sexta-feira, 14 de março de 2014

The King - até agora.

Olá!

Todos conhecem a capa pela frente. E por trás? Está aqui!


Lindona e sexy, não é?


Até agora, deram-nos estas informações sobre o livro (ordenei-as por página):

Com um súbito movimento, Wrath puxou Beth para si, segurando-a contra o seu corpo nu. Ela era uma fêmea alta, mas mesmo assim mal lhe chegava aos peitorais e, assim que fechou os olhos, ele enroscou-se à volta dela
- Quero que saibas uma coisa – disse-lhe ele no seu cabelo.
Ela parou quieta, ele tentou dizer alguma coisa que valesse a pena ouvir. Algum tipo de palavras que estivessem em sintonia com o que lhe ia no peito.
- O quê? – sussurrou.
- És tudo para mim.
(The King, página 24)

Quando é que me ias dizer? - Exigiu Wrath.
- Dizer o quê? Que consegues ser um filho da **? E que tal agora?
(The King, página 120)

 Xhex é uma fêmea sortuda, - disse Beth.
É capaz de ser ao contrário. Acredita – porque é que me estás a olhar assim? (itálico)
- Assim como?
John Matthew pareceu corar.
Como se fosses chorar
Ela afastou a preocupação com um aceno de mão.
- Alergia. Fico sempre com os olhos congestionados nesta altura do ano. Se calhar vou arranjar Claritin quando sairmos esta noite.
A meio de dezembro?
(The King, página 134)

Assail levou a mão à porta.
- Fica no carro.
- Não vás, - pediu Sola.
Ele olhou para ela.
- Não tenhas medo. Eles devem-me isto.
(The King, página 207)

Wrath silenciou o caos fechando a mão num punho e batendo-o na mesa.
- O que está feito, está feito. - Credo, doeu. - A pergunta é o que fazemos agora. Como responderemos e quem diabo pensam vocês que vai governar?
(The King, página 340)

Wrath aclarou a garganta e inclinou-se.
- O que é que… ela traz vestido?
- Branco. Pelos tornozelos. Solto. Ela vem escoltada pelo irmão e traz uma rosa cor de rosa que Rhage tirou do ramalhete do centro da mesa.” Fez uma pausa. – Os olhos estão em ti, e aquele sorriso dela. Um milhão de dólares, meu amigo. Um caralho de milhão de dólares.

(The King, página 418)

Ao reler isto , deu-se-me a volta à mioleira e fiquei com uma ideia do que vai suceder...

Tudo começou comigo sem nada para fazer. 



E pus-me a pensar no The King e no que se sabe. Vai daí, montei a história:
Era uma vez um rei e uma rainha felizes e apaixonados.



E, como se davam bem, havia cenas calientes.



Ela engravida, o rei não gostou e ela chama nomes ao rei.



E a rainha recambia-o.



A Irmandade expressa-se.



A rainha busca consolo no maninho lindo.



A Glymera resolve destituir um rei sem abrigo.



A Irmandade expressa-se.



E pegam-se todos (Glymera, Bastardos, Irmandade, Minguantes, os vizinhos da frente, a polícia...)



O rei impõe-se num belo discurso.



Beth tem o filho sozinha.



A Irmandade expressa-se.



O rei impõe-se.



A rainha e o rei fazem as pazes.



Entretanto alguém morre na história.




E se for alguém que eu não faço a mínima ideia de quem possa ser, acabou-se o blogue!

Antes que perguntem. Sim, fui eu armada em parva de esferográfica e papel à unha! xD

5 comentários:

Adorei o "resumo" do livro! Achei-lhe muita piada e aos desenhos também. Mas espero que estejas errada, pelo menos na parte de alguém morrer (não quero mortes, a não ser que sejam membros indesejados da glymera ou minguantes, esses podem cair que nem tordos XD)

Morcego, o post está muito bom. Em poucas palavras retratas a Irmandade na perfeição. Adorei.BJS

Tens jeito para a coisa sim senhor!!!!

Beijinhos

morCeGo tens um talento fantastico para o desenho :) adorei.