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Legado da Adaga Negra

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sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Capa e excerto do The Savior e extra...

Olá pessoal!!!

Já não vinha cá há algum tempo e sei que, quem está no grupo do face ligado ao blog já partilharam para lá umas capas para o livro The Savior que vai chegar às livrarias em inglês dia 2 de Abril de 2019, mas eu estava à espera de confirmação oficial da própria Ward para colocar aqui!

E chegou hoje! A Ward partilhou a capa com os fãs e é uma das que mostraram no grupo, mas para quem não viu, cá está ela (versão americana):



E esta é a dos livros do U.K.:

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e texto


Mais novidades...Para aqueles que seguem o Legado da Adaga Negra o próximo livro vai ser do Boone, um dos recrutas (ainda não se sabe qual dos irmãos terá mais destaque nem o título do livro) e vai sair em Agosto de 2019. Esta Ward trocou-nos as voltas todas... os últimos três (e primeiros três) saíram entre Dezembro e Janeiro e este só sai em Agosto... uma tristeza... T.T


Agora que já está tudo dito vamos ao excerto que é isso que querem, não é verdade?

---V.P.---
A velha casa do Darius. A mansão federal na parte abastada de Caldwell que o Murhder se conseguia lembrar de visitar antes de tudo ter mudado para ele.

Enquanto ele se mantinha do outro lado da estrada da graciosa casa, ele disse a si mesmo para se mexer. Caminhar até à porta de entrada. Bater à porta para anunciar a sua presença... apesar de que, certamente, os Irmãos deverão estar a olhar para ele neste momento porque o interior da imponente mansão Wayne (referência ao Batman) se encontrava escura como o breu. A premeditação fez uma parte dele acordar que não era, pelo menos por uma vez, mau presságio. Ele podia lembrar-se de ser estratégico dessa maneira. Sem luzes dentro significava que eles podiam estar dez empilhados à frente de qualquer pedaço de vidro e ninguém poderia vê-los, saber o seu número, ou avaliar as suas armas.

Ele tinha que se questionar se não estariam também cá fora. Eles teriam que ser cuidadosos para se manter contra o vento para ele não os poder detectar, e eles teriam que ser silenciosos como a neve a cair se mudassem de posições.

O Murhder não tinha trazido um sobretudo. Um casaco. Nem mesmo um pullover. E não porque o Norte da Carolina era muito mais quente. A supervisão, juntamento com o facto de ele nem sequer ter uma parka, parecia um sintoma revelador da sua doença mental.

Movendo a sua mão para o bolso de trás, ele sentiu as três cartas que ele trouxe com ele. Elas tinham importância. Não tanto o envelope FedEx pelo qual o Rei estava tão ansioso. Isso estava descuidadamente dobrado sobre um braço… ele quase tinha ido embora sem ele e quase não tinha voltado por ele. O Wrath estava à espera de documentos, contudo, e sabendo como o último vampiro de raça pura na terra operava, não haveria maneira de deixar isso escapar.

O Murhder intencionava conseguir o que precisava e nunca mais voltar a ver nenhum deles.

Forçando-se a sair da curva, ele…

As instalações eram compridas, em vez de altas, e do local onde o Murhder estava escondido, ele memorizou os edifícios inter-conectados, com o seu núcleo central e raios irradiantes. Sem janelas excepto na entrada, e mesmo aí o vidro era escurecido e mantido no mínimo. O parque de estacionamento estava maioritariamente vazio, os carros que havia estavam congregados perto da entrada.

Não havia ninguém a passear do lado de fora.

Ninguém a passar, na realidade.

A floresta que cercava o local remoto era apertada, outro pedaço de parede por partir, os pinheiros galho-a-galho formavam bloqueios ao acesso. Também havia uma cerca no perímetro, com altura de cerca de seis metros com arame farpado enrolado no seu topo e um portão que parecia ser equipado com painéis à prova de bala e vidro.

Se fosses humano e não tivesses as credenciais certas? A tua única chance para entrar ela abrir um buraco num dos lados.

Felizmente, ele tinha outras opções.

Fechando os olhos, ele concentrou-se em se acalmar, a sua respiração a abrandar da bomba rápida do seu ataque iminente, o seu coração a sair do ritmo de corrida. Assim que lhe foi possível, ele desmaterializou-se, prosseguindo em frente numa dispersão de moléculas. O seu ponto de entrada a portal da saída do sistema de climatização, se ele estivesse completamente corporal, iria requerer que ele tivesse um maçarico à mão. Como ele estava, ele facilmente penetrou a malha de alumínio e continuou pela tubagem.

A planta interior das instalações era-lhe desconhecida, e isso tornava a desmaterialização perigosa. Se ele escolhesse o sítio errado para se tomar forma, e podia fazer dano a coisas no seu corpo que não poderia voltar a crescer. Mas isto era uma última tentativa, por isso ele não se poderia preocupar com a sua própria segurança.

Saídas de ar. Mais dutos. Filtros que ele quase não conseguia passar.

Ele saiu por uma fornaça industrial, reestabelecendo a sua forma física num quarto escuro como o breu que cheirava ao ar seco do deserto e a óleo de motor. A sua presença accionou a luz por activação por movimento, e os seus olhos arderam devido ao brilho intenso enquanto a coisa fazia o seu trabalho. Preparando-se para um alarme, ele colocou a mão numa das suas armas e abrir a porta que estava à sua frente de repente.

Quando ninguém veio ele voltou a olhar para a fornaça, respirou fundo e desmaterializou-se pela estreita fresta por baixo da porta.

Sala de descanso. Com dois homens de manutenção com uniforme que tinham as suas costas voltadas para ele, o par sentado numa mesa, a ver basketball numa TV a preto e branco.

O Murhder deixou-os no sítio onde estavam. Não há motivo para chutar o ninho de vespas até ser completamente necessário, e os seus instintos disseram-lhe em que direcção ele tinha que ir.

A Xhex estava perto. Não a divisão ao lado perto, mas algures na instalação.

O seu sangue tinha aberto o caminho para ele, levando-o até o local depois de ele ter atravessado centenas de quilómetros do norte do estado de New York à procura dela: Aquilo que ele tinha tirado da veia dela para o sustentar iria salvá-la, a dívida paga.

Desde que ele lhe salvasse a vida.

Agora num corredor, e não havia mais desmaterialização. Os seus sentidos estavam demasiado vivos, a sua localização marcada pela sirene intermitente que era o sangue dela- e como um dono que soltava um cão de caça, ele permitiu a sua parte mais animalística livra para a encontrar. A movimentação deixou de ser uma coordenação consciente de membros, mas um processo autonómico servindo o bem maior de levar o seu corpo até à fêmea.

Quando ele contornou um canto e se encontrou com dois machos humanos em batas brancas, ele partiu os seus pescoços e deixou os corpos onde eles caíram. Vítimas inocentes? Dificilmente, e se o tempo não fosse essencial, ele teria levado a dor deles a novos níveis, não apenas com este par, mas com cada uma das entidades que viviam e respiravam nesta câmara de tortura.

