Sobre nós

Seja bem-vindo! Conheça um pouco sobre o blogue.

Legado da Adaga Negra

Leia tudo sobre o novo livro da nova saga da IAN: "Beijo de sangue"

The Fallen Angels

Conheça a série Anjos Caídos.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Lover at Last....

Saudações amantes da Irmandade,

recebi ainda a pouco o livro Laver at Last em PDF, traduzido (pt-br) segundo a nossa querida seguidora e amante da Irmandade, não é uma tradução as mil maravilhas, contendo alguns erros na tradução. Mas..para quem quiser, para desenrascar... é só mandar um email para:

irmandadeadaganegra@gmail.com

E só tens de pedir, o Lover At Last em Pt-Br ou Inglês ;)

temos também disponível em pt-br


  1. Um Guia para Entendidos - 
  2. Amante Curador (Lover Unleashed. 9)
  3. Amante Renascido ( Lover Reborn 10)
Os três últimos não tenho em inglês (por enquanto)


Obrigada Jojo *sorriso*


*Nasan

PARA ABRIR O APETITE – CITAÇÃO Lover at Last - SPOILERS


Mes amours, amanhã vem mais uma parte da História do Filho.

Para já, deixo-vos com vontade de ler mais.

(A partir de agora vou esconder as coisas. Imaginem que me dá para traduzir sexo selvagem, puro e duro e vem por aí gente muito sensível... Era uma chatice, não era? Ainda se arriscavam a aprender umas coisas...)

SPOILERS
(Z e Qhuinn)



quarta-feira, 3 de abril de 2013

Pʆɑyʆiรt ɳɑ รѳɱɓʀɑ ɗɑ ɳѳitɛ


Saudações Amantes da Irmandade,

estamos a fazer uma playlist do livro "Na Sombra da Noite" (na pagina do facebook)


Aqui estão algumas sugestões.


  1. Disturbed - the night 
  2. eminem - 3 a.m
  3. amorphis - silent waters
  4. Florence + The machine - never ler me go
  5. Evanescence - The Other Side
  6. Shaman - Fairy Tale













SPOILERS - FUTURO DA IRMANDADE - SPOILERS


Ora bem, ontem começou o nosso Plano de Incentivo à Leitura  :D (viram o tamanho daquilo? Quando aparecer uma certa personagem quero ver se se queixam do tamanho… he he he). Se não conhecem o conto, passam a conhecer. Se já conhecem, não se vão arrepender de o recordar.

Mas hoje a conversa é outra: MAIS SPOILERS…

Convém clarificar que as informações foram retiradas de fóruns onde a escritora participou e que ela tem a liberdade de mudar de ideias e/ou o editor de lhas cortar… Para já, o que temos é o seguinte:




SPOILERS______________SPOILERS_______________SPOILERS


ESTÁS POR TUA CONTA E RISCO!


SPOILERS______________SPOILERS_______________SPOILERS





Perguntaram se V e Butch alguma vez se encontrariam sexualmente. (escusado será dizer que a pergunta é recorrente) A resposta foi: “Who says they haven’t already been together and we don’t know about it? (Quem disse que eles não estiveram já e nós não sabemos?) – Pus a fala original porque até eu tenho dúvidas acerca do que li! Meu Deus! Se com o Qhuinn fiquei capaz de não recuperar, com o V vou parar à morgue…

A sonsa da Layla que anda agora a sair da casca, para além de ter perdido a virgindade com o meu Qhuinn, de estar apanhada pelo Xcor, de vir a ter o Throe e o Xcor a matar-se por ela, não está satisfeita. E porquê? Porque já foi dado a entender que uma das possibilidades é ela acabar com o Murdher! (Pois… para a Laylinha tudo, para o morceguinho nada!) Quem não vai gostar desta conversa vai ser o Qhuinn. No entanto, a balança está a pender para o Xcor… obviamente.

E a amiga Virgem Escrivã? Ora, a autora diz que a vaca precisa de um psiquiatra e de Prozac em dose cavalar (he he he… Nem a Ward gosta dela). Diz que ela volta a aparecer para ajudar o vampiro mais poderoso do mundo. Está visto, é o meu Wrath, ou o filho dele... Vai dar ao mesmo. Wrath! Wrath! Wrath!

John, que NUNCA saberá que é a reencarnação de Darius, continua a ter convulsões. Este facto vai ser referenciado de quando em vez. (Achei mal!)

Marissa é a preferida da escritora. (Quêêêêê? Até me engasguei.) Apesar de também gostar bastante de Beth. (Meus amigos, cheira-me que coisas muuuuuito interessantes estão a ser escritas nas nossas costas. Marissa?!... Preferida?!.... Marissa?!... ) No conto Rhage/Mary, a dita cuja Marissa (Marissa?!...) vai aparecer por todos os cantos e esquinas. Está mal! Quem me havia de aparecer por todos os cantos e esquinas era o Hollywood, a Mary que se entretivesse com o bicho das escamas… dragão… Ela - bicho / mim - gajo bom.

