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terça-feira, 19 de março de 2013

SPOILERS MARAVILHOSOS – RESUMO LOVER AT LAST


QUEM NÃO QUER SABER O QUE VAI ACONTECER NO PRÓXIMO LIVRO, PARE DE LER!





            Dedico este resumo a Alex Nason e Denise, as comentadoras mais prolíferas deste Blogue! E a toda a gente, claro! Por aqui só passa quem tem bom gosto e se estão a ler isto, é sinal de que são excecionais!
            Entrei em contacto com uma pessoa que recebeu o livro na passada terça feira e que me remeteu para uma outra que facultou o seguinte:



    Layla sabe que está grávida, mas não diz nada a ninguém;
    Layla averigua o passado de Xcor;
    Qhuinn e Blay tentam evitar-se sem resultado (vivem na mesma casa…DAH…);
    Blay e Qhuinn discutem e Qhuinn diz-lhe que só se deitou com Layla para ter um filho e repete várias vezes que não a ama;
    Sax trabalha num projeto secreto de Wrath. O rei quer que Qhuinn faça parte da irmandade, mas Sax adverte-o que isso vai contra a Lei Antiga. Wrath ameaça-o de o por porta fora e que não quer saber com quem anda a dormir; (Wrath em alta forma)
    Blay e Qhuinn no bem bom (começa no ginásio);
    Xcor pensa em Layla;
    Blay e Saxton dão um tempo;
    Assail controla o negócio da droga em Caldwell;
    Aparece Sola Morte – personagem nova.
    Trez tem uma vida sexual agitada. iAm e Xhex não aprovam – Trez usa o sexo para esquecer preocupações que ninguém sabem quais são;
    C. é o novo líder dos minguantes;
    A Irmandade encontra uma casa cheia de sangue negro (novos minguantes);
    Z está ferido, não consegue desmaterializar-se e é Qhuinn que o tira de lá num avião que ninguém sabe pilotar; (Ai, o meu Z!)
    Z diz estar eternamente agradecido a Qhuinn (isto envolve manobras aéreas, muito sangue frio e outras coisas de macho grande e forte);
    Qhuinn desmaia, é levado para a enfermaria. Os Irmãos reúnem-se e solicitam ao rei que o torne num Irmão;
    Qhuinn recupera. Sax aparece com um cheiro a sexo que não é do Blay e Qhuinn começa a estrangulá-lo; (Acho muito bem)
    Blay conta à mãe que é homo e ela aceita; (Gostei da mãe)
    Layla começa a sangrar, teme um aborto, vai ao Havers que se recusa a tratá-la com medo de Phury;
    Zypher, Syphon e Syn têm sexo com uma mulher. Xcor observa-os e pensa em Layla;
    Sola Morte trabalha para um barão da droga – Ricardo Benloise - que tem negócios com Assail. Assail gostou de Sola;
    Qhuinn leva Layla a Jane quando esta confessa que está a sangrar;
    Qhuinn conta a Phury que engravidou Layla. Phury ataca-o e Layla manda-o parar e chega a ameaçá-lo;
    Jane não sabe o suficiente sobre vampiros para ajudar Layla. Levam-na até ao Havers e Qhuinn repreende-o pela forma como a tratou;
    Havers confirma a gravidez e a ameaça de aborto;
    Xcor sente Layla, segue-a até à clínica. Descobre que está grávida, segue-os depois e descobre onde está a Irmandade;
    Segunda cena “caliente” de Blay e Qhuinn (que inclui uma cadeira partida);
    Assail está cada vez mais interessada por Sola e quer seguir o seu rumo sozinho (sem os outros);
    Trez continua com a sua vida agitada;
    Layla está deprimida, Payne tenta ajudá-la, diz-lhe que é filha da Virgem Escrivã e pede autorização para fazer uma coisa. Payne toca-a, o corpo ilumina-se e ambas perdem os sentidos;
    Quando Layla acorda, já não sangra. Como os machos podem cheirar a gravidez, ela vai em busca do primeiro macho. É Blay que confirma que não perdeu o bebé.
    Saxton vai de férias, Blay fica feliz por saber que Sax não sente nada por ele, deseja-lhe sorte e abraçam-se e é quando entra Qhuinn;
    Qhuinn agradece a Payne que lhe diz para ir agradecer a Blay, porque foi ele quem lhe perguntou se podia fazer alguma coisa;
    Qhuinn procura Blay, beija-o apaixonadamente e pergunta-lhe o que pode fazer por ele. É quando Blay lhe diz que ainda lhe apetece fod… -lo;
    Sola Morte descobre que Assail não é humano, mas não sabe o que ele é. Beijam-se;
    Trez está comprometido com uma fêmea, filha do rei das Sombras. Rehv convoca-o e é ali que Trez, pela primeira vez, sente respeito e desejo por uma fêmea;
    Wrath tem uma reunião com a Glymera. No discurso adverte que não terá compaixão por quem o tentar subjugar; (Este Rei é o máximo!... Odoro o Wrath!)
    Xcor não conta aos seus homens que sabe a localização da mansão e pergunta-se sobre o que há de fazer;
    Assail segue Sola por toda a parte;
    Trez e iAm mudam-se para a mansão por questões de segurança. Está comprometido com a filha mais velha da rainha, que odeia, e que não quer voltar para o seu povo;
    Xcor masturba-se a pensar em Layla; (Ui, ui!)
    Blay e Qhuinn passam a noite juntos antes de saírem para a patrulha; (Ui, ui, ui, ui!)
    Nessa noite, encontram Luchas numa incubadora de sangue negro. Lash manteve-o vivo como presente para Qhuinn. Luchas pede ao irmão que o mate, ele nega-se e levam-no para a clínica;
    Qhuinn conta a Blay tudo o que sofreu no passado em casa;
    Selena alimenta Luchas;
    Cerimónia de indução de Qhuinn; (Yes!)
    Assail descobre onde mora Sola, conhece a avó, a única família que tem e descobre que Sol é o diminutivo de Marisol;
    Sola é atacada e raptada pelos homens de Benloise. A avó pede ajuda a Assail;
    Trez encontra Selena na mansão, gostou dela, diz-lho e diz que fará tudo para a voltar a ver;
    Xcor e Layla encontram-se, ele desarma-se para mostrar que não tem intenção de a magoar (dizem que é uma cena bonita)
    Luchas desculpa-se a Qhuinn e confessa que o que fez no passado era para agradar ao pai;
    Blay e Qhuinn discutem. Blay não acredita que Qhuinn admitirá em público a relação que têm;
    Qhuinn parece uma alma penada, medita sobre a vida e apercebe-se que o pai lhe influenciou toda a vida e que esteve sempre apaixonado por Blay;
    Qhuinn conversa com Blay que lhe diz que já não está com Saxton, e ficam juntos finalmente;
    Qhuinn pede a Blay que se case com ele. Blay diz que sim várias vezes e é quando se dá conta que está toda a gente a assistir, incluindo os pais. (Foi o Qhuinn que organizou tudo)
    O livro termina com Blay e Qhuinn a dançar.

