quarta-feira, 8 de maio de 2013

VISHOUS AO RUBRO! – Lover Unleashed - SPOILERS



Ai que bem-disposta estou! (E já imaginam porquê… Ai, que hoje é que vai for!)

A publicação de hoje tem 4 objetivos: Cada um melhor que outro!

1 – Matar de vez quem cá vem. (chamo-lhe teste de resistência)
2 – Mostrar que o mês de Julho está mais do que longe do que aquilo que se pensa.
3 – Abrir o apetite para mais… muito mais… (e mais… mais…mais…)
4 – Mostrar que está complicado eu calar-me. (e já me prometeram injeções…)


Alex Nason, esta é dedicada a ti!
Se não morres desta, vou desistir. Há gente que desafia os limites da existência… Esta Alex é, no mínimo, uma semideusa.


Amantes de Vishous, hoje é o vosso dia! (Mim! Mim!)




SPOILERS ____ SPOILERS
Lover Unleashed
a publicar em Portugal, em Julho (dizem…)




 [Lembram-se do V com a vela negra? (se não sabem, vasculhem o blogue) Jane encontrou umas calças dele, cobertas de sémen escondidas no fundo do armário. Como ele não dormiu na mesma cama que ela nessa noite, nem nessa semana toda, que pode uma mulher pensar?]


(Final do Capítulo 17)

Nas últimas semanas, ela viu e reviu aquela noite em que tudo piorou. E apesar de a maior parte ser uma desilusão e a deixar ansiosa, havia uma coisa que não fazia sentido.
Quando se encontraram no túnel, Vishous usava uma camisola de gola alta. Ele nunca usava camisolas de gola alta. Odiava-as por achá-las sufocantes – o que era irónico dado que a sufocação às vezes o excitava. Normalmente usava t-shirts cavas ou andava nu, e ela não era parva. Podia ser um depravado, mas a pele dele feria-se como qualquer outra.
Disse que tinha estado numa briga, mas ele era perito em combate sem armas. Pelo que se estava cheio de nódoas negras da cabeça aos pés, isso aconteceu por um único motivo: porque ele tinha deixado.
E ela questionava-se quem o teria feito.
- Estás bem? – Perguntou V.
Ela estendeu a mão e pôs-lha na cara.
- E tu?
E nós?
Sem pestanejar: - Com que é que sonhavas?
- Vamos ter que falar, V.
Ele estreitou os lábios. Apertou-os ainda mais enquanto ela esperava resposta.
Finalmente disse: - Payne está como está. Só passou uma semana e…
- Não estou a falar dela. Estou a falar da noite em que saíste sozinho.




