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quinta-feira, 17 de abril de 2014

The King - SPOILERS

Saudações Amantes da Irmandade,

hoje estou tristinha, sim...sonhei com a MorCeGo, será remorsos? Consciência pesada? Não sei... só sei que sinto a falta desta desgraçada, de ela a bater asas a minha volta e a queixar-se de tudo e mais alguma coisa, até de dizer que tem uma asa mais sedosa que a outra *becinho* Acho que vou soltar ela, e encher ela de miminhos, afufalhos e avacalhos...será que ela vai ligar me alguma? Acho que não... *limpa uma lagrimazinha*

Enquanto isso, deixo mais dois excertos da nossa MorCeGo, espero que gostem *sorriso triste*

SPOILERS!!!




Excerto 1: Qhuay

[John tem uns ataques e a boca mexe-se como se estivesse a falar. Blay e Qhuinn estavam lá, mas não disseram nada a Beth, ela quase os comia vivos. A seguir, Beth vai ter furiosa com Layla. Podia ser que, ao menos, engravidasse.]

Ouviu-se bater à porta e assim que Layla respondeu, não foi surpresa que Blay e Qhuinn entrassem Os dois guerreiros pareciam esquisitos e não por causa da Escolhida.
Beth explodiu.
- Posso apresentar-vos o meu pedido de desculpas agora?
Enquanto Blay se foi sentar à beira de Layla, Qhuinn plantou as botas e abanou a cabeça.
- Não há nada para desculpar.
- Então fui a única que acha que me atirei aos vossos pescoços? Não brinquem. – E agora que tinha acalmado e estava devidamente chocolatizada, precisava de pedir desculpas ao marido – e pô-lo a falar. – Não queria insultar-vos.
- Momento complicado. – Qhuinn encolheu os ombros. – E não estou interessado em santos.
- A sério? Estás apaixonado por um, - disse Layla.
Qhuinn olhou para Blay, os olhos díspares semicerrados.
- Podes crer que estou, - disse suavemente.
E assim que o ruivo ficou vermelho – claro – aquela ligação entre os dois machos tornou-se definitivamente tangível
O amor é uma coisa tão linda.

(The King, capítulo 6)

E se andava tudo à espera de ver a continuação Qhuinn / Blay (eu), tramou-se (eu), que não há mais nada para além disto. (eu choro)

A possível explicação para não haver nada desses dois, só pode ser por ainda estarem em lua-de-mel.

Eu também queria saber da lua de meeeeeeel…
Eu quero saber tuuuuuuudo…
*choro, choro e debulho-me em lágrimas pesadas e gordas*


[O Abalone é uma figura querida por todos e isto é como o tratam. Estão todos na casa de Darius. ]

- Ao menos gostas de cães. É a única coisa que te safa.
- Ah! Eu tenho asas e um halo, seu animal rabugento. Já estou salvo para a eternidade.
- Que sorte a nossa.
(…)
- Ei, Abes.
- Yo, Ab.
- Então, Albacore? – Claro que Lassiter é o único que se recusa a dizer o nome corretamente.
Era de rir ver o Abalone a gaguejar com os cumprimentos. O tipo ainda não estava bem habituado aos irmãos, mas eles já estavam habituados a ele. Tal como Wrath.
- Meu senhor, minha senhora, boa tarde.
- Abalone, como está a tua filha? – Perguntou Beth.
- Sim, Abe, como correu o encontro dela ontem à noite?
Ouvia-se um alfinete a cair. A Irmandade adotou o macho e a sua filha única, e desgraçado estava o jovem que a levou a sair se não a tiver tratado bem.
- Bem, não acredito que estejam feitos um para o outro. Mas ela foi trazida uma boa meia hora antes da hora de recolher.
- Muito bem. – Acenou Wrath. – Isso significa que ele pode ficar com as pernas.

(The King, capítulo 70)


He he he…


quarta-feira, 16 de abril de 2014

The King - SPOILERS!

Saudações Amantes da Irmandade!!

MissyLi, até tu? Imaginar isso fica meio esquisito hehhehe, Viviana... ainda tens muito que adorar, espera e verás hehehehe

Hoje fui dar umas cerejinhas a MorCeGo, e umas pepitas de chocolate, e sabem que mais? ela tentou morder me, de novo *cruzo os braços* ela simplesmente não aprende, bicho selvagem. Por isso vai ficar mais uns dias de castigo, se o comportamento não melhorar.... terei de pensar num castigo mais severo.... *ar pensativo* Acho que terei de ir falar com o Vishous e o Lassiter. Por falar em Lassiter..... tenho delicias, delicias e delicias que confisquei a nossa MorCeGo.




SPOILERS!!!!!!






[Wrath discute com Beth, ela sai de casa e ele resolve destruir a sala de bilhar, atirando tudo com o caraças.]