(tradução livre de morCeGo)


Meus amores, mais não posso fazer… para já… Quando eu ler o livro, vocês vão ver…
Como sei que há quem não conheça os livros entre o do John e este, se quiserem, posso fazer um apanhado como este, mas têm que o dizer!
Fiquem bem!

MAIS UM CHEIRINHO DE LOVER AT LAST - SPOILERS








“Comunicando por sinais, separaram-se em dois grupos, ele e John num dos lados das enormes portas duplas, Rhage, Blay e Z vigiando a entrada mais pequena.
Rhage dirigiu-se ao puxador da porta, enquanto todos se preparavam para o confronto. Se houvesse uma equipa de futebol de minguantes lá dentro, fazia sentido mandar o Irmão primeiro, porque ele tinha um reforço que mais ninguém tinha: a sua besta adorava matadores, e não era para namorar.”

(tradução livre de morCeGo)

            Sem comentários.
            Eu, triste, queria muitos Qhuinns e Blays e mandam-me isto!
            Mim frustrada.

segunda-feira, 18 de março de 2013

O RESTO DAS MINHAS TRADUÇÕES - PROVÁVEIS SPOILERS

Custou, mas consegui acabar... Mais ou menos...
Ora, bem ou mal aqui vai:


A terrível verdade escondia-se por baixo da merda da rebeldia, ele queria que a família o amasse tão impertigada como a irmã, tão armado em bom como o irmão tão reservados como eram os pais, viu o amor entre os quatro. Sentiu o amor entre eles. Era o nó que unia esses seres uns aos outros. A cadeia invisível que prendia um coração ao outro, o compromisso de cuidar do todo, desde as merdas mundanas ao verdadeiro drama mortal. E a única coisa mais forte que aquela conexão… era ser expulso dali.
Todos os malditos dias da sua vida.
A voz de Blay penetrou através da náusea.
- Conta comigo. E lamento tão estupidamente… Estou contigo… Só não faças nenhuma estupidez, está bem? Deixa-me…
Deixar que Blay soubesse que pensava em coisas que envolviam roupas e chuveiro.
De facto, a sua mão livre já tinha baixado ao cinto que tinha feito com um agradável e forte tecido de nylon… porque os pais não lhe davam dinheiro suficiente para roupa e o que ele tinha rompera-se há anos.
Com ele na mão, olhou para o outro lado do quarto, para a porta fechada da casa de banho. Tudo o que tinha que fazer era um nó no suporte do chuveiro… Deus sabe que essas canalizações funcionaram nos velhos tempos, quando as coisas eram suficientemente fortes para aguentar algum peso. Até tinha uma cadeira que podia usar e que com um pontapé  conseguiria afastar de debaixo dele.
- Tenho que desligar…
- Qhuinn? Não desligues… não te atrevas a desligar…
- Escuta, pá, tenho que desligar…
- Vou para aí agora mesmo. – muita agitação de fundo, como se Blay se estivesse a vestir. – Qhuinn! Não desligues o telefone… Qhuinn!...


