terça-feira, 19 de novembro de 2013

Lover Reborn: Tohr, Lassiter, Layla, Wrath, Phury, Qhuinn



Bom dia, alegria, nesta manhã menos fria!

Marta Lourenço, esta é para ti.

Coitadinha da Marta, deixou um comentário triste a dizer que queria saber como terminava esta história do Tohr e da Autumn e SÓ POR ISSO é que estou cá hoje, porque há pessoas humanas simpáticas que se interessam. A maior parte é mudas, mas interessada. São tipo John Matthew, mas com a doença do analfabetismo. O que complica as coisas.

O engraçado é que se não querem deixar nada no blogue, podiam deixar um olá no fiçubuco, mim esvoaça por lá de vez em quando, a Alex também se passeia por lá, a Nasan vive lá. Se deixassem um olá, ou um daqueles bonequinhos amarelos a rir, a malta deixava-se de falar em greves. Sabiam que a felicidade estimula a produtividade?

Não queiram saber os testamentos que escrevo sob os efeitos dessa substância psicoativa denominada alegria… Ui, ui! Que a Virgem vos livre e guarde!

Meus amores e lindas comentadeiras fiçubuquianas e blogueiras, espero que gostem do que vos trouxe.

Boas leituras
e
Beijos bons.


SPOILERS PARA ALGUNS
Lover Reborn



[O vampiro Tohr anda num entra e sai do quarto da Autumn, mas nada de ir ao que interessa. Da última vez, discutiram.]

Quando Tohr saiu para o corredor, estava louco, não dizia coisa com coisa, estava à beira de um colapso violento. Jesus Cristo, ele teve de sair dali, fugir dela. E ele chamou-lhe maluca?
Ele estava louco.
Quando ergueu os olhos, Lassiter estava à frente dele.
- Agora não…
O anjo puxou o braço atrás e bateu-lhe com tanta força que ele não só viu estrelas, como viu uma série de galáxias.
Ao bater na parede, o anjo agarrou-o pela frente da camisola e voltou a bater com ele, fazendo-lhe saltar os molares.
A visão dele finalmente clareou, aquele rosto cheio de pírcingues era a cara do demónio, as feições distorcidas pelo tipo de raiva que necessitaria de um cangalheiro para limpar o resultado.
- És um burro. – Ladrou Lassiter. – Um burro chapado.
Tohr inclinou-se para um lado e cuspiu sangue.
- Foi a Maury ou a Ellen que te ensinaram a julgar as pessoas?
Um dedo comprido esticado foi-lhe mostrado à frente da cara.
- Ouve-me com muita atenção, porque só vou dizer isto uma vez.
- Não preferes bater-me mais? Ficaria mais feliz…
Lassiter atirou-o outra vez contra a parede.
- Cala-te. E ouve-me. Ganhaste.
- Como?
- Tens o que queres. Wellsie está condenada para sempre.
- O que…
O terceiro encontrão calou-o.
- Acabou. Está feito. – Apontou para a porta fechada do quarto de Autumn. – Acabaste com as tuas hipóteses quando a destroçaste.
Tohr passou-se, as emoções a explodir.
- Tu não sabes que caralho dizes… tu não sabes merda nenhuma! Tu não fazes ideia do que fazer acerca de nada, nem comigo, nem com ela… nem com o teu trabalho! Que caralho andaste a fazer neste último ano? Estiveste com o cu sentado a ver talk shows enquanto a Wellsie desaparecia! Tu és uma perda de tempo!
- A sério. Ok… és tão inteligente. – Lassiter largou-o e afastou-se. – Eu desisto.
- Não podes...
Lassiter mostrou-lhe o dedo do meio.
- Acabei de o fazer.
O anjo virou costas e avançou pelo corredor.
- Tu desistes? Que bom… lindo! Nada como se manter fiel aos traços da personalidade, egoísta da merda!
Só conseguiu outro dedo mostrado por cima do ombro.
A praguejar, Tohr fez tenção de ir atrás do tipo, mas deteve-se. Virando-se, esmurrou a parede com tanta força que sentiu o nó dos dedos partir. E, quem diria, a dor que tinha na mão não se aproximava sequer à agonia que tinha no peito.