John salta para o lado quando um barril inteiro vem a voar em direção à sua cabeça. Felizmente, Vishous conseguiu apanhá-lo antes de cair no chão de mosaico da entrada – o que seria um problema para arranjar.
- Temos de o conter, - alguém murmurou.
- Ámen, - respondeu alguém. Se andar à solta pela casa e haverá merda que nem o Fritz vai conseguir limpar.
- Eu tomo conta disso.
Todos se viraram e olharam para Lassiter. O anjo caído do mau feitio e com gosto ainda pior em quase tudo apareceu do nada – e estava sério, pelo menos.
- Que caralho é isso? – Perguntou V assim que o anjo pôs uma fina caneta na boca.
- Afinal não era um Bic elegante. Com um sopro rápido, Lassiter enviou um pequeno dardo pela sala – e quando acertou no ombro de Wrath, o impacto foi como se o rei tivesse sido apanhado por uma bala no peito.
Cai pesadamente, o corpo a enrijecer e a cair como um carvalho.
- Que caralho fizeste? – V puxou por Wrath e foi atrás do anjo. Mas Lassiter pôs-se à frente da cara do Irmão.
- Ele ia magoar-se, a casa, ou um de vocês, seus parvos! E não te ponhas com merdas. Só vai fazer uma sesta…
Wrath soltou um ronco suave.
Com cuidado, a Irmandade aproximou-se como se estivessem a inspecionar um urso e John foi com eles. Enquanto se formava um círculo em torno da Bela adormecida, ouve muitas pragas abafadas.
- Se o mataste…
Lassiter guardou o coiso dourado.
- Parece-te morto?
Não, de facto, o coitado parecia em paz consigo e com o mundo, tinha boas cores, o corpo tão relaxado que as botas tombaram para os lados.
- Querida… Virgem… Escrivã…
Todos olharam para a porta. Fritz estava de pé com um saco Louis Vuitton numa mão e a expressão de quem testemunhara um acidente de viação estampada no rosto.
John fechou os olhos.
Esperava como tudo que Beth tivesse ido para aquela casa, fechado a porta como prometeu, e aí ficasse durante o dia.
Um dos dois já tinha caído. Não havia necessidade de cair o segundo.


(The King, capítulo 20)


Chamo a isto ser prático e eficiente! Lindo!
E o Fritz? Coitadinho do Fritz. Ele gosta de limpar, mas aquilo foi abuso!...


Excerto 2: vovó da Sola


[Para segurança, Assail leva a avó da Sola para a casa dele. Ela faz a inspeção enquanto ele se perde em pensamentos: tinha de salvar Sola e ainda não sabia onde ela estava.]

- Senhora? – Perguntou Assail.
Ela fechou a porta e foi aos armários.
- Não há nada aqui. Nada. O que é que vocês comem?
(…)
Ela virou-se nos seus sapatinhos brilhantes e pôs as mãos nas ancas.
- Quem é que me leva ao supermercado?
Não era uma pergunta.
E enquanto fitava para os três, parecia como se Ehric e o assassino violento do seu gémeo não estavam menos atrapalhados que Assail.
A noite tinha sido planeada ao minuto – e uma viagem ao Hannaford não estava na lista.
- Vocês os dois estão muito magros, - anunciou, abanando a mão em direção aos gémeos. – Precisam de comer.
(…)
- Bem? – Exigiu. – Não conduzo. Quem me leva?
- Minha senhora, não prefere descansar…
- O corpo descansa quando morrer.
Temos uma hora, - arriscou Ehric.
Enquanto Assail fitava o outro vampiro, a pequena e velhinha senhora pôs a bolsa no braço e assentiu.
- Ele leva-me.
(…)
- Onde está o seu crucifixo?
Assail acordou logo.
- Como disse?
- Não é católico?
Minha querida senhora, nós não somos humanos, pensou.
- Não, lamento.
Olhos raio-laser fixaram-se nele. No Ehric. No irmão do Ehric.
- Nós mudamos isso. É a vontade de Deus.
E lá foi ela, a marchar, a abrir a porta para trás e a desaparecer na garagem


(The King, capítulo 9)


Eu gostei tanto desta vovó!... Ela pequenina, velhinha… pôs tudo na ordem que foi um consolo!
É de mulheres assim que eu gosto!
E eles sem saber o que fazer à vida? Que lindo! Pareciam patos atrás dela!
He he he…
Se andassem atrás de mim mansinhos… Ahhh…




quinta-feira, 10 de abril de 2014

THE KING – Spoilers: o casamento de Wrath e Beth II



Quinta-feira chegou!
Mas que belo dia para mais um excerto delicioso. E eu que gosto tanto de casórios…

A minha Nasan anda toda tola! Ele é Wrath dia sim, dia sim (Não te vás habituando, olha que eu ofereço-me à concorrência…Vamos lá ver… tratar bem o mamífero, ouviu?) Pode ser que lhe dê a vontade de comentar coisas… como o vestido da noiva, a qualidade do copo-de-água, a cor da passadeira vermelha… He he he…
No entanto, este excerto vem a pedido da Viviana como se eu não o traduzisse na mesma… he he he… - Por falta de coisa melhor, sugeriu Lassiter. Ui, ui e ele aqui está em altíssima forma! Evidentemente, a escolha recaiu por causa das suas crenças religiosas. Ela é muito devota, especialmente à Irmandade. Ai, que ela de totó não tem nada… mim ajoelhava-se e rezava todos os dias… Só não o faço por falta de tempo, claro!

