segunda-feira, 18 de março de 2013

O RESTO DAS MINHAS TRADUÇÕES - PROVÁVEIS SPOILERS

Custou, mas consegui acabar... Mais ou menos...

Ora, bem ou mal aqui vai:


A terrível verdade escondia-se por baixo da merda da rebeldia, ele queria que a família o amasse tão impertigada como a irmã, tão armado em bom como o irmão tão reservados como eram os pais, viu o amor entre os quatro. Sentiu o amor entre eles. Era o nó que unia esses seres uns aos outros. A cadeia invisível que prendia um coração ao outro, o compromisso de cuidar do todo, desde as merdas mundanas ao verdadeiro drama mortal. E a única coisa mais forte que aquela conexão… era ser expulso dali.
Todos os malditos dias da sua vida.
A voz de Blay penetrou através da náusea.
- Conta comigo. E lamento tão estupidamente… Estou contigo… Só não faças nenhuma estupidez, está bem? Deixa-me…
Deixar que Blay soubesse que pensava em coisas que envolviam roupas e chuveiro.
De facto, a sua mão livre já tinha baixado ao cinto que tinha feito com um agradável e forte tecido de nylon… porque os pais não lhe davam dinheiro suficiente para roupa e o que ele tinha rompera-se há anos.
Com ele na mão, olhou para o outro lado do quarto, para a porta fechada da casa de banho. Tudo o que tinha que fazer era um nó no suporte do chuveiro… Deus sabe que essas canalizações funcionaram nos velhos tempos, quando as coisas eram suficientemente fortes para aguentar algum peso. Até tinha uma cadeira que podia usar e que com um pontapé  conseguiria afastar de debaixo dele.
- Tenho que desligar…
- Qhuinn? Não desligues… não te atrevas a desligar…
- Escuta, pá, tenho que desligar…
- Vou para aí agora mesmo. – muita agitação de fundo, como se Blay se estivesse a vestir. – Qhuinn! Não desligues o telefone… Qhuinn!...


Capítulo I
No presente

(Cortei aqui porque, para mim, com tanto palavrão e calão, é impossível de traduzir. Além do mais, é conversa delinquente de minguantes, não tem material do meu interesse.He he he)

