domingo, 28 de fevereiro de 2016

EXCERTO BLOOD KISS - MAIS SPOILERS



Boas!

Aproveitando a pedalada (mim é uma ciclista do caraças…), e porque prometi coisas a umas humanas, vim cá outra vez.

Não se habituem, porque isto não é Natal todos os dias. E eu sou morcego, não sou homem. O Natal não é quando um morcego quer, é quando um morcego pode.

A primeira coisa que trago é uma mini-teoria sobre o The Beast.

Aqui o bicho pensa que há quatro personagens absolutamente interligadas: Rhage, Mary, Dragão e Virgem. Vishous viu o Rhage morrer, mas não viu a morte de Mary. Acontece que ela morrerá quando o outro se finar. Eu acho que o Vishous vê o dragão a ser chacinado e parte do princípio que é a morte do Rhage, quando, na realidade é o dragão que vai à vida. O senhor dragão depende da Virgem que, até haver notícia, anda fraquinha de ossos e debilitada. Ou ela não consegue manter a maldição, ou dá-lhe uma coisa ruim e rara chamada bondade e o Rhage livra-se do encosto.

Ai, e como é possível chacinar o bicho? Para já, a única criatura com força para isso seria o Lassiter. Para mim era ouro sobre azul (literalmente… e com brilhantes todos fashion :D). Ainda não se viu a dimensão do poder de Lassiter, apesar de se insinuar várias vezes que é épico… e eu quero tanto, mas tanto que o próximo livro seja um delicioso “O Anjo Papudo” para me contarem todos os pormenores sórdidos daquela vida catastrófica de devassidão linguística…

Aqui entramos na teoria do livro seguinte. Cheira-me que pares Layla/Xcor e Assail/ Sola vão continuar em banho-maria. E, a menos que a senhora autora atire com um bombástico Throe a seguir (livro que se chamará “O Ruim” e que eu quero taaaaaanto ler…), tem que vir o Lassiter… Também vos digo que, se me aparece um lesbiquedo de duas Escolhidas, tenho um enfarte do microcárdio! Não tenho nada contra, mas mim quer taaaaaaaanto ver o Lassiter… e o Xcor… e o Assail… até o Throe quero! Sim, porque Vishous e Qhuinn era sorte a mais…

Chega de especulações. Se tiverem ideias, toca a partilhá-las!

Vem aí um excerto do Blood Kiss – tradução caseira made in morCegoland para abrir o apetite (Sim, vão salivar…) - de um certo telefonema que começa a ameaçar no capítulo 26, mas só acontece no 30… Nem o diabo se lembraria de tamanha crueldade… Coitadinha da Paradise… ou não!

Beijos Bons.

Uns beijos especiais para as minhas humanas tontas e um astronómico para a mia muzo, a maravilhosa Micas!

Obrigada pelos comentários e boa leitura!

morCeGo








QUEM NÃO QUER SPOILERS, COMECE A FUGIR!





ESTÁ TUDO EM FUGA? OLHA OS SPOILERS MAUS!






SPOILERS



SPOILERS





ÚLTIMO AVISO: SPOILERS!






[Fim das aulas, após umas trocas de cuspe e de agarra-agarra que é bom!]


- Eu telefono-te. (…)
- Para combinarmos sair? Não pode ser durante o dia. O meu pai matava-me – e não posso fugir. Ele sabia logo.
Sim, ele lembrava-se de como era viver com a família numa casa pequena.
Craeg beijou-a na boca. Duas vezes.
- Limita-te a atender a chamada.
- Fico feliz por quereres conversar.
- Não ando atrás de conversas. – Deixou os olhos descerem-lhe pelo pescoço até aos seios. – Vou-te ensinar umas quantas coisas.
 (capítulo 26)

[Eu gosto de estudar… Ensina a miiiiiiiiim… Ahhhhhhhhh!...]

Sabes aquele desconforto que estás a sentir agora? Aquele que tens entre as tuas pernas? Vou-te mostrar como tomares conta de ti. E vais-me fazer vir quando ouvir a que soa.
Só a lembrança daquela vos grave e rouca a dizer aquilo transformava-lhe o corpo numa fornalha – a ponto de querer tirar a parka apesar dos 4 graus.

(capítulo 27)]

[Ai, como eu te entendo… Estou aqui, estou a achar que as asas me abafam…]

