quarta-feira, 16 de outubro de 2013

LASSITER, OH LASSITER!




Coisas boas, hoje é quarta-feira.


Estou tão fartinha de chuva… Ai que já papei tanta chuvinha que estou capaz de ter uma congestão… Devia estar a hibernar como o resto da morcegada, mas insisto em não perder nada da vida e, por isso, lá permaneço acordadita a espreitar o que se passa por este mundo e, claro!, levo com a chuva em cima. Quem me manda a mim não ter juízo na moleirinha?

Uma que eu conheço, é bem mais fina… He he he… chama-se Viviana… Certa comentadeira costumeira de bem comentar, atirou-se de cabeça no concurso do Lassiter e… Piu! Ganhou. Ora, tudo estava muito bem, se eu não começasse a ler manhosices em estrangeiro…  He he he… Era Lassi para cima, Lassi para baixo… Dizia que tinha preguiça de escrever o nome todo… He he he… Eu gosto tanto quando tentam endrominar o morceguito… He he he

Amor lindo, Viviana, esta tradução é dedicada especialmente à tua pessoa. E só te safas porque me chamaste má a rir, ouviste? xD

E o resto do pessoal que não reclame por não ter dedicatórias! Ninguém fala comigo, ninguém quer saber de mim… estou aqui a falar para o vento…

*triste*

Beijos bons.


SPOILERS PARA ALGUNS
Lover Reborn


[O senhor Tohr lá consegue sair do quarto onde esteve com No’One]



Obrigando-se a ir até à porta, saiu para o corredor, fechando-a [No'One] no quarto e…
- Que caralho é isto?
Levanta a perna, inspeciona o pé descalço. Estava prateado. Olhando para a passagem, havia tinta prateada pelo corredor até ao varandim do segundo andar.

(…) [Fala com o Fritz]

- Ninguém está a pintar no complexo.
- Bem, alguém anda a armar-se em Miguel Ângelo.
Tohr baixou-se e passou o dedo por uma das pequenas poças…
Espera aí – não era tinta.
E aquela merda cheirava a flores.
Flores frescas?
De facto, era o cheiro que tinha no quarto.
Os olhos foram da porta até ao vestíbulo e pensou no chuveiro de balas onde tinha entrado. E ficou preocupado por achar que não fora um milagre que, afinal, o tinha salvo.
- Chame a Dr. Jane, já. – Ladrou ao doggen.
Ah, siiiiiiiim, pensou Lassiter enquanto se virava na pedra quente e começou a bronzear o rabo despido. Foi o que aconteceu.
Pensando bem, foi um bom dia para ser baleado.
Ou noite.
Se calhar, devia dizer estação do ano.
Graças ao criador, era verão: deitado nos degraus da frente da mansão, os brilhantes megawatts de julho batiam nele, os raios a curar o corpo completamente baleado. Sem isso? Era capaz de ter morrido outra vez – e não era assim que ele queria reencontrar o patrão. De facto, o sol era para ele como o sangue para os vampiros; uma necessidade que ele realmente gostava. E ao banhar-se naquilo, a dor desaparecia, a força voltava… e pensou em Tohr.
Que estúpido fazer aquilo no beco. Em nome do que há por aí de sagrado, em que estava o caralho a pensar?
Não interessa. Nunca na vida deixaria o burro dirigir-se àquele tiroteio sem proteção. Os dois já estavam a entender-se e, agora que tinham feito progressos, não ia mandar tudo à merda.
E, agora, graças a se ter transformado em alcoviteira, Tohr e No’One estavam a ter sexo.
Por isso, não se perdeu tudo. No entanto, estava a ponderar seriamente em dar um murro nos tomates daquele Irmão. Primeiro, porque aquela merda doeu como o caralho. E depois, e se fosse dezembro? Era capaz de não ter sobrevivido….
O barulho da porta pesada a abrir fez-lhe levantar a cabeça e voltar-se. A Dr Jane, aquela médica fantástica, irrompeu como se fizesse planos para uma corrida considerável.
Ela para de repente para não tropeçar nele.
- Aqui estás tu.
Olha, vejam, trouxe a caixinha das brincadeiras, com a cruzinha vermelha para que se saiba que traz material de emergência
- Raio de altura para te bronzeares, - Murmurou ela.
Pousou a cabeça, a bochecha encostada na pedra quente.
- Só estou a tomar o meu remédio como um lindo doentinho.
- Importaste que te examine?
- O teu marido mata-me se me vires nu?
- Tu estás nu.
- Não estás a olhar para o meu lado empresarial. – Ela observou-o por cima sem mais comentários. – Está bem. Mas não te ponhas à frente do meu sol. Preciso mais dele do que de ti.
 Ela pousou a caixa perto da orelha dele e pôs-se de joelhos.
- O V contou-me mais ou menos como é que tu funcionas.
- Imagino. Sabes, eu e ele já tivemos as nossas coisas. – O filho da puta até o salvou uma vez, um milagre se se considerar que se odiavam um ao outro. – Temos um passado.
- Ele disse-me. – As palavras eram distraídas, como se estivesse a inspecionar-lhe os furos. – Podes ter restos de chumbo no organismo, importas-te que te vire ao contrário?
- O chumbo não interessa. O meu corpo consome-o, desde que tenha muita luz do sol por cima dos ombros.
- Ainda estás a sangrar muito.
- Vai ficar tudo bem.
E ele estava a começar a pensar que isso não era verdade. Depois do que aconteceu, manteve-se invisível e escondeu-se no banco de trás do Mercedes que levou Tohr para a clínica. Mal lá chegou, roubou ligaduras e mumificou-se para não sangrar por todo o lado. Não tinha que ir a correr para a rua – ainda não havia luz do sol ou, pelo menos, não havia a suficiente. Para além disso, pensou que não era nada.
Nope. Foi pouco depois de ter ido à casa de banho com o Tohr que se apercebeu que estava metido em sarilhos. Começou a ter dificuldade em respirar. A dor aumentou. A visão começou a distorcer-se. Felizmente, o sol já se tinha levantado.
De qualquer forma, ele tinha de sair quando a No’One apareceu.
- Lassiter. Quero-te ver de frente.
- Isso é o que todas dizem.
- Estás à espera que eu te rebole? Olha que eu faço.
- O teu macho não vai gostar disto.
- Como se isso te incomodasse.
- É verdade que não. Até vale a pena o esforço.
Com um gemido, colocou as mãos na poça de sangue prateado que tinha por baixo e voltou-se como  o bife que era.
- Uau, - espantou-se.
- É, não é? Parece a de um cavalo.
- