sexta-feira, 31 de maio de 2013

Wrath!!!!

Olá gente!

Pois é, tenho que conversar com a senhora MorCeGo sobre uma coisa importantíssima.
Vou ser obrigada a encostar-te contra a parede da gruta!
Pode-se dizer que roubaste algo importantíssimo quando fizesse uma certa publicação.
Acontece que, quando estava nas minhas pesquisas matinais, encontrei uma parte de capítulo em inglês e que eu traduzi.
E fiquei boquialerta! E não boquiaberta!
Lembraste quando publicaste a cena da alimentação? Do Blay e do Qhuinn a alimentar-se da Selena? Se te lembras então também sabes bem o que roubaste [quando puseste (…)]! :p

Não foi isso que trouxe hoje, mas se a MorCego me der autorização, é o que eu publico amanha!

Hoje é Wrath e a continuação da parte da história em que ele ficou cego.

====================Soilers! (Ou não... como sempre!)====================

[Portanto…
Wrath discute com Beth;
A Irmandade está à espera para a reunião;
Wrath faz o Rhage ter um ataque
Cardíaco quando diz que vai ser seu companheiro;
Phury volta;
Vocês sabem néh?
Portanto eu vou saltar para o que importa] 

Sejam bem isto, para não ser acusada de não ter avisado => o


Capitulo 40

            Wrath despertou na escuridão, as de uma forma deliciosa, familiar e feliz. Tinha a cabeça sobre a sua própria almofada, as costas sobre o seu próprio colchão, as mantas puxadas até ao queixo e o aroma da sua shellan bem presente no nariz.
            Dormiu o sono dos justos durante um longo período de tempo; podia afirmar isso a julgar pela necessidade que tinha de se espreguiçar. E a dor de cabeça tinha passado. Passado… Deus, havia tanto tempo que vivia com a dor, que era apenas na ausência desta que ele se dava conta de quão má a dor se tinha tornado.
            Espreguiçando-se com todas as forças, esticou os músculos das pernas e dos braços até fazer ranger os ombros e a coluna se endireitar, e o seu corpo sentiu-se glorioso.
            Voltando-se na cama, encontrou Beth com o braço, passou-o pela cintura e enroscou-se nela de maneira a ficar com o rosto enterrado no suave cabelo da nuca. Ela dormia sempre sobre o lado direito e ficarem como duas colheres juntas tinha tudo a ver com ele – ele gostava de envolver o corpo dela, mais pequeno, com o seu – muito mais comprido – porque isso o fazia sentir-se suficientemente forte para a proteger.
            Entretanto, manteve as ancas afastadas dela. O seu pénis estava rígido e cheio de desejo, mas ele sentia-se grato somente pelo facto de poder deitar-se com ela… E não tinha qualquer intenção de arruinar o momento fazendo-a sentir-se incomodada.
            - Hum. – disse ela, acariciando-lhe o braço. – Estás acordado.
            - Estou. – E até mais do que isso.
            Ouviu-se um restolhar enquanto ela dava a volta, movendo-se no braço dele até ficarem de frente.
            - Dormiste bem?
            - Oh, sim.
            Quando sentiu um ligeiro puxão de cabeço, ele soube que ela estava a brincar com as pontas frisadas e ficou contente por tê-lo mantido tão longo. Apesar de ter de prender a pesada massa negra na parte de trás da cabeça quando saía para lutar, e de demorar uma eternidade para secar – tanto tempo, aliás, que ele tinha de usar um secador de cabelo, o que era demasiado efeminado para o gosto dele -, Beth adorava a coisa. Lembrava-se das muitas vezes em que ela o tinha desdobrado em leque sobre os seios nus…
            Bem, evitar tais pensamentos seria uma muito boa ideia. Se continuasse com aquele tipo de coisas, teria de a montar ou perder a maldita cabeça.
            - Adoro o teu cabelo, Wrath. – Na escuridão, a voz baixa dela era como o toque dos seus dedos: Delicada e devastadora.
            - Eu adoro sentir as tuas mãos nele – retorquiu com a voz rouca -, no meio dele, de qualquer forma que queiras.          
            Estiveram, só Deus sabia quanto tempo, ali deitados, lado a lado, de frente um para o outro, os dedos dela a brincar com as densas ondas do cabelo.
            - Obrigada – disse ela baixinho – por me falares desta noite.
            - Preferia ter boas notícias para te dar.
            - Mesmo assim, fico contente por me teres contado. Prefiro saber.
            Ele encontrou o rosto dela através do tato e, enquanto deslizava os dedos sobre a face e o nariz até aos lábios, viu-a com as mãos e reconheceu-a com o coração.
            - Wrath… - ela colocou a mão sobre a ereção dele.
            - Oh, merda… - as andas dele impulsionaram-se para a frente e a parte baixa das costas ficou tensa.
            Ela riu baixinho.
            - A tua linguagem de amor faria um camionista sentir-se orgulhoso.
            - Desculpa, eu… - a respiração dele prendeu-se-lhe na garganta quando ela o acariciou por cima dos boxers que ele estava a usar em atenção ao pudor dela. – Caralh… Quero dizer…
            - Não, eu gosto. Tem muito a ver contigo.
Ela fê-lo rodar e montou-o pelas andas… Ele sabia que ela tinha ido para a cama com uma camisa de dormir de flanela, mas, onde quer que a coisa estivesse, não lhe cobria as pernas porque o doce e quente centro dela esfregava-se contra o pénis duro.
