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segunda-feira, 18 de março de 2013

CITAÇÃO - SPOILERS









“- Eu preciso…”
Nesse momento, os olhos de Elan pousaram na janela do outro lado e viu o reflexo do seu assassino no vidro.”

(tradução livre de morCeGo)

??????? Mas que diabo?!

Mas nem tudo está perdido, olhem lá a imagem que JR Ward colocou no facebook: acho que anda tudo maluco!... E o que eu dava para ter um exemplar daqueles na minha linda unha!




sábado, 16 de março de 2013

CITAÇÃO DE HOJE - SPOILERS








“Qhuinn foi até à porta e encostou-se, à escuta da voz de Rhage, fechando os olhos, esperando que o corredor das estátuas ficasse livre. Jesus, ele às vezes conseguia ser um parvo de um egoísta; podia mesmo…
- Qhuinn.
O corpo girou rapidamente, como se a voz de Blay fosse uma corda que o virava com força.
- Sim?
O macho avançou. Quando estavam a olhar-se nos olhos, Blay disse:
- Ainda te quero fod..”

(Tradução livre e periclitante de morCeGo)

Ficou calor de repente, não ficou?
A senhora Ward terá ideia do que está a fazer ao atiçar os leitores desta maneira?
Eu não preciso de tantos incentivos… Só preciso que o dia 26 chegue…

sexta-feira, 15 de março de 2013

EIS O QUE EU ANDEI A TRADUZIR - PROVÁVEIS SPOILERS

Vou-vos mostrar o que andei a ler. E se isto não é tudo verdade, está muitíssimo bem. Portanto, estas poderão ser as primeiras páginas do dito Lover at Last. Quando puder, ponho mais um bocadito aqui no blogue.

A tradução foi feita a partir do espanhol (que parecia mais espanglês), estava cheio de palavrões e eu minimizei a coisa. Quando não percebi, por não fazer sentido, eliminei, mas de modo não perder a sequencialidade do texto.

Boas leituras.



