico.” She looks at ‘em and shoots back, “Well, I’m from Framingham, and I ain’t f**kin’ movin’.” And the sniper goes, “Glad to have you with us, ma’am.”
Well, that and Big Papi at the end. “This is our f**king city- and no one is going to dictate our freedom. Stay strong!”
LAST SONG I LISTENED TO: LL Cool J Mama Said Knock You Out cuz I was lifting with V.
LAST TIME I CRIED: When Lassiter took my socks. Okay, fine that and Patriot’s Day.
LAST TIME I LAUGHED: When I shot Lassiter with my potato gun- right in his flat a&&.
WORST FEAR: Not defeating the Omega.
BEST MOMENT IN MY LIFE: The first time I kissed Marissa. Or she kissed me. And I broke the arm of that wicker chair.
IN FIVE YEARS, I SEE MYSELF...: Exactly where I am now. Just with more Peter Millar.
IN A HUNDRED YEARS, I SEE MYSELF...: Exactly where I am now. Just with more Peter Millar.
WOULD YOU LIKE TO SAY ANYTHING TO THE READERS?: Thank you. I mean that. You guys are the best.
----
E então? Que acharam deste? Coitado do Lassiter, mas às vezes ele faz por merecer... xD
Agora me voy porque tenho outra coisa para fazer/ler e não tenho mais nada para dizer... Artigos científicos me esperam... T.T
E não é que ontem a Ward postou mais uma coisa no facebook? Ao que parece as coisas na Mansão da Irmandade vão mudar um bocadinho a partir de agora?
Confirmem lá as alterações que vão ser feitas... (Versão Original a baixo)
---V.P.---
MEMORANDO
PARA: Todos os membros da Irmandade de guerreiros
DE: Tohrment
DATA: 24 de Maio de 2018
ASSUNTO: Novos procedimentos e práticas de RH (Relações Humanas)
____________________________________
Como foi discutido na reunião da noite passada, o Saxton identificou uma necessidade de estabelecer algumas políticas de RH e o Wrath, filho de Wrath, progenitor de Wrath, decretou que tais propostas serão adoptadas imediatamente. A partir de agora, iremos manter um processo de toda a gente, e qualquer acção disciplinar irá, assim, requerer uma notificação por escrito, o processo devido e uma oportunidade de compensação de maneira construtiva. (Butch, estou de olho em ti. Usar a tua arma de batatas não é considerado construtivo, especialmente não no r*** de ninguém e só porque o Lassiter levou emprestado um par das tuas meias de seda. Não quero saber que ele tenha feito fantoches com as meias e que as tenha arruinado. Danos corporais não são justificados neste caso.)
Se alguém tem um problema com mais alguém, vêm ter comigo primeiro. Discutiremos o incidente, e eu irei fazer um relatório, e, de seguida, irei falar com o infractor. (Lassiter, não tentes esconder-te de mim. Vou encontrar-te. E também não fazes nada das tuas m***** sobrenaturais. Não devias ter tirados a porcaria das meias em primeiro lugar e torná-las no Omega e no Lash só para poderes simular as posições sexuais de animais de quinta na sala do bilhar foi extremamente de mau gosto. E nem quero saber se as crias estavam já na cama para o dia.) Em nenhuma circunstância as ofensas deverão ser resolvidas fora deste procedimento razoável.
O Saxton está certo. É tempo de civilizar as coisas. Já chega do comportamento de casa de fraternidades.
Se alguém tiver alguma questão, sabem onde é que fica o quarto em que a Autumn e eu ficamos.
---V.O.---
MEMORANDUM
TO: All Members of the Brotherhood and fighters
FROM: Tohrment
DATE: May 24, 2018
RE: New HR procedures and practices
____________________________________
As we discussed at last night’s meeting, Saxton has identified a need to establish some basic HR policies and Wrath, son of Wrath, sire of Wrath, has decreed that such proposals be adopted, effective immediately. We will now be keeping a file on everybody, and any disciplinary actions will henceforth require a written notice, due process, and a chance for redress in a constructive manner. (Butch, I’m looking at you. Using your potato gun is not considered constructive, especially not in someone’s a** and solely because Lassiter borrowed a pair of your silk socks. I do not care that he made sock puppets out of them and ruined them. Bodily harm is not justified in this case.)
If anyone has a problem with anyone else, come to me first. We will discuss the incident, and I will file a report, after which I will speak with the offender. (Lassiter, do not try to hide from me. I will find you. And do not pull any of that supernatural bullsh**, either. You shouldn’t have taken the damn socks in the first place and turning them into the Omega and Lash just so you could simulate the sexual positions of farm animals in the billiards room was downright tacky. I don’t care that all the young were in bed for the day.) Under no circumstances should offenses be handled outside of this reasonable procedure.
Saxton is right. It’s about time we civilize things. Enough of the frat house behavior.
If anybody has any questions, you know where Autumn’s and my room is.
---
E então... que acham das alterações? Acham que a Wardnos vai mostrar alguns dos desentendimentos e como foram resolvidos? Eu gostava TANTO de ver xD
Desculpem a ausência e de não ter traduzido mais nada da Jura de Sangue... Não tenho tido tempo nem cabeça... (NightShade, se quiseres pegar nisso estás à vontadinha!!!) Mas hoje trago-vos outra coisa... Também traduções, mas desta vez de um livro que muita gente está a aguardar que saia e que daqui a 1 mês e 1 dias estará nas mãos de muita gente que consegue/gosta de ler em inglês. Por esse mesmo motivo é que a Ward nos deu a prendinha que está referida no título deste post, sim ela deu-nos um excerto do primeiro capítulo do livro A Escolhida!!!