Quanto aos Vampirões do Xcor, há dois caminhos em aberto: ou se juntam à Irmandade ou a Irmandade alia-se aos minguantes e correm com eles. E porquê os minguantes? No Lover at Last aparecem minguantes novos, capazes de se desmaterializar, parecem estar um passo cá e outro lá. Ainda mais que Luchas, o irmão do Qhuinn que está para ficar, é suposto ser uma coisa diferente de vampiro (é o segundo ano que a autora diz que ele pode não ter regressado vampiro). No entanto, nem V detetou nada de anormal nele. Neste momento, a hipótese da junção dos vampiros é a que tem mais força. Juntá-los é bem. Também se podiam juntar lá em casa… O que foi? A esperança é a última a morrer!

Existe algo que também deve estar prestes a surgir. No Lover Unleashe (Payne), a propósito de Xcor diz-se que era “Codeless when it came to killing as well: It mattered notwhether the prey was slayer or human or animal or wolfen” (Sem leis no que dizia também respeito a matar: Não interessava se fosse matador ou humano ou animal ou lupino/lobo) Vamos ter coisas grandes, pelo no peito a uivar de noite? Ou melhor, a pôr-nos a uivar de noite? Em vez do Aú, fazemos Ah… Uh…Pelo menos eu!

Trez – J R Ward afirma que o par dele será altamente controverso. Piu! Fiquei sem palavras. Em que é que o Trez se vai meter? No mínimo mete-se no Saxton… he he he… Que ficou pendurado de pata para o ar…he he he

As aulas e os treinos vão recomeçar brevemente (para machos e fêmeas) – para isso anda o Saxton a trabalhar. Não lhe chegava conseguir que Qhuinn fosse para a Irmandade; que o Blay e o Qhuinn se pudessem juntar com direito a cerimónia e tudo; que, ainda por cima, vai levar as fêmeas que lhe roubam os machos lá para dentro. Tramou-se! A menos que lhe apareça o Trez. Dizem que Trez é o número que Deus fez.


E pronto! Acabou no fim!
Pode ser que amanhã haja mais.
Havia de haver mais vampiros à solta no mundo... Isso é que era!

terça-feira, 2 de abril de 2013

A HISTÓRIA DO FILHO, J.R. WARD - Parte 1

Hoje vamos começar a publicar em prestações A História do Filho (The Story of the Son). Foi publicada em 2008 e é uma side-story (uma história à margem) da Irmandade da Adaga Negra. Basicamente, não aparece Irmandade, mas tem tudo a ver.

Espero que gostem!

Boa leitura.