A glymera não gosta de defeitos. Nem nas suas louças, nem nos seus jardins de rosas. Nem no papel de parede, nas suas almofadas ou nas suas bancadas.  Nem na seda da sua roupa interior, na lã dos seus blazers ou na gaze dos seus vestidos.
E, indubitavelmente, nunca, jamais, nos seus filhos.
A sua irmã tinha bom aspeto... bem, exceto o seu “pequeno problema de peso” que realmente não existia e um cicio que a transição não curou… oh, e o facto de ter a personalidade da sua mãe. E não havia quem arranjasse essa merda. O irmão, por seu turno, era a merda da estrela, um primogénito fisicamente perfeito, preparado para levar por diante a linha de sangue da família, reproduzindo-se elegantemente, sem gemidos nem suor, com uma fêmea escolhida para ele pela família.
Raios, a destinatária do esperma já tinha sido preparada. Ele ia acasalar com ela assim que passasse a transição.
- Como te sentes, meu filho? – perguntou o pai preocupado.
- Cansado, senhor – respondeu uma voz grave -. Mas isto vai ajudar.
Um arrepio gelado percorreu à força a coluna de Qhuinn. Aquilo não soava como o seu irmão. Demasiado grave. Demasiado masculino. Demasiad…
Merda, o gajo passou pela transição.
Agora as Ed Hardys de Qhuinn estavam em piloto automático, levando-o para a frente até que pode ver o interior da sala de jantar. O pai estava na sua cadeira à cabeceira da mesa. Certo. A mãe estava no lado oposto da mesa de frente para a porta de correr da cozinha. Certo. A irmã olhava para fora, quase a lamber o rebordo dourado do prato com a fome. Certo. O macho que estava de costas para ele não fazia parte do cenário.
Luchas estava o dobro do tamanho que tinha quando Qhuinn fora abordado por um doggen que lhe disse para arrumar as coisas e fosse para a casa de Blay.
Bom, isso explicava as férias. Partiu do princípio que o pai finalmente tinha ficado mais brando e que tinha cedido ao pedido que Qhuinn lhe tinha apresentado semanas antes. Mas não, o gajo só queria Qhuinn fora de casa porque a mudança tinha chegado para o menino de ouro da reserva genética.
O seu irmão tinha fodido a tipa? A que tinha usado por causa do sangue…
O pai, que não era do género de mostrar sentimentos, esticou a mão e deu uma palmadinha torpe no antebraço de Luchas.
- Estamos tão orgulhosos de ti. Estás… perfeito.
- Estás –a mãe de Qhuinn abriu a boca -. Simplemente perfeito. Não está perfeito o teu irmão, Solange?
- Sim, está. Perfeito.
- E tenho uma coisa para ti – disse Lohstrong.
O macho procurou dentro do bolso do casaco desportivo e tirou uma caixa de veludo negro do tamanho de uma bola de beisebol.
A mãe de Qhuinn começou a chorar e a dar toquezinhos por baixo dos olhos.
- Isto é para ti, meu filho amado.
A caixa deslizou pela toalha branca de damasco e as agora enormes mãos do irmão tremeram quando a segurou e abriu a tampa.
Qhuinn captou o brilho do ouro no regresso ao vestíbulo.
Enquanto todos os da mesa estavam em silêncio, o irmão olhava fixamente o anel de sinete, visivelmente cansado, enquanto a mãe continuava com os toquezinhos e até o pai se mostrou sensibilizado. E a irmã roubava um pãozinho da cesta do pão.
- Obrigado, senhor – disse Luchas ao por o pesado anel no indicador.
- Está-te bem, não está? – perguntou Lohstrong.
- Sim, senhor. Perfeito.
- Usamos o mesmo tamanho, portanto.
Claro que usavam.
Nesse instante, o pai afastou os olhos, como se esperasse que o movimento dos globos oculares fizessem desaparecer o brilho das lágrimas que lhe toldavam a visão.
Apanhou Qhuinn a espiar do lado de fora da sala de jantar.
Ouve um breve brilho de reconhecimento. Não do tipo ei-como-estás, nem oh-bem-o-meu-outro-filho-está-em casa. Mas antes como quando estás a passear pela relva e reparas num poio de merda de cão demasiado tarde para evitar que o pé aterre nele.
O macho voltou a olhar para a família, deixando Qhuinn de fora.
Obviamente, a última coisa que Lohstrong queria era que um momento histórico como aquele fosse arruinado… e provavelmente era esse o motivo porque fez aqueles sinais com a mão capazes de os proteger daqueles olhos amaldiçoados. Geralmente, toda a gente daquela casa executavam o ritual quando viam Qhuinn. Esta noite não. O papá não queria que os outros soubessem.
Qhuinn agarrou na sua mochila de lona. Lançando o seu peso sobre o ombro, subiu as escadas principais até ao quarto. Normalmente, a mãe preferia que usasse as dos criados, mas isso significava atravessar-se no meio de todo aquele amor que ali estava.
O quarto ficava tão longe dos outros quanto possível, do lado direito. Muitas vezes se perguntava porque não se tinham enchido de coragem e não o puseram com os doggen… mas, assim, o pessoal, provavelmente, abandonava-os. Trancando-se, atirou as roupas para o chão e sentou-se na cama. Olhando para a única peça de roupa, imaginou que o melhor era levar aquilo depressa para a lavandaria.
As criadas recusavam-se a tocar-lhe nas roupas… como se o demónio que trazia dentro se misturasse com as calças ou as camisas. A vantagem era nunca ser bem-vindo nos eventos formais, assim o guarda-roupa era um lavar-e-vestir, rapaz…
Descobriu que chorava quando desceu o olhar para as Ed Hardys e se apercebeu de umas gotas de água no meio dos cordões.
Quinn nunca teve um anel.
Ah, diabo… doía.
Esfregava a cara com as palmas da mão quando tocou o telefone. Tirando-o do blusão, teve de pestanejar uma série de vezes para focar.
Pressionou o botão para aceitar a chmada, mas não disse nada.
- Acabo de saber – disse Blay através da linha – Como estás?
Qhuinn abriu a boca para responder, o cérebro a inventar todo o tipo de respostas: “Magnificamente bem”. “Ao menos não estou tão gordo como a minha irmã”. “Não, não sei se o meu irmão conseguiu foder”.
Em vez disso, disse:
- Tiraram-me de casa. Não me queriam aqui para amaldiçoar a transição. Penso que tenha funcionado, porque o tipo tem cara de quem a passou bem.
Blay praguejou baixinho.
- Ah, e conseguiu um anel mesmo agora. O meu pai deu-lhe… o seu anel.
O sinete com o brasão de família. O símbolo que todos os machos de boa linhagem tinham para atestar a importância da sua linha de sangue.
- Vi o Luchas a pô-lo no dedo – disse Qhuinn – a sentir-se como se tivesse levado uma facada -. Cabe-lhe perfeitamente. Parecia grande. Apesar que… como se não pudesse…
Começou a chorar.
Estava fodido.