O Murhder continuou, percorrendo corredores, passando por uma e outra camera de segurança montadas no tecto.

Os alarmes soaram mesmo na altura em que ele parou à frente de uma porta feita de aço- o único metal pelo qual os vampiros não se podiam desmaterializar através- e desta vez, havia um selo interior que ele podia sentir.
Estes humanos sabiam sobre a malha, pensou ele. Eles tomaram conta de proteger aquilo que eles tinham raptado com um fino tecido de aço. Graças fodida que eles não tiveram a previsão de colocar todas as instalações assim- não duvido que tenham estado mais preocupados com fuga do que com resgate.

Meses de oração e busca e pânico finalmente acabaram, mas agora a parte mais difícil.

OS explosivos que ele trouxe com ele estava no seu cinto de utilidades, e os alarmes foram afogados quando ele detonou a carga do C-4. A porta caiu para trás do seu batente, aterrando no chão como a laje de um túmulo.

Murhder saltou através do fumo com as suas adagas de fora. Nada de armas. Ele não queria matar a Xhex com uma bala extraviada-

Era um laboratório médico completo com prateleiras cheias de materiais, uma mesa de operação que o fez querer vomitar, e todo o tipo de microscópios e monitores em balcões e secretárias.

Ele chacinou o pessoal do laboratório em segundos. Três deles, todos homens. Eles não ofereceram qualquer resistência coordenada, perdendo o tempo a gritar e a tentar fugir, e ele foi para aquele que pegou primeiro num telefone. Enquanto ele cortava as gargantas deles, aquelas batas tornavam-se vermelhas na frente, os seus IDs laminados também cobertos em sangue.

Foi quando ele deixou cair o último deles e se virou que ele viu a mescla de jaulas cobertas.

Duas delas, e a Xhex estava na esquerda, nua, com uma taça de comida e uma vasilha de água como se ela fosse a merda de um animal. Mas havia outra fêmea na outra jau- e ela estava pesadamente grávida.

Os seus olhos, vazios e assombrados, olharam para ele através do entrançado de bandas de aço- e quando a boca dela abriu em choque, a realidade apoderou-se dele.

A cara no vidro sagrado. Esta era a fêmea!

- Não podes tocar nas barras. – a Xhex disse a cima do ruído dos alarmes. – Elas estão electrizadas.
Murhder abanou a cabeça para voltar a prestar atenção. A fêmea que ele sabia que vinha salvar estava de pé, pronta para ser salva, mas tão enfraquecida que ele sabia que a teria que a carregar dali para fora. A que estava com cria- estava de joelhos, e ele estava preocupado que isso poderia ser tudo o que ela conseguia fazer.

- Ali, - Xhex disse apontando para a direita. – Ali está os travões dos circuitos das jaulas.

Sem tempo para fuder com os fusos. Ele trocou uma das suas adagas por uma arma e descarregou seis tiros para a caixa de metal. Faíscas voaram, e houve uma pequena explosão, fumo com uma mordida metálica foi libertado pelo lab.

- Afasta-te, - ordenou ele.

Xhex sabia o que ele estava a pensar, e saltou para fora do caminho enquanto ele apontava a arma dele ao mecanismo de tranca da jaula. A bala que ele disparou dividiu a carcaça, libertando um conjunto de órgãos metálicos no chão.

Xhex puxou a porta completamente aberta e cambaleou para fora com as pernas extremamente finas que tremiam demasiado que os joelhos nodosos batiam um no outro. O seu cabelo tinha sido rapado e havia eléctrodos colados ao seu crânio.

Ele teve que desviar o olhar, mas isso apenas fez aterrar os seus olhos na fêmea grávida. – Não a podemos deixar, - disse ele – Eu tenho que…

Mas ele não podia carregar as duas e continuar a ter uma mão livre para a arma. E não era necessário dizer que nos seus estados debilitados, nenhuma das duas poderia desmaterializar.

- Tenho que a ajudar. – A voz dele não soava como sua. – É suposto eu…

A fêmea grávida arrastou-se até à porta da jaula. Por trás da grade de aço, as mãos dela apertaram-se nas barras, a boca dela a mexer, mas a sua voz demasiado fraca para se propagar através dos alarmes.

- Irei voltar por ela. – ele ouviu-se a dizer enquanto ele agarrava o braço da Xhex. – Eu prometo.

- Não! Eles vão movê-la, eles têm outras localizações-

Os seguranças pararam à porta, três homens em uniforme azul. Ele disparou contra eles enquanto puxava a Xhex para trás do seu corpo e se movia para uma cobertura. Excepto que não havia nenhuma.

Com um puxão ele virou uma mesa de trabalho e depois colocou uma porção de prateleiras de metal cobertas de vidro em cima da mesa, todos os tipos de matrazes e tubos de ensaio a cair no chão enquanto os painéis da frente se estilhaçaram e soltaram o seu conteúdo. Mudando de recarga, ele continuou a disparar, mas sem fazer pontaria.

Ele mordeu o próprio pulso e empurrou a veia aberta para a boca da Xhex.

Sem perder um minuto, ela bebeu rápido e forte, tirando a nutrição que ela não tinha tido, substituindo fraqueza por força. Se ela pudesse desmaterializar, havia esperança para a outra fêmea- assumindo que ela ainda estaria viva a este ponto. Montes de balas no lab, aqueles guardas a retribuírem o fogo-

A Xhex gritou. – Foda-se!

Enquanto ela soltava a veia dele sem a fechar, ele sangrou por todo o lado, mas ele estava mais preocupado com a Xhex. Ela encurvou-se em volta do lado dela e estava a pressionar as suas palmas por baixo das costelas.

- Fui atingida- foda-se, fui atingida! – ladrou ela.

Uma bala assobiou, mesmo a cima da cabeça dele. Mais duas atravessaram a mesa e as prateleiras, as aborrecidas placas de metal desmentindo a natureza frágil da sua cobertura.

Ambos olharam para a outra fêmea. Ainda não tinha sido atingia, e estava claro que ela conseguia ler o que estava nas suas caras. Aquela boca delas abrindo completamente enquanto ela arranhava as barras, a malha, os seus olhos frenéticos revelando a profundidade do inferno em que ela estava-

Uma buzina, na tonalidade precisa do grito aterrorizado daquela fêmea, trouxe o Murhder de volta ao presente. Ele parou no meio da rua nevada, e enquanto ele olhada na direcção do som, foi cegado por faróis. O braço dele levantou-se para escudar os olhos, mas ele não se lembrou de se mexer.

O carro acertou-lhe em cheio, os seus pneus trancando num pedaço de neve, o corpo dele bateu no capo e rolou pelo para-brisas. Ele apanhou uma rápida, passageira passagem do céu limpo de inverno enquanto ele passava por cima do tejadilho, e depois ele aterrou na estrada do outro lado de cara para a neve.

