segunda-feira, 14 de abril de 2014

The King - Spoilers, Wrath e Beth

Saudações Amantes da Irmandade!!!!! 


Hoje não há MorCeGadas, Não haverá afufalhos nem avacalhos, não haverá morcegasmos nem qualquer coisa acabada em asmos...

Porquê? Porque a prendi o fundo da gruta, com 7mil correntes e 70 mil cadeados, de lá ela não sai.... nem pia, ficou apenas a pão e agua....


E não é tudo.... MorCeGo vê bem o que fiz a tua preciosa Micas, e vê só, eu que torturei ela psicologicamente ao ponto de ela fazer isto.....


Fica tranquila, fiz um enterro digno da tua preciosa Micas depois, como podes ver, até o Dossier e as outras Micas foram... Muahahahahahahahhahaha


Pronto chega de coisas estranhas e vamos ao que interessa, depois de meter a MorCeGo a pão e agua, de torturar ela e tudo mais.... ela finalmente falou e deu-me o que nós queremos, eheheheheheh Wrath, Payne, Beth...e uma extrema confusão. Mas LINDOOOOOOOO



SPOILERS!!!!
[Wrath fica a saber por Payne que a sua Beth não lhe contava tudo, porque ele não era digno da confiança da sua shellan. O rei pega no cão e vai à procura dela.]


Cerrando os dentes, levantou a mão para bater, mas acabou por espancar a porta. Uma. Duas vezes.
- Entre, - disse a Escolhida Layla.
Wrath escancarou a porta e soube exatamente quando a sua shellan o viu: o cheiro acre da culpa e engano atravessou o quarto até ele.
- Temos de falar, - atirou. E depois fez um aceno de cabeça para onde esperava que Layla estivesse. – Por favor, desculpe-nos, Escolhida.

(…)

[Não dizem nada até chegarem ao estúdio]

- Há quanto tempo te tens ido sentar com ela?
- Com quem?
- Não te armes em burra. Não te fica bem.
O ar do quarto estremeceu e ele ouviu os passos dela no tapete Aubusson. Enquanto andava, conseguia visualizá-la, as sobrancelhas baixas, a boca apertada, os braços cruzados no peito.
A culpa já tinha desaparecido. E ela estava tão irritada como ele.
- E que diabo te interessa? – Murmurou ela.
- É meu direito saber por onde andas.
- Desculpa?
Ele espeta um dedo numa direção qualquer.
- Ela está grávida.
- Reparei.
O punho cerrado esmurrou com tanta força a mesa que o telefone saiu do apoio.
- Queres entrar na necessidade?
- Quero! – Gritou em resposta. – Quero! É assim um crime tão terrível?
Wrath expirou, sentindo-se como se tivesse sido atingido por um carro. Outra vez.
É impressionante como ouvir em voz alta os nossos piores receios pode ser avassalador.
Respirando fundo várias vezes, ele sabia que tinha de escolher as palavras com cuidado, apesar da glândula adrenal estar a berta a bombar Ó Meu Deus suficientes para o sistema e ele estar absolutamente aterrorizado.
No silêncio, ouvia-se o barulho do telefone pi-pi-pi-põe-me-no-sítio, enquanto que as pragas andavam às voltas nas cabeças de ambos.
Com uma mão a tremer, tacteou à volta até encontrar o auscultador. Colocá-lo no sítio requereu algumas tentativas, mas conseguiu fazê-lo sem partir nada.

(…)

