sexta-feira, 11 de abril de 2014

THE KING – Spoilers – Xcor às compras



Bom dia!
Boa sexta-feira!
E bom fim de semana e boa próxima semana!

Mim vai fugir, porque mim merece.

Vou deixar isto nas mãos da chefia que, por acaso, anda a fazer um belo serviço de transformar a secção dos comentários em chat! Menina Nasan e menina MissyLi, troquem números de telé e mensagem-se. Onde já se viu a pouca vergonha de se andarem a picar com conversas manhosas de chicote, vendas e o caraças?

Santa Morcegueira Milagrosa, não há respeito!

Se ainda fosse a minha Micas a dizer que me levava para um cantinho escuro para me afufalhar e sussurrar palavras doces aos ouvidos sensíveis... estou como o outro! Agora aquilo que aquelas duas andaram a fazer é absolutamente inqualificável, ultrapassa os limites de toda a decência! Eu sou muito ingénua e pura, não posso andar a ler coisas dessas! He he he…

Sílvia, Cristina, Marisa, Anónimo, Marta Lourenço, Ana Cristina, Rute e Viviana (não falo com as outras duas), tenho a louvar o vosso excelente bom gosto! Um anjo de cabelo preso numa poupa, fato de lantejoulas, a meter os pés pelas mãos numa cerimónia solene é o sonho de qualquer uma! He he he… Eu sabia que iam gostar! ;)

Hoje, o nosso spoilerzito é uma sugestão da Rute – como se eu alguma vez deixasse escapar este momento único! – diz que gostou particularmente desta parte – mim também!

Quem estiver perdido, porque as traduções não são sequenciais, é favor consultar a parte dos resumos. É por isso que eu coloco o(s) capítulo(s) de onde o excerto é retirado e traduzido. As traduções são blá blá blá livres e manhosas, feitas por moi même, única responsável pelas ditas. Se for para prender alguém, que me apareçam na gruta! Ah, e se faz favor, mandem polícias jeitosos, sem pança nem bigode e com ar saudável. Se for para pagar multa, prefiro cumprir pena. Obrigada! xD

Nasan, je lambe toi também.
Micas, je te lambe mais que à Nasan que não me paga.

Boas leituras.
Beijos muito bons.


SPOILERS




[Xcor vai ter outra vez com Layla. E está decidido a dizer que aceita a proposta dela, por isso, para ficar mais digno, vai comprar uns trapinhos pipi.]