Com um estremecimento, ele deu ao seu corpo um segundo para registar qualquer tipo de queixa, e além disso, o pacote frio das marcas dos pneus sabiam bem nas suas bochechas quentes. Vagamente, ele notou o som da abertura de portas de carro- três delas?

- Ah, merda, o meu pai vai-me matar-

- Não devias ter conduzido pedrado-

Murhder virou a sua cabeça de lado e focou-se nos três jovens rapazes humanos que estavam em pé perto da parte de trás de um BMW caro.

- Estou bem. – ele disse-lhes. – Apenas vão.

- Estás a falar a sério? – um deles questionou.

E foi aí que ele apanhou um cheiro que ele não cheirava há anos e anos. Enquanto lágrimas lhe vieram aos olhos, ele fechou as pálpebras.


- Se ele está morto, - ele ouviu a Xhex a dizer na voz dura dela, - Eu vou matar cada um de vocês. Vagarosamente.­


---V.O.---

Darius’s old house. The federal mansion in the wealthy part of Caldwell that Murhder could remember coming to before everything had changed for him.

As he stood across the street from the gracious home, he told himself to get a move on. Walk to the front door. Knock to announce his presence—although surely the Brothers were staring out at him now because the inside of the stately Wayne Manor was pitch-black. The forethought made some part of him wake up that was, for once, not bad news. He could remember being strategic like that. No lights inside meant they could be stacked ten deep in front of any piece of glass and no one could see them, know their numbers, assess their weaponry.

He had to wonder if some were not outside, too. They would be careful to stay downwind so he couldn’t sense them, and they would be silent as snow falling if they shifted positions.


Murhder had not brought an overcoat. A jacket. Even a pullover. And not because North Carolina was so much warmer. The oversight, coupled with the fact that he didn’t even own a parka, seemed a revealing symptom of his mental disease.

Moving his hand to his back pocket, he felt for the three letters that he’d brought with him. Those mattered. Not so much the FedEx envelope that the King was so hot and bothered about. That was carelessly tucked under one arm—he’d left without it and nearly hadn’t gone back. Wrath was expecting the documents, however, and knowing the way the last pure bred vampire on the earth operated, there would be no letting that one go.

Murhder fully intended to get what he needed and never see any of them again.


Forcing himself to step off the curb, he—

The facility was about the horizontal, rather than the vertical, and from Murhder’s hillside hideout, he memorized the interconnected buildings, with their central core and radiating spokes. No windows except for the entrance, and even there the glass was tinted and kept to a minimum. Parking lot was mostly empty, what cars there were congregating close to the way in.

There was no one walking around outside.

Nowhere to walk around, really.

The forest surrounding the remote site crowded in tight, another unbroken stretch of wall, the pines bough-to-bough blockers of access. There was a perimeter fence as well, twenty feet high with a curl of barbed wire at the top and a gatehouse that appeared to be fitted with bulletproof panels and glass.


If you were a human and you didn’t have the right credentials? Your only chance to get in was to blow a hole in one side.

Fortunately, he had other options.

Closing his eyes, he concentrated on calming himself, his respiration slowing down from the fast pump of his impending attack, his heart stepping off its pounding race-pace. As soon as he was able, he dematerialized, proceeding forward in a scatter of molecules. His entry point was an HVAC exhaust portal that, had he been fully corporeal, would have required him to have a blowtorch handy. As it was, he easily penetrated the aluminum mesh and continued through the duct work.

The interior layout of the facility was unknown to him, and that made the dematerialization dangerous. If he chose the wrong place to reform, he could do damage to things on his body that weren’t going to grow back. But this was a Hail Mary, so he couldn’t worry about his own personal safety.


Vents. More ductwork. Filters he was barely able to get through.

He came out through an industrial furnace, reestablishing his physical form in a pitchblack room that smelled like desert-dry air and motor oil. His presence triggered a motionactivated light, and his eyes burned in the glare as the thing did its job. Bracing for an alarm, he palmed one of his guns and sank down into his thighs in case someone threw open the door that was in front of him.

When no one came in, he glanced back at the furnace, took a deep breath, and dematerialized out the thin seam under the door.

Break room. With two uniformed maintenance men who had their backs to him, the pair sitting at a table, watching basketball on a black-and-white TV.


Murhder left them right where they were. No reason to kick the hornets’ nest until he absolutely had to, and his instincts told him which way he had to go.

Xhex was nearby. Not next-room-over close, but somewhere in the facility.

Her blood had blazed the trail for him, bringing him to the site after he had crisscrossed hundreds of miles of upstate New York searching for her: That which he had taken from her vein to sustain himself was going to save her, the debt repaid.

Provided he saved her life.

Out in a corridor now, and there was no dematerializing anymore. His senses were too alive, her location marked by the blinking-light siren call of her blood—and as a master would unleash a hound, so he allowed the most animalistic part of himself free to find her. Ambulation was no longer a conscious coordination of limbs but an autonomic process serving the greatest good of bringing his body to the female.


When he rounded a corner and came upon two human males in white laboratory coats, he snapped their necks and left the bodies where they fell. Innocent victims? Not fucking hardly, and if time hadn’t been of the essence, he would have taken their pain to new levels, not just with this pair but with every single living, breathing entity in this torture chamber.

Murhder kept going, pounding down corridors, passing in and out of the security cameras mounted in the ceiling.

The alarms sounded just as he stopped before a door that was made of steel—the one metal that vampires could not dematerialize through—and this time, there was an interior seal that he could sense.

These humans knew about the mesh, he thought. They had taken care to protect that which they had kidnapped with a fine weave of steel. Thank fuck they hadn’t had the foresight to secure the entire facility as such—no doubt because they were more concerned with escape than rescue.


Months of prayer and searching and panic were finally over, but now the hardest part.

The explosives he brought with him were on his utility belt, and the alarms were drowned out as he detonated the charge on the C-4. The door felt back from its jamb, landing on the floor like a tomb slab.

Murhder jumped through the smoke with his daggers out. No guns. He didn’t want to kill Xhex with stray bullets—

It was a full blown medical laboratory with shelves full of supplies, an operating table that made him want to throw up, and all kinds of microscopes and monitors on counters and desks.

He slaughtered the laboratory workers in seconds. Three of them, all men. They offered no coordinated resistance, wasting time screaming and trying to run, and he went for the one who picked up a phone first. As he slashed their throats, those coats turned red down the front, their laminated IDs likewise covered with blood.


It was as he dropped the last of them that he wheeled around and saw the mesh-covered cages.

Two of them, and Xhex was on the left, naked, with a food bowl and a container of water like she was a fucking animal. But there was another female in the other pen—and she was heavily pregnant.

Her eyes, hollow and haunted, stared at him through the weave of steel bands—and as her mouth opened in shock, reality warped on him.

The face in the sacred glass. This was the female!

“You can’t touch the bars,” Xhex said over the din of the alarms. “They’re charged.”