CAPÍTULO 1


Claire Stroughton pegou na chávena sem levantar os olhos do rascunho do testamento que tinha redigido e que estava a rever.
— Odeio quando fazes isso.
Claire olhou para o outro lado do escritório para a sua assistente executiva.
— Quando faço o quê?
— Essa rotina de termomíssil telecomandado à procura do café.
— A minha chávena e eu temos uma relação muito estreita.
Martha empurrou os óculos mais para cima do nariz.
— Fico feliz com isso. Se não saires agora, vais chegar tarde à reunião das cinco.
Claire levantou-se e vestiu o casaco do fato.
— Quanto tempo tenho?
— São duas e vinte e nove. Conduzir até Caldwell levará no mínimo duas horas, ainda mais com este trânsito. O carro está à espera na porta da frente. A videoconferência com Londres está programada para dentro de dezasseis… quinze minutos. Que queres que eu faça antes do fim de semana prolongado?
— Analisei os documentos da fusão da Technitron e não me sinto nada impressionada. — Claire apresentou-lhe uma pilha de papeis suficientemente grande para ser usada como peso de portas —. Manda-os agora por estafeta a 100 à hora. Quero ter uma reunião com o Conselho às sete da manhã de terça-feira. Diz-lhes para virem cá. Antes de sair, falta-me alguma coisa?
— Não, mas podias-me dizer alguma coisa. Que tipo de sádico é que marca uma reunião com o advogado às cinco da tarde de uma sexta-feira, véspera do dia do trabalhador?
—  O cliente tem sempre razão. E a questão do sadismo está nos olhos de quem o vê. — Claire colocou o testamento numa pasta e pegou na sua bolsa Birkin. Enquanto passava a vista pelo espaçoso escritório, tentou concentrar-se no trabalho que tinha pensado fazer durante o fim de semana—. Do que me estou a esquecer?
— Da pasta.
— Claro, claro. — Claire usou o que restava na chávena para engolir o medicamento que tomava nos últimos dez dias. Enquanto deitava a garrafa laranja no lixo, apercebeu-se de que desde domingo que não espirrava nem tossia. Evidentemente o remédio tinha funcionado.
Malditos aviões. Eram depósitos de germes com asas.
— Acompanha-me. — A caminho do elevador, Claire deu-lhe mais algumas ordens acerca da organização, cumprimentando, durante todo o caminho, alguns dos duzentos e tantos advogados e pessoal administrativo que trabalhava na Williams, Nance & Stroughton. Martha mantinha-se ao seu lado apesar da carga de papel que levava nos braços, mas definitivamente isso era o que ela tinha de melhor. Sem se importunar com nada, podia-se contar sempre com ela.
 Quando chegaram à fila dos elevadores, Claire carregou no botão para descer.
— Bem, acho que é tudo. Bom fim de semana.
— Para ti também. Descansa um bocadinho, sim?
Claire entrou no elevador de painéis de mogno.
— Não posso. Na terça-feira temos a Technitron. Vou passar a maior parte do fim de semana por aqui.
Quatro minutos depois estava no seu Mercedes, avançando lentamente pelo trânsito de Manhattan, tratando de sair da cidade. Onze minutos depois, passaram-lhe a chamada de Londres.
A chamada durou cinquenta e três minutos, devido ao tráfego era basicamente o mesmo que estar estacionada, porque a reunião virtual não correu bem. O que era bastante comum. As fusões e as aquisições de companhias milionárias nunca eram simples e não eram adequadas para os fracos de coração. O pai tinha-lhe ensinado isso.
De qualquer maneira, foi um alívio desligar e concentrar-se na condução. Caldwell, em Nova Iorque, estava só a cento e sessenta quilómetros do centro, mas Martha tinha razão. O tráfego era uma merda. Aparentemente, toda a gente estava a sair da Big Apple e a utilizar a mesma estrada que Claire.
Normalmente, não precisava de conduzir para ver um cliente na sua residência, mas a menina Leeds era um caso especial por várias razões e não era fácil para ela ir ao escritório. Tinha quantos? Já teria feito noventa e um anos?
Cristo, talvez fosse mais ainda. O pai de Claire tinha sido o advogado da senhora e, depois da sua morte, dois anos antes, Claire herdou a menina Leeds juntamente com o resto do património na sociedade familiar. Quando ocupou o lugar na mesa dos sócios, converteu-se na primeira mulher na história da Williams, Nance & Stroughton a sentar-se no gabinete, mas ganhou esse direito, apesar do que dissesse o testamento de Walter Stroughton. Era uma fantástica advogada dos Advogados F&A. Superada por poucos.
A menina Leeds era a sua única cliente de bens e investimentos e o mesmo tinha acontecido com o pai. A idosa tinha uma fortuna próxima dos duzentos milhões de dólares, graças aos investimentos que a família tinha em várias companhias, todas representadas pela WN&S. Estas participações eram o coração da relação. A menina Leeds acreditava em continuar com o que conhecia e a família tinha estado com a conta desde o início, em 1911. Assim era. E uma estrela do rock do F&A estava a fazer B&I para uma CAI.
 Ou em linguagem humana: uma especialista em Fusões e Aquisições estava a tratar de Bens e Investimentos para uma Candidata ao Asilo de Idosos.
