segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Blood Vow - Capítulo dois

Olá pessoal!!!

Como vai isso?

Antes de começar Feliz dia das Bruxas!!!! (Happy Halloween!!!!!) Adorava que se festejasse por cá... *faço beicinho*

Agora às coisas importantes! Este é o capítulos dois do livro Blood Vow (Jura de Sangue) da nova saga spin-off da Irmandade: Legado da Adaga Negra! Este capítulo, como disse no post anterior tem spoilers do The Beast, por isso quem odiar spoilers com todas as forças é melhor dar meia volta e ir fazer outra coisa qualquer....

O livro Blood Vow sai a 6 de Dezembro deste ano nos EUA. E antes que me perguntem não sei quando é que vai sair no Brasil nem ainda temos confirmação de que a saga vai sair em Portugal, por isso, se alguém da Leya estiver a ler, por favor que digam alguma coisa sobre o assunto. ;)

Estão avisados, por isso não reclamem depois!!!!


SPOILER!!!




SPOILER!!!




SPOILER!!!



Capítulo dois

Mansão da Irmandade da Adaga Negra


- O que é isso?

Quando a filha do Rhage falou, ele congelou com a sua arma a meio caminho do coldre debaixo do seu braço. Por um instante ele pensou em fingir que não a tinha ouvido… mas isso não o ia levar a lado nenhum. Nos cerca de dois meses em que ele e a Mary têm a Bitty, ambos aprenderam que ela era muito inteligente e tenaz como o raio.

Normalmente, ele adorava essas duas características definidoras. Mas quando isso o levava a descrever os aspetos técnicos de uma máquina de matar de calibre quarenta à sua menina de treze anos? Passo. Ele desejava que ela tivesse um crânio vazio e DA*.

-Ah….

Ele olhou para o espelho que estava a cima da cómoda, a rezar para que ela tivesse mudado a sua atenção para outra coisa, qualquer outra coisa. Nope, Bitty ainda estava sentada na cama mova dele e da Mary, a que estava na suite do terceiro piso e a qual tinha sido, graciosamente, desocupado para que eles os três pudessem ter quartos colados. A menina era mesmo muito pequena, os seus braços e pernas esqueléticos eram o tipo de coisa que fazia com que ele quisesse mudar-se para os trópicos em vez de viver a norte do estado de Nova Fodidamente Congelada. Raios, mesmo de baixo de lá correspondente ao peso de uma pessoa, ela parecia tão frágil.

Mas delicadezas acabavam aí. Os olhos castanhos dela eram tão diretos como os de um adulto, velhos como uma cadeia montanhosa, perspicazes como os de uma águia. O cabelo escuro, grosso e brilhante dela, que caiam a baixo dos seus ombros, quase da mesma cor que os da Mary. E a sua aura, a sua… qualquer coisa, força vital, espírito, alma… eram tão tangíveis como a sua forma física parecia quase efêmero.

Ele tinha orgulho no facto de que, quanto mais tempo ela passava com eles, mais ela emergia. Mas não como uma flor. Como o caralho de um carvalho.

Maaaaaaaaaaaaaaaas isso não significava que ele queria entrar nas específicas do trabalho dele a matar minguantes com ela. E não. Também não estava mesmo interessado na conversa dos passarinhos e das abelhas**. Pelo menos eles teriam mais doze anos para se preparar para isso.

- Pai? – ela incentivou

O Rhage fechou os olhos. Ok, todas as vezes que ela o chamava assim, o coração dele ficava demasiado grande para o peito dele e este sentimento surreal de ganhar-a-lotaria nascida a toda a sua volta. Levava-o de volta para mesmo antes de ele e a Mary terem acasalado e ele teve a oportunidade de lhe chamar shellan pela primeira vez.

Pura e completa grandiosidade.

- O que é? - encorajou Bitty.

O brilho rosa pastilha-elástica feliz esbateu-se enquanto ele colocava a arma e prendia a presilha a cima do rabo. – É uma arma.