Uma chamada de atenção em particular: MissyLi, não andamos muito assanhadas, não? Que conversa baboso-saliventa era aquela no comentário? Isto é um blogue de gente séria, não queremos cá inconveniências. Ai, ai, ai, ai! Eu, por exemplo, sou um morceguito bem comportado e que se dá ao respeito! E se me aparecesse o Qhuiníssimo até lhe oferecia mais do que isso… Ahhh…

Finalmente, mi Micas musa, humana tímida que vem cá, mas que não diz nada a mim. Vê se ganhas mais juízo! :)

Boas leituras!
Beijos bons.

SPOILERS



[Para Wrath concordar em dissolver a união com Beth, precisava de uma outra. Como não era Rei para descriminar nada nem ninguém e, para a Glymera, só o que era vampiro era bom, casaram-se à maneira humana. A ideia brilhante e a organização é da autoria da Beth.]

- Que caralho é aquilo?
Ao som da voz de V, John virou-se tal como os outros… e quando viu o que se estava a passar no cimo da grande escadaria, pestanejou uma vez. Duas. Doze vezes.
Lassiter estava no topo dos degraus atapetados, o cabelo loiro e negro penteado tipo pompadour, uma pesada Bíblia debaixo do braço, pírcingues a refletir a luz…
Mas nada disso era o que realmente surpreendia.
O anjo caído estava vestido num fato à Elvis, branco brilhante. Complementado com calças à boca-de-sino, mangas de balão e lapelas grandes que chegasse para fazer uma tenda nas traseiras. Ah, e asas da cor do arco-íris que só se viram quando esticou os braços à laia de sacerdote.
- Está na hora da festa começar, - disse ele enquanto corria escada abaixo, lantejoulas a piscar e a brilhar. – E onde diabo está o meu púlpito?
V tossiu o fumo que acabara de inalar.
- Ela pôs-te a fazer a cerimónia?
O anjo esticou as golas da camisa.
- Ela disse que queria a coisa mais sagrada da casa a fazê-la.
- Sagrado, pois, - alguém murmurou.
- Essa Bíblia é a do Butch? – Perguntou V.
O anjo mostra-a.
- Sim. E o livro de Cristo como ele lhe chama? Até tenho um sermão que eu mesmo fiz.
- Que Deus nos proteja, - ouviu-se do outro lado da multidão.
- Espera, espera, espera. – V abanava o cigarro em círculo. – Eu sou o filho de uma divindade e ela escolheu-te a ti?
- Podes-me tratar por Pastor – e antes que o Sr. Fã dos Sox se ponha com tretas, quero que saibam que sou mesmo. Fui à net, tirei um curso de sacerdote numa hora e estou ordenado, baby.
Rhage levantou a mão.
- Pastor do cu, tenho uma pergunta.
- Sim, meu filho, irás para o inferno. – Lassiter fez o sinal da cruz e olhou em volta. – Então, onde está a nossa noiva? O noivo? Estou pronto para casar alguém.
- Não trouxe tabaco suficiente para isto. – Reclamou V.
Rhage suspirou:
- Há Goose no bar, meu irmão… espera. Já não há bar.
- Acho que vou sou meter morfina prá veia.
- Posso ser eu a meter-ta? – Pergunta Lassiter.
- Isso foi o que a outra quis saber. – Alguém disse.
(…)
- Meus irmãos, - começou Lassiter - estamos aqui reunidos para testemunhar a união de Elizabeth, filha de Darius, e Wrath, filho de Wrath.
Com que então iam deixar os nomes formais de vampiro. Fixe. Parecia mais humano.
- Quem entrega a mão desta fêmea – ah, mulher – em casamento?
Wrath esperava que um dos irmãos traduzisse a resposta de John. Em vez disso, o macho deu a reposta claro e a bom som: assobiou uma nota ascendente que anunciava claramente que era ele que apresentava a irmã.
Por instinto, e porque não fazia ideia do que constava a cerimónia, Wrath esticou a mão. E foi cumprimentado por John Matthew, os dois a apertar com força, uma promessa feita e um reconhecimento no aperto de mão, uma troca de um tomarei-bem-conta-dela e um é-bom-que-o-faças.
Vozes clarearam. Como se, provavelmente, alguns irmãos estivessem a ficar emocionados.
Lassiter tossiu um pouco e ouviu-se o som de páginas a serem folheadas para a frente e para trás.
- Ah… ok, ouçam, vou só improvisar, está bem? Há algum motivo para estes dois não se casarem? Não? Ótimo.
Beth riu-se.
- Acho que era suposto esperares que nós respondêssemos.
- Todos juntos, está bem? E vocês aí atrás também: alguma razão para isto não descolar?
A casa toda, tal como as shellans e ele próprio, gritou:
-  “Não!”
- Caramba, estamos a ir bem. – Mais páginas – Pois isto vai por aqui e aqui. Wrath?
Por uma qualquer estupidez, ele começou a rir.
- Sim?
- Aceitas esta mulher incrível que já te salvou a pele como esposa? Vais amá-la e confortá-la, honrá-la e permanecer com ela na saúde e na doença, esquecendo todas as outras, ser-lhe fiel enquanto estiverem vivos… caraças, Beth, devia ter-te perguntado isto primeiro a ti. Qual é a tua resposta?
- Não, - interrompeu Wrath com um sorriso enorme. – Eu respondo primeiro. Sim, aceito.
Ouviu-se fungar na multidão. E nessa altura, a voz de Rhage silvou:
- Que foi? Isto é bonito, tá? Vão-se foder.
- Agora, Beth, aceitas este chato teimoso como marido? Vais amá-lo e confortá-lo, horá-lo e permanecer com ele na saúde e na doença, esquecendo os outros e ser-lhe fiel enquanto viverem?
- Sim, aceito – disse Beth. – Absolutamente.
- Fiiiiixe. – Lassiter virou mais páginas. – Ora bem, anéis? Temos anéis, pessoal?
- Põe o meu anel no polegar dela, - disse Wrath, tirando o enorme diamante negro que o seu pai usou. – Toma.
- E ele pode usar o meu, - disse Beth. – Era da mãe dele.
- Awww, que fofinhos. – Lassiter pegou no anel de Wrath. – Ok, vamos lá. Eu abençoo estes anéis. Beth, pega no teu e põe-no num dedo dele em que caiba. Ou, tipo, na ponta de um dedo… isso mesmo.
- Ok, repete a seguir a mim. Ó merd… quer dizer, caraças. Acho que devia ser Wrath o primeiro.
- Não, - disse Beth com outra gargalhada. – Está perfeito assim.
- Perfeito, - concordou Wrath.
Estava tudo tão… bem. Era tão natural e verdadeiro e a falta de formalidade funcionava bem, especialmente à luz do ridículo sistema de valores da aristocracia.
Caramba, o Lassiter era um antídoto vivo e a cores para isso tudo.
- Ok, então, Beth, repete: “Eu, Beth, uma gaja fenomenal…”
Beth soltou uma gargalhada.
- Eu, Beth…
- E a parte do “gaja fenomenal”? Então? Vamos lá, eu tenho um certificado da internet. Eu sei o que estou a fazer.
Wrath acenou com a cabeça para a sua leelan.
- Ele tem razão, tu és mesmo fenomenal. Acho que temos de ouvir isso.
- Alguém me dá um ámen? – Gritou Lassiter.
- Ameeeeeeen! – Ecoou pela mansão.
- Está bem, está bem, está bem, - disse ela. – Eu, Beth, uma gaja fenomenal…
- “Recebo este casmurro, Wrath…”
- Recebo este casmurro, Wrath…
- “… como marido, de hoje em diante…”
- … como marido, de hoje em diante…
-“… na saúde e na doença; na riqueza e na pobreza…”
E, subitamente, não era uma piada. Quanto mais dizia, mais sério ficava Lassiter e mais a shellan de Wrath tremia, como se as palavras que ia dizendo tivessem um grande valor e significado.
E ele apercebeu-se que, para ela, aquilo era tradição.
Ela continuou embargada:
- … Na saúde e na doença…
-“… amar e respeitar até que a morte nos separe.”
- … amar e respeitar até que a morte nos separe.
Lassiter virou outra página.
- Entrego-te este anel como símbolo do meu voto, com tudo o que sou e tudo o que tenho e honro-te em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Subitamente, Wrath cerrou os molares para conter as emoções enquanto ela repetia as palavras e lhe colocava o rubi no mindinho.
- E agora, meu senhor, - disse Lassiter suavemente. – Repete a seguir a mim…