Acreditem ou não, a matemática da interação era o máximo. O testamento e os bens eram muito fáceis de administrar. Uma vez familiarizada com eles, e em comparação com a maioria dos clientes corporativos de Claire, era fácil lidar com a menina Leeds. Além disso, a mulher era boa para os negócios quando se tratava do testamento. Revia os beneficiários que tinha da mesma forma que outros faziam jardinagem, e a um preço de seiscentos e cinquenta dólares por cada hora de Claire, as horas faturadas aumentavam. A menina Leeds estava constantemente a rever a quantia do património destinada à caridade, cultivando aquela secção, aparando e podando os beneficiários cada vez que mudava de opinião. Claire tinha tratado das duas últimas modificações por telefone, assim, quando desta vez a menina Leeds lhe pediu uma entrevista pessoal, tinha todas as razões para lhe fazer uma rápida visita.
Se tivesse sorte seria rápida.
 Claire só tinha ido uma vez à propriedade Leeds, para se apresentar após a morte do pai. Na reunião saiu-se bem. Evidentemente, a menina Leeds tinha visto fotografias de Claire através do seu pai e tinha aprovado o seu porte elegante.
Isto era uma piada. Embora fosse certo que a roupa faz o homem e a mulher, e o guarda-roupa de Claire estivesse cheio de roupas conservadores com saias abaixo do joelho, isso era simplesmente uma garantia superficial. Tinha a cabeça do pai para os negócios e também parte da sua agressividade. Podia parecer uma senhora reservada até aos saltos discretos, mas no interior era uma guerreira.
A maioria captava a sua verdadeira natureza uns dois minutos depois de a conhecer e não era só por ser ruiva. Mas era bom que a menina Leeds andasse enganada. Era da velha escola e portanto fazia parte de uma geração onde as mulheres de respeito não trabalhavam em nada e muito menos eram advogadas em Manhattan. Francamente, Claire tinha ficado surpreendida que a menina Leeds não tivesse ido a um dos outros sócios, mas elas davam-se bem a maior parte das vezes. Até agora, o único inconveniente na relação ocorreu durante o primeiro encontro cara a cara quando a mulher perguntou se Claire era casada.
Claire definitivamente não era casada. Nunca tinha sido, e não estava interessada em sê-lo, não obrigada. A última coisa de que precisava era de um homem com direito a opinar a respeito de ficar até muito tarde no escritório, ou de que trabalhava muito ou a respeito de onde deveriam viver ou o do que teriam para jantar nessa noite. Não obstante Eliza Leeds ser obviamente da opinião de que você-se-revela-de-acordo-com-o-tipo-de-homem-que-tem-ao-lado. Por isso Claire preparou-se, enquanto lhe explicava que não, que não tinha marido.
A menina Leeds pareceu desanimada, mas logo se recompôs e passou rapidamente à pergunta se tinha noivo. A resposta foi a mesma. Claire não tinha nem queria um, e não, também não tinha animal de estimação. Fez-se um longo silêncio. A mulher sorriu, fez um breve comentário do género «Meu Deus, como mudou o mundo», e ali morreu o assunto. Pelo menos até hoje.
Cada vez que a menina Leeds ligava para o escritório, perguntava se Claire tinha encontrado algum homem agradável. Se tudo estava bem. Se tudo estava a seu gosto. Eram de diferentes gerações. E a mulher aceitava os não com elegância… talvez devido ao facto de a própria nunca se ter casado. Obviamente tinha uma veia romântica insatisfeita ou qualquer coisa assim.
Para Claire, honestamente falando, qualquer assunto acerca de relações a aborrecia. Não, não odiava os homens. Não, o casamento dos pais não foi infeliz. Não, de facto, o pai tinha sido uma figura masculina muito presente. Não houve nenhum fim de relação problemático, nenhum problema de auto-estima, nenhuma patologia, nenhuma história de abuso. Era inteligente, amava o trabalho e estava agradecida pela vida que tinha. Era só que todos os assuntos de casamento eram adequados para outras pessoas. Concluindo? Respeitava completamente as mulheres que se convertiam em esposas e mães, mas não as invejava a ponto de assumir um casamento e filhos. E na manhã de Natal não sentia um vazio no coração pelo facto de estar sozinha. E não precisava de jogos de futebol nem de desenhos no frigorífico nem de presentes feitos à mão para se sentir realizada. O Dia dos Namorados e o Dia das Mães eram simplesmente dois dias a mais no calendário.
 O que amava era a guerra no Tribunal. As negociações. As complicadas voltas da lei. A responsabilidade energizante de representar os interesses de uma corporação de milhares de milhões de dólares… fosse a comprar alguém ou a despojá-lo da atividade ou a despedir um conselheiro por ter gastos ilícitos com números de oito dígitos.
Isso era a sua força motriz, estava no auge da carreira aos trinta e poucos anos e numa posição muito boa na vida. O único problema que tinha era com as pessoas que não entendiam uma mulher como ela. Era um caso típico dos dois pesos. Os homens podiam ter uma vida inteira dedicada ao trabalho e eram vistos como bons trabalhadores, não como tias solteironas e anti-sociais com problemas na intimidade. Porque é que as mulheres não podiam ser vistas da mesma forma?
Quando finalmente apareceu a ponte de Caldwell, Claire já estava pronta para a entrevista, regressar ao apartamento de Park Avenue, e começar a preparar-se para a reunião da terça-feira com a Technitron. Quem sabe, talvez até tivesse tempo suficiente para voltar ao escritório.