- Eu sei… que é uma arma. Mas que tipo?

- Uma Smith & Wesson quarenta.

- Quantas balas é que tem?

-Suficientes. – Ele pegou no seu casaco de couro e sorrio. – Ei. Pronta para a noite de cinema quando eu voltar?

- Porque não queres falar-me sobre a tua arma?

Porque se tu fores o público, eu não consigo separar o que eu faço com ela de uma discussão sobre os seus aspetos. – Apenas não é assim tão interessante.

- Contudo é o que mantem vivo, não é? – Os olhos da menina pequena fixaram-se nas adagas negras que ele mantinha no coldre no peito dele, com os cabos para baixo. – Tal como as tuas facas.

- Entre outras coisas.

- Então isso é interessante. Pelo menos para mim.

- Olha, e que tal se falarmos à cerca disto quando eu e a tua mãe estivermos aqui os dois? Tu sabes, tipo, mais logo?

O seu primeiro pensamento foi:

MAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAARY!

A sua Mary, como uma terapeuta treinada… que tinha tratado o Z com todos os seus demónios, por amor da Deus… podia lidar com isto muito melhor do que qualquer lutador cabeça oca como ele. Mas a sua shellan estava no Lugar Seguro, a trabalhar, e ele sentia que não era certo telefonar-lhe e possivelmente interrompe-la com algo que não fosse um sangramento arterial, ou uma casa em chamas. Apocalipse zombie. Bomba-A# atras do complexo.

E, está bem, talvez se eles não tivessem mais cheescake.

À excepção de que ele precisava de ganhar coragem. O que é que se estava a passar agora? Isto era merda de pai, e ele não tinha só se alistado exactamente para este tipo de conversas difíceis quando ele e a Mary começaram o processo de adopção, ele não queria mesmo ter que admitir tão cedo que ele não conseguia lidar com o trabalho.

Ok, nota para mim mesmo: Encontrar um curso online em como ser pai. De certeza que tem que haver um currículo para este tipo de coisas.

- Estou apenas preocupada, - disse ela. – É assustador para mim, está bem?

Jesus, era assustador para ele também. Ele tinha muito mais para perder com ela na vida dele.

O Rhage aproximou-se dela e ajoelhou-se. A Bitty tinha enrolado os braços à volta dele e os seus olhos estavam firmes, como se ela não fosse aceitar uma dose de balelas.

Abrindo a boca, ele…

Fechou-a. E ponderou o que é que ele precisava de fazer para reiniciar o cérebro. Talvez batê-lo contra a parede?

- Sabes o meu carro? – ele ouviu-se dizer.

À medida que a Bitty acenou ele viu-se a imitar o Puskar Nepal até ele desmaiar com o contacto pé-testa: de todas as coisas que o seu subconsciente, ou o raio que estava a comandar o seu programa, para “cuspir”, ele foi com o seu GTO?

- Bem, tu sabes quando eu estava a tentar ensinar-te a conduzir?

Sim, Bits, mesmo antes de aquelas crianças atacarem a Mary e tu descobriste que eu tenho um dragão como alter ego? Ah-Ah, bons tempos, bons tempos.

Deus, ele queria vomitar.

Quando ela voltou a acenar ele disse: - Lembras-te de quando estavas a tentar perceber as engrenagens, o volante e os travões? A andar de um lado para o outro, uma e outra vez, até conseguires fazer bem?

- Sim.

- Tu sabes como eu conduzo aquele carro?

- Oh, sim. – Agora, ela sorriu. – Rápido. Muito rápido e é divertido. É como um foguete.

- Então, um dia, quando a fores conduzir tão bem como eu a conduzo. Vais saber onde as engrenagens estão pela sensação, e vais saber trabalhar a embraiagem e o acelerador sem precisar de pensar. E se alguém se meter à tua frente, vais reagir tão rapidamente e com tal confiança, que nem te vais aperceber de pensar nisso. Se alguém carregar abruptamente nos travões, tu vais mudar de faixa instintivamente. Vais sentir os pneus em hidroplano na autoestrada à chuva e tu irás saber soltar o acelerador, mas não carregar no travão. E tudo isso vai acontecer porque vais praticar, praticar, praticar num carro que é mantido em topo de forma.