Murhder shook himself back to attention. The female he’d known he was coming for was up on her feet, ready to get sprung, but so emaciated, he knew he was going to have to carry her out. The one with the young—she was on her knees, and he worried that was all she could do.


“Over there,” Xhex said as she pointed to the right. “There’s the circuit breaker for the cages.”

No time to fuck around with fuses. He traded one of his daggers for a gun and plowed six shots into the metal box. Sparks flew and there was a minor explosion, smoke with a metal bite to it released into the lab.

“Stand back,” he ordered.

Xhex knew what he was thinking, and she jumped out of the way as he pointed his gun at the locking mechanism of her cage. The bullet he discharged split the casing, releasing a set of mechanical internal organs on the floor.

Xhex pushed the door wide and stumbled out on pin-thin legs that trembled so badly, the knobby knees knocked together. Her hair had been shaved and there were electrodes attached to her skull.


He had to look away, but that just landed his eyes on the pregnant female. “We can’t leave her,” he said. “I need to…”

But he couldn’t carry both of them and still have a hand free for a gun. And it went without saying that in their weakened states, neither could dematerialize.

“I need to help her.” His voice didn’t sound like his own. “I’m supposed to…”

The pregnant female dragged herself over her cage’s door. Behind the steel mesh, her hands clenched on the bars, her mouth moving, her voice too weak to carry through the alarms.

“I’ll come back for her,” he heard himself say as he grabbed onto Xhex’s arm. “I promise.”

“No! They’ll move her, they have other locations—”


Security guards skidded into the doorway, three men in blue uniforms. He shot at them as he pulled Xhex behind his body and moved for cover. Except there was none.

With yank, he flipped a worktable over and then pulled a portion of glass-fronted metal shelving on top of it, all kinds of beakers and test tubes hitting the floor as the front panels shattered and let loose their contents. Changing clips, he kept shooting, but it was without aim.

He bit his own wrist and shoved the open vein at Xhex’s mouth.

Without missing a beat, she drank hard and fast, taking the nutrition she hadn’t had, replacing weakness with strength. If she could dematerialize, there was hope for the other female—assuming she was even alive at this point. Lot of bullets in the lab, those guards returning fire—


Xhex let out a yell. “Fuck!”

As she released his vein without sealing it, he bled all over the place, but he was more worried about Xhex. She’d curled around on her side and was pressing her palms in under her ribs.

“I’m hit—fuck, I’m hit!” she barked.

A bullet whizzed by, just over his head. Two more went through the table and the shelving, the dull, metallic thunks belying the flimsy nature of their cover.

They both looked over at the female. She hadn’t been hit, yet, and it was clear she could read what was on their faces. That mouth of hers opened wide as she clawed at the bars, at the mesh, her frantic eyes revealing the depths of the hell she was in—


A car horn, set at the precise pitch of that terrified female’s scream, brought Murhder back to the present. He had stopped dead in the middle of the snowy street, and as he looked toward the sound, he was blinded by headlights. His arm went up to shield his eyes, but he didn’t think to move.

The car nailed him solidly, its tires locking on the snow pack, his body banging on the hood and rolling up the windshield. He caught a quick, passing survey of the clear winter sky as he passed over the roof, and then he hit the road on the far side facedown in the snow.

With a shudder, he gave his body a second to register any complaints, and besides, the cold pack of tire treads felt good against his hot cheek. Dimly, he noted the sound of car doors opening—three of them?


“Aw, shit, my father’s gonna kill me—”

“You shouldna driven high—”

Murhder cranked his head around and focused on the three young human boys who were standing around the back end of a very expensive BMW.

“I’m okay,” he told them. “Just go.”

“You serious?” one of them asked.

And that was when he caught a scent he hadn’t smelled in years and years. As tears came to his eyes, he closed his lids.

“If he’s fucking dead,” he heard Xhex say in her hard-ass voice, “I will kill each one of you. Slowly.”

---

O que acharam?

Eu cá achei porreiro podermos ver um bocadinho do passado do Murhder com a Xhex mesmo que seja um parte má... agora vamos ter que esperar para mais... muito mas mesmo muito!

Por hoje já chega que estou exausta e ainda tenho que fazer duas horas a conduzir e ainda não sei a que horas saiu... T.T

Fiquem bem pessoal e até a uma próxima,
Sunshine ;)




terça-feira, 2 de outubro de 2018

Entrevista da Ward na Readers On The River

Olá pessoal!!!

Sei que já ando desaparecida há algum tempo, mas não tinha muito a dizer até agora...

As fichas que estavam a ser tão interessantes fizeram pufff e sumiram da cabeça da Ward para ela publicitar o novo livro sobre bombeiros, que eu já falei aqui no blog, chamado Consumed que saiu hoje nos EUA.

Desde já agradeço à Nighty, à Luna Sousa, à Cristina Santos por terem comentando os meus posts anteriores, só os li agora, mas fico contente por saber que não estou a escrever para o boneco. ;)

Ora bem... Hoje venho cá porque, um grupo que eu "sigo" no facebook sobre a irmandade, que é em inglês colocou a transcrição de uma sessão de perguntas e respostas que a Ward fez dia 28 de Setembro numa espécie de encontro com vários autores chamado Readers On The River. Esse evento foi tipo uma convenção de dois dias (28 e 29) em Louisville, Kentucky onde estiveram vários autores como a Gena Showalter, a Lexi Blake, o Chritopher Rice, entre muitos outros.

Mas vamos ao que nos interessa a nós! :D

A pequena entrevista da Ward!

Atenção que pode conter SPOILERS!!!!!



---V.P.---

P: Quando é que vai abordar o problema da esperança de visa da Sola?
R: Tenho um pressentimento que o Lassiter é a chave para a solução da Sola.

P: Quanto é que o Lassiter apareceu-lhe pela primeira vez?
R: Apareceu do nada quando escrevi o último livro daquela série (Anjos Caídos) e o Eddie e o Adrian estavam a dizer: "Não, uh-uh, nope, não o vou encontrar. Vamos deixá-lo por descobrir." E eu pensei, pergunto-me quem é que este será? E literalmente... não vos estou a enganar, duas semanas depois, "Hey! Hey!" E eu fico, oh, não... a sério? Vais ser aquele que trás o Tohr de volta? E encontras-te-o na floresta e levaste-lhe McDonald's? A sério... um... sim.
(Só uma questão... o último livro dos anjos caídos foi publicado em 2014 [fui agorinha mesmo confirmar], o Tohr foi encontrado pelo Lassiter no livro do Phury, que saiu em 2008 [também fui agorinha confirmar] há mais alguém que acha que algo aqui não está a bater certo, ou sou só eu? o.O)

P: Quando é que o Lassiter vai ter o Felizes para Sempre dele?
R: Adoro o Lassiter. (Já somos duas) Ele é tão engraçado, eu quase que não quero escrever o FpS dele porque depois ele torna-se num Lassiter estabelecido, mais calmo e ele é cá um palhaço. (num bom sentido) Eu adoro-o. Ele é uma das minhas personagens favoritas. Apesar de o Zsadist ser o meu número um.

