terça-feira, 23 de julho de 2013

SPOILERS - Lover at last



Descobri hoje porque é que este país não funciona!

E estou indignada!

Fui ao registo civil toda lavadinha e cheirosa para não dar mau aspeto. Chego lá, espero a minha vez, aproximo-me do balcão e peço-lhes a certidão que desejava. Começaram logo com o não pode ser, está maluca, vai ao médico e não me deram nada.
Pedi o livro de reclamações, aquilo não era maneira de tratar um bicho lindo como eu. Não mo queriam dar, porque blá blá blá morcego, blá blá blá está parva, blá blá blá chamamos a polícia. O fim do mundo em cuecas!
Recusei-me a sair de lá e chamaram os gajos das fardas. Expliquei-lhes a situação e começaram a rir como uns perdidos e mandaram-me de volta para a gruta. Acham que me escoltaram até lá? Era o escoltas! Também não os queria… um até bigode tinha! Cruzes! O único pelo-facial-man que me podia escoltar era o meu V... E com ele havia de uivar e tudo... ahhh... uhhh...

Estão a ver porque é que estamos tão mal?
Vai um morceguinho amoroso pedir o único documento que o morcegão meu chefe disse que me garantia férias e não mo deram!
Não entendo! Qual é o problema deles? Eu pago impostos! Eu sou linda! Eu tenho direito à minha certidão de óbito! Sim, porque o meu morcegão chefe disse que sem essa certidão não havia descanso para ninguém.
E agora?
Agora, toda furiosa, abri o Lover at Last e, para ter um consolo, abri-o no capítulo 69… he he he… Ai, que bem escolhido!

Boas leituras.
Beijos bons.

Desculpas antecipadas pela tradução – esbarrei com muitas expressões que nem me dei ao trabalho de ver como se traduziam decentemente… mas as ideias estão lá. E o conteúdo também.




SPOILERS____ SPOILERS

Lover at Last
Excerto do Capítulo 69







Na cama. No escuro. A entrar e a sair da terra dos sonhos nas duas horas que tinha antes da Primeira Refeição ser servida.
Foi quando a porta se escancarou para trás e uma fila de machos de elevada estatura, encapuzados e em túnicas negras entraram - o passado e o presente colidiram, tornando-se num só, de tal maneira que o ataque pela Guarda de Honra saltou do cemitério das suas memórias e aterrou no meio do seu quarto na mansão.
Sem saber se estava a sonhar ou não, o primeiro pensamento foi de felicidade por Blay não estar com ele. Ele já o tinha encontrado morto na berma da estrada uma vez. Ninguém precisava de passar duas vezes por isso.
O segundo foi de que levaria com ele tantos quantos pudesse, antes de eles acabaram o serviço com ele.
Com um grito de guerra, Qhuinn explode para fora da cama, o corpo nu a atacar com tanta força que, literalmente, arrasou com os dois primeiros machos. Girando as pernas, pontapeou e esmurrou tudo o que veio até ele e teve uma breve satisfação quando os alvos praguejaram e saltaram para fora do seu alcance…
Alguma coisa lhe prendeu o peito vindo de trás e rodou-o com tanta força que os pés se ergueram do chão e voou num círculo…
Olááááááá, parede.
O impacto foi a resposta à ideia brilhante, a cara, o peito, as pernas a embaterem contra o gesso com tal força que deve ter deixado uma marca 3-D dele próprio marcada naquela merda.
Instantaneamente, apoiou as mãos na superfície lisa, preparado para se impulsionar e abrir caminho…
A mão que o agarrou pela nuca e o manteve quieto bem podia ser de aço. Não desistiu, mesmo preso, o corpo recusava-se a ser dominado.
- Acalma-te, estúpido. Acalma-te só, caralho, antes que me obrigues a magoar-te.
O som da voz de Vishous não faziam sentido nenhum.
E, subitamente, pelo canto do olho, reparou no círculo que se formara à volta dele, todas aquelas túnicas negras o rodeavam, tal como aquela mão no pescoço.
Mas não estavam a atacar.
- Relaxa – disse-lhe V ao ouvido. – Respira comigo, anda lá, agora… respira com calma. Ninguém te vai magoar.
A conversa ajudou, aquela voz calma e despreocupada penetrou até ao instinto de lutar e baixou o volume do grito do seu pânico.
No final, Qhuinn começou a tremer, os músculos a processar a adrenalina.
- Vishous?
- Sim. Sou eu, amigo. Tens de continuar a respirar.
- Quem… mais?
- Rhage.
- Butch.
- Phury.
- Zsadist.
- Tohr.
As vozes correspondiam aos nomes, os tons graves, sérios, sem brincadeira a chegarem-lhe ao cérebro, ajudando-o a assentar os pés na terra e numa realidade que não envolvia o passado.
Depois, o último foi o que definitivamente o tirou daquele transe e o fez regressar ao que era real.
- Wrath.
Qhuinn ia virar a cabeça na direção do rei, mas o impulso não o levou a lado nenhum.
- Vou-te largar, amigo, está bem? – Disse V. – Vais-te portar bem?
- Sim.
- Aos três. Um. Dois. Três…
Vishous saltou para trás e aterrou em modo de combate: braços para cima, punhos prontos, posição estável. Apesar de o Irmão ter a cara escondida pelo capuz, Qhuinn conseguia imaginar-lhe a expressão: se Qhuinn fizesse alguma coisa, não havia dúvidas de que voltaria a ser apresentado à parede – e ele já a conhecia muito bem, muito obrigado.
(…)
Na Linguagem Antiga, Wrath disse:
- Ser-te-á colocada uma pergunta. Ela só te será feita uma única vez. A tua resposta resistirá ao teste do tempo, estendendo-se a partir de este momento até à tua linhagem de sangue para todo o sempre. Estás preparado para seres questionado?


Qhuinn! Vishous! Wrath!
Acertei em cheio, não foi?
Ahhhhh… Até já recuperei forcinhas…

E a ligação próxima que Qhuinn tem com as paredes? He he he...

Coitadinho do meu Qhuinn!...
Eles são maus, vem a mim, vem. O morCeGo dá beijinho e não atira o lindo à parede… ou se o atirar, que Deus me acuda, porque ele já não se salva!...


3 comentários:

não sei porquê, mas acho que quero mais desse capítulo, vai-se lá perceber a razão xD...meninos maus, assustarem assim o meu Qhuinn, no entanto tenho inveja dos meninos maus pois viram o Qhuinn nu :3

Coitado do Qhuinn, não queria ser acordada daquela maneira ;P

Cúmmmmmmmmmmmmm carago!!! eu não me importava NADINHAAAAA de ser aquela parede... Ohhhhhh simmm... não me importava nadaaaaa *baba* Oh meninas, estão ai? Sorry não os vi...eu han... estava aqui a pensar...a parede, 3D né.... bem... hammmm precisa de um arranje *sai de fininho*

*nasan