- Vou praticar. Para poder conduzir melhor.

- Certo. Mesmo que as pessoas à tua volta conduzam perigosamente, tu vais estar ciente e focada, e treinada para lidar com qualquer coisa que venha na tua direcção. – Ele colocou a palma em cima das suas adagas, em cima do coração. – Eu tenho estado lá fora a lutar por um século, Bitty. E tudo o que levo comigo para o campo… as armas, o equipamento, o suporte em forma dos meus irmãos… tudo isso está feito de modo a manter-me seguro. É um sistema perfeito? Não. Mas é o melhor que se pode obter, eu prometo-te isso.

Os braços da Bitty desenrolaram-se e ela olhou para baixo. A pulseira rosa e verde que ela tinha no pulso era feita de contas lapidadas que brilhavam como pedras preciosas reais. Mexendo a coisa às voltas e voltas, ela respirou fundo.

- És… bom nisso? Quero dizer, a lutar?

Deus, ele desejava ser um contabilista. Ele desejava mesmo. Porque se ele fosse um protetor de bolsos – triturador de números, ele não teria que dizer a um inocente que ele era excelente a matar coisas.

- És? – ela incentivou.

- Sou muito bom a manter-me a mim e aos meus irmãos a salvo. Sou tão bom nisso, que eles querem que eu ensine pessoas mais novas como fazê-lo.

Ela voltou a acenar. – Era isso que eles estavam a dizer. Na Última Refeição na outra noite. Eu ouvi as pessoas a falar sobre tu e dos outros Irmãos ensinarem pessoas.

- É para lá que eu vou agora. Enquanto tu ficas aquei com a Bella e a Nalla, eu vou encontrar-me com a turma dos recrutas em Caldwell para lhes mostrar como manterem-se seguros. #*

A Bitty inclinou a cabeça, o seu cabelo castanho a cair sobre o ombro. E ele deixou-a olhar para ele o tempo que ela quisesse. Se isso o fizesse um bocado atrasado para o trabalho, quem é que se importa.
- Deves ser mesmo muito bom nisso para seres um professor.

- Eu sou. Eu juro-te, Bitty. Sou eficiente e não tomo mais riscos do que aqueles que absolutamente tenho que correr para fazer bem o meu trabalho.

- E a besta vai-te manter seguro, não vai.

O Rhage acenou. – Tens mesmo que acreditar nisso. Tu viste-o. Sabes como ele é.

Ela sorriu, alegria a substituir a preocupação. – Ele gosta de mim.

- Ele ama-te. Mas ele não ama as pessoas que se tornam agressivas comigo.

- Isso faz-me sentir melhor.

- Bom. – Ele levanta a palma, e ela dá-lhe mais cindo, e ele diz: - Nunca vais ficar sozinha, Bitty. Eu prometo-te.

Nesse momento, enquanto ele tentava aliviar toda e qualquer ansiedade dela… e a sua, para todo o efeito… ele quase disse com a única coisa que a Bitty não sabia à cerca dos seus pais adoptivos. Sim, o seu novo cota tinha um dragão a viver debaixo da pele, mas a sua nova mãe tinha um segredo ainda mais chique.

A Mary um tipo único de imortal. Graças à Virgem Escrivã… e isso ainda se mantinha verdadeiro, apesar da mahmen do V já não se encontrar ao comando… a Mary não envelhecia, e podia escolher quando é que ela ia para o Vápido. Era um presente inestimável, que protegendo esta família de uma maneira que as de outras pessoas não tinham.

Contudo o Rhage manteve-se calado em relação a isso. Apesar do conhecimento poder ter ajudado a Bitty neste momento, ele sentia que era uma informação que devia ser a Mary a partilhar, não ele.