E sem mais demoras... Cá está o bichinho!!!
----V.P.----
A ESCOLHIDA: Excerto do Capítulo 1!
28 Fevereiro de 2017 (só chegou ontem à minha caixa de correio, e durante a noite só consegui traduzir metade, ou não dormia o suficiente, a culpa não é minha!)
Escrito por: J.R. Ward e traduzido por: Sunshine (mim :P)
Um
Montanhas de Caldwell, Nova Iorque, Dias atuais
A
Irmandade da Adaga Negra estava a mantê-lo vivo, para que o pudessem matar.
Tendo em
conta o somatório das atividades terrenas do Xcor, que tinham sido, no seu melhor, violentas e, no seu pior,
completamente depravadas, parecia um final apropriado.
Ele
nasceu numa noite de inverno, durante uma tempestade de gelo histórica. Nas
profundezas de uma cave húmida e suja, à medida que os ventos gélidos rasavam
sobre o País Antigo, a fêmea que o carregou gritou e sangrou enquanto trazia ao
mundo o filho que o Irmão da Adaga Negra Hhram
exigiu dela.
Ele tinha
sido desesperadamente desejado.
Até ele
ter chegado completamente ao mundo.
E aquele
tinha sido o início da sua história… que, no final, trouxe-o até aqui.
Noutra
cave. Noutra noite de Dezembro. E, tal como na noite do seu nascimento, o vento
uivava para o cumprimentar, apesar de que, desta vez, era um retorno à
consciência, em vez de uma expelição para uma vida independente que o trouxe ao
mundo.
Tal como
uma cria recém-nascida, ele tinha pouco controlo sobre o seu corpo.
Incapacitado estava ele, e isso seria verdade mesmo sem as correntes de aço e
as barras que estavam presas sobre o seu peito, as suas ancas, e as suas coxas.
Máquinas, em desacordo com o ambiente rústico, apitavam atrás da sua cabeça, monitorizando
a sua respiração, batimento cardíaco, pressão arterial.
Com a
facilidade de engrenagens não oleadas, o seu cérebro começou a funcionar devidamente
dentro do seu crânio, e quando os pensamentos finalmente se aglutinaram e
formaram sequências racionais, ele lembrou-se da série de eventos que
culminaram nele, o líder do Bando dos Bastardos, cair na custódia dos que tinham
sido os seus inimigos: um ataque pela culatra, uma queda que originou uma concussão,
um AVC ou algo semelhante que o tornou propenso a requerer suporte vital.
E à não
existente mercê dos Irmãos.
Ele tinha
emergido à consciência uma ou duas vezes durante o seu cativeiro, lembrando-se
dos seus captores e do seu paradeiro neste corredor de terra que estava coberto
de frascos de todos os tipos. Contudo, as voltas à consciência nunca duraram
muito, a conectividade na sua arena mental insustentável para grandes períodos de
tempo.
Contudo,
esta emergência era diferente. Ele podia sentir a mudança dentro da sua mente.
O qu’é que fosse que estava magoado tinha-se finalmente curado e ele estava de
volta com uma paisagem enevoada de nem-vida-nem-morte-e ficando no lado vital.
- … preocupa
mesmo é o Tohr.
A cauda
do final da frase proferida pelo macho entrou no ouvido do Xcor como uma série de vibrações, a tradução das mesmas estava com
um atraso, e enquanto as palavras alcançavam as sílabas, ele deslocou os seus
olhos na direção do som. Duas figuras negras fortemente armadas tinham as suas
costas para ele e ele voltou a fechar as suas pálpebras, não querem revelar a sua
mudança de estado físico. As suas identidades tinha sido devidamente observadas,
no entanto.
- Nah, ele é forte. – Nesse momento
ouviu-se um suave som de coçar e depois o cheiro rico do tabaco fez-se sentir. –
E se ele se descair, estarei lá.
A voz
profunda que falou em primeiro lugar tornou-se seca. – Para acorrentar o nosso
irmão de volta na linha… ou para ajudá-lo a matar este pedaço de carne?
O Irmão Vishous riu como um assassino em série. –
Mas que caralho de má opinião tens de mim.
É um
mistério como é que nós não estamos melhor alinhados” pensou Xcor. Estes machos eram tão sedentos de
sangue como ele.
Apesar
disso, tal aliança não estava predestinada. A Irmandade e os Bastardos sempre
tinham estado em lados diferentes do reinado do Wrath, a linha desenhada pelo caminho que a bala que o Xcor tinha colocado na garganta do líder
por direito da raça vampírica.
E o preço
desta traição ia ser saldado aqui e em pouco tempo nele.
Claro
que, a ironia era que uma força contrária tinha intercedido sobre o seu destino
e levado as suas ambições e foco para bem longe do trono. Não que a Irmandade
saiba alguma coisa a esse respeito… ou que ele se importassem. Em adição a eles
partilharem um apetite pela guerra, ele e os Irmãos tinham em comum uma outra característica
central: perdão era para os fracos, perdoar o ato do patético, pena uma
capacidade possuída por fêmeas, nunca lutadores.
Mesmo que
eles tivessem ciência de que ele já não transportava nenhum tipo de agressão em
relação ao Wrath, eles não o iriam
libertar da conta que ele ganhou legitimamente. E dado tudo aquilo que se
passou, ele não estava ressentido ou furioso com aquilo que vinha na sua
direção. Era a natureza do conflito.
