sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Carry

Saudações Amantes da Irmandade,

saudades? Não? eu sei...  Aqui a malta desaparece e vocês nem dão conta tsk tsk... isso não se faz.
Obrigada a nossa querida Margarida. Sim está tudo "bem" e como ves eu ja ando por aqui *riso*

mas vamos ao que interessa. Uma bela história enviada pela nossa querida Vina, Boas leituras.


Era uma noite, como todas as noites. Carry saiu para trabalhar, como uma boa prostituta que era, verificou a mala. Teria de ter os preservativos, os cigarros e outras coisas para estimular os seus clientes.
Foi para o seu ponto onde se encontrou com as suas “colegas” de serviço. Uns atrás dos outros os clientes foram aparecendo, os habituais e os ocasionais. Mas apareceu um, que ela não gostou da sua aparência. Cabelo branco como a neve, olhos claros que pareciam não ter alma e a tão pálido que parecia nunca ter visto a luz do dia. O cheiro cheirava a pó de talco, o seu cheiro fez ela franzir o nariz para não espirrar. Mas o que um cliente é um cliente e ela tinha que ganhar a vida e não se pode agradar a todos. Foi ter com ele, falaram, o sujeito parecia ser simpático mas isso parecem ser todos. Entrou para dentro do carro, e ele a levou para um descampado. Não se via vive alma por aquelas bandas. Foi ai que ai que o seu ar simpático desapareceu. Agarrou a nossa amiga pelo braço e arrastou para fora do carro, ai que começou os maus tratos  Entre socos e pontapés, Carry ficou ensanguentada e com a sua linda cara feita num oito, então o “cliente” começou-lhe a interrogar.
-Onde está ele,- perguntava- onde é que anda o teu amigo?
- Mas de quem estás a perguntar? De quem estás a falar?- Perguntou Carry.
-Do vampiro de merda, que andas metida,-mais um soco- não me faças de parvo, olha que te mato. Não tenho problemas com isso, diz – gritou - onde está?
-Mas o que falas,-tossiu, e um pouco de sangue lhe saiu da boca -Estás louco, um vampiro – olhou para ela incrédula- mas como eu poderei conhecer um vampiro se eles não existem?
Do nada, sabe Deus de onde veio apareceu um homem lindo. Tão lindo que parece ter saído de um filme de Hollywood. Era forte, com tantos músculos que parecia um culturista mas também era ágil muito agir. Num instante o seu agressor estava no chão, com uns palavrões mandou o malfeitor passear, por fim sacou de uma adaga e só se viu um clarão. Aproximou-se da Carry, e fitou-a com olhos muito gentis. Eram de um azul que só se via no céu ou no oceano eram lindos. Carry encolheu-se, ao se aperceber que ele a estava a encara-la.
-O que queres de mim, por favor não me magoe, por favor não me magoe. – Ele abanou a cabeça disse uma imprecaução.
-Não tenha medo, se te quisesse fazer mal já o tinha feito. Se quisesse que te continuassem fazer mal, teria deixado que aquele minguante, aquele monte de merda te batesse. Por favor deixa-me ajudar-te, por favor deixa-me cuidar de ti, - chegou-se mais perto e olhou-lhe nos olhos deixas?
Sem forças para Carry afirmou com a cabeça, não sabia como, mas sentia que conhecia aquele homem mas de onde. O seu salvador pegou-lhe no colo com todo o cuidado e reverencia.
-Para onde te posso levar? Queres que te deixe em casa? – Negou com a cabeça – Para onde estão? Vou-te levar para minha casa, lá estas segura e ninguém te fará mal. Eu juro pela minha mahmen.
Dito isso Carry desmaiou nos seus braços, acordando horas depois. Com o seu salvadora sua cabeceira.
-Olá, - disse ele – como te sentes? Queres comer alguma coisa? – Carry disse que não com a cabeça.
-Engraçado,- disse ela – sinto como se te conhecesse.- Levou as mãos a cabeça que do nada começou a doer.

- Não faças isso, deixa que eu resolvo.- Levou um simples dedo a sua fronte e as memórias voltaram – Tentar lembrar de memórias apagadas, só te vão trará sofrimento. Não te devia ter deixado, nunca a culpa disto tudo é minha. Não devia ter deixado para fazeres o que fazes, perdoa-me lellan mas eu pensei que era o melhor para ti. Nunca imaginei que aqueles matadores iriam atrás de ti. Perdoa-me meu amor, perdoa-me.- Segurou-lhe a mão e levou-a ao coração. Carry, não conseguia dizer uma única palavra, apenas chorava. Abraçou e beijou-o.


Continua......


*nasan

5 comentários:

mais por favor, maaaaaaiiiiiiisssssss :D

Bonito!!!Mas injusto!!! Depois de tanto tempo de seca, só nos dás isto, *nasan, nao se faz??!! Isso pode ser apelidado de tortura "da psique" hehehe.
Para quando mais?

Bem vinda de volta!!!! É claro que temos saudades!!! Isso não se questiona!?!?!? ^^

A história parece ser fixe, mas o suspense devia ser crime punível por lei. ;P

Oh meus amores docinhos e fofinhas, é claro que eu nao posso publicar tudo de uma vez não é? se não amanha publicava o que???? Pois.... *riso* amanha meto o resto *sorriso* E vocês? Toca a escrever uma pequena historia e a enviar nos sff!!!

Beijao

*Nasan

Tava a ver que nao! Que tortura..todos os dias vinha aqui e nada! Isso nao se faz