- Nunca vais ficar sozinha, Bitty. – Repetiu ele. – Eu juro-te.

***

Enquanto a Mary se sentava atrás da sua secretária no Lugar Seguro, ela pousou a mala e tirou a parka. Estendendo o braço, ela puxou para cima a manga da sua camisola de gola alta e sorrio à pulseira rosa e verde que brilhava no pulso dela.

Ela e a Bitty fizeram pulseiras a condizer numa outra noite, as duas sentadas na mesa de cozinha do Fritz na mansão, um kit para fazer jóias espalhado por todo o lado, e uma grande quantidade de caixas de plástico transparentes que continham contas iridescentes merecedoras de estar num arco-íris. Elas falaram de tudo e mais alguma coisa, cumprimentaram cada pessoa que entrou na cozinha, e dividiram um saco de Combos e um Mountain Dew.*# Elas também fizeram um colar para o Rhage, uma pulsei de cores diferentes para o Lassiter, uma trança para a Nalla brincar. Até o Boo tinha aparecido e se enrolado para as observar, os olhos verdes do gato preto a inspecionar tudo.

Numa mansão cheias de coisas valiosas? Aquele tempo que elas passaram juntas tinha sido a coisa mais preciosa e insubstituível.

Olhando para lá da secretária, a Mary estendeu o braço e apanhou a fotografia da Bitty tirada há duas semanas atrás, quando a menina andava a tirar selfies com o telemóvel do Rhage. A Bit estava a fazer uma cara estranha, o cabelo escuro dela penteado para trás até que ela se parecesse com algo saído de uma banda de glam metal saída dos anos oitenta.

E de facto, o Lassiter estava atrás à esquerda a fazer a sua melhor impressão de Nikki Sixx.*#*

Lágrimas inesperadas picaram os olhos da Mary. Em toda a sua vida, ela nunca tinha esperado ser uma mulher que tinha fotos da filha na sua secretária de trabalho. Nah,  essa estranha pessoa abençoada e hipotética, aquele fêmea sortuda que tinham um marido e família, e férias pelas quais esperar, e coisas caseiras no seu pulso? Isso sempre tinha sido outra pessoa, um desconhecido cuja realidade era algo que vias na TV ou nos anúncios da Maytag**#, ou que se ouvisse na mesa ao lado num restaurante.

Enquanto comias sozinho.

A Mary Luce era a enfermeira para a mãe doente que tinha morrido horrivelmente e muito nova.

A Mary Luce era uma sobrevivente de um cancro que a tinha deixado infértil após a quimio. A Mary Luce era um fantasma na periferia, a sombra que passava, sem ser notada, por uma sala, uma alegoria de onde tu não querias ir parar.

Com a excepção de que a vida deu-lhe uma reviravolta na melhor maneira possível. Agora? Ela estava exactamente onde ela nunca se tinha atrevido a sonhar estar.

E sim, este destino inesperado veio com uma não tão pequena dose de PSPT+. Raios, às vezes, quando ela acorda ao lado deu seu maravilhoso marido vampírico? E especialmente agora, quando ela ia de pé ante pé até outro quarto para verificar como a Bitty está após a caída da noite? Ela esperava acordar, de volta ao pesadelo que era a sua vida.

Mas não, pensou ela enquanto pousava a foto. Isto era a vida real. Aqui e agora era a história que ela estava a viver.

E era… maravilhoso. Cheio de amor, família, e felicidade que a fazia sentir como se o sol vivesse no centro do seu peito. +*

Todos eles eram sobreviventes, ela, o Rhage, e a Bitty. Ela da sua doença. O Rhage da maldição com que ele teve que viver. A Bitty do abuso doméstico inimaginável que ela e a mahmen dela tinham sofrido às mãos do pai biológico dela. As três vidas deles começaram por se interseptar aqui, no Lugar Seguro, onde a Bitty e a mahmen dela vieram à procura de abrigo. E depois a mãe da Bitty morreu, deixando-a órfã.