Ele não
se encontrava entristecido, apesar… de ser algo que não era familiar à sua
estrutura.
Da sua
memória, uma imagem apareceu na sua mente e retirou o seu fôlego. Era de uma
fêmea alta e delgada em vestes brancas das Escolhidas sagradas de Virgem Escriba.
O seu cabelo loiro ondulava sobre os seus ombros e abanavam nas suas ancas na
brisa suave, e os seus olhos da cor de jade, o seu sorriso uma bênção que ele
não tinha merecido.
A
Escolhida Layla tinha sido o que tinha mudado tudo para ele, mudando a
Irmandade de alvo para tolerável, de inimigo a um inquilino coexistente no
mundo.
No curto ano e meio que o Xcor a conhecia, ela tinha tido mais
efeito na sua alma negra que toda a gente que tinha aparecido antes,
evoluindo-o a uma distância superior num espaço de tempo mais curto do que ele
alguma vez pensou ser possível.
O Dhestroyer, o Irmão companheiro do Vishous, voltou a falar. – Na verdade, estou de acordo com o Tohr despedaçar o cabrão. Ele ganhou
esse direito.
O Irmão Vishous amaldiçoou. – Todos nós ganhamos. Vai ser difícil garantir
que haja alguma coisa que sobre para ele despedaçar.
E aqui estava o enigma, Xcor pensou por atrás das suas pálpebras
fechadas. A única maneira possível para sair deste cenário mortal era revelar o
amor que ele encontrou por uma fêmea que não era sua, que nunca tinha sido, e
que nunca seria.
Mas ele não iria sacrificar a
Escolhida Layla por nada nem ninguém.
Nem mesmo para se salvar.
À medida que o Tohr caminhava através da floresta de
pinheiros da montanha da Irmandade, as suas botas de combate trituravam o solo
congelado e um vento forte acertou-lhe em cheio na cara. Atrás de si, tão perto
dos seus calcanhares como a sua sombra, ele podia sentir as suas perdas a
juntar-se a ele, um alinhamento sombrio e triste tão tangível como correntes.
A sensação de que ele estava a
ser perseguido pelos seus mortos fê-lo pensar em todos aqueles programas de TV paranormais, aqueles que tentavam
apurar se os fantasmas realmente existiam. Mas que monte de merda aquilo era. A
histeria humana à volta de supostas entidades enevoadas a flutuar escadas acima e fazendo ranger casas antigas com passos sem corpo era tão característico
daquela espécie inferior criadora de drama e egoísta. Era mais uma coisa que o Tohr odiava sobre eles.
E, como sempre, eles perdiam o
sentido.
Os mortos definitivamente e
fudidamente te assombravam, correndo os seus dedos frios do “lembra-te de mim”
pela parte de trás do teu pescoço até não te conseguires decidir se queres
gritar por teres saudades deles… ou por quereres ser deixado em paz.
Eles perseguem as tuas noites e deambulam
pelos teus dias, deixando um campo minado de gatilhos de tristeza pelo seu
caminho.
Eles eram os teus primeiros e
últimos pensamentos, o filtro que tentaste por de lado, a barreira invisível
entre ti e o resto do mundo.
Por vezes, eles eram mais parte
de ti do que as pessoas que estão na tua vida e que podes realmente tocar e
abraçar.
Por isso, sim, ninguém precisava
de um programa de TV estúpido para
provar o que já sabes: mesmo que o Tohr tivesse
encontrado o amor com outra fêmea, a sua primeira shellan, Wellsie, e o
filho ainda por nascer que ela carregava quando ela foi assassinada pela
Sociedade Minguante, nunca estiveram mais longe dele do que a sua própria pele.
E agora tinha havido mais uma
morte na casa da Irmandade.
A companheira de Trez, a Selena, tinha partido para o Vápido há um mero mês, morrendo de uma
doença para a qual não existia nenhuma cura, nenhum alívio, nenhuma compreensão.
O Tohr não tinha conseguido dormir em condições desde então.
Refocando no verde infinito à sua
volta, ele baixou puxou um tronco do seu caminho e depois desviou-se de um
tronco caído. Ele podia ter-se desmaterializado para o seu destino, mas o seu
cérebro estava a bater tão violentamente contra a prisão do seu crânio que ele
duvidava que ele conseguisse concentrar-se o suficiente para se tornar
fantasma.
A morte da Selena tinha sido um grande e fudido gatilho para ele, um evento
que afetava terceiras pessoas que tinha, não obstante, agarrado o globo de neve
dele e abaná-lo com tanta força que os seus flocos interiores estavam a flutuar
de um lado para o outro e a recusar-se a assentar.
Ele tinha estado no centro de
treino quando ela foi chamada para o Vápido, e o momento da morte não foi
silencioso. Tinha sido marcado pelo som arrancado da alma do Trez, o áudio equivalente a uma placa tumular… e o Torh conhecia-a muito bem. Ele tinha-o feito ele próprio quem lhe
foi comunicado a morte da sua fêmea.
Então, sim, a Selena foi carregada nas asas da agonia
do seu amor da terra para o Vápido…
Arrastando-se para fora do loop cognitivo era como tentar puxar um
carro de uma ravina, o esforço requerido era tremendo, o processo era feito
centímetro por centímetro.
Seguindo através da floresta,
através dos bosques, através da noite de inverno, esmagando o que estava de
baixo dos pés, com esses fantasmas dele a sussurrar atrás dele.
