quarta-feira, 9 de abril de 2014

THE KING – Spoilers – Wrath, o verdadeiro!




Ó Quarta-feira tão linda,
Traz qualquer coisa a mim,
Que eu tenho um aperto
Se não ler mais um excerto
Desse livro, o The Kin…

(Evribodi!) – estrangeiro para “dá-lhe mãezinha! Tudo a cantar!”


Estou possuidíssima!

Vou ter de contratar o bruxo de Fafe para me passar uma panela a arder por cima das asas para ver se o demónio me abandona o corpo! Gosto particularmente quando ele diz coisas tipo: Sai demónio do #$%&#, sai desse corpo seu #$%$###$ da #$%%$%&, em nome de Deus! Depois grita-se muito e o gajo lá vai à vida dele (o bruxo e o demónio) E porque é que se grita? É por causa das dores do demónio a sair? É por causa da linguagem artístico-expressiva? Claro que não! É do morcegasmo que se tem por estar a pensar no Wrath! xD Não é Nasan?

Nota: anda para aí um trio que passa a vida a comentar, cá para mim, o que elas querem é ver o nome a vermelho sexy… - Rute, Viviana e MissyLi - Os outros que cá vêm ler, também têm coisas para dizer, mas são tímidos… Sou eu que os intimido com a minha elevada estatura e ar ameaçadeiro… He he he… poderosa mim! Possuída e poderosa… Uhhh… Mulher de coragem, é a Sílvia. Não quer saber se eu sou má: chega e reclama! É assim mesmo! xD

Ok, já vimos o que a glymera pensa: quer um papá Wrath, porque é muito melhor que o filho Wrath (Bando de camelos!... diz a Nasan)
Já vimos o papá Wrath ontem.
Hoje, vamos ver o filho Wrath (Ahhhhh… diz a Nasan) e o que pensa o povo (O povo pensa que aquilo é que é macho!... diz a Nasan)

He he he… possuída… (A Micas que te ature!... diz a Nasan)


Boas leituras!
Beijos bons.

SPOILERS



O cão, ao parar, assinalou que iam de encontro a uma barreira, Wrath esticou o braço, a mão encontrou um pano duro e grosso. Deixando a trela, usou as duas mãos para o afastar e para não o arrancar dos suportes.
As vozes pararam imediatamente.
Exceto uma que sussurrou:
- Ó merda…
Em ato contínuo ouviu-se um barulho, como se as ferramentas tivessem sido deixadas cair ao chão e, de seguida, um ruído de tecido.
Como se sete machos acabassem de se pôr de joelhos.
Por um instante, os olhos de Wrath lacrimejaram por trás dos óculos.
- Boa tarde, - disse, tentando parecer casual. – Com vai o trabalho?
Nenhuma resposta. E ele conseguia cheirar a incredulidade admirada – era como cebolas salteadas, não era muito desagradável.
- Meu senhor, - chegou o cumprimento em voz baixa. – É uma grande honra estar na vossa presença.
Abriu a boca para minimizar a circunstância… só que, ao inalar, viu que era verdade. Para cada um deles. Estavam honestamente admirados e extasiados.
Em voz rouca, disse:
- Sejam bem-vindos à minha casa.