(De repente, lembrei-me do Qhuinn a contar paredes no Lover at Last…)

[Layla vai prestar contas a Wrath]

Os quatro tinham vindo ter com ela: o rei, o Primale, Qhuinn e John Matthew.
Endireitando as costas, atravessou o ginásio até ao centro, fitando-os. Quando se aproximou o suficiente, fez uma reverência até ao chão e não esperou que lhe dirigissem a palavra. Polidez era o último dos seus problemas.
- Meu senhor. Estou pronta para assumir todas as responsabilidades…
- Levanta-te, Escolhida. – Uma mão apareceu-lhe à frente do rosto. – Ergue-te e fica à vontade.
Ela ficou surpreendida e levantou os olhos, o sorriso do rei era gentil e ele não esperou que ela obedecesse. Inclinando-se para ela, pegou-lhe na mão e ajudou-a a levantar-se. Quando olhou para o Primale, os olhos dele estavam incrivelmente meigos.
Ela abanou a cabeça e dirigiu-se a Wrath.
- Meu senhor, eu alimentei o inimigo…
- Sabias quem era quando o fizeste?
- Não. Mas…
- Acreditaste que estavas a ajudar um soldado ferido?
- Bem, sim, mas…
- Procuraste-o depois?
- Claro que não, mas…
- Ontem à noite, disseste ao John e ao Qhuinn onde ele se encontrava?
- Sim, mas…
- Então, chega de mas. – O rei sorriu novamente e, apesar da cegueira, pôs-lhe a mão no rosto, afagando-o suavemente. – Tens um coração bondoso, e eles sabiam disso. Aproveitaram-se da tua inocência e usaram-te.
Phury assentiu com a cabeça.
- Em primeiro lugar, eu devia ter-te dito quem estavas a alimentar, mas a guerra é uma coisa feia e complicada e não queria arrastar-te para ela. Nunca me ocorreu que Throe te pudesse procurar… mas não me devia surpreender. O Bando de Bastardos é implacável até ao âmago.
Rapidamente, ela pôs a mão livre à frente dos lábios para controlar o choro.
- Desculpem-me… Juro-vos… eu não sabia…
Phury foi ter com ela e puxou-a para os braços.
- Não há problema. Está tudo bem… Não quero que voltes a pensar nisto.


[Layla foi aconselhada por Phury a comer e a descansar, mas ela está a sentir-se estranha. Qhuinn permanece com ela.]


- Precisas mesmo de descansar. – Murmurou Qhuinn.
- Estou inquieta.
- Tenta comer alguma coisa.
Não, querida Virgem Escrivã. Tenho o estômago embrulhado… e está tanto calor aqui.
Qhuinn enrugou a testa.
- Não, não está.


A Layla está com os calores… e não está na menopausa… Sabem que aquilo das necessidades das fêmeas é meio contagioso… He he he…

Os morcegos não têm dessas coisas de fêmeas vampiras, mas se um certo morceguito que eu conheço estivesse sozinha com vocês-sabem-quem… Ui, ui… havia de me subir uns calores patinha acima… até acho que os estou a sentir só de imaginar… Ahhhhhhh…








3 comentários:

Oh morceguinho desculpa ter desaparecido. Hoje fizeste-me rir tanto que não resisti e tive que comentar, mesmo estando num sitio onde não devia sequem mexer nisto onde estou a escrever.
Continua a traduzir para nos, por favor *olhos de gatinho a pedir*

Linda Morcego, a falta que isto me tem feito.!!! Só tu e as tuas traduções me conseguem arrancar sorrisos! Li a ultima que fizeste do Qhuinn...sabes que a esse não resisto...nem morta! Beijinhos maravilhoso mamífero e continua!!!