A Tumba era o sanctum sanctorum da Irmandade da Adaga
Negra, aquele local escondido onde se faziam as induções, e encontros secretos
eram feitos, e os jarros dos minguantes assassinados eram guardados. Localizado
bem fundo dentro da terra, num labirinto criado pela natureza, tradicionalmente
mantido interdito a toda a gente que não passou pela cerimônia e foi marcado
como irmão.
Contudo, a regra teve que ser
dobrada, pelo menos a respeito ao hall
de entrada de quatrocentos metros de comprimento.
Quando ele chegou à entrada
escondida do sistema de caves ele parou e sentiu a sua raiva surgir.
Pela primeira vez no seu mandato
como Irmão, ele não era bem-vindo.
Tudo por causa de um traidor.
O corpo de Xcor estava lá no lado mais distante dos portões, a meio caminho da
passagem de prateleiras, deitado numa maca, a sua força vital monitorizada e mantida
por máquinas.
Até aquele bastardo acordar e
estar em condições para ser interrogado, o Tohr
não estava autorizado a lá entrar.
E os irmãos dele estavam certos
em não confiar nele.
Enquanto ele fechava os olhos,
ele viu o Rei dele a ser baleado na garganta, reviveu o momento em que a vida
de Wrath esteve a esvair-se
juntamente com o seu sangue vermelho, refez a cena em que Tohr teve que salvar o último vampiro puro-sangue no planeta
cortando-lhe um buraco na parte da frente da sua garganta e colocar-lhe um tubo
retirado do seu Camelbak# naquele
esófago.
O Xcor tinha ordenado o assassinato. O Xcor tinha dito a um dos seus guerreiros para colocar uma bala na
carne daquele macho de valor, tinha planeado com a glymera para derrubar o governante por direito… mas o filho da puta
tinha falhado. O Wrath tinha
sobrevivido, contra todas as probabilidades, na primeira eleição democrática da
história da raça vampírica, foi denominado como líder de todos os vampiros, uma
posição que ele agora detinha por consenso e não por linhagem.
Por isso, vai-te fuder, seu
filhodaputa.
Enrolando as suas mãos em punhos,
o Tohr facilmente ignorou o estalido
das suas luvas de couro e as constrições ao longo da parte de trás dos seus nós
dos dedos. Tudo o que ele conhecia era ódio tão profundo que era uma doença
mortal.
O fado tinha decidido apropriado
tirar-lhe três dele e dos dele: o Destino tinha-lhe roubado a sua shellan e a sua cria, e tirado o amor de
Trez. Queres falar
sobre balanço no universo? Está bem. Ele queria o balanço dele, e isso
só iria chegar quando ele partir o pescoço do Xcor e arrancar o coração, ainda quente, do cabrão do meio das
costelas dele.
Já estava na hora da fonte de
todos os males ser retirada de comissão e ele era menino para equilibrar os
resultados.
E o tempo de espera tinha agora
acabado. Por mais que ele respeitasse os seus irmãos, ele estava farto de
acalmar os cavalos. Esta noite era um aniversário triste para ele e ele ia dar
ao seu luto um pequeno presente especial.
The Black Dagger Brotherhood were keeping him alive, so that they could kill him.
Given the sum of Xcor’s earthly pursuits, which had been at their
best violent, and at their worst downright depraved, it seemed an apt
end for him.
He had been born upon a winter’s night, during a historic blizzard’s
gale. Deep within a damp and dirty cave, as icy gusts had raked o’er the
Old Country, the female who had carried him had screamed and bled to
bring forth unto the Black Dagger Brother Hharm the son that had been
demanded of her.
He had been desperately wanted.
Until he had fully arrived.
And that was the beginning of his story . . . which had ultimately landed him here.
In another cave. On another December’s eve. And as with his actual
birth, the wind howled to greet him, although this time, it was a return
to consciousness as opposed to an expelling unto independent life that
brought him forth.
As with a newly born young, he had little control over his body.
Incapacitated he was, and that would have been true even without the
steel chains and bars that were locked across his chest, his hips, his
thighs. Machines, at odds with the rustic environs, beeped behind his
head, monitoring his respiration, heart rate, blood pressure.
With all the ease of unoiled gears, his brain began to function
properly beneath his skull, and when thoughts finally coalesced and
formed rational sequences, he recalled the series of events that had
resulted in him, the leader of the Band of Bastards, falling into the
custody of what had been his enemies: an attack upon him from behind, a
concussive fall, a stroke or some such that had rendered him prone and
on life support.
At the non–extant mercy of the Brothers.
He had surfaced unto awareness once or twice during his captivity,
recording his captors and his whereabouts in this earthen corridor that
was inexplicably shelved with jars of all kinds. The returns to
consciousness had never lasted long, however, the connectivity in his
mental arena unsustainable for any length of time.
This emergence was different, however. He could sense the shift
within his mind. Whate’er had been injured had finally healed and he was
back from the foggy landscape of neither–life–nor–death—-and staying on
the vital side.
“. . . really worry about is Tohr.”
The tail end of the sentence uttered by a male entered Xcor’s ear as a
series of vibrations, the translation of which was on a delay, and
whilst the words caught up to the syllables, he shifted his eyes over.
Two heavily armed figures in black had their backs to him and he
reclosed his lids, not wishing to reveal his change of status. Their
identities were duly noted, however.
“Nah, he’s tight.” There was a soft scratching sound and then the
smell of rich tobacco rose up. “And if he slips, I’ll be there.”