E quê? Que vos parece? (Para além de quererem dar colo ao Qhuinn... e consolar o Qhuinn... e levar o Qhuinn para casa?)

CITAÇÃO NOSSA DE CADA DIA - SPOILERS











“Qhuinn gelou..
Do outro lado das esteiras azuis, Blay estava na máquina mais próxima da porta, sentado tão imóvel como os pesos que não levantava.
A expressão do rosto era vulcânica[intensa]. Mas não estava zangado.
Não, não estava
Tinha uma ereção suficientemente grande para se ver do outro lado da sala.
Provavelmente do outro lado do país[Estado}…”

(tradução livre de morCeGo)

He he he… é caso para dizer que o Blay está em alta!

Daqui a pouco publico o que ando a traduzir do que me parecem ser as primeiras páginas do Lover at Last. Como tenho mais de dez páginas, e o tempo não dá para tudo, tenho que fazer isto em prestações.

quinta-feira, 14 de março de 2013

AHHHHHH! O QUE EU DESCUBRO SOBRE LOVER AT LAST


Se a excitação matasse, não estava a escrever agora. Acreditam que li as primeiras páginas do Lover at Last? E em espanhol? E que li os comentários, em alemão, de quem já leu o livro todo? Não sei o que dizer… estou absolutamente fora de mim… Para já confirmam-se os rumores quase todos.
Na amazon, por engano, esteve aberto durante uns quantos minutos o “look inside” – uma amostra do livro. Eis a prova de que existiu:



Claro que já o retiraram. Alguém fez o favor de copiar o que lá estava e traduzir em espanhol, mas isso fica para outra vez (amanhã, se calhar, já vos dou um cheirinho).
Quanto à criatura alemã (Que não entra em pormenores, mas confirma muitos rumores), diz que verteu uma ou duas lágrimas, que queria mais cenas entre os dois, que as cenas não são muito explícitas (Ainda bem! Não quero apanhar muitos sustos!) e que o livro se perde em muitas intrigas secundárias. Aparentemente, o livro aborda mil e uma histórias em simultâneo. No entanto, gostou do final:

“Das Ende ist wirklich total süß für die beiden. Bei den Nebenhandlungen lässt Frau Ward allerdings noch relativ viel offen.  Fazit: Endlich ein Happy End für Blay und Quinn, was kaum einer mehr verdient hat, als die beiden. Soooo schön :-)”

“O final é realmente muito doce para os dois. A senhora Ward deixou tudo muito em aberto. Para finalizar: há um final feliz para Blay e Qhinn que é o que mereciam. Que lindo.”
(tradução horrível de morCeGo)

E para Alex Nason que se juntou agora a nós (obrigada pelos comentários!) e que precisa de se unir a quem a entenda (nós, claro!) uma informação: este livro só deve sair em Portugal em 2015 (se correr tudo bem). Se quiseres chorar, eu tenho um ombro e lágrimas para verter contigo.

E A CITAÇÃO DE HOJE É… - SPOILERS LOVER AT LAST


A nossa J. R. Ward não falha. Já lá está mais um bocadinho do livro e que reza assim:










“Layla abriu a boca para gritar. Tentou alcançar o seu salvador. Exausta de esforçar o peso morto do seu corpo. Mas não havia nada mais a fazer. A última coisa de que se lembra antes de perder a consciência foi a preocupação pela outra fêmea. E depois ficou tudo escuro.”