A propriedade Leeds consistia em quatro hectares de terra trabalhada, quatro edifícios anexos e um muro que só poderia ser escalado por pessoal treinado, de tronco forte: uma equipa de rapel. A mansão era uma enorme pilha de rocha localizada numa elevação, um magnífico empreendimento novo rico erguido durante o período do Renascimento Gótico de 1890. Para Claire parecia algo pelo qual Vincent Price teria pago impostos.
Seguiu pela entrada circular para automóveis, estacionou em frente à entrada digna de uma catedral e pôs o telemóvel a vibrar. Pegou na bolsa, aproximou-se da casa a pensar que devia levar uma cruz numa mão e uma adaga na outra. Céus, se tivesse a fortuna dos Leeds, viveria num lugar um bocadinho menos lúgubre. Digamos que num mausoléu.
Um dos lados da porta dupla abriu-se antes que chegasse à aldrava com a forma de cabeça de leão. O mordomo da família Leeds, que teria uns cento e oito anos, fez uma vénia.
— Boa tarde, menina Stroughton. Se não for incómodo poderia dizer-me se deixou as chaves no carro.
O nome era Fletcher? Sim, era isso. E a menina Leeds gostava que o chamassem pelo nome.
— Não, Fletcher.
— Possivelmente poderia entregar-ma? É para o caso de precisar remover o seu carro. — Quando ela franziu o sobrolho, disse em voz baixa— Temo que a menina Leeds não esteja muito bem. Se precisar de chamar a ambulância…
— Lamento. Está doente, ou… —Claire deixou que a pergunta se desvanecesse enquanto lhe entregava as chaves.
— Está muito fraca. Por favor, acompanhe-me.
Fletcher caminhava com o tipo de dignidade lenta que se esperaria de um homem vestido com o formal uniforme de mordomo britânico. E combinava muito bem com a decoração. A casa estava mobiliada ao estilo das velhas famílias enriquecidas, as paredes lotadas com quadros e mais quadros de obras de arte colecionadas durante gerações. A mistura incalculável de pinturas e esculturas dignas de museus eram de diferentes períodos, mas estavam todas juntas. Mas que trabalho devia ser tirar o pó daquelas coisas. Era como cortar oito hectares de relva à tesoura… quando terminasse, tinha de começar tudo outra vez.
Ela e Fletcher subiram as imponentes escadas em curva para o segundo andar e seguiram pelo corredor. De ambos os lados, pendurados nas paredes de seda vermelha, havia retratos de vários Leeds, os pálidos rostos brilhavam sobre fundos escuros e os olhos bidimensionais perseguiam-nos. O ar cheirava a cera de limão e a madeira antiga.
Quando chegaram ao fim do corredor, Fletcher bateu numa porta esculpida. Quando se ouviu uma débil saudação, abriu-a amplamente.
A menina Leeds estava reclinada numa cama do tamanho de uma casa, parecia tão pequena como uma menina e tão frágil como uma folha de papel. Havia rendas brancas por todo o lado, a brotar do dossel, penduradas até o chão ao redor do colchão e a cobrir as janelas. Era uma cena invernal completa com pedaços de gelo e bancos de neve, salvo pelo facto de que não estar frio.
— Obrigada por vir, Claire. —A voz da menina Leeds era frágil ao ponto de parecer um sussurro—. Desculpe-me por não poder recebê-la apropriadamente.
— Assim está perfeitamente bem. —Claire aproximou-se nas pontas dos pés, com medo de fazer ruído ou movimentos bruscos. — Como se sente?
— Melhor que ontem. Talvez tenha apanhado uma gripe.
— Ela está por todo o lado, mas alegro-me que esteja a melhorar. — Claire pensou que não ajudaria mencionar o facto de que ela andava a tomar antibióticos para curar-se de uma coisa parecida—. De qualquer modo, serei rápida assim pode continuar a descansar.
— Mas deve ficar para o chá. Fica?
Fletcher interveio.
— Trago o chá?
— Por favor, Claire, acompanhe-me no chá.
Raios. Queria ir embora.
O cliente tem sempre razão. O cliente tem sempre razão.
— Mas é óbvio.
— Bem, Fletcher, traga o chá e sirva-o quando terminarmos com os meus documentos. —A menina Leeds sorriu e fechou os olhos. — Claire, pode sentar-se junto a mim. Fletcher trará uma cadeira.
Fletcher não tinha cara de poder carregar nem sequer com um banquinho, quanto mais com uma cadeira.
— Não é preciso —disse Claire—. Eu trago uma…
 Sem sequer respirar fundo, o mordomo levantou facilmente uma antiga poltrona que tinha aspeto de pesar tanto como um Buick.
UAU! Evidentemente era um mordomo biónico.
— Ah… obrigada.
— Madame ficará bem acomodada aqui.
Sim, e talvez a madame a conduza até casa se o carro não funcionar.
Quando Fletcher saiu, Claire pôs o traseiro no trono e olhou para a sua cliente. Os olhos da idosa continuavam fechados.
— Menina Leeds… Tem a certeza de que não quer que eu deixe o testamento? Pode revê-lo no seu tempo livre e eu posso regressar para que o assine.
Fez-se um longo silêncio durante o qual se perguntou se a mulher teria adormecido. Ou... Deus, não o permita…
— Menina Leeds?
Os lábios pálidos moveram-se apenas.
— Já tem um cavalheiro que a visite?
— Perdão… ah… não.
— Você é tão adorável, sabia? —A menina Leeds abriu os olhos aquosos e rodou a cabeça na almofada—. Eu gostaria que conhecesse o meu filho.
— Desculpe? — a menina Leeds tinha um filho?