Agora ele inclinou-se para trás, afundou-se nas almofadas e cruzou as mãos sobre os duros abdominais. À fraca luz, os músculos e as veias do pescoço lançavam sombras afiadas.
- Estás a acusar-me de ter estado com outra pessoa? Pensei que já tínhamos ultrapassado isto.
- Não desvies o assunto. – Olhou para ele fixamente. – E se queres começar uma guerra, vai atrás dos minguantes.
Com outro macho, a forma como respondeu tinha-lhe garantido uma discussão, com todos os dramas associados. Em vez disso, Vishous voltou-se para ela e sorriu.
- Ouve o que estás a dizer.
- Preferia que falasses comigo.
O brilho sensual a que estava tão habituada, mas que não via há uma semana, fervia nos olhos dele quando ele se voltou para ela. Depois as pálpebras baixaram e fitaram os seios dela por baixo da t-shirt com que tinha adormecido.
Ela pôs-lhe a cara à frente, mas também sorria.
As coisas tinham estado tão densas e tensas entre eles. Isto assim era bom.
- Não vou deixar que me distraias.
Quando o calor emanou em ondas do seu grande corpo, ele delineou-lhe o ombro com um dedo. Entreabriu a boca a exibir a ponta das suas presas brancas que iam alongando quando humedeceu os lábios.
Sem se saber como, o lençol que o cobria começou a descer pela delineada barriga dele. Cada vez mais para baixo. E ainda mais para baixo. Era a mão enluvada que estava a fazer aquele serviço e, por cada centímetro descoberto, os olhos dela tinham cada vez mais dificuldade em olhar para outro lado. Parou mesmo antes de lhe revelar a enorme ereção, mas ele fez-lhe uma exibição: As tatuagens da virilha esticavam e endireitavam-se com os movimentos dos quadris a girar e a relaxar, girar e relaxar.
- Vishous…
- Sim.
A mão enluvada escondeu-se debaixo dos negros lençóis de seda e ela não precisou de ver para onde se dirigia para saber que ele se acariciava: ao arquear-se para trás disse tudo o que precisava de saber. Isso e a forma como mordia o lábio inferior.
- Jane…
- Sim.
- Só vais observar, não é?
Deus, ela lembrava-se da primeira vez que o vira assim, deitado na cama, ereto, pronto. Tinha-lhe dado um banho de esponja e ele leu-a como a um livro: e por muito que não o quisesse admitir, estava morta para o ver a ejacular.
E ela fez de tudo para que ele o fizesse.
Sentindo-se excitada, inclinou-se sobre ele, baixando os lábios quase a tocar nos dele.
- Continuas a desviar o assunto…
Num ápice, a mão livre dele segurou-lhe a nuca, prendendo-a. E não é que isso foi diretamente ao centro das coxas dela?
- Sim. Estou. – A língua dele incendiou-lhe o lábio que percorreu. – Mas podemos falar depois de acabarmos. Sabes que eu nunca minto.
- Pensei que a expressão era mais do tipo… nunca te enganas.
- Bem, isso também é verdade. – Um rugido saiu de dentro dele. – E agora… tu e eu precisamos disto. – Dele – E agora… tu e eu precisamos disto. – Desta vez disse-o sem paixão, mas com toda a seriedade que ela precisava de ouvir. E quem diria que tinha acertado. Os dois tinham andado às voltas na última semana, sempre com cuidado, a evitar o campo de minas que existia no centro do relacionamento. Unindo-se assim, pele com pele, iria ajudá-los a ultrapassar o que ainda não tinham discutido.
- Então, que dizes? – Murmurou ele.
- De que estás à espera?
A gargalhada que deu era baixa e satisfeita e o antebraço ficou tenso e depois relaxado quando começou a masturbar-se.
- Tira o lençol, Jane.
O comando rouco, mas percetível, abalou-a. Como sempre.
- Tira, Jane. Observa.
Ela pôs-lhe a mão nos peitorais e desceu-a, sentindo-lhe as costelas e as duras ondas dos abdominais, a ouvir o silvo que lhe escapava pelos dentes numa inspiração mais profunda. Levantando o lençol, teve que engolir em seco quando a cabeça do membro sobressaia do punho, soltando-se e oferecendo-se com uma lágrima transparente.
Quando ela ia para o tocar, ele prendeu-lhe o pulso e não deixou.
- Olha para mim, Jane… - disse num gemido. – Mas não tocas.
Filho da mãe. Odiava quando ele fazia isso. Mas também adorava.
Vishous não a largou enquanto se dedicava à sua ereção com a mão enluvada, o corpo fantástico a encontrar o ritmo da mão. A luz das velas transformou aquele episódio todo em algo misterioso, mas, afinal… era sempre assim com V. Ela nunca sabia o que esperar dele e não era só por ele ser o filho de uma divindade. Ele era sempre sexo elevado ao extremo, excitação e astúcia, perversão e exigência
E ela sabia que só lhe conhecia a versão aguada.
Havias grutas mais profundas nos seus labirintos interiores, sítios que nunca visitou e onde nunca chegaria a entrar.
- Jane. – Disse bruscamente. – Seja lá o que for que estiveres a pensar, esquece… Fica comigo aqui e agora, não vás por aí.
Ela fechou os olhos. Ela sabia com quem estava e do que ela gostava. Quando se comprometeu com ele para a eternidade, tinha perfeita consciência dos homens e das mulheres do passado e de como ele os tivera. Só nunca pensou que esse passado se intrometeria entre eles.
- Não estive com ninguém. – A voz forte e segura. – Naquela noite. Juro-te.
Abriu os olhos. Ele tinha parado e estava deitado e quieto.
Subitamente, a visão que tinha dele ficou obscurecida pelas lágrimas.
- Desculpa, - disse ela – Eu só precisava de ouvir isso. Eu confio em ti, a sério que sim, mas…
- Shh… não faz mal. – A mão enluvada ergueu-se e limpou-lhe a lágrima da face. – Não faz mal. Porque é que não havias de questionar o que se passa comigo?
- Porque está mal.
- Não, eu é que estou mal. – Respirou fundo. – Estive toda a semana a tentar obrigar-me a falar. Odiei essa merda, mas não sabia que diabo dizer para não tornar tudo pior.
Até certo ponto, ela estava surpreendida com a compaixão e a compreensão. Ambos eram demasiadamente independentes e era por isso que a relação funcionava: ele era reservado e ela não precisava de grande suporte emocional e, geralmente, isso funcionava maravilhosamente.