(…)

- “Eu, Wrath, aceito-te Beth,” – começou Lassiter.
- Eu já sei, - disse o seu marido numa voz trovejante. – Eu, Wrath, aceito-te Beth, como minha amada esposa, de hoje em diante, para o bem e para o mal, na riqueza e na pobreza, na saúde e na doença, prometo amar-te e respeitar até que a morte nos separe. Este é o meu voto solene.
Seguiu-se um caso sério de olhos molhados.
Beth fungava e sorria ao mesmo tempo, Wrath pôs o gigantesco anel de rei no polegar dela. Com sinceridade, disse:
- Ofereço-te este anel como símbolo do meu voto e com tudo o que sou e tudo o que tenho e honro-te em nome do teu Pai, do teu Filho e do teu Espírito Santo.
Houve uma ronda de aplausos espontâneos e ruidosos. E Lassiter teve de gritar para se fazer ouvir.
- Pelo poder em mim investido graças ao Google, eu declaro-vos marido e mulher! Podes beijar a noiva!
Os aplausos aumentaram assim que Wrath a abraçou e a dobrou para trás, a sua força era a única coisa que a impedia de cair.
Era algo que fazia regularmente, uma forma inconsciente de demonstrar e provar a sua capacidade física para cuidar dela
- Tira-me os óculos, - sussurrou ele mal a cortina de cabelo caiu, dando-lhes privacidade. – Quero que vejas os meus olhos mesmo que eles não te possam ver.
As mãos de Beth tremiam ao subirem até à sua cara. Deslizando os óculos pelas têmporas, o seu olhar extraordinário surgiu e ela pensou na primeira vez que o vira: no quarto de hóspedes subterrâneo na casa do seu pai.
Eram exatamente como dantes. Um brilhante verde pálido, brilhavam desde dentro ao ponto de ela ter de pestanejar e não era só por causa das lágrimas.
- Lindos, - sussurrou.
- Inúteis, - retorquiu com um sorriso – como se recordasse essa troca de palavras.
- Não, eles mostram-me todo o amor que tens. – Tocou-lhe no rosto. – E isso é muito útil.
A boca de Wrath desceu até à dela, passando uma, duas vezes. E então beijou-a profunda e lentamente.