Capítulo I
No presente

(Cortei aqui porque, para mim, com tanto palavrão e calão, é impossível de traduzir. Além do mais, é conversa delinquente de minguantes, não tem material do meu interesse.He he he)

***

- Acho que isso é Justin Bieber. – Parado à frente da prateleira de batatas fritas Lay’s, Qhuinn olha para cima, para o altifalante encastrado nos azulejos do teto – Sim, tenho a certeza e odeio sabê-lo.
Perto dele, John Matthew perguntou por sinais Como sabes?
- Esta merda está em todo o lado. – para provar o que dizia foi até a um postal de parabéns - Juro-te, este puto é a prova de que o Anticristo está a chegar.
- Talvez já cá esteja.
- Isso explicaria a Miley Cyrus.
- Bem visto.
Enquanto John voltava a pensar que comida havia de escolher para levar, Qhuinn voltou a revistar a loja. Eram quatro da madrugada e o 24 horas estava completamente abastecido e totalmente vazio… exceto por eles os dois e o gajo à frente da vitrina que estava a ler o National Enquirer e a comer uma barra de Snickers.
Nem minguantes. Nem o Gangue dos Bastardos. [não sei como lhe chamar, ainda não apareceu nos livros em Portugal]
Nada a que disparar.
A menos que atirasse à música do Bieber.
- Que queres? – perguntou John por sinais.
Qhuinn encolheu os ombros e continuou a olhar em volta. Como ahstrux nohtrum de John, tinha a responsabilidade de se assegurar que ele regressava inteiro à mansão da Irmandade todas as noites, e depois de mais de um ano até agora, tudo bem…
Deus, sentia falta do Blay.
Sacudindo a cabeça, esticou a mão à sorte. Quando o braço retrocedeu, trazia qualquer coisa de nata e cebola.
A olhar para o logotipo da Lay’s e para o desenho de uma batata frita, só conseguia pensar na forma como ele e John e Blay costumavam passar o tempo na casa dos pais do Blay, a jogar Xbox, a beber cervejas, a sonhar com vidas póstransição maiores e melhores.
Lamentavelmente, o maior e melhor acabou por ser só no tamanho e força dos corpos. Apesar que talvez isso fosse só a puta da sua vida. Depois de tudo, John estava felizmente casado. E Blay estava com…
Merda, nem na cabeça conseguia pronunciar o nome do primo.
- Estás bem, J-man? – perguntou com brusquidão.
John Matthew pegou nuns Doritos original da velha escola e assentiu.
Vamos às bebidas.
Enquanto avançavam mais na loja, Qhuinn desejou que estivessem no centro da cidade, a lutar nos becos, a enfrentar um qualquer inimigo. Demasiado tempo de inatividade quanto a assuntos suburbanos, e isso significava demasiado tempo para pensar obsessivamente no…
Travou-se a si mesmo outra vez.
Ou isso. Aliás, odiava um qualquer contacto com a glymera… e essa merda era mútua. Para desgraça, os membros da aristocracia estavam a regressar a pouco e pouco a Caldwell e isso significava que Wrath foi inundado com chamadas acerca dos chamados avistamentos de assassinos.
Como se os não mortos do Ómega não tivessem nada melhor para fazer do que andar à volta de árvores de fruto estéreis e piscinas congeladas.
No entanto, o Rei não estava em posição de dizer aos dandies que se fossem foder. Não desde que Xcor e o Gangue dos Bastardos meteram uma bala na garganta real.
Traidores. FDP. Com um pouco de sorte, Vishous irá demostrar sem sombra para dúvidas de onde veio o disparo e eles poderiam esventrar os culpados, por-lhes as cabeças em estacas e fazer um fogueira com os cadáveres.
Assim como averiguar exatamente quem, no Conselho, estava a passar informação ao novo inimigo.
Bem, estar à mão era agora o nome do jogo… assim que uma noite por semana, cada uma das equipas terminava aqui na zona onde ele tinha crescido, batendo às portas e olhando por baixo das camas.
Em casas parecidas com um museu, que lhe punham os cabelos mais em pé do que uma qualquer obscura passagem subterrânea do centro da cidade.
Um toque no antebraço arrancou-o dos pensamentos.
- Sim?
- Ia perguntar-te o mesmo.
- Ah?
- Paraste aqui. E estavas a olhar… Bem, tu sabes…
Qhuinn franziu o sobrolho e olhou para o expositor de produtos. Foi quando perdeu a linha dos pensamentos, assim como a maior parte do sangue da cabeça.
- Ah, sim… ah… - Merda. Teriam aumentado a temperatura do ar? – Ah…
Biberões para bebés. Leite em pó para bebés. Babetes e toalhitas e cotonetes para bebés. Chupetas. Papas. Uma espécie de aparelho… Meu Deus, um extrator de leite.
Qhuinn deu uma volta de cento e oitenta graus tão rápida que bateu de frente com uma pilha de um metro e oitenta de fraldas, regressou de um salto à terra da Nuk e saiu disparado do espaço aéreo infantil.
Bebé. Bebé. Bebé…
Muito bem. Já chegou à caixa.
Metendo a mão no seu blusão de motard, Qhuinn sacou da carteira e estendeu a mão para trás para a comida que John trazia.
- Dá-me as tuas coisas.
Quando ele começou a discutir, articulando as palavras com a boca porque as mãos estavam cheias, Qhuinn pegou no Mountain Dew e nos Doritos que não permitiam a comunicação.
- Pronto. Enquanto aquilo passa na máquina, podes gritar comigo como deve ser.
- Já sabes por quê – as mãos de John voaram pelas posições da linguagem gestual em várias combinações de isto é meu.
- É surdo? – perguntou o homem da caixa registadora num sussurro. Como se alguém que usa linguagem gestual fosse uma espécie de mosntro.
- Não. Cego.
- Ah.
Como o homem continuou a olhar fixamente, Qhuinn quis arrebentá-lo.
- Vais-nos ajudar com isto, ou quê?
- Ah… sim. Olha, tens uma tatuagem na cara. – o senhor observador movia-se lentamente como se os códigos de barras estivessem a criar algum tipo de resistência aerodinâmica ao leitor de laser. – Sabias?
Não me digas.
- Não sabia.
- Tu também és cego?
O gajo não tinha filtro. Nenhum.
- Sim, sou.
- Ah, por isso é que os teus olhos são esquisitos.
- Sim, exatamente.
Qhuinn tirou uma nota de vinte e não esperou o troco… assassinato era mais do que demasiado tentador. Assentindo com a cabeça a John, que também estava a medir o querido rapaz para um caixão, Qhuinn sai apressadamente.
- E o troco? – gritou o homem.
- Também sou surdo. Não te consigo ouvir.
- Então, vou guardá-lo, está bem? – gritou ainda mais alto.