P: O Muhrder parece-se com o Jason Mamoa ou o Jason Mamoa parece-se com o Muhrder?
R: Vou argumentar que independentemente da maneira que o digam, é uma boa comparação.

P: Como está a tua relação com o Vishous agora?
R: Na primeira parte da questão dela eu fiquei a pensar... FODA-SE, FODA-SE, FODA-SE, FODIDO, FODIDO, FODIDO... Okay. Sabem quando têm o Dia de Acção de Graças (feriado nos EUA onde se costuma reunir toda a família para comer peru assado no forno, acontece em Novembro e é conhecido em inglês por Thanksgiving e normalmente há sempre um jogo importante, não sei se de futebol americano ou de baseball), e tu tens toda a família em casa e há alguns primos que estás mesmo excitada por ver, e o teu tio que tem a camisola do teu clube rival vestida, mas estás bem com ele porque ele tipo, salvou o teu cão. A tua avó que tem pelos no queixo e mau batom, mas estás mesmo feliz que ela esteja viva e depois tens o pedaço de merda filho da puta no canto que reclama de tudo, e não gosta de nada. Não gosta de ti. Não gosta de ti. Não gosta de ti. Não gosta da tua casa, do teu cão, do teu marido... esse é o Vishous. E todas as vezes que eu escrevo um livro da Irmandade da Adaga Negra esse cabrão aparece à minha mesa de jantar. E é assim que a nossa relação é agora. Mas eu amo-o porque ele é família e eu estou tipo encalhada com ele.

P: Sobreviveu alguém da Irmandade da Adaga Negra original do tempo do pai do Wrath ao ataque que matou os pais dele?
R: Sim. Alguns deles sobreviveram. E eu acho... E isso é parte da outra coisa que eu gostaria de fazer. Eu gostaria de ir ao passado e contar algumas dessas histórias. E eu acho que uma das boas coisas de fazer lançamentos apenas para e-book e fazer compilações por baixo valor é que eu posso escrever algumas destas histórias que são críticas para o mundo deles e o passado, mas não são grandes os suficiente para colocar em livros grandes.

P: O Michael ou a Claire ou algum dos filhos deles que apareceram na novela A História do Filho vai aparecer nos livros da IAN?
R: Tudo o que me foi mostrado no mundo deles sempre significa algo, e por isso, não seria uma surpresa se eles voltassem ou se um dos filhos voltasse. Percebem o que quero dizer? Porque é uma comunidade pequena e interligada. Neste momento eu não sei a trajectória, mas imagino que eles irão voltar em qualquer ponto.

P: Quanto é que todos vão saber do novo papel do Lassiter?
R: Eu acho que um bocado vai ser descoberto no The Savior (O Salvador), mas ainda estou a escrever o livro.

P: Podemos ter uma prequela do "Na Sombra da Noite" (Amante Sombrio para o pessoal do Brasil), um livro sobre o Darius e a mãe da Beth?
R: Há dois livros que quero escrever. Um é a história do Darius com a mãe da Beth, mas sabemos que é um romance com um final triste, uma vez que sabemos que eles não tiveram o seu Felizes para Sempre. O segundo livro seria a história da Nalla a apaixonar-se e a trazer o seu futuro hellren a casa para conhecer o Zsadist e os tios dela. (quero tanto ler isso!!!)

P: O Manny, o Butch e a Jo Early são parentes. Vamos ter uma história de fundo sobre isto?
R: Sim. (vamos saber quem é o pai promíscuo dos 3! e se calhar descobrir mais manos(as))

P: Quantos livros até à história do Lassiter?
R: Ainda vai demorar um bocado. (porra!!!) O Lassiter precisa de resolver as coisas primeiro. Ele tem que perder aquelas calças de nylon com padrão de zebra.

P: Algumas séries que gostes de assistir de assentada no Netflix?
R: Duas séries: Lock Up e The Great British Bake Off.

P: Se o Vishous vender a penthouse vai deixar de haver sexo retorcido?
R: O sexo retorcido não está ligado a um imóvel determinado.

P: Quem é o teu crítico mais duro?
R: Eu sou a minha própria crítica mais dura. Eu não deixo ninguém ler os meus livros antes de estarem acabados.

P: Quantos livros é que vai ter a nova série?
R: Consumed é o primeiro livro. A série não tem um título oficial, mas por agora está a ser chamada de First Responders Series (Série de Primeiros Socorristas). Todos serão livros isolados que se passam no mesmo mundo. Eu irei escrever tantos livros quanto eles aparecerem. (oh meu Lassiter... vai ser outro até morrer... P.S. - Vês chefinha, eu disso que ia usar esta expressão da próxima vez... xD)

****FINIS****

---V.O.---
Q: When are you going to address Sola's life expectancy problem? 
A: I have a feeling that Lassiter is the key to Sola's solution. 

Q: When did Lassiter first appear to you? 
A: Out of the blue when I wrote the last book in that series (Fallen Angels) and Eddie and Adrian were saying, "No, uh-uh, nope, I'm not finding him. We're going to leave him unfound." And I was like, I wonder who that is? And literally...I shit you not, two weeks later, "Hey! Hey!" And I'm like, oh, no... Really? You're going to be the one who brings Tohr back? You found him in the forest and you brought him McDonald's. Really...um...yeah. 

Q: When is Lassiter going to get his Happily Ever After? 
A: I love Lassiter. He's so much fun, I almost don't want to write his HEA because then it becomes settled down, calmer Lassiter and he's such a clown. I just adore him. He's one of my favorite characters. Although Zsadist is my number one guy. 

Q: Does Murhder look like Jason Mamoa or does Jason Mamoa look like Murhder? 
A: I would argue either way you go, that's a fine comparison. 

Q: How is your relationship with Vishous now? 
A: In the first part of her question I stood here thinking...FUCK, FUCK, FUCK, FUCKER, FUCKER, FUCKER... Okay. So, you know when you have Thanksgiving, you have your family over and there are some cousins that you are really excited to see, and your uncle who has your football rival team's shirt on, but you're okay with him because he like saved your dog. Your grandmother who has whiskers on her chin and bad lipstick, but you're really happy she's alive and then you have the motherfucking piece of shit in the corner who bitches about everything, doesn't like anything. Doesn't like you. Doesn't like you. Doesn't like you. Doesn't like your house, your dog, your husband...that's Vishous. And every time I write a Black Dagger Brotherhood book that fucker shows up at my dining room table. So that's how our relationship is right now. But I love him because he's family and I'm sorta stuck with him. 

Q: Did any of the original Black Dagger Brothers from Wrath’s father's time survive the attack that killed Wrath's parents? 
A: Yes. Some of them did survive. And I think... See and that's part of the other thing I would like to do. I would like to go back and tell some of these stories. And I think one of the good things about doing e-book only releases and doing compendiums for a low price is that I can write some of these stories that are critical to their world and the past but are not big enough to put in a big book. 