(The King, capítulos 50 e 51)

Awww… que fofinhos…
E o Lassiter? Espetáculo! Aquilo é fogo de artifício, banda sonora e coreografia tudo num!
É muita coisa para um anjo só!
Meu Deeeeeus! Aliás, meu Annnnnjo!
E o Rhage? Maluco do diabo!
xD



sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Lover Reborn: Últimas traduções da morCeGo




Bom dia, criaturas amantes de coisas maravilhosas, tipo gajos bons! :D

Não tenho nada para dizer, por isso vou disparatar.

Resposta à Viv: a fralda estava lá, porque a cria não a deitou ao lixo... achou por bem enfiá-la numa gaveta que lá viu aberta e encafuou-a para o fundo para não se ver... As crias pequenas são terríveis! :D
Esta noite passou-a a voar pela gruta. qual galho, qual carapuça! Nada de galho, só queria fado bom... Acho que tenho olheiras até aos cotovelos... E os olhinhos não têm força para abrir muito... Sou um morceguito condenado à infelicidade... :D

Para o dia ficar completo, a minha musa Micas (MMM) não me musou. Pareceu-me até que o fogo da alma dela estava mortiço. Acho bem que arranje umas boas rabanadas de vento para avivar o espírito. Mim precisar de tudo.

Se não recuperar no fim de semana, tiro mesmo umas férias. E a senhora chefinha Nasan que se livre de me ameaçar com chicotes, ou aliciar com vampiraços. Bem diz que mos manda ... A verdade é que ainda nem a sombra deles passou pela gruta... Nasan política. Prometedeira do que não é cumprideira. Só quer afufalhos e dar-me trabalhos. Car alhos! :D

Dedico este spoiler final a todos os que têm vindo espreitar o blogue.

Boas leituras.
Beijos bons. - Um especial para a minha amada humana ;) Ainda me vão prender por causa desta merda… o meu morcegão que saiba… pede-me logo o esvórcio e põe-me umas cuecas num saco plástico à porta da gruta!... He he he…


SPOILERS PARA ALGUNS
Lover Reborn

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Lover Reborn: Tohr, Lassiter, Layla, Wrath, Phury, Qhuinn



Bom dia, alegria, nesta manhã menos fria!

Marta Lourenço, esta é para ti.

Coitadinha da Marta, deixou um comentário triste a dizer que queria saber como terminava esta história do Tohr e da Autumn e SÓ POR ISSO é que estou cá hoje, porque há pessoas humanas simpáticas que se interessam. A maior parte é mudas, mas interessada. São tipo John Matthew, mas com a doença do analfabetismo. O que complica as coisas.

O engraçado é que se não querem deixar nada no blogue, podiam deixar um olá no fiçubuco, mim esvoaça por lá de vez em quando, a Alex também se passeia por lá, a Nasan vive lá. Se deixassem um olá, ou um daqueles bonequinhos amarelos a rir, a malta deixava-se de falar em greves. Sabiam que a felicidade estimula a produtividade?

Não queiram saber os testamentos que escrevo sob os efeitos dessa substância psicoativa denominada alegria… Ui, ui! Que a Virgem vos livre e guarde!

Meus amores e lindas comentadeiras fiçubuquianas e blogueiras, espero que gostem do que vos trouxe.

Boas leituras
e
Beijos bons.


SPOILERS PARA ALGUNS
Lover Reborn

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Lover Reborn – Tohr - Jane – Autumn - Lassiter




Não aguento estar calada.
Dá-se-me umas comichões na língua e nos dedinhos…

Ora, cá estou eu, a fala-barato do costume.

Hoje é quinta-feira e acordei particularmente bem-disposta.

O motivo é desconhecido, mas bem-vindo

Acordei assim e pronto!

Entretanto já telefonei para o Jardim Zoológico e mandei-os dar uma volta ao bilhar grande. Tiveram o descaramento de dizer que se fosse para lá tinha que ficar numa jaula como os outros. Ora, boa noite, foi um prazer, mas não, muito obrigada! Enjaulem-se eles se gostam!

Pela gruta, não tem havido inundações. Visitas também não. Reina o silêncio e, depois de pendurar as crias, a vida é bela e sorri.

De resto, estou a irritar-me com a falta de novidades da senhora humana escritora de livros e, qualquer dia, faço-lhe uma espera. Então a senhora humana não sabe que não se devem torturar os animais? Vou fazer queixa à proteção dos animais e metê-la em tribunal. Até me parece que ando com o pelo mais ralo… e se fico careca?! Então é que ninguém me quer!

Senhora escritora, é favor começar a cuspir informação. Os mamíferos têm sentimentos e necessidades. Não seja cruel e diga-nos coisas… por favoooooooooor! *eu de joelhos a implorar*

Passado o drama, vamos ao qué bão!

Boas leituras.
Beijos bons.