(tradução livre de um espanhol manhoso de morCeGo)

Meus amores, se estas não são de facto as páginas iniciais do Lover at Last, disfarçam muito bem.
E eu continuo a amar de paixão o Qhuinn!
E eu continuo obcecada com o novo livro!
E eu continuo a não querer trabalhar!

CITAÇÃO - SPOILERS









“- Eu preciso…”
Nesse momento, os olhos de Elan pousaram na janela do outro lado e viu o reflexo do seu assassino no vidro.”

(tradução livre de morCeGo)

??????? Mas que diabo?!

Mas nem tudo está perdido, olhem lá a imagem que JR Ward colocou no facebook: acho que anda tudo maluco!... E o que eu dava para ter um exemplar daqueles na minha linda unha!




sábado, 16 de março de 2013

CITAÇÃO DE HOJE - SPOILERS








“Qhuinn foi até à porta e encostou-se, à escuta da voz de Rhage, fechando os olhos, esperando que o corredor das estátuas ficasse livre. Jesus, ele às vezes conseguia ser um parvo de um egoísta; podia mesmo…
- Qhuinn.
O corpo girou rapidamente, como se a voz de Blay fosse uma corda que o virava com força.
- Sim?
O macho avançou. Quando estavam a olhar-se nos olhos, Blay disse:
- Ainda te quero fod..”

(Tradução livre e periclitante de morCeGo)

Ficou calor de repente, não ficou?
A senhora Ward terá ideia do que está a fazer ao atiçar os leitores desta maneira?
Eu não preciso de tantos incentivos… Só preciso que o dia 26 chegue…

sexta-feira, 15 de março de 2013

EIS O QUE EU ANDEI A TRADUZIR - PROVÁVEIS SPOILERS

Vou-vos mostrar o que andei a ler. E se isto não é tudo verdade, está muitíssimo bem. Portanto, estas poderão ser as primeiras páginas do dito Lover at Last. Quando puder, ponho mais um bocadito aqui no blogue.

A tradução foi feita a partir do espanhol (que parecia mais espanglês), estava cheio de palavrões e eu minimizei a coisa. Quando não percebi, por não fazer sentido, eliminei, mas de modo não perder a sequencialidade do texto.

Boas leituras.