***

- Acho que isso é Justin Bieber. – Parado à frente da prateleira de batatas fritas Lay’s, Qhuinn olha para cima, para o altifalante encastrado nos azulejos do teto – Sim, tenho a certeza e odeio sabê-lo.
Perto dele, John Matthew perguntou por sinais Como sabes?
- Esta merda está em todo o lado. – para provar o que dizia foi até a um postal de parabéns - Juro-te, este puto é a prova de que o Anticristo está a chegar.
- Talvez já cá esteja.
- Isso explicaria a Miley Cyrus.
- Bem visto.
Enquanto John voltava a pensar que comida havia de escolher para levar, Qhuinn voltou a revistar a loja. Eram quatro da madrugada e o 24 horas estava completamente abastecido e totalmente vazio… exceto por eles os dois e o gajo à frente da vitrina que estava a ler o National Enquirer e a comer uma barra de Snickers.
Nem minguantes. Nem o Gangue dos Bastardos. [não sei como lhe chamar, ainda não apareceu nos livros em Portugal]
Nada a que disparar.
A menos que atirasse à música do Bieber.
- Que queres? – perguntou John por sinais.
Qhuinn encolheu os ombros e continuou a olhar em volta. Como ahstrux nohtrum de John, tinha a responsabilidade de se assegurar que ele regressava inteiro à mansão da Irmandade todas as noites, e depois de mais de um ano até agora, tudo bem…
Deus, sentia falta do Blay.
Sacudindo a cabeça, esticou a mão à sorte. Quando o braço retrocedeu, trazia qualquer coisa de nata e cebola.
A olhar para o logotipo da Lay’s e para o desenho de uma batata frita, só conseguia pensar na forma como ele e John e Blay costumavam passar o tempo na casa dos pais do Blay, a jogar Xbox, a beber cervejas, a sonhar com vidas póstransição maiores e melhores.
Lamentavelmente, o maior e melhor acabou por ser só no tamanho e força dos corpos. Apesar que talvez isso fosse só a puta da sua vida. Depois de tudo, John estava felizmente casado. E Blay estava com…
Merda, nem na cabeça conseguia pronunciar o nome do primo.
- Estás bem, J-man? – perguntou com brusquidão.
John Matthew pegou nuns Doritos original da velha escola e assentiu.
Vamos às bebidas.
Enquanto avançavam mais na loja, Qhuinn desejou que estivessem no centro da cidade, a lutar nos becos, a enfrentar um qualquer inimigo. Demasiado tempo de inatividade quanto a assuntos suburbanos, e isso significava demasiado tempo para pensar obsessivamente no…
Travou-se a si mesmo outra vez.
Ou isso. Aliás, odiava um qualquer contacto com a glymera… e essa merda era mútua. Para desgraça, os membros da aristocracia estavam a regressar a pouco e pouco a Caldwell e isso significava que Wrath foi inundado com chamadas acerca dos chamados avistamentos de assassinos.
Como se os não mortos do Ómega não tivessem nada melhor para fazer do que andar à volta de árvores de fruto estéreis e piscinas congeladas.
No entanto, o Rei não estava em posição de dizer aos dandies que se fossem foder. Não desde que Xcor e o Gangue dos Bastardos meteram uma bala na garganta real.
Traidores. FDP. Com um pouco de sorte, Vishous irá demostrar sem sombra para dúvidas de onde veio o disparo e eles poderiam esventrar os culpados, por-lhes as cabeças em estacas e fazer um fogueira com os cadáveres.
Assim como averiguar exatamente quem, no Conselho, estava a passar informação ao novo inimigo.
Bem, estar à mão era agora o nome do jogo… assim que uma noite por semana, cada uma das equipas terminava aqui na zona onde ele tinha crescido, batendo às portas e olhando por baixo das camas.
Em casas parecidas com um museu, que lhe punham os cabelos mais em pé do que uma qualquer obscura passagem subterrânea do centro da cidade.
Um toque no antebraço arrancou-o dos pensamentos.
- Sim?
- Ia perguntar-te o mesmo.
- Ah?
- Paraste aqui. E estavas a olhar… Bem, tu sabes…
Qhuinn franziu o sobrolho e olhou para o expositor de produtos. Foi quando perdeu a linha dos pensamentos, assim como a maior parte do sangue da cabeça.
- Ah, sim… ah… - Merda. Teriam aumentado a temperatura do ar? – Ah…
Biberões para bebés. Leite em pó para bebés. Babetes e toalhitas e cotonetes para bebés. Chupetas. Papas. Uma espécie de aparelho… Meu Deus, um extrator de leite.
Qhuinn deu uma volta de cento e oitenta graus tão rápida que bateu de frente com uma pilha de um metro e oitenta de fraldas, regressou de um salto à terra da Nuk e saiu disparado do espaço aéreo infantil.
Bebé. Bebé. Bebé…
Muito bem. Já chegou à caixa.
Metendo a mão no seu blusão de motard, Qhuinn sacou da carteira e estendeu a mão para trás para a comida que John trazia.
- Dá-me as tuas coisas.
Quando ele começou a discutir, articulando as palavras com a boca porque as mãos estavam cheias, Qhuinn pegou no Mountain Dew e nos Doritos que não permitiam a comunicação.
- Pronto. Enquanto aquilo passa na máquina, podes gritar comigo como deve ser.
- Já sabes por quê – as mãos de John voaram pelas posições da linguagem gestual em várias combinações de isto é meu.
- É surdo? – perguntou o homem da caixa registadora num sussurro. Como se alguém que usa linguagem gestual fosse uma espécie de mosntro.
- Não. Cego.
- Ah.
Como o homem continuou a olhar fixamente, Qhuinn quis arrebentá-lo.
- Vais-nos ajudar com isto, ou quê?
- Ah… sim. Olha, tens uma tatuagem na cara. – o senhor observador movia-se lentamente como se os códigos de barras estivessem a criar algum tipo de resistência aerodinâmica ao leitor de laser. – Sabias?
Não me digas.
- Não sabia.
- Tu também és cego?
O gajo não tinha filtro. Nenhum.
- Sim, sou.
- Ah, por isso é que os teus olhos são esquisitos.
- Sim, exatamente.
Qhuinn tirou uma nota de vinte e não esperou o troco… assassinato era mais do que demasiado tentador. Assentindo com a cabeça a John, que também estava a medir o querido rapaz para um caixão, Qhuinn sai apressadamente.
- E o troco? – gritou o homem.
- Também sou surdo. Não te consigo ouvir.
- Então, vou guardá-lo, está bem? – gritou ainda mais alto.

(tradução livre de um espanhol manhoso de morCeGo)

Meus amores, se estas não são de facto as páginas iniciais do Lover at Last, disfarçam muito bem.
E eu continuo a amar de paixão o Qhuinn!
E eu continuo obcecada com o novo livro!
E eu continuo a não querer trabalhar!

2 comentários:

Oh, tadinho do Qhuinn :c
Adorei a parte do JB/MC porque eu não gosto de nenhum (opinião claro)
Quero tanto esse livro :ccc

aqui no brasil estamos em amante renascido e tô roendo as unhas por lover at last...