— Surpreendi-a. —O sorriso que esticava a pele magra era triste. — Sim. Sou… mãe. Tudo aconteceu há muito tempo e em segredo… tanto o facto como o parto. Mantivemos tudo em segredo. O meu pai insistiu e teve razão ao fazê-lo. Esse foi o motivo por que nunca me casei. Como podia?
Merda. Naquele tempo, quando tudo aconteceu, as mulheres não tinham filhos fora do casamento. O escândalo teria sido tremendo para uma família tão proeminente como os Leeds. E… bem, essa devia ser a razão porque a menina Leeds nunca mencionara o filho no testamento. Deixava o grosso do património a Fletcher porque os velhos costumes eram difíceis de esquecer.
— Você vai gostar do meu filho.
Bem, isso era absolutamente impossível. Se a mulher tinha tido um filho por volta dos vinte anos, a esta altura o fulano teria uns setenta. Mas, mais que isso, por mais que o cliente tivesse sempre razão, Claire nunca se iria prostituir para conservar um cliente.
— Menina Leeds, não acredito que…
— Vai conhecê-lo. E gostará.
Claire adotou o seu tom de voz mais diplomático, que era ultra-calmo e ultra-ponderado.
— Estou certa de que é um homem maravilhoso, mas constituiria um conflito de interesses.
— Vocês vão-se conhecer… e gostará dele.
Antes que Claire pudesse tentar outra tática, Fletcher voltou com um grande carrinho com prata suficiente para qualificá-lo como exposição do Tiffany.
— Devo servi-lo agora, menina Leeds?
— Depois dos documentos, por favor. — A menina Leeds tirou uma mão venosa, de unhas perfeitamente limadas e pintadas de rosa. Talvez Fletcher também tivesse um diploma de um instituto de beleza —. Claire, faz o favor de lê-los?
As modificações não eram complicadas nem a aceitação da menina Leeds… o que fez com que sentisse que tinha viajado em vão. Enquanto a frágil mão se enroscava em volta da Montblanc de Claire e traçava uma tremida aproximação de «Eliza Merchant Castile Leeds» na última linha, Claire tentou não pensar nas quatro horas de tempo de trabalho perdido nem no facto de que não suportava concordar com as pessoas.
 Claire autenticou a assinatura, Fletcher assinou como testemunha e os documentos voltaram logo para a pasta.
A menina Leeds tossiu um pouco.
— Obrigada por ter vindo até cá. Sei que é um incómodo e apreciei verdadeiramente o facto.
Claire olhou para a mulher que jazia entre o mar de espumosas rendas brancas.
Este é um leito de morte, pensou. E o Grim Reaper está perto. Batendo impacientemente com o pé e verificando o relógio.
Era difícil não se sentir como um canalha. Foda-se. Era uma perfeita filha da puta profissional a preocupar-se com a perda de duas horas de trabalho quando parecia que à menina Leeds restavam tão poucas de vida.
— Foi um prazer.
— Agora, o chá — disse a menina Leeds.
Fletcher empurrou o carrinho de metal aproximando-o da poltrona e serviu algo que cheirava como Earl Grei numa taça de porcelana.
— Açúcar, madame? —perguntou.
— Sim, obrigada. —Odiava chá, mas o açúcar faria com que pudesse bebê-lo. Quando Fletcher o entregou, notou que só havia uma chávena—. Não vai tomar nada, menina Leeds?
— Nada para mim, receio. São ordens do médico.
Claire bebeu um golo.
— Que tipo de Earl Grei é este? Parece diferente dos que já provei.
— Gosta?
— Na verdade, sim.
Quando terminou o chá, a menina Leeds fechou os olhos com uma expressão que estranhamente parecia de alívio e Fletcher levou a chávena vazia.
— Bem, acredito que será melhor ir agora, menina Leeds.
— O meu filho vai gostar de si —sussurrou a idosa—. Está à sua espera.
Claire pestanejou e apelou à diplomacia.
— Temo que deva regressar à cidade. Talvez possa conhecê-lo noutra altura?
— Ele precisa de a conhecer agora.
Claire voltou a pestanejar e no pensamento ouviu o refrão do pai: O cliente tem sempre razão.
— Se for tão importante para si, eu poderia… — Claire engoliu com força—. Eu, ah… eu poderia…
A menina Leeds sorriu suavemente.
— Não será tão mau para si. Ele é como o pai. Um belo animal.
Claire esfregou os olhos. Havia duas meninas Leeds na cama. Na verdade, havia duas camas. Então, isso fazia com que houvesse quatro meninas Leeds? Ou oito?
A menina Leeds olhou para Claire com uma lucidez encantadora e uma indiferença ligeiramente inquietante.
— Não tenha medo. Pode ser bastante afável se estiver de bom humor. Não obstante, eu não tentaria fugir. De qualquer forma, ele apanha-a.
— Que…? — Claire sentia a boca seca e esponjosa e, quando ouviu um ruído à esquerda, foi como se o som viesse de uma distância imensa.
Fletcher tirava a bandeja de prata do carrinho de metal e punha-a sobre uma escrivaninha. Quando voltou ao carrinho, desdobrou um painel secreto na parte de baixo e a coisa converteu-se numa espécie de maca.
 Claire sentiu que lhe amoleciam os ossos e a seguir paralisavam-se todas as articulações. Quando começou a escorregar da poltrona, Fletcher levantou-a nos braços e levou-a até ao carrinho, tão facilmente como tinha transladado a pesada poltrona.
Estava a deitá-la de costas quando lhe começou a falhar a visão. Desesperada, tentou conservar a consciência enquanto era levava pelo corredor para um antigo elevador de bronze e cristal. A última coisa que viu antes de perder os sentidos foi o mordomo a carregar no botão «C» de cave.
 O elevador abanou e ela afundou-se com ele, caindo na inconsciência.