Q: Will Michael and Claire or their children from the novella STORY OF SON show up in the BDB books? 
A: Everything that I have been shown in their world always means something and so it would not surprise me if they come back or their kid comes back. Do you know what I mean? Because it's a small community and interrelated. I don't know the trajectory right now, but I would imagine that they will at some point come back. 

Q: When will everyone know about Lassiter's new role? 
A: I think a bit of it will come out in THE SAVIOR, but I'm still writing that book. 

Q: Can we get a prequel to DARK LOVER, a book on Darius and Beth’s mom? 
A: There are two books I want to write. One is the story of Darius and Beth's mom, but we know it's a romance with a sad ending since we know they didn't get their Happily Ever After. The second book would be the story of Nalla falling in love and bringing her future hellren home to meet Zsadist and her uncles. 

Q: Manny, Butch, and Jo Early are related. Will we get a backstory on this? 
A: Yes. 

Q: How many books until Lassiter’s story? 
A: This will be a while. Lassiter needs to get his shit together first. He has to lose the nylon zebra pants! 

Q: Any shows you like to binge watch on Netflix? 
A: Two shows - Lock Up and The Great British Bake Off. 

Q: If Vishous gives up the penthouse will there be no kinky sex anymore?
A: Kinky sex is not tied to a certain real estate. 

Q: Who is your toughest critic? 
A: I am my own harshest critic. I don't let anyone read my books before it is done. 

Q: How many books will be in the new series? 
A: CONSUMED is the first book. The series doesn't have an official title, but for now, it's being called First Responders Series. All will be stand-alone books set in the same world. I will write as many books as they keep coming. 

****FINIS****
---

E por hoje é tudo... Não sei quando é que volto a postar alguma coisa, uma vez que não consigo prever quando é que a Ward vai colocar alguma coisa de interessante. Assim sendo, fiquem bem pessoal que eu vou ver se faço alguma coisa para não adormecer, já que não tenho mais nada para traduzir!!!

Fiquem bem e até à próxima publicação,
Sunshine ;)

terça-feira, 17 de abril de 2018

Q&A com a Ward sobre A Ladra

Olá pessoal!!!

Tenho aqui o que foi dito ontem no encontro anual entre a Ward e os fãs em Cincinnati, ontem à tarde nos EUA.

Espero que não crie mais perguntas do que já tem... :P

Escusado será dizer que a partir daqui é TUDO SPOILER!!!!!


P&R sobre A Ladra:
Notas: CaL significa Continuem a Ler
FPS significa Felizes para Sempre

P: Meu Deus, tenho várias perguntas para ti! Mas vou perguntar o que toda a gente quer saber. Qual é o próximo livro, querida?
R: O livro de capa dura que vai sair em 2019 (EUA) chama-se The Savior (O(A) Salvador(a)), e é sobre o Murhder. E há um bocado de coisas inacabadas que precisam de acontecer: acho que está na porra da altura que o JM seja induzido!!! (já não era sem tempo!!!!!)

P: Podemos confirmar que a Jo Early é o FPS do Murhder?
R: A Jo Early não é a heriona do Murhder. Ainda não conheceram a heroína dele.

P: Se o Boo é os olhos e os ouvidos da Virgem Escrivã o que é o George?
R: O George é o George, mas devido ao que a Payne pode fazer, ele nunca morrerá.

P: Vai haver um confronto entre o Muhrder e o John Matthew?
R: Isso vai ser um raio de um frente a frente, entre o Muhrder e o JM. Mas, ao entrar na relação dele, o JM tinha que saber que a Xhex não era virgem, por isso ele vai ter que ultrapassar o facto que ela esteve em relações antes dele.

P: O Throe está a alimentar o Grimoire (o livro que ele adquiriu n’A Escolhida) com as suas… atividades?
R: A trajetória do Throe vai levá-lo a algumas situações más, e a parte da Devina no mundo virá à tona no próximo livro. O/A Salvador(a) (The Savior) é multifacetado, e vai abranger a heroína do Muhrder e o seu papel.

P: A Devina vai voltar?
Q: Pensem no Throe e na relação com o seu livro, como um canal para ela sair do Poço das Almas. Ela não precisa de uma pessoa, mas sim de uma abertura. O Throe é a sua maneira de o fazer.

P: Há alguma maneira de a Devina de entrar no Bando dos Bastardos?
Q: CaL

P: Se a Virgem Escrivã estava a ver através do Boo, o Omega também estava a observar?
Q: CaL.
P: E sobre a Vovó e o Fritz ficarem juntos?
R: (Edição para os palavrões) Nope. (Por amor da santa… quem é que lembraria de algo assim?!?!?!)

P: Os pesadelos da Nalla são por causa do Throe?
R: Sim, os pesadelos dos homens sombra da Nalla são por causa do Throe. Lembram-se como alguns membros da raça têm uma segunda visão? A Nalla é um dos que a tem.

P: O Lash vai voltar?
R: O Lash, AKA (também conhecido como) o fulano que transformou um colchão na maior Tena alguma fez conhecido, vai, provavelmente, voltar. (o que estava na frase era Depends que no contexto não fazia sentido, pelo que depois de alguma pesquisa deparei-me que era o nome de uma marca de “absorventes” para incontinência urinária, pelo que troquei por Tena, marca que é cá vendida) E eu acho que ele e a Devina faria o casal mais disfuncional de todo o sempre.

P: Quando é que vamos descobrir o objetivo dos caixões?
R: Não no próximo livro, mas está definitivamente a chegar.

P: Quando é que o Eddie e o Adrian vão voltar, farão eles parte da IAN?
R: Eu acho que terão que fazer, mas há tantas pessoas no mundo, que eu tenho que garantir que ele não se expande demasiado rápido. Por isso, estou certa que eles irão aparecer outra vez.

P: Quando vamos descobrir como é que a Sola fica com o Assail?
R: Eu diria que teria a ver ou com a Payne a mantê-la viva com os poderes dela, ou o Lassiter a retirá-la do “tempo”. Eu não o tornei claro no livro, mas o FPS não vai ser afetado pela morte dela.

P: Qual é o próximo livro do Legado?
R: Não sei, mas vou integrar as personagens do Legado no mundo da IAN. É isso que estou à espera de fazer, porque se está a tornar caro para os leitores comprar dois livros de capa dura todos os anos. Gostaria de fazer mais ebooks, como o Dearest Ivie. Eu quero mantê-lo razoável para os leitores. Mas ainda não tenho a certeza.

P: Está a levar-nos noutra direção, para longe de Caldwell?
R: Não, vamos ficar em Caldwell, NY. Todas as coisas boas nos levam de volta a CaldwellI.

P: Porque é que o V e a Jane estiveram à espera da Amalya? Porque é que ela não foi ter com eles ao Santuário?
R: Isso é um CaL.