(tradução livre de morCeGo)

            Não vou tecer comentários sobre mais uma citação terrivelmente descontextualizada, nem das minhas limitadas capacidades de tradução.
O que não posso deixar de falar é sobre os spoilers de ontem. Volto a repetir que são RUMORES.
Pela experiência que tenho, sei que um livro antes de ser editado é revisto, ou seja, umas quatro a cinco pessoas (comuns mortais como nós) são selecionadas para ler e descobrir eventuais gralhas. Também sei que, dependendo do livro, são obrigadas a mais ou menos sigilo. Mas tratando-se DESTE tipo de livro, é quase impossível selar os lábios. Publiquei os ditos rumores, porque me pareceram credíveis e porque estavam em linha com algumas informações fidedignas que já possuía. Para haver certezas, há que esperar.

            Deus queira que seja tudo verdade! E se o Blay traiu o Saxton e se, de facto, o Saxton vai tentar prejudicar o Wrath, bem feito para ele! Já vos disse que tenho ciúmes do Blay? É mentira. Eu estou roxa de inveja!... Eu adoro aquele Qhinn…



quarta-feira, 13 de março de 2013

MONTANHAS DE SPOILERS LOVER AT LAST



            Dizem que dizem que disseram. Não consegui ver quem, como, quando ou onde, mas os rumores são estes:



A SER VERDADE, ALGUÉM LEU O LIVRO E DEU À LÍNGUA








1.      Layla tem uma grande participação neste livro. A Beth vai largar tudo e ficar do lado dela.
2.      Assail vai estar em grande. Conhece uma fêmea (Sola) que vai desaparecer no final.
3.      Elan (um da Glymera) vai acusar Assail de estar por trás da tentativa de assassinato de Wrath.
4.      Saxton vai de férias e é quando Qhuinn e Blay se enroscam.
5.      Para quem quiser saber quem fica por cima de quem nesta relação homo, aquilo vai ser repartido entre os dois… e Blay assume-se perante os pais.
6.      Jane também aparece várias vezes, trata de Layla e de Z e manda bocas terríveis ao Havers.
7.      Havers vai ser um parvo de primeira, quando Layla vai a uma consulta, não lhe diz que é uma Escolhida. Quando descobre, diz-lhe que nunca a havia de ter tocado, que ela é propriedade do Phury e que a criança e o pai é que eram da sua responsabilidade, porque ela não contava para nada. É aqui que Qhuinn vai ter uma “conversa” com ele.
8.      Z tem um acidente de avião e vai ser ele a propor Qhuinn para fazer parte da Irmandade.
9.      Qhuinn vai ser um Irmão de pleno direito.
10.  Vão encontrar o irmão de Qhuinn sem dedos (torturado pelos minguantes) e é salvo pela dupla Jane / Manny.
11.  Os minguantes têm um líder novo.
12.  Trez é o tal da vida sexual descontrolada.
13.  Os Sombras vão-se mudar para o complexo da Irmandade. Xcor descobre onde estão os Irmãos e planeia raptar uma fêmea para distrair os Irmãos e poder chegar mais facilmente a Wrath para o matar.
14.  Beth conta os dias para o período de necessidade para ver se engravida.
15.  Layla quase perde a criança, mas Blay consegue que Payne a cure e salva-a.
16.  O novo contacto de Xcor é um advogado que lhe conta que a rainha de Wrath é meia vampira – um grande escândalo para a pura linhagem real. Dizem que é Saxton o dito cujo advogado.
17.  V prova que a arma que Xhex apanhou foi a usada contra Wrath e a Irmandade está a ficar doente com o facto de só Thor ter autorização para matar Xcor.

Estou espantada, admirada, estupefacta e boquiaberta.
E não consigo de deixar de pensar nos pontos 4. e 5.
E o meu coraçãozinho que não para de bater?
E eu que me estou a rir com os dentes todos?
Ahhhhhh! O dia 26 de março nunca mais chega!