SPOILERS PARA ALGUNS
Reborn

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

LASSITER... :)




Não gosto muito deste dia.
Ainda mais acordou triste.
Para além disso, a minha cria pequena caiu do galho muito cedo.
Somando a isso, é um dia de cão, no meu caso morcego.

Apetece-me chorar como as nuvens.

Mas, não. Vou arrebitar e ignorar que o mundo existe.

Por falar em arrebitar… Sabem aqueles dias em que acordam, vão para a frente do espelho e perguntam que diabo andaram a fazer de noite? – tudo cheio de nós, tudo de pé… - E vocês só têm pelos na cabeça, eu tenho pelo corpinho todo!
Saltei logo para o duche, lavei-me praticamente só com amaciador para amansar o pelame. Saio toda fashion e cheirosa, agarro no secador e ponho-o a bombar. Pelinho seco, macio e perfumado, está na hora de ir outra vez para o espelho. Parecia uma bola de pelo! Deito-lhe gel para que a coisa vá ao sítio. Fiquei com as asas todas a colar daquela porcaria, vou para lavar as patas e abro a toneira furiosa. Sai-me um jato de água disparado, molhei-me toda, incluindo o… a… isso. Agarro na toalha e esfrega e limpa e tenta secar, incluindo o… a… aquilo.
Passo seguinte, lavar os dentes. Sim, senhor, tudo muito bem. Saio de casa de crias às costas, espalho-as pelas escolas e vou apresentar-me ao serviço. E qual é a primeira coisa que me dizem? “Ai, tens aí uma coisa branca…” Ok, era pasta dos dentes. Zumba para a casa de banho disfarçar. Não disfarçou, só se espalhou mais.

Não devia ter saído da gruta. Também não devia ter tido crias. Provavelmente, também não devia trabalhar. E tenho a certeza que ser morcego não é vida.

Conselho do dia: quando reencarnarem, peçam para não ser mamífero. Ainda regressam como eu e… coiso, incluindo o… a… vocês sabem. E que só dá chatice.

Beijos bons.

PS: Dedicado à Nádia, que é Santos. Hoje também é o dia dela! :D



SPOILERS PARA ALGUNS
Lover Reborn

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

AI ANJO, ANJO…




Olá pessoas!

Má quinta-feira para mim, boa quinta-feira para vocês.

Há dias que, sinceramente, não nasceram para facilitar a vida a quem é mamífero-mãe-trabalhadora-escrava. A cria pequena resolve que tudo se tem que pôr a pé duas horas antes do despertador, a cria pequena acha que a mãe fofa não precisa de mais de três horas de sono; a cria maior perde tudo e acredita que a morcega-mãe tem obrigação de ser adivinha (bruxa!) com visão raio-x; o morcegão resolve ignorar os guinchinhos de uma e os guinchões da outra, porque é macho, trabalha e tem de dormir; o morcegão pai vê a morcega mãe como um super herói: não precisa de dormir, tem mais energia que uma central nuclear, tem tantos braços como um polvo e  resistência à prova de bala, fogo, terramoto e inundação!

Hoje faço anos de acasalamento.

Cheira-me que vai ser data de desacasalamento.

Tive a ideia esplêndida de enfiar os três - macho, machinho e macheco, com as respetivas provas de macheza bem espremidas pelas minhas unhas – num caixote com furinhos e despachá-los pelos correios.

Qual é o problema da ideia? Não tenho tempo para arranjar caixote, nem de espremer os coisos, nem dos enfiar lá dentro, nem de os levar aos correios, nem de preencher papéis para serem recambiados!

E porquê? Porque o meu chefe grande pôs-me a trabalhar, a chefe pequena Nasan quer que eu trabalhe e eu, pobrezinha de mim, não sei fazer outra coisa para além de trabalhar… :D

Já chega de tolice. Vamos ao Anjo.

 É uma das partes do livro que mais gostei! He he he

Dedico este bocadinho à Ana Martins que tem o tremendo bom gosto de fazer concorrência a umas quantas que se vão deliciando com o douradinho anjo Lassiter! :D

Bom fim de semana.
Boas leituras.
Beijos bons.





SPOILERS PARA ALGUNS
Lover Reborn

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

LASSITER, OH LASSITER!




Coisas boas, hoje é quarta-feira.


Estou tão fartinha de chuva… Ai que já papei tanta chuvinha que estou capaz de ter uma congestão… Devia estar a hibernar como o resto da morcegada, mas insisto em não perder nada da vida e, por isso, lá permaneço acordadita a espreitar o que se passa por este mundo e, claro!, levo com a chuva em cima. Quem me manda a mim não ter juízo na moleirinha?

Uma que eu conheço, é bem mais fina… He he he… chama-se Viviana… Certa comentadeira costumeira de bem comentar, atirou-se de cabeça no concurso do Lassiter e… Piu! Ganhou. Ora, tudo estava muito bem, se eu não começasse a ler manhosices em estrangeiro…  He he he… Era Lassi para cima, Lassi para baixo… Dizia que tinha preguiça de escrever o nome todo… He he he… Eu gosto tanto quando tentam endrominar o morceguito… He he he

Amor lindo, Viviana, esta tradução é dedicada especialmente à tua pessoa. E só te safas porque me chamaste má a rir, ouviste? xD

E o resto do pessoal que não reclame por não ter dedicatórias! Ninguém fala comigo, ninguém quer saber de mim… estou aqui a falar para o vento…

*triste*

Beijos bons.