Não nesta última semana.
- Eu também te peço desculpa, - murmurou ele. – Gostava de ser um macho diferente.
De certa forma, ela sabia que ele estava a falar de muito mais do que a sua natureza reservada.
- Não há nada que não me possas dizer, V. - Quando só obteve um “Hmm” de resposta, disse, – Estás numa situação muito stressante. Eu sei. E eu faria qualquer coisa para te ajudar.
- Amo-te.
- Então tens que falar comigo. A única coisa que garantidamente não funciona é o silêncio.
- Eu sei. Mas é como olhar para um quarto escuro. Quero-te dizer umas merdas, mas não consigo… não consigo ver nada do que sinto.
Ela acreditou… e reconheceu aquilo como algo que as vítimas de abuso infantil tendem a debater-se na idade adulta. Um dos mecanismos de sobrevivência iniciais é a compartimentalização: quando as coisas são demais para aguentar, fraturam o eu interior e atiram as emoções para um lugar muito, muito distante.
O problema, obviamente, era a pressão que ia aumentando.
Pelo menos já tinham quebrado o gelo entre eles. E agora estavam mais ou menos serenos.
Ganhando vida própria, os olhos dela baixaram até à ereção dele, que se mantinha encostada à barriga até bem depois do umbigo. De repente, ela precisava tanto dele que nem conseguia falar.
- Toma-me, Jane, - sussurrou ele. – Faz o que quiseres comigo.
O que ela queria era chupá-lo e foi o que fez, dobrando-se sobre os quadris dele, levou-o aos lábios, levando-o até ao fundo da garganta. O som que fez era animal, e os quadris projetavam-se, empurrando-se mais para dentro dela. Um dos joelhos elevou-se abruptamente e ele não estava só inclinado, mas aberto, entregando-se completamente a ela, segurando-lhe a nuca à medida que ela encontrava um ritmo que o excitava cada vez mais.
A mudança de posição foi em simultâneo rápida e suave. Com a sua força tremenda, V reposicionou-a num piscar de olhos, voltando-a e atirando os lençóis do caminho para lhe poder erguer as ancas sobre o tronco dele. Tinha as pernas abertas por cima do rosto dele e…
- Vishous, - disse ela em torno da ereção.
A boca dele estava quente e húmida e no sítio certo, fundindo-se nela, prendendo-a e sugando-a antes da língua serpentear e a lamber. O cérebro dela explodiu mais do que se desligou e sem mais nada em que pensar, ela perdeu-se maravilhosamente no que estava a acontecer e não no que tinha acontecido. Pressentia que V sentia o mesmo… ele acariciava, lambia, explorava-a, as mão a segurar-lhe as coxas e gemia o nome dela no seu íntimo. E era extremamente difícil concentrar-se no que ele fazia quando ela lhe fazia o mesmo em simultâneo. A ereção dele estava quente e firme na boca dela e ele era veludo puro entre as suas pernas e as sensações eram a prova de que sendo fantasma, as reações físicas eram as mesmas de quando estava “viva”.
- Merda, eu quero-te, - praguejou.
Noutra rápida explosão de poder, Vishous ergueu-a como se não pesasse mais do que o lençol e a mudança não foi uma surpresa. Ele sempre tinha preferido vir-se dentro dela, bem dentro dela, afastou-lhe as pernas antes de a instalar em cima dele, a redonda cabeça a penetrá-la… chegando a casa.
A invasão não era apenas sexo, era uma forma de a reivindicar e ela adorava isso. Era assim que devia ser.
Inclinando-se para a frente, apoiou-se nos ombros dele, olhou-o nos olhos enquanto se moviam em sintonia, o ritmo sincopado até se virem ao mesmo tempo, ambos a ficarem rígidos enquanto ele ejaculava dentro dela e ela o comprimia. Então, V voltou a colocá-la de costas, desceu-lhe pelo corpo, regressando ao local onde tinha estado, os lábios nela, as mãos nas coxas, a devorá-la.
Quando atingiu o clímax, não houve pausas, nem intervalos. Ele avançou para ela, abrindo-lhe as pernas e penetrando-a num golpe firme. O corpo dele era uma máquina compacta sobre ela, o cheiro de vinculação a dominar o quarto quando ejaculou fortemente, a semana de abstinência a desaparecer numa sessão gloriosa.
Enquanto o orgasmo disparava através dele, ela observou-o a vir-se, adorando tudo nele, inclusivamente aquilo com que lutava para compreender.
E ele continuou. Mais sexo. E mais ainda.
Aproximadamente uma hora depois, estavam finalmente saciados, deitados muito quietos e a respirar fundo à luz da vela.
Vishous rolou-os a ambos, mantendo-os unidos, os olhos a percorrer-lhe o rosto por um longo tempo.
- Não tenho palavras. Dezasseis línguas, mas nenhuma palavra.
Havia tanto de amor como desespero na voz. Ele era mesmo deficiente no que dizia respeito a emoções, e ter-se apaixonado não tinha mudado nada… pelo menos quando as coisas estavam tensas como agora. Mas não fazia mal… depois deste tempo juntos, não fazia mal.
- Não faz mal. – beijou-lhe os peitorais. – Eu compreendo-te.
- Gostava que não tivesses que o fazer.
- Tu percebes-me.
- Sim, mas tu és das fáceis.
Jane soergueu-se.
- Sou um puto de um fantasma. Para o caso de não teres reparado. Não é coisa que muitos homens consigam entender.
V puxou-a para um beijo rápido e forte.
- Mas tenho-te para o resto da minha vida.
- Isso é verdade.
Apesar de tudo, os humanos não viviam um décimo do que viviam os vampiros.
Quando o alarme soou, V olhou para a coisa.
- Agora já sei porque é que durmo com uma arma por baixo da almofada.
Enquanto tentava chegar ao despertador para o desligar, ela teve que concordar.
- Podias disparar sobre ele, sabias.
- Nãã, o Butch vinha por aí e não quero uma arma na mão se ele te vir sem roupa.
Jane riu-se e reclinou-se quando ele saiu da cama e foi à casa de banho. À porta, parou e olhou por cima do ombro.
- Eu vim ter contigo, Jane. Todas as noites desta semana. Não queria que ficasses sozinha. E eu não queria dormir sem ti.
Dito isto, fugiu para a casa de banho e pouco depois ela ouviu o chuveiro.
Ele era melhor com as palavras do que pensava.