The deep voice who had first spoken became dry. “To chain our brother back in line—-or help him murder this piece of meat?”
The Brother Vishous laughed like a serial killer. “Such a dim fucking view of me you got.”
’Tis a wonder we are not better aligned, Xcor thought. These males were as bloodthirsty as he.
Such an alliance was never to be, however. The Brotherhood and the
Bastards had been e’er on different sides of Wrath’s kingship, the line
drawn by the path of the bullet Xcor had put into the throat of that
lawful leader of the vampire race.
And the price of his treason was going to be exacted here and soon upon him.
Of course, the irony was that a countervailing force had since
interceded upon his destiny and taken his ambitions and focus far, far
from the throne. Not that the Brotherhood knew any of it—-and nor would
they care. In addition to sharing an appetite for war, he and the
Brothers had in common another core feature: Forgiveness was for the
weak, pardoning the act of the pathetic, pity a capacity possessed by
females, never fighters.
Even if they became aware that he no longer carried any aggression
-toward Wrath, they would not release him of the reckoning he had so
rightfully earned. And given all that had transpired, he was not bitter
or angry at what was coming his way. It was the nature of conflict.
He did find himself saddened, though—-something that was not familiar to his makeup.
From out of memory, an image came unto his mind and took his breath
away. It was of a tall, slender female in the white robing of the Scribe
Virgin’s sacred Chosen. Her blond hair waved down o’er her shoulders
and trailed off at her hips on a gentle breeze, and her eyes were the
color of jade, her smile a benediction he had done naught to deserve.
The Chosen Layla was what had changed everything for him, recasting
the Brotherhood from target to tolerable, from enemy to co–existable
tenant in the world.
In the short year and a half Xcor had known her, she had had more
effect upon his black soul than anyone who had come before, evolving him
a greater distance in a lesser time than he would have e’er thought
possible.
The Dhestroyer, Vishous’s fellow Brother, spoke anew. “Actually, I’m
down with Tohr ripping him the fuck apart. He’s earned the right.”
The Brother Vishous cursed. “We all have. Gonna be hard to make sure there’s anything left at the end for him to have at.”
And herein was the conundrum, Xcor thought behind his closed lids.
The only possible way out of this deadly scenario was to reveal the love
he’d found for a female who was not his, never had been, and was not
e’er going to be.
But he would not sacrifice the Chosen Layla for anyone or anything.
Not even to save himself.
As Tohr walked through the pine forest of the Brotherhood’s mountain,
his shitkickers crunched over the frosted ground and a bracing wind hit
him square in the face. In his wake, as tight on his heels as his
shadow, he could feel his losses filing along with him, a grim, mournful
lineup as tangible as chains.
The sense he was being pursued by his dead made him think about all
those paranormal TV shows, the ones that tried to pin down whether
ghosts actually existed. What a load of bullshit that was. The human
hysteria around supposed misty entities floating up stairwells and
making old houses creak with disembodied footsteps was so characteristic
of that self–absorbed, drama–creating lesser species. It was one more
thing Tohr hated about them.
And as usual, they missed the point.
The dead absolutely fucking haunted you, running their cold
fingertips of remember–me up the back of your neck until you couldn’t
decide whether you wanted to scream from missing them . . . or from
wanting to be left alone.
They stalked your nights and prowled your days, leaving a minefield of sorrow triggers in their path.
They were your first and last thought, the filter you tried to push aside, the invisible barrier between you and everyone else.
Sometimes, they were even more a part of you than the people in your life that you could actually touch and hold.
So yeah, nobody needed a dumb–ass TV show to prove the already known:
Even as Tohr had found love with another female, his first shellan,
Wellsie, and the unborn son she had been carrying when she’d been
murdered by the Lessening Society, were never further away from him than
his own skin.
And now there had been yet another death in the Brotherhood household.
Trez’s mate, Selena, had gone unto the Fade mere months ago, passing
away from a disease for which there had been no cure and no relief and
no understanding.
Tohr hadn’t slept properly since.
Refocusing on the evergreens around him, he ducked down and pushed a
limb out of his way, and then sidestepped a fallen trunk. He could have
dematerialized to his destination, but his brain was banging around so
violently in the prison of his skull that he doubted he could have
concentrated enough to go ghost.
Selena’s death had been one big–ass fucking trigger for him, an event
affecting third parties that had nonetheless grabbed his snow globe and
shaken it so hard that his inner flakes were whizzing around and
refusing to settle.
He had been down in the training center when she had been called unto
the Fade, and the moment of death had not been silent. It had been
marked by a sound torn from Trez’s soul, the audio equivalent of a
gravestone—-and Tohr knew that one well. He’d done it himself when he’d
been told about his own female’s death.
So, yeah, on the wings of her love’s agony had Selena been carried forth from the earth unto the Fade—-
Dragging himself out of that cognitive loop was like trying to pull a
car from a ravine, the effort required tremendous, the progress made
inch by inch.
Onward through the forest, though, through the woods, through the
winter night, crushing what was underfoot, with those ghosts of his
whispering behind him.
The Tomb was the Black Dagger Brotherhood’s sanctum sanctorum, that
hidden site where inductions occurred, and secret meetings were held,
and the jars of slain lessers were kept. Located deep within the earth,
in a labyrinth created by nature, traditionally it was off–limits to
anybody who hadn’t gone through the ceremony and been marked as a
brother.
That rule had had to bend, however, at least with respect to its quarter–mile–long entrance hall.
As he came up to the cave system’s inconspicuous entrance, he halted and felt his anger surge.