A glymera não gosta de defeitos. Nem nas suas louças, nem nos seus jardins de rosas. Nem no papel de parede, nas suas almofadas ou nas suas bancadas.  Nem na seda da sua roupa interior, na lã dos seus blazers ou na gaze dos seus vestidos.
E, indubitavelmente, nunca, jamais, nos seus filhos.
A sua irmã tinha bom aspeto... bem, exceto o seu “pequeno problema de peso” que realmente não existia e um cicio que a transição não curou… oh, e o facto de ter a personalidade da sua mãe. E não havia quem arranjasse essa merda. O irmão, por seu turno, era a merda da estrela, um primogénito fisicamente perfeito, preparado para levar por diante a linha de sangue da família, reproduzindo-se elegantemente, sem gemidos nem suor, com uma fêmea escolhida para ele pela família.
Raios, a destinatária do esperma já tinha sido preparada. Ele ia acasalar com ela assim que passasse a transição.
- Como te sentes, meu filho? – perguntou o pai preocupado.
- Cansado, senhor – respondeu uma voz grave -. Mas isto vai ajudar.
Um arrepio gelado percorreu à força a coluna de Qhuinn. Aquilo não soava como o seu irmão. Demasiado grave. Demasiado masculino. Demasiad…
Merda, o gajo passou pela transição.
Agora as Ed Hardys de Qhuinn estavam em piloto automático, levando-o para a frente até que pode ver o interior da sala de jantar. O pai estava na sua cadeira à cabeceira da mesa. Certo. A mãe estava no lado oposto da mesa de frente para a porta de correr da cozinha. Certo. A irmã olhava para fora, quase a lamber o rebordo dourado do prato com a fome. Certo. O macho que estava de costas para ele não fazia parte do cenário.
Luchas estava o dobro do tamanho que tinha quando Qhuinn fora abordado por um doggen que lhe disse para arrumar as coisas e fosse para a casa de Blay.
Bom, isso explicava as férias. Partiu do princípio que o pai finalmente tinha ficado mais brando e que tinha cedido ao pedido que Qhuinn lhe tinha apresentado semanas antes. Mas não, o gajo só queria Qhuinn fora de casa porque a mudança tinha chegado para o menino de ouro da reserva genética.
O seu irmão tinha fodido a tipa? A que tinha usado por causa do sangue…
O pai, que não era do género de mostrar sentimentos, esticou a mão e deu uma palmadinha torpe no antebraço de Luchas.
- Estamos tão orgulhosos de ti. Estás… perfeito.
- Estás –a mãe de Qhuinn abriu a boca -. Simplemente perfeito. Não está perfeito o teu irmão, Solange?
- Sim, está. Perfeito.
- E tenho uma coisa para ti – disse Lohstrong.
O macho procurou dentro do bolso do casaco desportivo e tirou uma caixa de veludo negro do tamanho de uma bola de beisebol.
A mãe de Qhuinn começou a chorar e a dar toquezinhos por baixo dos olhos.
- Isto é para ti, meu filho amado.
A caixa deslizou pela toalha branca de damasco e as agora enormes mãos do irmão tremeram quando a segurou e abriu a tampa.
Qhuinn captou o brilho do ouro no regresso ao vestíbulo.
Enquanto todos os da mesa estavam em silêncio, o irmão olhava fixamente o anel de sinete, visivelmente cansado, enquanto a mãe continuava com os toquezinhos e até o pai se mostrou sensibilizado. E a irmã roubava um pãozinho da cesta do pão.
- Obrigado, senhor – disse Luchas ao por o pesado anel no indicador.
- Está-te bem, não está? – perguntou Lohstrong.
- Sim, senhor. Perfeito.
- Usamos o mesmo tamanho, portanto.
Claro que usavam.
Nesse instante, o pai afastou os olhos, como se esperasse que o movimento dos globos oculares fizessem desaparecer o brilho das lágrimas que lhe toldavam a visão.
Apanhou Qhuinn a espiar do lado de fora da sala de jantar.
Ouve um breve brilho de reconhecimento. Não do tipo ei-como-estás, nem oh-bem-o-meu-outro-filho-está-em casa. Mas antes como quando estás a passear pela relva e reparas num poio de merda de cão demasiado tarde para evitar que o pé aterre nele.
O macho voltou a olhar para a família, deixando Qhuinn de fora.
Obviamente, a última coisa que Lohstrong queria era que um momento histórico como aquele fosse arruinado… e provavelmente era esse o motivo porque fez aqueles sinais com a mão capazes de os proteger daqueles olhos amaldiçoados. Geralmente, toda a gente daquela casa executavam o ritual quando viam Qhuinn. Esta noite não. O papá não queria que os outros soubessem.
Qhuinn agarrou na sua mochila de lona. Lançando o seu peso sobre o ombro, subiu as escadas principais até ao quarto. Normalmente, a mãe preferia que usasse as dos criados, mas isso significava atravessar-se no meio de todo aquele amor que ali estava.
O quarto ficava tão longe dos outros quanto possível, do lado direito. Muitas vezes se perguntava porque não se tinham enchido de coragem e não o puseram com os doggen… mas, assim, o pessoal, provavelmente, abandonava-os. Trancando-se, atirou as roupas para o chão e sentou-se na cama. Olhando para a única peça de roupa, imaginou que o melhor era levar aquilo depressa para a lavandaria.
As criadas recusavam-se a tocar-lhe nas roupas… como se o demónio que trazia dentro se misturasse com as calças ou as camisas. A vantagem era nunca ser bem-vindo nos eventos formais, assim o guarda-roupa era um lavar-e-vestir, rapaz…
Descobriu que chorava quando desceu o olhar para as Ed Hardys e se apercebeu de umas gotas de água no meio dos cordões.
Quinn nunca teve um anel.
Ah, diabo… doía.
Esfregava a cara com as palmas da mão quando tocou o telefone. Tirando-o do blusão, teve de pestanejar uma série de vezes para focar.
Pressionou o botão para aceitar a chmada, mas não disse nada.
- Acabo de saber – disse Blay através da linha – Como estás?
Qhuinn abriu a boca para responder, o cérebro a inventar todo o tipo de respostas: “Magnificamente bem”. “Ao menos não estou tão gordo como a minha irmã”. “Não, não sei se o meu irmão conseguiu foder”.
Em vez disso, disse:
- Tiraram-me de casa. Não me queriam aqui para amaldiçoar a transição. Penso que tenha funcionado, porque o tipo tem cara de quem a passou bem.
Blay praguejou baixinho.
- Ah, e conseguiu um anel mesmo agora. O meu pai deu-lhe… o seu anel.
O sinete com o brasão de família. O símbolo que todos os machos de boa linhagem tinham para atestar a importância da sua linha de sangue.
- Vi o Luchas a pô-lo no dedo – disse Qhuinn – a sentir-se como se tivesse levado uma facada -. Cabe-lhe perfeitamente. Parecia grande. Apesar que… como se não pudesse…
Começou a chorar.
Estava fodido.