P: Viu algumas visões sobre perder um Irmão?
R: Não há nenhuma visão sobre a perda de um Irmão, ou mais alguém.

P: Há alguma maneira de dar uma ideia de como é a relação de irmãos entre o V e a Payne?
R: Já não estou mais a fazer as Fatias de Vida (Slice of Life) (que vinham no email ou colocadas online), mas gostaria de mostrar mais das relações entre eles, coisas do dia a dia, por os FPS mudam e evoluem.

P: Está a trabalhar em mais alguma coisa (para além da IAN e dos livros do Legado)?
R: Então, estou a escrever uma nova série, à cerca de homens quentes e mangueiras compridas… é sobre bombeiros, e vai sair no Outubro deste anos (EUA).

P: E sobre o Lassiter? (quero um livro dele para ontem, se faz favor!!!)
R: O Lassiter vai definitivamente ter o seu próprio livro. (mas QUANDO?!?!?!) E só não sei quem é que estaria disposta a aturar o seu “rabo doido”. (tradução literal aqui xD) Da maneira que funciona comigo, as visões não vêm em ordem cronológica. (Moonlight!!! Encontrei a pólvora!!! Por isso é que a cronologia da série está toda f*dida…) Eu já sabia há algum tempo que ele seria uma deidade, e já o vi na sua fatiota de casamento. (? Não tenho vem a certeza se era isso que a Ward queria dizer, porque estava lá uma palavra que não conseguia encontrar e não conhecia… :/) Mas, nunca vi quem é que está ao lado dele.

P: O Michel, do A História do Filho (Story of Son), tem muitas parecenças com o Murhder. Poderá haver algum laço entre ele a Jo e outros, com o Muhrder, Já agora, vamos ver o s’Ex outra vez?
R: O s’Ex é bestial, mas também amo o Sin. Eu vejo o livro do Sin a chegar daqui a pouco. E… eu quero dizer-vos muito… o Sin é o herói da Jo Early. (tao avoada que a Sra. é… nem respondeu à pergunta -_- ou se calhar foi demasiado matreira pro pessoal ver… xD)

P: Vai haver filmes?
R: Já pensei em tornar os livros em filmes, mas a minha maior preocupação é que a escrita permaneça o principal. Se a oferta certa aparecer, se Hollywood vier bater à porta, teria que ser a oferta ideal. Tenho que ser cuidadosa, porque a série ainda está em andamento, e as pessoas têm as suas próprias ideias de como as personagens se parecem e soam.

P: O Manny vai-se converter em vampiro?
R: Não. Ele não se tem que preocupar, por causa dos poderes da Payne. Ele não vai envelhecer, ele apenas ainda não se apercebeu.

P: O Lash está a canalizar o Omega? Onde está o Omega?
R: O Omega está a diminuir com o tempo por causa do Butch e do legado do Dhestroyer. Vai ter que haver um frente a frente entre o Omega e o Butch. Mas ainda não sei como isso funciona nem quando.

P: Vai haver cenas da vida quotidiana dos vampiros civis?
R: Eu acho, agora que a ordem social colapsou, os civis têm que se chegar à frente, por isso acho que sim.

P: Vai haver mais casais da IAN a ter crias?
R: Acho que a cronologia está na altura em que veremos o Aggie, o filho da Cormia e do Phury, a nascer.

P: O Z e a Bella vão ter um livro como A Besta ou O Rei?
R: Não tenho a certeza se será um livro completo, ou algo tipo um conto como o Dearest Ivie. (Ia adorar… a pergunta é se a Leya iria traduzir… :/)

P: Quando é que vamos ouvir mais sobre o Wolfen?
R: Vamos ver um no The Savior (O(A) Salvador(a)).

P: Vamos ver mais do Jose de la Cruz? (O antigo parceiro na polícia do Butch)
R: Eu gostaria de ter uma cena onde o Jose se apercebe que o Butch está bem, mas não sei quando é que isso acontece ou onde?

P: Então, o Boo é a Virgem Escrivã…
R: Não é que o Boo seja a VE, por isso ele não vai desaparecer agora que ela já cá não está. Ele ainda lá está. Mas, até haver uma resolução completa, acho que ela terá que voltar. Ela não desapareceu.

P: O que se passa com o V e a Jane? Vamos ter mais histórias sobre eles?
R: Acho que acabamos com o V. (relativamente a livros novos) não acho que haja mais conflitos que o V e a Jane possam ter.

P: E sobre o Trez e a Selina?
R: Vou ter que fazer o CaL. Mas eu juro, eles não acabaram. Eles vão encontrar um caminho de volta um ao outro.

P: O que nos pode dizer sobre os primos do Assail, os gémeos?
R: Oh, meu Deus, eu adoro os gémeos! Quando vi as pimentas fantasma no balcão… eu procurei vídeos no youtube, e perdi duas horas a ver uns morcões a comê-las. Eu adoraria ver mais dos gémeos. Como se sentiriam se eles acabassem com uma mulher? (A resposta foi esmagadoramente positiva.)

P: No fim do último livro do Legado, eles falam de alguém que não estava no livro. Essa pessoa será significante?
R: O neto do dono da casa? Isso é um talvez. Ele pode ser significante.

P: E sobre o irmão do Silas?
R: O irmão do Silas é significante. Vamos vê-lo mais tarde.

P: O BdB está agora a viver com a IAN. Iremos ver como é que isso está a resultar?
R: Eu quero mostrar isso, e outras partes do mundo que são interessantes, mas é uma questão de descobrir como. Uma vez que o Sin acaba com a Jo Early, iremos ver um bocadinho disso. (Interações com o BdB)

P: A Amalya está chateada por não se ter tornado na Virgem Escrivã?
R: Não, ela não está.

P: A Amalya era a vidente que deu o livro ao Throe? Ela abriu o Cofre?
R: CaL. (mau!!! Eu não estou a ver a Amalya a fazer uma coisa dessas, só se estava possuída…)

P: Iremos alguma vez ver a Colónia lá no Oeste?
R: O que irá acontecer quando os vampiros forem descobertos pelos humanos? Eu acho, que mais à frente, eu penso que a Colónia terá que ser explorada. Agora, lembrem-se, é uma Colónia prisional. Eles são assassinos e ladrões. Mas eu penso, que bem mais à frente, terá que ser explorado.

P: Iremos alguma vez perceber qual é o problema entre o V e o Lassiter?
R: Eu suspeito que virá à tona no livro do Lassiter, mas acho que muito vai acontecer fora das páginas. Mas poderei fazer um pequeno ebook, para explicar tudo. (quero, por favor, para ontem!! Obrigada :3)

P: Agora que o Santurário desapareceu, a Payne tem que se alimentar, e de quem?
R: Eu acho que dos Irmãos. Nada sexual, mas seria isso que eles teriam que fazer.

P: Então, o V sabe do Lassiter, mas o Lassiter vai ter alguma festa de boas vindas?
R: Conseguem imaginar isso? Mas sim, haverá algum tipo de proclamação para a raça.