SPOILERS PARA ALGUNS
Lover Reborn

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Lover Rebor: NO’ONE, TOHR e LASS





Excelente segunda-feira, criaturas simpáticas!


Sobrevivi ao Qhuinn! (Boa, para mim!)

Estava toda acagatada com o medo, aliás o meu tão elogiado traseiro transbordava de miúfa, nem sei como controlei o dito. Consegui pêssegos bons e ainda me coçou as coooooooostas! Fui para a gruta a cheirar a Qhuinn por todos os laaaaaaaaaaados. Ele segurou-me com aquelas mãos enormes dele e... Ahhhhhhhhh! Delírio!

Bem, no final aquilo deu para o torto e tive de o insultar e ele disse que eu cheirava mal e blá blá blá que tinha de se desinfetar. Tretas! Era para não dar parte fraca.

Durante o fim de semana trabalhei como uma besta, consegui ler um livro e pus-me a pensar na vida (traduzindo: pensar na Irmandade). Cheguei a uma conclusão: O bebé da Beth e do Wrath vai-se chamar Darius. Só pode! É o pai dela e o melhor amigo dele que, sem saber, os aproximou. Não faz sentido? Bem melhor que Wrath.

Nos intervalos de gritar com as crias, limpar o nariz à cria fungosa e aturar o morcegão, tive vontade de dar murros na cabeça.

Meu Deus, EU estive num quarto sozinha com o Qhuinn e nem lhe tirei as medidas do rabinho bom com as patas lindas… Acham que lhe passei a asa? Nadita! Só tinha medo que me deixasse esticada lá dentro e que me fosse enterrar no jardim! Sou tão triste! Vida de morcego é complicada!

Hoje vamos ver um Tohr e uma No’One a prepararem-se para o primeiro encontro (que virá amanhã).

Boas leituras!
Beijos bons.




SPOILERS PARA ALGUNS
LOVER REBORN

[Irmãos a descer as escadas, entre eles Tohr] 


- A apreciar as vistas? Eu não.
Ela assusta-se e vira-se, a bainha das vestes a abrirem-se. Lassiter tinha vindo da despensa sem ela dar conta e enchia a porta da entrada, o cabelo loiro e negro e os pírcingues a refletirem a luz do candeeiro por cima dele.
Os seus olhos sábios eram algo de que ela queria fugir, mas para já, o olhar branco não recaía sobre ela.
Cruza os braços e enfia as mãos nas mangas das vestes e volta a fitar Tohrment.
- Na verdade, não sei como é que ele continua a lutar.
- Está na altura de nos deixarmos de paninhos quentes com ele.
Ela não sabia exatamente do que ele estava a falar, mas adivinhou:
Há aqui Escolhidas que se dispõem a alimentar. De certeza que ele podia usar uma delas.
- Achas?
(…)
- Gostava que houvesse alguma maneira de o ajudar. – murmurou. – Eu faria qualquer coisa para o ver auxiliado, em vez de só e a sofrer.
- A sério? – Veio a resposta sombria.
- Claro.
Lassiter pôs a cara à frente dela.
- Tu estás mesmo  a falar a sério.
Ia dar um passo atrás, mas foi detida pela porta.
- Sim…
O anjo estendeu-lhe a mão para que ela apertasse.
- Promete.
No'One franziu a testa.
- Não percebo.
- Quero que prometas que vais fazer tudo o que puderes – agora aqueles olhos brancos ardiam. – Estamos a empatar desde a primavera e não temos o tempo todo. Dizes que o queres salvar, e eu quero que te comprometas a isso, independentemente do que for necessário fazer.
(…)
A fitar o anjo, ela não era estúpida, nem inocente.
- Sugeres que eu o alimente.
- Sim. Já é altura de avançarmos.
(…)
- O sangue de uma Escolhida seria mais puro. – Ouviu-se dizer.
- E não nos leva em lado nenhum.



[O dia em que tinha de cumprir o prometido]



No’One estava no balcão a partir ovos para uma tigela.
Sozinha.
Parou, o capuz subiu e virou-se para olhar para ele.
Por qualquer motivo, o coração dele começou a bater com força.
(…)
Ao dar mais alguns passos na direção dela, teve o pensamento terrível de que aquilo era o que Lassiter queria dizer com deixar-se ir: Neste instante, ele deixara a Wellsie para trás. Só tinha consciência da pequena fêmea que estava à sua frente a esforçar-se por se manter parada ao ser perseguida por um Irmão.
Parou apenas quando estava a um passo dela. A olhar para além da sua cabeça inclinada, os olhos estavam fixos no pulso frágil da jugular.
Ela também estava com a respiração acelerada.
E ao inalar, ele apanhou um cheiro.
Não era medo.
(…)
Tudo o que ela sabia com certezas absolutas era que ele lhe iria tomar a veia em instantes e que ela o ia deixar – não porque o anjo lho tinha pedido, e não porque o tinha prometido, e não para ficar quite com o que aconteceu no passado.
Ela… queria que ele o fizesse.
Quando um silvo saiu de dentro dele, ela soube que Tohrment tinha aberto a boca e exposto as presas.
Tinha chegado a hora. E ele não puxou a manga para cima. Abriu a parte de cima das vestes, descobriu os ombros e virou a cabeça para o lado.
Ofereceu-lhe a garganta.
Oh, como batia o coração.
- Aqui não, - rosnou. – Vem comigo.