Quando puder, ponho mais uma parte.
E esperem para ver/ler o que aí vem...

segunda-feira, 1 de abril de 2013

SPOILERS bem grandes e bem gordinhos...


Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: 

FOSTE AVISADA, DAQUI PARA A FRENTE É POR TUA CONTA EM RISCO, NÃO NOS RESPONSABILIZAMOS POR PARAGENS CARDÍACAS NO PROCESSO DESTA LEITURA. AS PALAVRAS SEGUINTES PODEM FERIR SE NÃO ANIQUILAR MESMO TODAS E QUALQUER SUSCEPTIBILIDADES.

:::::::::::::::::::::::::::::::PERIGO::::::::::::::::::::::::::::::


Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: Spoilers ::: 

Boas Leituras ;)


O próximo livro é sobre Wrath e Beth e ira-se chamar “The King” (“O Rei”) – será sobre o Rei ter um Herdeiro

Vamos ver mais de Murdher mas envolve Xhex… quando for a hora certa

Saxton –  Continua a ler!

O conto sobre Rhage e Mary. Ward já escreveu aproximadamente 146 páginas, só falta terminar.

O próximo livro dos anjos chama-se “Possession” (Possessão) e a capa já foi revelada.

Lassiter vai ter um livro, quando ele estiver pronto – ele tem todo um enredo, mas a Ward não tem certeza se ele vai aparecer na Irmandade ou em Fallen Angels (ela não disse que não pode ser nas duas sagas ).

Filmes? Ela está focada nos livros, mas só aconteceria (serem feitos) por alguém que fizesse justiça aos livros.

Ward não sabe como a gravidez da Layla irá ser – Continua a Ler.

A gravidez da Beth poderá estar mais de acordo com uma gravidez humana, uma vez que ela é mestiça.

Lash irá voltar, Ward só não sabe quando – EEP!!

Existe uma conexão entre Michael (de Story of Son - História do Filho) e Murdher – resposta “Duh!” mas Ward não sabe se isso vai ser “visto” em algum livro.

Sola não é da família do Manny e do Butch.

Como irá ser com Qhuinn e Blay, Layla, Xcor e o bebé? – CONTINUEEEEE A LEEER!

A VE criou os Sombras? – Eles são uma subespécie que se desenvolveu.

Assail – A Warden acha que ele é incrível, ela está obcecada com ele e os primos dele são totalmente Quentes!! (eles aparecem no Lover at Last, um é o Ehric, o outro não disse. São gémeos e já tinha reparado que são como o aço)

Há uma ligação com a batalha Anjos Caídos para o bem e para o desenvolvimento do enredo IAN - Ward acha que poderia ir de qualquer maneira, mas a passagem é lógica

Não tinha mais nada (ou mais ninguém) nos barris com Luchas. (Qhuinn descobre o irmão numa espécie de barril mergulhado em sangue negro, estava com os ossos todos partidos e em grande sofrimento. Jane/Manny/V conseguiram tratar dele e está a recuperar aos poucos)

Qhuinn e Luchas voltam para a casa dos pais deles, Qhuinn vê Luchas como uma vítima e nós iremos ver mais de Luchas.

Iremos descobrir mais sobre a fêmea da glymera que teve uma orgia com  o Gange/Bando dos vampiros novos (Band of Bastards - BOB)? – Sim!
Por que não sabemos o nome do irmão gémeo do Ehric? – porque Ward escreve o que vê e ela ainda não sabe.

Sissy e Jim irão se apaixonar um pelo outro? – CONTINUEEEEE A LEEER!
Nalla vai ter um livro para que possamos ver Z perder o controlo? Ward não sabe.

Xcor vai trair os  Bastards por causa da Layla? – CONTINUEEEEE A LEEER!!!

Vamos descobrir mais sobre o pai do Butch e do Manny e se existem outros filhos? – CONTINUEEEEE A LEEER!!

Layla é considerada Caída (Escolhida, não anjo)

Butch vai aparecer em outro livro? Sim, e vamos ver um desfecho para ele e José. (no ano passado a autora já previa escrever o reencontro destes dois. José vai conhecer uma série de pormenores sobre os vampiros e não lhe vão ser apagadas as memórias)

Eles vão expandir as regras para a iniciação na Irmandade? Sim, e Blay, Payne e Xhex poderiam ser iniciadas no futuro.