E quê? Que vos parece? (Para além de quererem dar colo ao Qhuinn... e consolar o Qhuinn... e levar o Qhuinn para casa?)

CITAÇÃO NOSSA DE CADA DIA - SPOILERS











“Qhuinn gelou..
Do outro lado das esteiras azuis, Blay estava na máquina mais próxima da porta, sentado tão imóvel como os pesos que não levantava.
A expressão do rosto era vulcânica[intensa]. Mas não estava zangado.
Não, não estava
Tinha uma ereção suficientemente grande para se ver do outro lado da sala.
Provavelmente do outro lado do país[Estado}…”

(tradução livre de morCeGo)

He he he… é caso para dizer que o Blay está em alta!

Daqui a pouco publico o que ando a traduzir do que me parecem ser as primeiras páginas do Lover at Last. Como tenho mais de dez páginas, e o tempo não dá para tudo, tenho que fazer isto em prestações.

quinta-feira, 14 de março de 2013

AHHHHHH! O QUE EU DESCUBRO SOBRE LOVER AT LAST


Se a excitação matasse, não estava a escrever agora. Acreditam que li as primeiras páginas do Lover at Last? E em espanhol? E que li os comentários, em alemão, de quem já leu o livro todo? Não sei o que dizer… estou absolutamente fora de mim… Para já confirmam-se os rumores quase todos.
Na amazon, por engano, esteve aberto durante uns quantos minutos o “look inside” – uma amostra do livro. Eis a prova de que existiu:



Claro que já o retiraram. Alguém fez o favor de copiar o que lá estava e traduzir em espanhol, mas isso fica para outra vez (amanhã, se calhar, já vos dou um cheirinho).
Quanto à criatura alemã (Que não entra em pormenores, mas confirma muitos rumores), diz que verteu uma ou duas lágrimas, que queria mais cenas entre os dois, que as cenas não são muito explícitas (Ainda bem! Não quero apanhar muitos sustos!) e que o livro se perde em muitas intrigas secundárias. Aparentemente, o livro aborda mil e uma histórias em simultâneo. No entanto, gostou do final:

“Das Ende ist wirklich total süß für die beiden. Bei den Nebenhandlungen lässt Frau Ward allerdings noch relativ viel offen.  Fazit: Endlich ein Happy End für Blay und Quinn, was kaum einer mehr verdient hat, als die beiden. Soooo schön :-)”

“O final é realmente muito doce para os dois. A senhora Ward deixou tudo muito em aberto. Para finalizar: há um final feliz para Blay e Qhinn que é o que mereciam. Que lindo.”
(tradução horrível de morCeGo)

E para Alex Nason que se juntou agora a nós (obrigada pelos comentários!) e que precisa de se unir a quem a entenda (nós, claro!) uma informação: este livro só deve sair em Portugal em 2015 (se correr tudo bem). Se quiseres chorar, eu tenho um ombro e lágrimas para verter contigo.

E A CITAÇÃO DE HOJE É… - SPOILERS LOVER AT LAST


A nossa J. R. Ward não falha. Já lá está mais um bocadinho do livro e que reza assim:










“Layla abriu a boca para gritar. Tentou alcançar o seu salvador. Exausta de esforçar o peso morto do seu corpo. Mas não havia nada mais a fazer. A última coisa de que se lembra antes de perder a consciência foi a preocupação pela outra fêmea. E depois ficou tudo escuro.”