[Foram para a despensa e ela não sabia o que fazer. Tohr foi um bruto. No final de se alimentar, ela fugiu dele. Pouco depois ele foi pedir-lhe desculpas e a coisa ficou mais ao menos. Chegou a hora de ele a alimentar a ela.]



Tohr estava deitado na cama sozinho, só se apercebia do pulsar do seu pénis. Apercebia-se disso e do cheiro a flores recém-cortadas trazidas pelo Fritz na sua rotina normal.
- É isto o que tu querias de mim, anjo? – Perguntou em voz alta. – Eu sei que estás aí. É isto o que tu querias?
Para dar ênfase à pergunta, pôs a mão por baixo da roupa e deixou-a deslizar pelo peito abaixo até ao baixo-ventre. Ao agarrar-se, não conseguiu controlar a coluna de se arquear, nem o gemido de sair da garganta.
- Onde caralho estás? – rosnou, sem saber para quem falava na escuridão. Lassiter. No’ One. O Destino misericordioso – se é que o havia.
De algum modo, não queria acreditar que estava à espera de outra fêmea – e o facto de o equilíbrio entre a necessidade e a culpa estar a pender para o primeiro era uma…
- Se vais chamar o meu nome enquanto fazes isso, eu vomito.
A voz de Lassiter era áspera e incorpórea vinda da esquina do quarto onde estava a cadeira.
- Era isto o que tu querias dizer?
Meu Deus, isto era mesmo ele? Pensou Tohr. Esfomeado, impaciente. Irritado por estar excitado.
- É um caminho melhor do que ir por uma chuva de balas. – ouviu-se um som estranho – Ei, sem ofensa, mas importas-te de pôr as duas mãos onde as possa ver?
- Podes fazer com que ela venha ter comigo.
- O livre arbítrio é o que é. As mãos, caralho? Se não for incómodo.
Tohr levantou as duas mãos e sentiu-se  obrigado a dizer:
- Eu quero alimentá-la, não fodê-la. Nunca colocaria No’One nessa situação.
- Sugiro que a deixes ter as suas opiniões relativamente a sexo. – Tossiu um pouco – mas também, que merda de assunto esquisito para terem dois tipos quando falam de fêmeas de valor. – Ela pode ter outras ideias.
Tohr recordou-se do modo como ela olhara para ele na clínica quando se masturbou. Ela não tivera medo. Ela parecera interessada…
Não sabia muito bem como fazer com aquilo…
O corpo arqueou-se sozinho, como que a dizer A merda que não sabes.
Ao ouvir um som de tosse, Tohr riu-se um pouco.
- És alérgico às flores?
- Sim. É isso. Vou-te deixar, está bem? – Fez uma pausa. – Estou orgulhoso de ti.
Tohr franziu o sobrolho.
- Porquê?
Como não houve resposta, era óbvio que o anjo já tinha desaparecido.
Um suave bater na porta fez Tohr endireitar-se e quase não sentiu dor nos ferimentos: ele sabia exatamente quem era.
- Entra.
Vem a mim.



Uuuuuuuuuuuuuuu!... Está tudo pronto para a ação?
Amanhã.
Sim, amanhã também é dia... e eu sou terribilis!



quinta-feira, 10 de outubro de 2013

TOHR E LASS



E já é quinta-feira. Início do meu fim de semana no blogue!

Há gente tão zangada com o morCeGuinho lindo, que nem fala, não comenta, não insulta, não diz nada. Está tudo à espera das cenas em que se sua e se trocam fluidos e o mamífero não quer saber. :D

A Margarida deve estar tão mal que nem deve dormir direito! He he he… adoro mulheres que sabem o que querem… he he he… Calma, amor lindo, para a próxima semana o velhote do Tohr vai rejuvenescer. Ó se vai! E a experiência fica-lhe tão bem…

A experiência que não me está a agradar e que me está a por nervosa (acho que até me está a cair o pelo por causa disso) é que está quase a chegar a hora da verdade. Eu terei de ir ter com o Qhuinn mais cedo ou mais tarde. Devia estar a dar pulos de contente, mas o estômago embrulha-se e só penso no mal que tudo pode correr. Cheira-me que vou abrir a boca para só dizer asneiras e que ele, no mínimo, me vai mandar empalhar antes de me enfiar na lareira cortada às rodelinhas… Aaaaaai… tenho tanto medo… É tão bonito estar um morceguinho sossegado, pendurado na sua gruta, a dar à língua linda e dizer que vai fazer e acontecer e que põe a unha delicada e que passa a pata elegante só-Deus-sabe-por-onde… mas depois… Piu! Merda! Estou no In Between dos Morcegos…

Rezem por mim. Se sobreviver, conto-vos como foi.

Deves voltar, deves… enfiada numa caixinha, se não te espalharem as asas ao vento…

Adeus, mundo cruel!

Beijos bons.


SPOILERS PARA ALGUNS
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