No segundo andar encontrou a secção de roupa para homem.
Sim, lá dentro, todo tipo de camisas e calças e camisolas e casacos masculinos estavam dispostas em cabides e expostas em mesas. E, tal como no andar de baixo, soava música de fundo, enquanto luzes caíam do teto para chamar a atenção para a mercadoria.
Que diabo estava ele a fazer aqui…
- Ei, posso ajudá-lo – É-lá!...
Ao virar-se e colocar-se em posição de ataque, o negro humano vendedor deu um salto para trás e pôs as mãos ao ar.
- Desculpe, - murmurou Xcor. Pelo menos não tinha sacado de nenhuma das armas.
- Tudo bem. – O bonito e bem vestido homem sorriu. – Procura alguma coisa em particular?
Xcor olhou em volta, e quase voltou para trás por aquela escada pomposa.
- Necessito de uma camisa nova.
- Oh, muito bem, tem algum encontro especial?
- E calças. E meias. – Pensando bem, ele nunca usava roupa de baixo. - E roupa interior. E um casaco.
O vendedor sorriu e levantou a mão como se fosse bater no ombro do cliente, mas pensou melhor e repensou o contacto físico.
- Que tipo de visual deseja? – Perguntou.
- Vestido.
O tipo parou como se não tivesse a certeza se aquilo era uma piada.
- Ah… está bem, posso arranjar algo não-despido. Ainda mais que não viola a lei. Venha comigo.
Xcor seguiu-o, porque não sabia que mais havia de fazer, tinha sido ele a começar; não havia motivos para não seguir em frente.
O homem parou à frente de uma montra de camisas.
- Então, é um encontro, a menos que me diga o contrário. Casual? Não mencionou um fato.
- Casual? Sim. Mas quero parecer… - Bem… não como ele próprio, de maneira nenhuma. – Apresentável.
- Assim, acho que devemos ir por uma camisa de botões.
- Botões.
- O homem olhou para ele sem vacilar.
- O senhor não é de cá, pois não?
- Não, não sou.
- Nota-se pelo sotaque. – O vendedor passou a mão por cima do vertiginoso monte de camisas dobradas com colarinhos. – Este é o nosso corte tradicional. Posso-lhe dizer desde já que o material europeu não lhe cairá bem – é demasiado musculado nos ombros. Mesmo se conseguíssemos o tamanho certo para o pescoço e braços, ficaria apertado. Gosta de alguma destas cores?
- Não sei do que gosto.
Esta. – O homem escolheu uma azul que lhe lembrava o visor do telemóvel. – Condiz com os seus olhos. Não que eu os esteja a apreciar, mas temos de trabalhar com o que temos. Tem ideia do seu tamanho?
- XXXL.
- Temos de ser um pouco mais exatos. – O vendedor tirou uma fita métrica. - Pescoço? Braços?
Para o ajudar a seguir o raciocínio, o homem fez um círculo à volta do próprio pescoço.
Xcor olhou para si próprio. Estava a usar a t-shirt mais limpa que tinha, umas calças militares e botas.
- Não sei.
O homem agarrou na fita métrica, mas hesitou.
- Ouça, que tal eu dar-lhe isto, põe à volta do pescoço e eu leio os números?
Xcor pegou naquilo e fez como lhe disseram.
- Muito bem, uau. – O vendedor cruzou os braços à frente. – Bem, não vai usar gravata, pois não?
- Gravata?
- Tomo isso como um não. Deixa-me medir-lhe o braço?
Xcor estendeu o braço esquerdo e o homem mexeu-se depressa.
- Pelo menos, é um tamanho quase normal. Largura? Vasta, não é? Mas eu tive uma ideia.
Um minuto e meio depois, Xcor tinha três camisas diferentes para experimentar.
- E calças? – Perguntou o vendedor.
- Não sei o meu tamanho ou preferência. – Mais valia ser eficiente. – O mesmo se aplica aos casacos.
- Tinha a impressão que iria dizer isso. Venha comigo.
Antes de dar conta, estava nu na sala de provas, a enfiar o corpo nas roupas, as armas escondidas debaixo da pilha de coisas que usava quando entrou.
- Que tal? – Perguntou o seu novo melhor amigo do outro lado da porta.
Xcor olhou-se ao espelho e sentiu as sobrancelhas erguerem-se. Ele estava… não era bem, não. Isso nunca. Mas não parecia tão estúpido quanto se sentia, nem tão rude como com as suas roupas.
Tirando o casaco escuro que lhe sugeriram, colocou as armas e facas e voltou a vesti-lo. Estava um pouco apertado atrás e não conseguia fechá-lo bem, mas estava muito melhor do que com o casaco de cabedal manchado de sangue. E as calças esticavam só um bocadinho nas coxas.
Saiu, entregou as outras duas camisas.
- Vou levar tudo.
O vendedor bateu palmas.
- Muito bem. Grande melhoria. Precisa de sapatos?
- Talvez depois
- Vamos ter saldos no final do mês. Venha nessa altura.
Xcor seguiu-o até à caixa, pegou numa tesoura e cortou as etiquetas que penduradas nos pulsos e no cinto.
- Tem cheiros?
- Oh, quer dizer, perfumes?
- Sim.
- Isso é noutra secção, do outro lado. Posso mostrar-lhe onde estão… Na verdade, veja isto. – Abriu uma gaveta. – Tenho algumas amostras aqui… sim, a clássica Drakkar. Égoiste – este é bom. Polo – o original. Oh, experimente este.
Xcor aceitou o pequeno frasco, abriu a tampa e inspirou. Fresco, limpo… que bem havia de cheirar se tivesse aquela fragrância.
Basicamente, cheiraria a tudo o que não era.
- Eu gosto deste.
- Calvin Klein Eternity. Muito clássico e as miúdas gostam.
Xcor abanou a cabeça como se soubesse do que ele estava a falar. Que mentira.
O vendedor fez a conta.
- Muito bem, o total é de quinhentos e um e noventa e dois.
Xcor tirou as notas que tinha enfiado no bolso de trás.
- Tenho isto, - disse ele a mostrar o dinheiro na mão aberta.
As sobrancelhas do vendedor ergueram-se.
- Sim, não é assim tanto. – Parou. – O senhor… pois, está bem, preciso de cinco destas, quatro daquelas e duas destas pequeninas.
Xcor tentou facilitar o processo ao homem, puxando-as pelas denominações que, aparentemente, significavam alguma coisa.
- E aqui está o seu troco e o talão. Quer um saco para as outras roupas?
- Sim, por favor. Obrigado.
Um grande saco branco com uma estrela vermelha passou por cima do balcão.
- Obrigado pela visita…  já agora, sou o Antoine. Se quiser regressar por causa dos sapatos.
Depois de atirar com as roupas velhas lá para dentro, Xcor deu consigo a dobrar-se ao meio numa vénia.
- A sua assistência foi muito apreciada.
Antoine levantou a mão como se se preparasse para lhe dar uma palmada no ombro outra vez. Mas, mais uma vez, parou e sorriu.
- Arrasa-a, pá!
- Oh, não. – Xcor abanou a cabeça. – Não será necessário. Eu gosto desta.