            Wrath grunhiu e perdeu o contrlo. Com um súbito impulso, atirou-a sobre as costas, baixou as Calvin Klein que raramente usava pelas pernas abaixo e penetrou-a. Ao mesmo tempo que ela gritava e lhe marca as costas com as unhas, as presas dele alongaram-se completamente e palpitaram.
            - Preciso de ti – disse ele. – Preciso disto.
            - Eu também.
            Ele não a poupou do seu poder, mas, algumas vezes, ela também gostava assim, cru, selvagem, que o corpo dele a marcasse com dureza.
            O rugido que ela emitiu quando ele a penetrou sacudiu o quadro de óleo pendurado acima da cama e fez os frascos de perfume dela que estavam no toucador salpicarem, mas ele continuou a mover-se no interior dela, mais besta do que amante civilizado.
Porem, quando o aroma dela começou a inundar-lhe o nariz, ele soube que ela o desejava exatamente como ele era – cada vez que ele tinha um orgasmo, ela vinha-se com ele, o seu sexo apertava e puxava o dele, mantendo-o profundamente no seu interior.
            Com uma ordem ofegante, ela disse-lhe:
            - Toma a minha veia…
            Ele lançou um silvo, tal como um predador, e procurou o pescoço dela, mordendo com força.
            O corpo de Beth veio-se debaixo do dele e por entre as andas de ambos ele sentia latejar uma calidez que não tinha nada a ver com o que tinha deixado dentro dela. Na boca, o sangue dela era o presente da vida, espesso na língua e descendo-lhe pela garganta, enchendo-lhe o ventre com um fornalha que lhe iluminava a carne de dentro para fora.
Enquanto bebia, as andas dele assumiram o comando, dando prazer a ele, a ele próprio; quando se sentiu saciado, lambeu as marcas de dentada e voltou a ocupar-se dela, esticando-se para baixo e levantando-lhe uma das pernas para poder entrar ainda mais profundamente enquanto lhe dava estocadas. Depois de se vir noutra investida, ele segurou-lhe a nuca com a palma da mão e aproximou os lábios dela da sua própria garganta.
            Não teve oportunidade de verbalizar uma ordem. Ela mordeu-o e, no momento em que as aguçadas pontas dela lhe ferraram a pele, sentiu a doce chicotada da dor e teve outro orgasmo, ainda mais brutal que todos os outros: saber que possuía o que ela necessitava e desejava, que ela vivia do que pulsava dentro das suas veias, era terrivelmente erótico.
            Quando a sua shellan acabou e fechou as feridas lambendo-as, ele virou-se sobre as costas mantendo-os unidos, na esperança de…
            Oh, sim, foi muito bem montado. Enquanto ela assumia o comando, ele pode acariciar-lhe os seios, dando-se conta que ela ainda tinha a camisa de noite vestida; asiim, tirou-lha pela cabeça e atirou-a para qualquer lado, sem se importar para onde. Encontrando novamente os seios dela, o peso era tão forte e pesado nas suas mãos que ele teve de se arquear para cima e tomar um dos mamilos na boca. Chupou-o enquanto ela bombeava por ambos até que se tornou difícil manter a ligação entre eles e teve de deixar cair o tronco sobre a cama.
            Beth gritou, ele gritou em seguida e ambos atingiram o clímax. Depois, ela deixou-se cair e ficaram, lado a lado, ofegantes.
            - Foi incrível – suspirou ela.
            - Absolutamente incrível.
            Ele tateou na escuridão~~ao até que encontrou a mão dela e ficaram assim unidos durante um momento.
            - Tenho fome – disse ela.
            - Eu também.
            - Bem, deixa-me ir procurar qualquer coisa para nós.
            - Não quero que vás. – Ele puxou-lhe a mão, atraindo-a para si, beijando-a. – És a melhor fêmea que um macho poderia jamais ter.
            - Eu também te amo.
            Como se estivessem sincronizados, os seus estômagos rugiram ao mesmo tempo.
            - Está certo, talvez seja hora de comer qualquer coisa. – Enquanto riam juntos, Wrath soltou a sua shellan. – Espera, deixa-me acender a luz para que possas encontrar a camisa de noite.
            Imediatamente soube que algo estava errado. Beth deixou de rir e ficou absolutamente paralisada.
            - Leelan? Estás bem? Fiz-te mal? – Oh, Deus… tinha sido tão bruto. – Desculpa-m…
            Ela interrompeu-o com a voz estrandulada.
            A minha luz já está acesa, Wrath. Antes de tu acordares, eu estava a ler.
(…)

Tadinho dele… Tadinha dela…

Beijinhos

4 comentários:

devias meter aquilo que ela tirou, é um bem que fazias à humanidade xD

Ui! Primeiro chamam-me de ladrona, depois apresentam-me coisas marabiosas e salibosas e, no final, mandam beijinhos.
Agora não sei se fuja, se me entregue à polícia, se me babe, se retribua beijos... Tadinha mas é de mim!...
("A tua linguagem de amor faria um camionista sentir-se orgulhoso." - he he he, eu gosto do Wrath...)
Beijos bons!

Esqueci-me de perguntar se aquilo de me encostar à gruta é ameaça ou promessa. Andas a ter lições com a Nasan? Já abriu a caça ao morCeGo? *medo nas asas*

Na verdade... ameaça! Porque escondeste algo de muito valor :p
eheh mas podes sempre responder aos beijinhos e dar-me autorização para publicar amanha o que vi :p