For the first time in his tenure as a brother, he was not welcome.
All because of a traitor.
Xcor’s body was in there on the far side of the gates, halfway down
the shelved passageway, lying on a gurney, his life force monitored and
kept going by machines.
Until that bastard woke up and could be interrogated, Tohr was not allowed inside.
And his brothers were right not to trust him.
As he closed his eyes, he saw his King shot in the throat, relived
the moment when Wrath’s life had been slipping away along with his red
blood, recast that scene as Tohr had had to save the last purebred
vampire on the planet by cutting a hole in the front of his throat and
sticking tubing from his Camelbak into that esophagus.
Xcor had ordered the assassination. Xcor had told one of his fighters
to put a bullet through that male of worth’s flesh, had plotted with
the glymera to overthrow the rightful ruler—-but the motherfucker had
failed. Wrath had lived in spite of the odds, and in the first
democratic election in the history of the race, had then been appointed
the leader of all vampires, a position he now held by consensus as
opposed to bloodline.
So fuck you very much, you sonofabitch.
Curling his hands into fists, Tohr easily ignored the creak of his
leather gloves and the constriction along the backs of his knuckles. All
he knew was a hatred so deep it was a mortal disease.
Fate had seen fit to take three from his and his own: Destiny had
stolen from him his shellan and his young, and then taken Trez’s love.
You want to talk about balance in the universe? Fine. He wanted his
balance, and that was only going to come when he snapped Xcor’s neck and
gouged the fucker’s warm heart out from between his ribs.
It was about time for a source of evil to be taken out of commission and he was just the one to even the goddamn score.
And the waiting was now over. As much as he respected his brothers,
he was done cooling his jets. Tonight was a sad anniversary for him and
he was going to give his mourning a special little present.
Party time.
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E então pessoal!!! O que acharam?
Eu acho que o livro vai entrar a matar e vai dar MUITA reviravolta.... mas quero ver tudo o que vai acontecer. :D
E pronto, pessoal é tudo por hoje!!!
Fiquem bem e até à próxima publicação, Sunshine ;)
Finalmente saiu a Newsletter de Outubro e para além da Slice of Life temos a sinopse completa do Blood Vow!!! Go Ward!!!
Agora vamos ao que vocês querem, está bem... ;)
Primeiro a "Fatia da Vida" na versão tuga.
“Fatia da Vida” de Outubro
29 de
Setembro de 2016
Por: J.R. Ward
Traduzido
por: Sunshine
Mais uma vez com sentimento, Parte 2
a.k.a Vishous Não É O Meu Animal Espiritual
Enquanto estou à frente do Vishous
na sala de Bilhar, sou relembrada de algo que li há algum tempo atrás que dizia
que a fobia mais comum que os humanos têm é a de falar à frente de um grande
número de pessoas. Aparentemente, também é um pesadelo que o pessoal tem de
tempo em tempo? O que eu acho interessante à cerca dos dois é que, enquanto eu
tenho uma quantidade grande de falhas de ignição neurológicas defeituosas com
as quais eu tenho que lidar frequentemente, uma das poucas falhas que não
possuo é a de falar publicamente.
O que eu não gosto? Conversas
mano-a-mano, intimas… e raios, e enquanto o V me dá aquele olhar
superior dele, aqueles olhos de diamante estreitos e fixados em mim, sou
relembrada precisamente do porquê de eu não gostar de conversas intimas. À
medida que ele me olha lá de cima, é como se ele estivesse dentro do meu
cérebro, a ver as fendas que eu não me dou ao trabalho de examinar, a maquinar
algum tipo de rearranjo de mobília mental, a vagar por lá e ligar as luzes a
seu bel-prazer.
Na verdade, eu sinto como se uma faca
gama* estivesse a fatiar finamente a minha massa cinzenta. É tão mau, que eu
preferia estar numa cocktail party- e isso já quer dizer muita coisa.
-Não, não és o meu favorito. – limpo a
minha garganta enquanto o corrijo. – E eu estou aqui para ver o Lassiter.
Talvez eu irei apenas… un, o Fritz está? – Espera, eu já disse isto. E
eu já tinha visto o mordomo. – Eu podia, ah…
Yup, a única maneira em que isto piora é com ele a sorri
para mim agora. O que significa que ele está a fazer uma das duas coisas: 1)
ele está a apreciar todo o embaraço a que me estou a submeter; ou 2) ele está a
imaginar-se a apagar aquele cigarro na minha cavidade ocular, ou algo do
género. #bonstempos
Posso ir para casa agora, penso para mim
mesma…
- Eu não sei porque não o admites.
Aquele arrastamento que era quase
sotaque Europeu de leste desenrolava através dele; parte inglês, parte francês,
com algum alemão enfiado lá no meio. É devido a ele ser um membro da
aristocracia por nascimento… apesar de eu achar curioso que ele tenha as vogais
altivas e as consoantes arqueadas da glymera considerando que ele nunca
passou muito tempo perto deles. Sem dúvida que foi por ter estado na Irmandade
todos estes séculos… pensando bem, eu não iria excluir a hipótese de a Virgem
Escrivã ter entrelaçado a fala soar como realeza europeia a um filamento de ADN
específico no seu programa de criação não extinto.
- O meu favorito é o Z. – Assumi.
Apesar de, nesse momento, a citação da caixa de chocolates Forest Grump
passa pela minha cabeça: Os Irmãos, não se pode escolher só um. Espera, talvez
fosse uma publicidade das Lays? Oh, Deus, estou a ficar maluca. – Sempre
foi o Z para mim.