- Tens de me ouvir – disse ele numa voz apagada, - e fica a saber que é a mais pura verdade. Eu não te vou servir na necessidade. Nunca.
Era a vez dela de respirar como se tivesse levado um murro no estômago.
- Eu… eu não posso acreditar que tenhas dito isso.
- Não vai acontecer nunca, jamais. Eu nunca te irei engravidar.
Havia poucas coisas sobre as quais tinha grandes certezas. A outra que lhe ocorria era o muito que a amava.
- Não vais, - perguntou secamente, ou não podes?
- Não vou. Não.
- Wrath, isso não é justo. Não podes dizer isso assim como se fosse um dos teus decretos.
- Então, tenho de mentir acerca do que sinto?
- Não, mas podemos falar sobre isso, que diabo. Somos parceiros e isto afeta-nos aos dois.
- Discutir não vai mudar a minha posição. Mas se os rumores forem verdadeiros e tu entrares na necessidade, fica a saber que serás drogada para a ultrapassares. Eu não vou prestar-te serviço.
- Meu Deus… como se eu fosse um animal que precisa de ir para o veterinário?
- Não fazes ideias de como são essas hormonas.
- Ora, um macho a falar.
Ele encolhe os ombros.
- É facto biológico incontestável. Quando Layla estava no período dela, todos nós o sentimos na casa toda, mesmo uma noite e meia depois de ter terminado. Marissa foi drogada durante anos. É o que se faz.
- Sim, talvez se a fêmea não for casada. Mas da última vez que verifiquei, o meu nome estava nas tuas costas.
- Lá porque estás emparelhada, não quer dizer que tenhas de ter filhos.
Ela calou-se por um instante.
- Já te passou pela cabeça, por um segundo que fosse, que isto pode ser importante para mim? E não é como…”Oh, quero um carro novo”, ou… “Quero voltar para a escola”. Ou até como “ E que tal se tivéssemos a merda de um jantar fora entre levares um tiro e trabalhar numa coisa que odeias?” Wrath, isto é a base da vida.
E o caminho para a morte… dela. Tantas fêmeas morreram a dar à luz, e se ele a perdesse…
Foda-se. Nem conseguia imaginar.
- Não te vou dar nenhuma cria. Podia apresentar-te a verdade com uma série de tratas e palavras bonitas, mas mais cedo ou mais tarde, vais ter de de te habituar.
- Habituar? Tipo, alguém espirra para cima de mim e tenho de me resignar e tossir durante umas semanas? – A incredulidade e a raiva soavam alto. – Tu ouves o que dizes?
- Estou mais do que ciente das palavras que escolho. Acredita.
- Ok. Está bem. Porque é que não vemos isto assim… E que tal se eu disser… Que tal isto: Vais-me dar o filho que eu quero e isso é uma coisa a que tu tens de te habituar. Ponto final.
Ele encolheu os ombros outra vez.
- Não me podes obrigar.
Beth emitiu um som de espanto e ele sabia que tinham entrado numa nova dimensão no seu relacionamento – uma que não era boa. Mas não havia volta a dar.
A praguejar baixinho, ele abanou a cabeça.
- Faz um favor a ti própria e deixa de passar as noites sentada com aquela fêmea. Se tiveres sorte, nada funcionou e podemos esquecer este assunto…
- Esquecer… espera. Mas tu… mas tu… tu perdeste a puta da cabeça?
Merda. A sua shellan não gaguejou nem titubeou, e raramente praguejava. Olha que bom.
Mas isso não mudava nada.
- Quando é que me ias dizer? – Perguntou ele.
- Dizer o quê? Que és um nabo? E que tal agora?
- Não, que tu, deliberadamente, estavas a tentar iniciar a necessidade. Já que estamos a falar de coisas que afetam aos dois.

(…)

Ele fitou-a.
- Sim, quando é que isso havia de vir à baila numa conversa? Não ia ser esta noite, pois não? Estavas a deixar para amanhã? Não? – Inclinou-se sobre a secretária. – Tu sabias que eu não queria. Eu disse-to.
Mais passos: ele conseguia ouvir cada um dos seus passos. Demorou até pararem.
- Sabes que mais? Vou sair daqui, agora, - disse ela, - e não é só porque preciso de sair esta noite. Preciso de estar longe de ti por um bocado. E depois, quando eu voltar, vamos falar sobre isto… ver os dois lados… Não! – Exigiu ela quando ele ia abrir a boca. – Não dizes nem mais uma palavra. Se o fizeres, tenho a sensação que faço as malas e saio daqui para sempre.
- Para onde vais?
- Ao contrário do que pensas, não tens o direito de saber onde eu estou a cada segundo do dia e da noite. Especialmente depois disto.
A praguejar outra vez, ele tira os óculos e massaja a cana do nariz.
- Beth, ouve, eu só…
- Oh, eu já te ouvi mais do que o suficiente por agora. Por isso, faz-nos um favor e fica onde estás. Da maneira como vais, essa secretária e essa cadeira dura serão as únicas coisas que vais ter. É bem que te habitues a elas.
Ele fechou a boca. Ouvia-a afastar-se. Ouviu as portas a fechar quando saiu.

 (The King, Capítulo 11)


Rainha tenebrosa…


*Nasan

2 comentários:

Tchi Nasan... Foste másinha, coitadinha da Mor e da Micas dela...

De qualquer maneira gostei dos spoilers, a ver se a nossa Rainha favorita coloca algum senso na cabeça do Rei :P

Há sp uma grande mulher atras de um grande macho!!! E tenho dito!!!