(tradução livre de morCeGo)

            Não vou tecer comentários sobre mais uma citação terrivelmente descontextualizada, nem das minhas limitadas capacidades de tradução.
O que não posso deixar de falar é sobre os spoilers de ontem. Volto a repetir que são RUMORES.
Pela experiência que tenho, sei que um livro antes de ser editado é revisto, ou seja, umas quatro a cinco pessoas (comuns mortais como nós) são selecionadas para ler e descobrir eventuais gralhas. Também sei que, dependendo do livro, são obrigadas a mais ou menos sigilo. Mas tratando-se DESTE tipo de livro, é quase impossível selar os lábios. Publiquei os ditos rumores, porque me pareceram credíveis e porque estavam em linha com algumas informações fidedignas que já possuía. Para haver certezas, há que esperar.

            Deus queira que seja tudo verdade! E se o Blay traiu o Saxton e se, de facto, o Saxton vai tentar prejudicar o Wrath, bem feito para ele! Já vos disse que tenho ciúmes do Blay? É mentira. Eu estou roxa de inveja!... Eu adoro aquele Qhinn…



quarta-feira, 13 de março de 2013

MONTANHAS DE SPOILERS LOVER AT LAST



            Dizem que dizem que disseram. Não consegui ver quem, como, quando ou onde, mas os rumores são estes:



A SER VERDADE, ALGUÉM LEU O LIVRO E DEU À LÍNGUA








1.      Layla tem uma grande participação neste livro. A Beth vai largar tudo e ficar do lado dela.
2.      Assail vai estar em grande. Conhece uma fêmea (Sola) que vai desaparecer no final.
3.      Elan (um da Glymera) vai acusar Assail de estar por trás da tentativa de assassinato de Wrath.
4.      Saxton vai de férias e é quando Qhuinn e Blay se enroscam.
5.      Para quem quiser saber quem fica por cima de quem nesta relação homo, aquilo vai ser repartido entre os dois… e Blay assume-se perante os pais.
6.      Jane também aparece várias vezes, trata de Layla e de Z e manda bocas terríveis ao Havers.
7.      Havers vai ser um parvo de primeira, quando Layla vai a uma consulta, não lhe diz que é uma Escolhida. Quando descobre, diz-lhe que nunca a havia de ter tocado, que ela é propriedade do Phury e que a criança e o pai é que eram da sua responsabilidade, porque ela não contava para nada. É aqui que Qhuinn vai ter uma “conversa” com ele.
8.      Z tem um acidente de avião e vai ser ele a propor Qhuinn para fazer parte da Irmandade.
9.      Qhuinn vai ser um Irmão de pleno direito.
10.  Vão encontrar o irmão de Qhuinn sem dedos (torturado pelos minguantes) e é salvo pela dupla Jane / Manny.
11.  Os minguantes têm um líder novo.
12.  Trez é o tal da vida sexual descontrolada.
13.  Os Sombras vão-se mudar para o complexo da Irmandade. Xcor descobre onde estão os Irmãos e planeia raptar uma fêmea para distrair os Irmãos e poder chegar mais facilmente a Wrath para o matar.
14.  Beth conta os dias para o período de necessidade para ver se engravida.
15.  Layla quase perde a criança, mas Blay consegue que Payne a cure e salva-a.
16.  O novo contacto de Xcor é um advogado que lhe conta que a rainha de Wrath é meia vampira – um grande escândalo para a pura linhagem real. Dizem que é Saxton o dito cujo advogado.
17.  V prova que a arma que Xhex apanhou foi a usada contra Wrath e a Irmandade está a ficar doente com o facto de só Thor ter autorização para matar Xcor.

Estou espantada, admirada, estupefacta e boquiaberta.
E não consigo de deixar de pensar nos pontos 4. e 5.
E o meu coraçãozinho que não para de bater?
E eu que me estou a rir com os dentes todos?
Ahhhhhh! O dia 26 de março nunca mais chega!

CITAÇÃO DIÁRIA - SPOILERS










“- Assim seja, - murmurou Wrath. – Oito é um bom número. Um número de sorte.
Aquele rosnado grave de concordância atravessou o ar uma vez mais, era O som de completa e total solidariedade.
Isto era o futuro, pensou Wrath enquanto sorria e exibia as presas. E isto estava correto.”


(tradução livre - não troçar dela - de morCeGo)

            Que oito? Oito irmãos? Vamos ter cerimónia? Quem são os oito? Wrath e Phury contam como irmãos? Preciso que me iluminem o caminho… Eu estou às escuras!


(Repararam que pus o título no sítio certo? Viva eu! E já repararam que não tenho apresentado textos todos desformatados e esquisitos? Estou uma blogueira de luxo!)

terça-feira, 12 de março de 2013


CITAÇÃO DIÁRIA ATRASADA - SPOILERS





            Desculpem o atraso na publicação… coisas da vida sobrepuseram-se. Mas já estou aqui pronta para as curvas!




"- Isto é verdade? – murmurou.
John olhou momentaneamente confuso.
Tinha que ser, pensou Qhuinn. Porque a Guarda de Honra tinha ido ter com ele no verão, e o ar que inalava era frio.
- Estás bem? Balbuciou John enquanto gesticulava.
Enterrando a mão no chão nevado, Qhuinn empurrou  com tanta força quanto podia. Quando não se mexeu mais do que dois ou três centímetros, deixou que isso falasse por si… e desmaiou."