Pousando o telemóvel, voltou a andar de um lado para o outro.
Não por muito tempo. Dois minutos depois, estava de volta.
Nada.
Virando costas, zangou-se consigo própria. Lá estava ela a tentar ser independente e autónoma e a ficar toda GRRR com as coisas da glymera e, ao mesmo tempo, a preocupar-se se um macho qualquer lhe iria telefonar para o que, provavelmente, iria ser uma sessão telefónica para alívio dele.
Pois, isso fazia mesmo dela uma feminista.
Para além disso, ela nunca tivera um orgasmo. O que é que o fazia pensar que conseguiria…
O som da vibração na mesinha de cabeceira fê-la correr tão depressa que escorregou no tapete.
- Olá! – Atirou ela a levantar-se.
Houve um segundo de silêncio. E depois aquela voz profunda, aquela voz masculina deliciosa, estava ali no seu ouvido.
- Em que parte da casa estás?
Ela olha em volta.
- No meu quarto?
- As luzes todas acesas.
- Sim? – Engraçado, ele fazia as perguntas e ela respondia, mas, na verdade era ao contrário. Ela sentia ser ela a fazer o interrogatório.
- Vai para a cama. Apaga as luzes.
- Está bem. – Foi até à porta e carregou no interruptor, voltou para trás e sentou-se na cama, atirou com os sapatos e estendeu-se. – Está escuro.
Escuríssimo era o termo.
Craeg fez um som, algo que ela não conseguia identificar e a experiência era fantástica. Com as luzes apagadas era como se ele estivesse ao seu lado.
- Tu matas-me nas aulas, - disse numa voz gutural.
- Porquê?
- Não consigo parar de olhar para ti. Olho-te para a nuca. – O som ouviu-se outra vez e ela apercebeu-se que era algo entre o ronronar e o rosnar… não havia dúvidas, ele já estava para lá de excitado. – Tenho estas fantasias de ir por trás de ti e inclinar-te a cabeça para trás. Passar as mãos pelo teu pescoço… por baixo do uniforme… até aos seios…
Os olhos de Paradise fecharam-se.
Ó Deus… a sério?
- A toda a hora. Porque é que achas que esta noite não me consegui levantar do lugar?
Ela viu a imagem dele parado no fundo da sala, sem expressão, o grande corpo tenso.
- De que é que estás a falar?
- Estava duro. E ia-se ver.
O corpo de Paradise arqueou ao imaginar como seria ver a parte da frente das calças todas esticadas por cima da sua longa rigidez.
- Tenho de me sentar à frente para não te ver tanto. – Ela riu-se baixinho, ele gemeu. – Faz isso outra vez.
- Isso o quê?
- Rir. É tão sexy. – Quando lhe fez a vontade, ela ouviu um rumor. – Já alguma vez te tocaste, Paradise?
 Teve uma imagem fugaz da Novo, tão segura, tão sexual, tão confiante. Pensou em mentir.
- Não.
- Tenho-te tocado em pensamento desde que cheguei. (…) Que tens vestido? – Sussurrou.
- Parece que estás aqui comigo.
- E estou. Que tens vestido?
Ela olha para o escuro para não ver nada.
- Tenho uma blusa.
- Não a tires, - gemeu. Ou se calhar era outro ronrono. – Põe a mão dentro do colarinho.
Fazer o que ele dizia parecia a coisa mais natural do mundo e sentir os próprios dedos na pele arrepiou-lhe o corpo todo.
- Estás com soutien?
- Sim.
 - Sentes uma das alças? Está quente da tua pele, não está?
- Sim, - murmurou.
- Abre o botão de cima. Por mim. Põe a mão mais para baixo – tens o mamilo tenso?
Ela obedeceu, queria dizer que sim, mas estava com a respiração demasiado acelerada e a cabeça não estava lá. Ele não se pareceu importar com o silêncio.
Craeg riu, a gargalhada grave e sombria excitou-a.
- Quero a minha boca aí. Quero olhar para ti e ver-te suspirar quando o lamber e chupar.
Para um macho que não dizia muita coisa, ele estava a conseguir juntar muito bem as palavras.
- Estou sempre a pensar na clínica, - ouviu-se ela dizer. – A tua mão por baixo dos lençóis. Lembro-me exatamente de como foi, a subir e descer…
- Foda-se.
- … até que tu…
- Rasga a blusa.
- O quê?
- Tira essa merda de cima, - ladrou. – Pousa o telefone e abre-a.
Botões. Por todo o lado.
E, Deus, soube-lhe bem, o tronco a curvar quando a arrancou, os botões que não ofereceram resistência à força que imprimiu.
Atirando-se novamente para o colchão, tateou para pôr o telefone de novo ao ouvido e foi quando o ouviu a respirar cada vez mais pesado e pesado, até que parou.

[lamento ficar pela blusa… ainda havia jeans e… deixo-vos a última fala da Paradise. Ele queria saber se ela estava bem.]

- Oh… yes…
 (capítulo 30)

 He he he… nem foi preciso traduzir a fala…
morCego gosta de torturar…
morCego mau…
Reclamem. Mim gosta quando reclamam.
Pode ser que tenham sorte…




3 comentários:

Se leste o Immortal sabes que o mar morto (acho que é esse, ou era o vermelho) só existe por causa do Lassi, mas eu gostava de saber o motivo para ele o ter feito...

Quanto ao resto, acho uma boa teoria.

Porque é que eu tinha a impressão que ias traduzir essa parte? :P

Olá Morceguinho, que fofinha e querida, reclamar? Não! A salivar por mais. Anda lá... e aquelas cenas entre o Butch e a Marissa, em especial quando vão para aquela dita festa com aquele determinado tema em que a Marissa faz engasgar o Vishous... atenção... ENGASGAR e o Butch? Bem... DELIRAR?
Mas pronto, já chega de spoilers mal amanhados.
És um espectáculo!!

Em relação ao Lassiter, sim foi o mar morto.