Assim que John se baixou por baixo do pano e ficou por trás de Wrath, só conseguia pensar que já não era sem tempo.
Os sete trabalhadores estavam com um joelho no chão, as cabeças curvadas, os olhos a saltar para cima e para baixo, como se Wrath fosse o sol e eles não pudessem fitá-lo por muito tempo.
Então o Rei falou e as simples palavras que lhe saíram da boca transformou-os, os trabalhadores olharam para cima ao mesmo tempo com… uma espécie de amor.
Wrath fingiu estar a olhar de um lado para o outro.
- Então, como acham que isto deve ser feito?
Os machos olharam para a frente e para trás e o capataz então, o que apresentou os trabalhadores um a um, falou:
- Vamos levantar o chão. E pôr um novo.
Mais olhares para a frente e para trás, enquanto Wrath continuava a mover os óculos da esquerda para a direita como se estivesse a ver.
- Está… - o capataz clareou a garganta como se estivesse em sofrimento. – Prefere outra equipa?
- Como?
- Desagradamos de algum modo a vossa senhoria para ter vindo até aqui?
- Meu Deus, não. Só estava curioso. É só. Não percebo nada de construção.
O capataz olhou para cada um dos machos.
- Bem, isso está muito abaixo de si, meu senhor.
Wrath riu-se numa rajada.
- O diabo que está. É trabalho honesto. Não há vergonha nisso. Então, como se chamam?
O capataz arreguilou os olhos como se fosse a última coisa que estivesse à espera. Mas levantou-se e compôs o cinto de ferramentas.
- Sou o Elph. Este é… - apresentou-os a todos rapidamente.
- Têm todos família? – Perguntou Wrath.
- Eu tenho uma filha e uma companheira, - disse Elph. – Embora a minha primeira shellan tivesse morrido ao dar à luz.
Wrath levou a mão ao coração como se tivesse sido atingido por qualquer coisa.
- Raios, lamento imenso.
O capataz pestanejou ao Rei.
- Eu… eu agradeço-lhe, meu senhor.
- Há quanto tempo foi essa perda?
- Doze anos. – O macho pigarreou. – Doze anos, três meses, dezassete dias.
- Como está a tua filha?
O capataz encolheu os ombros. A seguir abanou a cabeça.
- Está bem…
O do fundo, que tinha dito Ó merda, falou.
- Está paralisada. E é um anjo.

(…)

[Wrath faz mais algumas perguntas e sai]

- Ele é sempre assim? – Perguntou o capataz atordoado.
Rhage assentiu.
- É mesmo um macho de valor.
- Nunca imaginei que fosse… assim.
- Assim como?
- Tão acessível.
- Baseado em quê?
- Nos rumores. Dizem que é distante. Intocável. Que não se interessa por pessoas como nós. – O capataz recompõe-se como se não acreditasse ter dito aquilo em voz alta. – O que eu quero dizer é que…
- Nã, sem problema. Imagino de onde isso vem.
- Ele parece o pai dele, - disse o mais velho ao fundo. – A imagem cuspida e escarrada.
- Conheceste-o? Ao pai de Wrath? – Perguntou Rhage.
O macho mais velho assentiu.
- Eu vi os dois juntos uma vez. O jovem Wrath tinha cinco anos. Ficava sempre ao lado do pai quando o rei tinha audiências com os do povo. Tive uma contenda de terras com o meu senhorio que era da glymera. O Rei defendeu-me do aristocrata, é o que vos digo. – Um ar de tristeza apoderou-se do macho. – Lembro-me de quando o Rei e a rainha foram mortos. Tínhamos a certeza que o herdeiro também tinha sido morto… com o tempo, soubemos que não fora assim…

(…)
[Rhage e John despedem-se e deixam-nos a trabalhar]

Ao sair, ele [John] perguntava-se se Wrath se apercebera do efeito que tinha tido neles.
Provavelmente não.

(The King, capítulo 56)



[Alguns dias depois, o capataz pede para falar com o Rei, traz uma oferta para agradecer a ajuda que Wrath deu à sua família sem ele lhe ter pedido nada.]

… e tirou os óculos.
- Sou cego, - disse ao civil. – Não consigo ver. É por isso que sabia o que era importante para ti e para a tua família. Tenho alguma experiência em rearranjar o mundo.
O susto foi audível.
Wrath sorriu um pouco.
- Sim, o cognome Rei Cego não é boato. É a verdade – e não tenho vergonha disso.
Caramba… até dizer as palavras, nunca se tinha apercebido de como se sentia inferiorizado. O quanto manteve escondido. A quantidade de desculpas que deu por causa de algo que não podia controlar. Mas isso era o passado.
A ver ou não, tinha de dar o exemplo ao mundo – e que lhe caísse um raio se não havia de o fazer.
- Por isso, por favor, - disse ao claramente espantado civil. – Descreve-me o presente com que me honras.
Houve uma longa pausa. E o civil não era o único surpreendido. V estava a lançar doze tipos diferentes de Ó Meu Deus enquanto fumava como uma chaminé no canto.
(…)

[A oferta consistia numa manta feita à mão pela shellan, de cor vermelha e que demorou um ano a fazer. Wrath promete que o seu filho será recebido nela. Ia dando uma coisinha má ao senhor, claro!]