A oportunidade para acolher a menina tinha parecido boa de mais para ser verdade. Às vezes ainda parecia.

Se eles conseguissem passar depressa pelo período de espera de seis meses, a adopção seria finalizada e a Mary poderia respirar fundo. Pelo menos não haviam nenhuns familiares a reclamá-la. Apesar do que a Bitty tinha dito inicialmente sobre um tio, a mãe dela nunca tinha mencionado que tinha um irmão ou tinha divulgado algum tipo de relação de sangue, nem durante a chegada, nem durantes as sessões de terapia subsequentes. Notificações postadas em grupos fechados do Facebook e do Yahoo não produziram nada até agora.

Que seja vontade de Deus que continue dessa maneira.

Antes que se esquecesse, A Mary entrou na rede de computadores, o coração dela a começar a bater contra as suas costelas, uma descarga de mal disposição a nascer no corpo dela. Em relação às redes sociais, ela era pior que amadora, a anti-Kardashian… e, contudo, todas as noites, mas apenas uma vez por noite, ela entrava no Facebook.

E rezava para que não encontrasse nada.

O grupo de FB que ela verificou era um especialmente dedicado a vampiros, a sua lista fechada estava restringida a membros da raça. Criada por V depois das incursões*+ e moderado pela equipa do Fritz, a câmara de compensação era uma oportunidade para o pessoal se contactar à cerca de tudo relativamente a localização de casas-seguras… sempre em código… a vendas de garagem.

Observando os post das últimas vinte e quatro horas, ela exalou rapidamente. Nada. O alívio fez com que o seu gabinete andasse à roda… pelo menos até ela ter ido verificar o grupo do Yahoo. Receita para Crock-Pot*+*. Grupo de tricotar vai ter um encontro… Removedor de neve para venda… questões sobre onde arranjar o um computador… Também nada.

- Graças a Deus. – ela sussurrou enquanto colocava um pequeno visto no calendário de parede. Quase final de Dezembro, o que significava que já se tinham passado quase dois meses. A partir de Maio? Eles podiam continuar em frente.

Enquanto o coração dela saída da taquicardia, ela perguntou-se como raios é que ela ira aguentar isto mais ou menos umas cento e trinta vezes. Mas ela não tinha mais nenhuma escolha. As boas notícias é que ela se conseguia limitar a esta verificação uma-e-única-vez-por-noite. De outra maneira ela estaria no telemóvel a cada quinze minutos.

Porém, ela tinha que ser justa para quem quer que fosse que pudesse estar por aí. Extinguir direitos parentais em relações de sangue era uma coisa séria, e sem precedentes modernos na raça vampírica que se podessem seguir, ela, a Marissa, como directora do Lugar Seguro, o Wrath, o Rei Cego, e o Saxton, o principal conselheiro do Rei, tiveram que desenvolver um processo que proporcionasse um período de notificação adequado.

Contudo, as emoções não tinham um período de espera, e mães e pais que amavam os seus filhos não podiam abrandar a velocidade dos seus corações.

Como se a Marissa pudesse ler mentes, a fêmea colocou a cabeça dela na entrada. – Alguma coisa?
A Mary sorrio à chefe dela e a uma das suas queridas amigas. – Nada, eu juro, eu nunca estive tão excitada para a chegada de Maio.

- Eu sempre tive um bom pressentimento sobre isto, sabias?

- Eu não quero “amaldiçoar” +*+ nada, por isso vou-me manter calada. – a Mary focou-se no calendário mais uma vez. – Olha, eu não vou estar cá amanhã à noite. A Bitty tem um exame físico marcado.

- Oh, é verdade. Boa sorte… e é muito chato teres que ir tão longe até ao Havers.

- A Dra. Jane disse que ela não tinha o conhecimento básico apropriado. Pediatria para vampiros é uma especialidade, aparentemente.