“Era sempre sexo elevado ao extremo”… porque é que isto se me colou ao cérebro?
V… de Vício… de Vampiro… de Vem a mim coisa linda…
Preciso de um exorcismo de urgência para me livrar destas imagens que me vêm à mente…
Ou então que o livro venha depressa para aliviar os sintomas da coisa.


6 comentários:

Omg omg omg! Eu nao disse que so faltava o meu V??? :o
O meu vampiro que e um controlador sexual... Leva o sexo ao extremo... Alguem que salve a minha pobre alma.
Eu sempre soube que ia haver alto 69 e so podia ser o V... Vis...Vishous!!
Quase conseguiste matar me morceguinho mas eu vim para ficar, eu vou e roendo por dentro xD
Beijinhos

não há necessidade de abrir o apetite, pois estamos a falar do V e é impossível abrir algo que está sempre aberto...opá, ele é todo lixado, mas no meu ponto de vista ele até se consegue expressar muito bem, pelo menos com o Jane e com o Butch...porquê que não estamos já em Julho? maldita rotação da terra que não acelera.

Olá

Isto é coisa que se faça, é para nos matar do coração?, Julho (espero) ainda está muito, muito longe,
Morceguito só tu para nos matares o "vicio" estes excertos são uma alegria, a alma fica mais alegre e a espera não fica tão demorada.
Beijocas

Ahhhhh AI k eu não aguento isto, graças a ti morCeGo axo k sou bipolar!!! Ontem chorei com o meu amado Z quase k oferecia o meu ombro amigo ou perna ou braço o k o homem quisesse!!! Hoje estou uma completa tarda na minha mente tenho a imagem gravada do V a fazer um QUENTE QUENTE 69. Ai Jezus eu por um menino assim alinhava nos jogos obscuros dele era cera quente de velas pretas, correias, óleos…… É melhor parar pk ainda sou banida da “nossa irmandade”!! :D <3 <3 <3

o v e a jane são um dos meus casais favoritos. Para dizer a verdade eu adoro toda a coleção, cada romance, eles levam tudo ao extremo e é por isso k os adoramos.No caso do v e da jane eles estam no meu top 3 logo a seguir á xhex e ao jonh,blay e ao quinn.

OMG. Nem sei muito bem o que dizer...meu cerebro congelou e a única imagem que ficou foi o Super Hot 69 do meu favorito!!!!!Já não tenho condição para tanta emoção. MorCeGuinha não nos deixes em "banho maria" e continua teu magnifico trabalho. Estou Vishiada....<3