quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Lover Reborn – Tohr - Jane – Autumn - Lassiter




Não aguento estar calada.
Dá-se-me umas comichões na língua e nos dedinhos…

Ora, cá estou eu, a fala-barato do costume.

Hoje é quinta-feira e acordei particularmente bem-disposta.

O motivo é desconhecido, mas bem-vindo

Acordei assim e pronto!

Entretanto já telefonei para o Jardim Zoológico e mandei-os dar uma volta ao bilhar grande. Tiveram o descaramento de dizer que se fosse para lá tinha que ficar numa jaula como os outros. Ora, boa noite, foi um prazer, mas não, muito obrigada! Enjaulem-se eles se gostam!

Pela gruta, não tem havido inundações. Visitas também não. Reina o silêncio e, depois de pendurar as crias, a vida é bela e sorri.

De resto, estou a irritar-me com a falta de novidades da senhora humana escritora de livros e, qualquer dia, faço-lhe uma espera. Então a senhora humana não sabe que não se devem torturar os animais? Vou fazer queixa à proteção dos animais e metê-la em tribunal. Até me parece que ando com o pelo mais ralo… e se fico careca?! Então é que ninguém me quer!

Senhora escritora, é favor começar a cuspir informação. Os mamíferos têm sentimentos e necessidades. Não seja cruel e diga-nos coisas… por favoooooooooor! *eu de joelhos a implorar*

Passado o drama, vamos ao qué bão!

Boas leituras.
Beijos bons.


SPOILERS PARA ALGUNS
Reborn



Com um assobio, fez sinal aos outros e tirou o telefone para telefonar a Butch para a limpeza.
Estacou. A mensagem que lá tinha era da Dr Jane: Preciso que regresses imediatamente.

(…)

Outra onda instintiva fê-lo cerrar os dentes e teve de se dobrar enquanto praguejava.
- Ela disse-me para não te telefonar…
Então porque é que ele estava ali? Ó, merda, a vontade….
– Então para que me mandaste mensagem?
- Ela não quer drogas.
Tohr abanou a cabeça, só que desta vez foi para tentar melhorar a audição.
- O quê?
- Ela recusa medicamentos. Ela não me dá consentimento e eu não sabia a quem mais ligar. Não consigo falar com a Xhex… e não tem mais ninguém próximo. Ela está a sofrer…
- Droga-a na mesma.
- Ela é mais forte do que eu.
(…)
- Vai buscar os medicamentos, - gritou para a médica.
- Ela não os quer…
- Vai buscá-los! Tu podes precisar de consentimento, mas eu não preciso de merda nenhuma…
- Fala primeiro com ela…
- Não! – Gritou Autumn.
Foi o inferno a partir daqui, todos a gritar uns aos outros até que a vaga seguinte chegou e calou-o a ele e à Autumn, ambos a dobrarem-se por causa da tensão.
Lassiter apareceu no segundo em que a vaga se foi e o segundo round de discussão ia iniciar: o anjo foi até à cama e estendeu a mão.
Autumn acalmou-se instantaneamente, os olhos a revirarem-se e os membros a relaxarem. O alívio de Tohr – como se tivesse algum – era que, ao menos, o sofrimento dela tinha desaparecido. Ele ainda estava preso à necessidade, mas ela já não se estava a matar.
- O que é que lhe fizeste? – Perguntou a Dr Jane.
- Só um transe. E não vai durar muito.
Mesmo assim, aquela merda era impressionante. As mentes dos vampiros eram mais fortes que a dos humanos e o facto de ele conseguir aquele tipo de reação na condição em que ela estava, sugeria que ele tinha alguns truques especiais na manga.
Os olhos de Lassiter encontraram os de Tohr.
- Tens a certeza?
- De quê? – Atirou ele. Caralho, ele estava quase a perder a cabeça…
- Servi-la.
Tohr atirou uma gargalhada fria.
- Nem pensar. Nunca.
Para provar o que dizia, lançou-se para a direita, onde as seringas estavam à espera, obviamente, para usar em Autumn. Pegando em duas, espetou-as nas coxas e injetou-se a si próprio com o que nelas havia.
Muitos gritos, mas por pouco tempo. O cocktail de drogas, fosse do que fosse, fez efeito imediatamente e caiu no chão.
A última imagem que reteve antes de se apagar foram os olhos turvos de Autumn a vê-lo cair.



Lassiter, todo bom e poderoso! Ai, o que eu havia de lhe fazer…

O totó do Tohr merecia um murro na testa!

Coitadinha da Autumn!

Machos insensíveis!...


1 comentários:

Quando li esta parte só me apetecia dar chapadas na cara ao Thor!!!Mas pronto por outro lado até o compreendo