(The King, Capítulo 66)



Xcooooooooooooooor!... Tão lindo! E não percebeu nada do que lhe estavam a dizer!...
Ohhh… apetece-me dar-lhe colo e mimis…
É um fofo bom!...
Uhhhh…
A Layla loira é que tem sorte, só lhe aparecem à frente os fofos lindos!...
$%#&%%## para a sorte!



E o Antoine… será o par de Saxton
 Um humano que não se deixa intimidar pelo Xcor, que sabe até onde pode ir com ele, delicadinho em questões de moda…
Mmmm… era giro…
Um branco loririnho com um negão jeitoso…
Era tipo anúncio da Benetton!... I like it!...




4 comentários:

MorCeGo, deixa de ser ciumenta, pois eu bem sei o que querias...oh se sei, tu desejas o chicote, vendas até o próprio V a cuidar de ti, sim querias.

Enquanto isso estou de relação cortada contigo. Ate isso me passar, foste longe demais, partiste meu coração, pisas-te ele e atiras-te-o aos leões...... *choraminga*

Ohhhhhhh Eu não me importava nada de ajudar o Xcor nas compras, e a tirar as medidas, e a.... opssss.... *mão a frente da olha e a olhar para os lados* é melhor ficar por aqui.....

beijinhos beijinhos


*Nasan

Querida morceguinha não fiques assim tao enciumada porque eu também gosto mto de ti. E assim até pudes te fazer uma introdução eeennooorrrmmmeee!!! Senão o que é que ias dizer hoje??? Nós até de damos assunto!!!!

Quanto ao Xcor k posso eu dizer.... Os enjeitadinhos são o meu ponto fraco....

Beijinhos

Adorei esta parte!!! Achei engraçado, o Xcor ainda tem muito que aprender sobre os tempos actuais, mas com tempo e jeitinho vai lá! :D

Aaaaa meu deus q cena perfeita xcor seu gatoooo, imagina só se saxton fica com antoine woww perfeito ... bjss morcego e continue a nos mandar spoilers :)