A Marissa sorriu gentilmente. – Bom, o meu irmão pode ser complicado para mim, pessoalmente, mas eu nunca questionei a sua habilidade para fornecer um bom tratamento aos pacientes dele. A Bitty não poderia estar em melhores mãos.

- Eu preferia, realmente, apenas mantê-la connosco na clínica do centro de treino. Mas no final do dia, o que é melhor para ela é a única coisa que nos importa.

- É isso que significa ser um bom pai.

A Mary olhou para a sua pulseira. – Amém.

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*DA – Défice de Atenção

** de onde vêm os bebés

# - Bomba atómica

## - adolescente que bateu com o próprio pé na cabeça 134 vezes seguidas

#* - eles já passaram a aulas de campo? O.O

*# - Combos:  Marca de salgadinhos / Mountain Dew: Bebida gasosa

*#* - baixista de compositor de bandas de glam metal, heavy metal e hard rock

**# -Marca/Companhia de máquinas de lavar

+ - Perturbação de Stress Pós-Traumático conhecido como PTSD

+* - essa comparação é estúpida… raios de sol até ainda ia, porque são quentinhos, mas o próprio sol é uma fornaça!!! Ela ia ficar carbonizada de dentro pra fora… Já desabafei, continuem a leitura. :P

*+ - está-se a referir a “raids” que foi quando o Lash comandou os minguantes para assaltarem e matarem e afins as casas de vampiros da glymera. Não me lembro que termo usaram e não tenho os livros comigo, por isso se for outro termo desculpem. :3

*+* - mas de uma panela de cozedura lenta

+*+ - amaldiçoar não é exactamente a melhor tradução para jinx, contudo não há uma que se enquadre na frase. Jinx é quando alguém quer muito alguma coisa e ao falhar dela a coisa acaba por não acontecer (a mim acontece-me sempre!!! É horrível!!!)

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Para quem quiser, tem aqui o link de onde tirei a versão original:

Bem... Para aqueles que ficaram, o que é que acharam?

Eu já sei que vai dar sarilho, porque vai aparecer o tal tio, mas mal posso esperar para saber como é que a história se vai desenvolver e com quem é que a Bitty vai ficar!

Por hoje é tudo...

Fiquem bem pessoal e até à próxima publicação,
Sunshine ;)

4 comentários:

Olá Sunshine :)

A tua tradução está muito bem feita, parabéns.

Gostei dos teus "à partes" ;)

Em relação a 'Jinx', se me permites, eu sempre associei essa palavra a 'enguiçado', sobre coisas que desde o início estão condenadas a falhar ou que não saiam da 'cepa torta' ou então, 'azarar' que tal como a palavra indica 'dar azar à situação', mas 'amaldiçoar' também não está errado.

Gostei da tua tradução, está muito boa.

Eu também espero que o spin-off saia em Portugal. Eu até enviei um e-mail ao grupo Leya sobre isso, mas fui completamente ignorada. Ou não têm mesmo informação nenhuma a dar ou passou a esquecido :(

Não sei... Temos que esperar para ver. A esperança é a ultima a morrer, sempre!

Nightshade

Tens razão Nightshade, a esperança é a última a morrer.

Obrigada pelo feedback, adoro quando tenho algum, principalmente quando é construtivo. :)

Obrigada pelas sugestões, a primeira palavra que me "deste" eu não conheço de todo XD (Português nunca foi o meu forte, sou mais das matemáticas e das químicas :P) Mas é capaz de azarar ser o mais correto, mas na altura não me lembrei :/

Sunshine ;)

muito obrigado por este capitulo. espero mesmo que o spin-off saia cá em Portugal, lá esta a esperança é a ultima a morrer.

Adoro o Rhage :)

Excelente trabalho.

Obrigada Cristina Santos!

Eu também espero que o Legado saia por cá... entretanto vou comprando os livros originais... vou ver se consigo arranjar o Blood Vow com a capa americana! :3