- Ainda bem que ele não sabe. - V
dá uma passa no cigarro e segura o fumo nos pulmões. Falando, em seguida, ao
mesmo tempo que exala. - Ele odeia pessoas que se chegam demasiado perto.
A minha fúria aumenta, mesmo sabendo que
era isso que o Vishous queria. - Não sejas... - Vou mesmo dizer isto?
Un, yup. - Não sejas um m€rdas.
- Oh, eu não lhe vou dizer. - Ele apaga
o cigarro enrolado num cinzeiro da Hermes que estava balançado na borda
da mesa de bilhar. - Eu não acredito que pensavas que iria fazer isso.
- Sim, claro. Porque és um grande
humanitário.
- Nem por sombras.
- Por isso entendes a minha preocupação.
- Nope. E, estás a ver, esta é
mais um exemplo de como tu falhas o alvo. Tu, por mim podias ir à m€rda. O meu
Irmão, por outro lado? Não estou interessado em alarmá-lo. E a última é o
motivo de eu ficar calado.
- E ainda perguntas porque não estás no
topo da minha lista.
- Nunca. Porque é uma mentira. Contudo,
eu acho curioso que não consigas ser verdadeira.
- Estamos a ir em círculos aqui.
- Não, nós temos estado parados.
À medida que ele indica com a mão os
nosso pés que estão, de facto, solitários.** Eu realmente, seriamente,
totalmente... quero dar-lhe uma joelhada nos tomates- ou no único tomate que
ele ainda tem. Mas eu não sigo à frente com o impulso, mais porque, conhecendo
a minha sorte, eu iria falhar e partir a minha rótula na parte de baixo da
mesa. E convenhamos- apesar de nenhum dos Irmãos ter alguma vez levantado as
suas mãos contra mulheres ou fêmeas... será que quero mesmo testar essa teoria
com o Sr. Irritadiço?
- Não sou irritadiço.
- Importas-te de sair da minha cabeça?
-Expludo.
Eeeeeee é assim que tem sido entre
nós os dois. Constantemente. Todas as cenas. E o porquê de Na Sombra do Sonho (título português do Livro do Vishous) eu ter tido a pior experiência
de escrita da minha vida.
- Aproveita o teu anjo, - murmura o
Vishous enquanto ele pega no cinzeiro
e vira-me as costas. – E os teus delírios.
- Eu não sou maluca. – Grito para
as costas dele.
- Tu passas todos os dias a falar
com personagens ficcionais.
- Se fosses ficcional, não me
punhas doida como me pões! Tu farias aquilo que te era dito e terias tento nas
tuas maneiras!
Nas ombreiras ornamentadas do arco
para a entrada, ele olha por cima do ombro e alça a sua sobrancelha. – Quando
eu quiser que implores, eu digo-te.
- Vais fazer com que beba!
Ele não volta a olhar para trás.
Ele apenas vai através do vestíbulo com o seu estupidamente ridículo,
estupidamente mal cheiros hábito mauzão- que na realidade cheira fantasticamente-
e a sua atitude mais-sagrado-que-você- apesar de que, para ser justa, ele é
descendente de uma divindade- e o seu desgraçado, odiador de Apple, dominador, dominante-
Espera, onde é que eu ia?
Com um resmungo, encosto o meu rabo
não existente na beira da mesa de bilhar e esfrego os meus olhos. Eu não bebo
nada alcoólico desde que eu tinha, tipo, dezanove anos, e nada, mas nada, me
vai fazer pegar em nada com álcool. Honestamente, sempre pensei que o sabor era
horroroso, mas eu também não quero perder as calorias, e mais do que os dois
anteriores, eu não gosto mesmo nada de ficar embriagada. Mas BOLAS, ele faz-me
querer apenas…
Bem, eu não sei o quê, mas é
grande, sujo e provavelmente envolve atirar bolos como um episódio de I Love Lucy.
O pior de tudo? O pior, pior de
tudo? Ele está certo. De baixo de todas as discussões e das coisas difíceis… Eu
adoro-o perdidamente. Ao ponto de que, se eu tivesse que escolher favoritos, eu
teria que admitir que a baixo do Z,
tipo, mesmo a baixo do Zsadist,
separados pela largura de um fio de cabelo… está aquele horror com uma
barbicha, e das tatuagens na fronte, e aquela porcaria sabichona, superior e
elitista. Eu realmente não consigo explicar o porquê de eu ter uma afinidade
assim com algo que me enche a paciência desde modo- masoquismo? Inseguranças?
Porque eu sempre me sinto como se tivesse que mostrar o meu valor com ele e
este é o tipo de coisa que eu acho irresistível? Ou talvez seja por eu ser o
tipo de pessoa que não tem tendência de ser enfrentado, espicaçado, incitado… e
eu tendo a gostar e a respeitar o pessoal que me enfrentam de frente.
- Eu acho que também gostas de mim.
– Eu respondo-lhe, mesmo que ele não me possa ouvir. – Eu acho.
- És de Beantwon***, porque não haveria de gostar?
Eu salto e gaguejo, e foco no Butch que está na ombreira e relaxo com
o alívio. – Oh, és tu.
O Butch entra na sala de Bilhar e está maravilhosa esta noite,
vestido num fato de seda azul escuro que diz Monte Carlo e não Las Vegas.