(tradução livre amorCeGada)




Ai, que o meu Qhuinn lindo está para ali desamparado! Injustiça! Eu aqui fresca e fofa e ele ali espalmadinho contra o chão a precisar de apoio e colo... Onde anda o Blay?




segunda-feira, 11 de março de 2013


CITAÇÃO DIÁRIA - SPOILERS






Bom dia!
Começo a ficar preocupada comigo. As citações que JR Ward tem estado a desvelar diariamente não dizem nada, são absolutamente ambíguas e, mesmo assim, não deixo de as ler. Arranjei um nome para aquilo de que padeço: Adaguite Negra Obsessivo-Compulsiva. É uma doença bastante comum que provoca tremores, sorrisos idiotas e palpitações.







“Ela era uma caçadora [predadora].
E o homem que estava naquela casa, fosse ele quem fosse, era a sua presa.”

(tradução livremente manhosa de morCeGo)

Et voilà, mais um cheirinho do livro que mais parece um beco sem saída.

sexta-feira, 8 de março de 2013



LOVER AT LAST – SPOILERS FRESQUÍSSIMOS







            A partir de hoje, a autora vai oferecer uma citação diária do seu nome livro. Eu não quis acreditar quando ela publicou isso. Mas ainda quis acreditar menos quando topei isto e “fotografei”. Fiz a tradução em menos de 3 minutos... Deve estar linda, deve!







- Zsadist! Zsaaaaaaaaaaaaadist!
O grito percorreu todo o caminho através da relva azul brilhante até ao terraço, uma figura solitária disparou em direção à neve numa corrida desenfreada. Muita gente gritou a Bella em resposta, mas ele duvida que ela tenha ouvido alguma coisa.
- Zsaaaaaaaaaadist!
Mal ela ficou ao alcance, Blay agarrou-a imediatamente (…) E, ó, Deus, ele jamais esqueceria a expressão dela… era mais terrível que qualquer atrocidade de guerra que já tivesse visto, como se ela estivesse a ser esfolada viva, tão certo como os braços e as pernas dela tivesse sido cortados e arrancados às tiras e pedaços da sua própria carne estivessem a ser descascados…



            (tradução livre, apressada e nervosa de morCeGo)


Agora estou patareca a olhar para isto e não sei o que hei de dizer. O meu coração não vai aguentar tanta espera!

quinta-feira, 7 de março de 2013

LOVER AT LAST - Traduções manhosas da morCeGo



Para abreviar, desta vez não apresento as citações originais em inglês.
E se a vontade de ter nas mãos este novo livro não fosse já grande, devo dizer-vos que concentrar-me para traduzir (ainda que mal) estas pequenas citações, põem-me num estado miseravelmente eufórico.

Todas as citações foram retiradas da página do Facebook da autora, em diferentes datas.





SPOILERS





“No silêncio que se seguiu, uma fúria violenta atingiu Blay vinda do nada. Agora tremiam-lhe as mãos, mas por outros motivos.
- Então, - perguntou Saxton asperamente. – Como foi a noite?
- Que diabo se passou aqui?
Saxton alargou a gravata. Desabotoou o colarinho. Respirou fundo outra vez.
- Aborrecimentos de família, digamos.
- Tretas.
Saxton desviou o olhar exausto.
- Temos que passar por isto?
- O que é que aconteceu…
- Acho que tu e o Qhuinn precisam de falar. E quando isso acontecer, não tenho que me preocupar que me saltem em cima como a um criminoso.
Blay franziu o sobrolho.
- Ele e eu não temos nada a dizer um ao outro…
- Com o devido respeito, as marcas de estrangulamento à volta do meu pescoço sugerem outra coisa.”

Lover at Last, pág. 188 da edição prévia


(tradução livre de morCeGo)



“A porta do quarto de Blay abriu-se completamente, sem que ninguém batesse, sem um olá, sem um ei-estás-apresentável.
Qhuinn ficou à porta, ofegante, como se tivesse corrido todo o hall das estátuas.
Merda, será que Layla afinal abortou?
Aqueles olhos desiguais olharam em volta.
- Estás sozinho?
Porque diabo estaria… oh, Saxton. É verdade.
O macho deu três passos em frente, aproximou-se e beijou Blay como se o mundo fosse acabar.
Era um beijo daqueles para recordar toda a vida, a ligação foi tão completa que tudo, desde a sensação do corpo contra o seu, ao deslizar quente de outros lábios nos seus, ao poder e controlo, ficariam gravados no pensamento…”


Lover at Last, pág. 449 do manuscrito

(tradução livre de morCeGo)

Palavras para quê? Eu, virgem em romances homossexuais, estou mais do que pronta para me estrear nesta aventura. Quanto mais leio, mais gosto destes dois, mas a minha preferência vai para o Qhuinn... Tenho um fraquinho por rebeldes traumatizados... Ai, ai!