E ao falar a verdade, sem desculpas nem explicações, ao revestir-se com as roupas da honestidade, ao dizer o que tinha escondido sem saber…
Apercebeu-se que ele, também, era livre e que os pais, se tivessem a oportunidade de o ver, haviam de se orgulhar dele.
Tal como era.


(The King, capítulo 65)



Viram o trabalhador velhotinho?
E pensar que viu tanto como o Tyhm, que não teve dinheiro nem estudos e que foi bem mais perspicaz.

E perceberam agora porque é que na capa aparece um fulano sem óculos? Pois é, o senhor vampiro Rei deixou-se de larilices e vai mostrar ao mundo que é cego, mas é ele quem manda! O vermelho, já sabemos que é a cor que representa o lugar mais alto na hierarquia da corte.

Por curiosidade, no fim de semana passado (quando saiu aquela spoilerada toda), um senhor da assistência agradeceu à escritora pela criação do Wrath – ele e o gémeo são cegos e gostou que mostrassem que os invisuais são tão bons ou melhores que os outros. Bonito, não é?

Olha as coisas que nós vamos aprendendo por este lado!...

8 comentários:

*limpa as lágrimas que correm pelo rosto* Ohhhh Tão Lindo MorCeGo *assoa o nariz audivelmente e com um bom estrondo* Meu Rei!!!!! Eu amo o meu Rei!!! Coisa mais linda, mais elegante,coração ginormico e fantástico, macho de valor, *suspiros* QUERO MAIS, Quero mais!!!! *tira uma adaga* Se uma de vocês suspira pelo meu Wrath eu meto-vos apanhar banhos de sol nas entranhas!!!!! MEUUU rei :3 hehehhehehehe

*Nasan

Oh Nasan calma lá com a coisa!!! Já sabemos que o Rei é teu!! MEU só o Vishous (percebes te o trocadilho???) Hoje tou assim só saem secas....

Morceguinho my sister from another mother eu adoro ver o meu nome a vermelho é realmente sexy!!! Mas no fundo alguém tem de te responder senão até pensar que ninguém lê aquilo que escreves....

Quanto ao Wrath filho, gostei sim senhor como a Nasan diz um macho de valor!!!! E como ele uma vez disse a visão é um sentido sobrevalorizado os outros são tao bons ou melhores (ainda li isto esta semana pois estou a ler o primeiro livro pela terceira vez com tantos na fila de espera....)

MissyLi!!!!!!!
Calma nada!!! MEUUUUUUUUUUUUUUU macho, MEUUUUU rei, MEUUUUU mais que tudo!!! *Ok já chega*

Ohhh Sim percebi sim ehehehheehhehe sabes? eu gostava de levar com o chicote do teu V, só para ver qual a sensaçã.... opss... *sorriso envergonhado* demasiada gente a ver!!!

Fica Sexy a vermelhor mesmo!!! Muito, eu gosto, eu vibro fico doidinha quando fica a vermelhinho tambem hehehehehehehehe

<3 <3 <3


*Nasan

oh por favor, pelo amor à Virgem e aos santinhos todos traduzam o livro ou eu morro literalmente..
o rei é llllliiinnnndddoooo <3

Nasan já me deixas te a rir... Chicote??? LOLOL Realmente sexy, muuuuuuiiiittto sexy!!!!

(vão pensar mal de nozes.... :P)


MissyLi, *sussrro* vão nada, devem tar ruidinhas para saber de que rabos e bugalhos estamos a falar... Sim Chicote....e uma venda tambem...assim não se ve nada, so se sente :3


*Nasan

Ai, ai... sais bem ao TEU Rei se também achas a visão sobrevalorizada....

Então não tenho razão? Mas o que é melhor? veres o que se passa, ou sentires o que se passa e usares a imaginação para descodificar o que se esta a usar? heheheheh WRATHH LOVE YOUUUUUUU <3 <3 <3


*Nasan