A sua camisa branca-gelada está aberta no colarinho e ele cheira como uma
amostra de revista, alguma coisa deliciosa e muito cara. E, oh, aqueles olhos
cor-de-avelã. Sabes, uma vez conheci um rapaz que tinha olhos cor-de-avelã como
os do Butch- ele tocava no grupo Fort Ticonderoga Fife & Drum Corps#, e ele era um mauzão com uma cara de morrer. O pão
perfeito para um crush de verão para
uma rapariga de dezasseis anos, especialmente naquelas vestimentas da América
Colonial.
- Então ele acabou de sair, huh. – O Butch inclinou a cabeça por cima do
ombro a indicar a porta. – O meu rapaz, V,
quero eu dizer.
- Então sentes o cheiro do fumo.
- Sim, a sair dos teus ouvidos. – O
espertalhão sorri, expondo o dente da frente lascado. – Eu sempre sei quando
vocês os dois ficam num espaço fechado juntos. Ele volta para o computador e
joga World of Warcraft durante horas.
Eu encolho-me. É um bocado complicado
pensar que eu tenho qualquer tipo de efeito no Vishous. – A sério?
- Sinhe. Atão com’ tens passado?##
Eu adoro o sotaque de Boston. Faz-me pensar no Good Will Hunting, uma dos meus filmes
favoritos. E também do The Town,
outro dos meus grandes fav (olá, Bem
Affleck nu com tatuagens).
- Estava bem até.- não, eu estou bem. –
Digo. - O Fritz vai trazer-me scones. O que poderia estar errado,
verdade? Vais à igreja?
- Daqui a bocado, yup.
Eu penso na sua cruz de ouro enorme, e
na sua fé… e depois, por alguma razão, lembro-me dele naquele carro perto do
rio, a fazer sexo com aquela empregada de bar enquanto o sol nascia sobre o Hudson. Lembram-se disso? Quando ela
queria que ele lhe dissesse que a amava e ele disse? Deus, aquilo foi triste.
Mas a luz estava prestes a raiar na vida dele- ele só tinha que passar por
alguns desafios complicados primeiro. Quem iria pensar que o tipo espectacular do Sul de Boston era um parente do Wrath. De doidos.
- Hey,
posso perguntar-te uma coisa? – Quando ele acena e sorri, eu penso, wow, as coisas sempre foram fáceis entre
nós os dois. – Costumas ver o Jose de la
Cruz, o teu antigo parceiro nos homicídios?
Uma mudança apodera-se da cara do Butch, as feições a estreitarem-se. E eu
abruptamente senti-me culpada por perguntar. Apesar disso, eu não vou retirar a
questão, e eu espero, pacientemente, pela sua resposta…
E agora vamos à sinopse do Juramento de Sangue (Blood Vow). :)
----V.P.----
A Irmandade da Adaga Negra
continua a treinar os melhores dos melhores para se juntarem a eles na batalha
mortal contra a Sociedade Minguante. Entre os novos recrutas, Axe demonstra ser um lutador astuto e perverso-
e também um solitário isolado devido a uma tragédia pessoal. Quando uma fêmea aristocrata
precisa de um guarda-costas, Axe
aceita o emprego, apesar de ele não estar preparado para a atracção animal que
deflagra entre ele e a pessoa que ele jurou proteger.
Para Elise, que perdeu a sua prima directa num assassinato brutal, a atracção perigosa de Axe é cativante-
e possivelmente uma distracção para a sua dor. Mas, à medida que eles se
entranham mais fundo na causa da morte da prima dela, e a sua conexão física
desenvolve para algo muito maior, Axe
tem receio que o segredo que ele mantém e a sua consciência torturada os vá
separar.
Rhage, o Irmão com o maior coração,
sabe tudo sobre auto-punição, e ele quer ajudar o Axe a atingir o seu pleno potencial. Mas quando uma chegada
inesperada ameaça a nova família da Mary
e do Rhage, ele encontra-se de volta às
trincheiras, a lutar contra o destino que irá destruir todo o que lhe é mais
precioso.
À medida que o passado de Axe vem à tona, e o destino parece que
se está a virar contra o Rhage, ambos
os machos devem chegar mais fundo- e rezar para que o amor, em vez da raiva,
seja a lanterna deles na escuridão.
----V.O.----
The Black Dagger Brotherhood
continues to train the best of the best to join them in the deadly battle
against the Lessening Society. Among the new recruits, Axe proves to be a
cunning and vicious fighter—and also a loner isolated because of personal
tragedy. When an aristocratic female needs a bodyguard, Axe takes the job, though
he’s unprepared for the animal attraction that flares between him and the one
he is sworn to protect.
For Elise, who lost her first
cousin to a grisly murder, Axe’s dangerous appeal is enticing—and possibly a
distraction from her grief. But as they delve deeper into her cousin’s death,
and their physical connection grows into so much more, Axe fears that the
secrets he keeps and his tortured conscience will tear them apart.
Rhage, the Brother with the biggest
heart, knows all about self-punishing, and he wants to help Axe reach his full
potential. But when an unexpected arrival threatens Rhage and Mary’s new
family, he finds himself back in the trenches again, fighting against a destiny
that will destroy all he holds most dear.
As Axe’s past becomes known, and fate seems to be turning against Rhage, both
males must reach deep—and pray that love, rather than anger, will be their
lantern in the darkness.
---
Mais uma coisa pela qual eu mal posso esperar... E vocês?
E por hoje é tudo que eu tenho que ir dormir (já devia estar na cama há que tempos... xD)
Fiquem bem e até à próxima publicação, Sunshine ;)