Houve muitas alterações nas cenas de sexo do Blay e Qhuinn? – Não foi nada alterado.

Payne pode ajudar a curar os ferimentos dos Irmãos entre outros, mas ela não sabe se os poderes da Payne possuem limites ou se podem ser repostos, mas ela VAI manter o George vivo (vivo por mais tempo que cães comuns). (No ano passado disse que George seria imortal)
Não há planos definidos para um segundo Insiders’ Guide (Guia para fãs) maaaaaaaas, talvez no futuro

A VE vai aparecer em The King? Ward não sabe, mas alguma coisa vai ter que ser feita com ela. (disse que a Virgem Escrivã está numa espécie de inferno pessoal, que Wrath iria arriscar a vida por ela e que regressaria quando o motivo fosse verdadeiramente forte)

Wrath ainda deve aquele favor para a VE…

HAVERÁ mais sobre Jane e V – Ward  está em conversações com o editor dela sobre rever cada casal num livro completo.
Nós conhecemos a pessoa com quem Elan estava a conversar? Sim.
PAI DE Saxton!!
Alguma personagem principal vai morrer? CONTINUEEEEE A LEEER!
Tanto Blay como Qhuinn liberam o aroma de vinculação.

Saxton  já começou a trabalhar na lei sobre herdeiro puro-sangue? Ainda não
O Tohr e o Xcor são irmãos? Não vou dizer nada…
Vai haver dois machos ligados a mesma fêmea? – Mais uma vez Ward não diz nada.
Algum parente do Throe está vivo/vai aparecer nos livros? CONTINUEEEEE A LEEER!!!!

Fritz vai ter uma história? – Ward não acha que ele seja desenvolvido numa história

O Havers vai ser redimido e ter uma história? NÃO!!!

O Havers irá aparecer no livro The King e fazer o parto do bebê do Wrath e da Beth? – CONTINUEEEEE A LEEER (mas só sobre o cadáver da WARDen!!!)

A Sola é humana? 100%, absolutamente humana.

Xhex está a morar na mansão com o John Matthew? Está, eles superaram os problemas que tiveram

Vamos ver o bebé da Layla em breve? Sim.
(n.t: Eis a Resposta a uma lá mais acima hehee)

Iremos saber sobre os caixões na garagem? Não ainda, mas ela *pensa* que pode aparecer em The King.

O Phury vai melhorar com as Escolhidas? CONTINUEEEEE A LEEER!!

O Eddie vai voltar? Vamos vê-lo, maaaaaaaaaaas CONTINUEEEEE A LEEER!!!

Vocês foram avisadas em relação aos Spoilers, logo não nos culpes. *sorriso* Eu própria ia tendo uns ataques de vez em quando hehe


*ηαsαη

PLANOS DE TRABALHO MORCEGUEIRO

Olá, gente boa!

1º - Obrigada pelos comentários.

2º - Espero que os e-pub tenham chegado em condições para quem os pediu.

3º - Relativamente às versões em pt-br tenho que sublinhar que não tenho nenhum problema com elas, exceto que me dá mais trabalho passar para a variante de Portugal do que se traduzir diretamente do inglês. Não é nada contra o Brasil, mas este tipo de livros tem um tom oralizante, logo, a forma de expressão portuguesa é muito diferente da brasileira. Mas obrigada pelas dicas. E se alguém quiser experimentar ler em "brasileiro" que avise. É coisa que também se arranja.

4º - Estou a preparar traduções de coisitas que são capazes de interessar (o conto Story of the Son, a história Wrath e o Abre-cartas e tudo quanto tenho do nosso amado e idolatrado Rei Cego e que, pelos vistos, é desconhecido do público em Portugal).

5º - Daqui a pouco, aparecerão spoilers dos bons e vão perceber melhor as minhas opções.

6º - Uma comentadora nossa ameaçou abrir concorrência. Sim, Alex Nason, estou a falar de ti. Queremos saber se o projeto vai para a frente, porque mim, morceguito esvoaçante, estar interessado.

7º - Não se envergonhem de contactar aqui a je. E não se preocupem com justificações, é só exigir!

8º - Na página da Irmandade no facebook estão a tentar construir bandas sonoras. Passem por lá e façam justiça, porque me parece que estão a precisar de ajuda (Como se eu me tivesse oferecido para o dazer... he he he)

9º - Acusei a chefia de me ter abandonado e ameaçei de tomar de assalto o blogue. Estou muito arrependida e quero aqui, publicamente, dizer que sou má e reles e que as chefinhas são lindas, queridas e fofas (chama-se a isto graxice hardcore).

10º - Até já que vou para as minhas traduções! Fiquem de olho no blogue! Beijos.