P: Os sympaths vão aparecer mais nos futuros livros?
R: Existem quatro grupos auxiliares, que incluem os vampiros, os wolfen, os sympaths e os Sombras. À medida que as coisas desenvolvem, esses quatro grupos terão que estar envolvidos.

P: Já vimos o wolfen? O Jose é um wolfen?
R: Ainda não vimos nenhum wolfen… oh… bem… hmmmmm… (Não, o Jose não é um wolfen)

P: A Irmandade irá alguma vez descobrir quem é o Darius/JM?
R: A minha resposta sempre foi não, isso ira destabilizar todas as relações na mansão. Agora, a minha resposta é… eu não sei… o Lassiter sabe de tudo e ele não consegue manter a boca dele fechada. Ele é o melhor e o pior deus de sempre. Eu apenas não sei.

P: (O questionador dirige-se para a plateia) Toda a gente odeia a Virgem Escrivã? Porque eu sempre gostei dela.
R: Não acho que haja um consenso. Ela não tem um mau coração. Mas é muito antiquada e persistente nas suas maneiras. Eu acho que a sua evolução para fora da série significa que o mundo está num lugar melhor.

P: O Blay também vai ser induzido na IAN?
R: Eu acho que o Blay tem um futuro diferente.

P: Como é que o Wrath é fisicamente?
R: Como o Peter Steele, que morreu há uns anos? Ele era o que mais se parecia com ele que eu tenha visto.



P: Vamos ver mais do Pequeno Wrath?

R: Eu gostaria de fazer uma serie de livros no futuro, como a Nalla no primeiro encontro. Adoraria mostrar o LW, e eu gosto de pensar que ele vai mostrar tamanha coragem e distinção que ele seria importante para a raça vampírica, mesmo que agora seja uma democracia.

P: Vamos ver mais do Rhev?
R: Acho que temos que fazer mais com a Colónia Sympath. Acho que o Rhev precisa de voltar. (pois é… o pobre coitado anda desaparecido em combate… T.T)

P: Se os primos do Assail partilharem uma mulher, como é que eles iam ultrapassar os limites territoriais?
R: Eu não sei como é que isso vai funcionar.

P: O irmão do Qhuinn, o Luchas, vai ter algum papel no fim do Omega?
R: CaL

P: Quando é que vamos ver a Jo e o Sin?
R: Eles vão ter que ter o seu próprio livro, mas ainda não sei quando.

P: Se a água do Santuário mata os homens sombra, porque é que eles não usam armas de água?
R: Pois, conseguem ver o V com uma SuperSoaker(pistola de água) Agora a sério, se eles estivessem lá fora a lutar, e não é só os homens sombra, eles iriam precisar algo mais que armas de água, por isso não acho que as Super Soakers sejam a resposta. (mas imaginem só os irmãos a ir pra luta com balões de água e pistolas de água… era hilário!!! Eles podem é levar frasquinho com água do santuário, tipo água benta… e fazer exorcismos Winchester style… xD)

P: Vamos ter alguma história dos Doggen?
R: Acho que não. Eu aprecio a curiosidade que têm sobre eles, mas não acho que limpar o pó e aspirar seja muito interessante.

P: A Xhex e a Payne vão ser induzidas na Irmandade?
R: Acho que elas vão ser induzidas.

P: E sobre outro Guia ou livro de contos?
R: Acho que seria divertido. A minha maior preocupação é o custo para os leitores. (assim, isso teria que ser tomado em consideração para um projeto grande como um Guia ou um livro de contos.)

P: Ouvi dizer que o Bourbon Kings foi opinado para TV?
R: Foi opinado, mas depois eles não tinham vagas suficientes. Por isso, as opções estão abertas.

P: Quando é que vais ler um dos teus livros (para um audiobook) para nós sabermos como se prenuncia tudo?
R: Primeiro, eu não tenho uma voz atrativa. E, eu nunca poderia fazer as cenas de sexo. Eu apenas coloco as cenas de sexo porque vocês me matariam se não pusesse, (não sei quanto a vocês, mas eu não me importava NADA se NÃO tivesse…) mas eu nunca seria capaz de as ler.

P: A Vovó (a avó da Sola) sabe que eles são vampiros?
R: Ela é muito inteligente, e eu acho que ela provavelmente sabe. E com a sua crença em Deus, e que Deus não criaria nada mau, ela acreditaria que pela sua simples existência, eles devem ser bons.

P: O Rhage ganho algum supercontrolo, ou aconteceu alguma coisa? Porque é que ele não se transformou em besta na cena do armazém?
R: Eu também questionei-me sobre isso, e eu acho que foi porque ele se tinha transformado uns dias antes e estava demasiado exausto. Ele tinha-se curado o suficiente para lutar, mas não o suficiente para mudar (tornar-se na besta).

P: Há alguns membros da Irmandade deixados para trás na Europa?
R: Eu diria que sim, mas eles seriam patifes, como o BdB.

P: As enxaquecas do Trez são baseadas nas suas?
R: Sim, mas as minhas não são tão severas como as dele.

P: O que aconteceu com a capa do The Thief (A Ladra)? (Esta pergunta foi difícil de ouvir, por isso a resposta levou uma grande alteração, mas baseamos a questão na resposta.)
R: Acho que não tenho nenhum comentário… Ok, vou responder. As capas são para vender o livro e nenhuma das pessoas nas capas alguma vez foram completamente parecidas com o que eu vejo na minha cabeça para os Irmãos. Por isso, é injusto da minha parte, o autor, esperar que a editora consiga igualar o que me vai pela cabeça.

P: Os sympaths parecem estar a trabalhar o seu regresso para o mundo. Vão trabalhar com os Irmãos no futuro?
R: Eles nunca saíram do mundo. Eu não diria que eles estão a trabalhar com os Irmãos, ainda.

P: Com a introdução dos Wolfen, vamos descobrir uma nova divindade?
R: Não, não há mais nenhuma divindade.

P: Poderá o pai do Butch e do Manny ser o médico que eles estão a falar em contratar?
R: Não, ele não é esse médico. Não tenho a certeza disto, mas não penso que o pai deles sejam um bom tipo.

P: A Payne poderia restaurar a visão do Wrath? Poderá o Lassiter?
R: A Payne não pode. O Lassiter? Eu não acho que o Wrath pense que a visão dele precise de ser reparada.

P: Quando é que vai fazer um destes eventos na California?
R: Eu não viajo bem. Mas estou a explorar mais maneiras de viajar. (Será que o suficiente para vir até terras Lusas? Quem me dera!!!)


E pronto!!! Já está tudo traduzido... Agora vou voltar à seca... quero dizer à minha pesquisazita... não gosto nada de ler artigos científicos... T.T

O que acharam disto tudo? Comentários, por favorzinho, sim? :P

Fiquem bem pessoal.
Até à próxima publicação,
Sunshine ;)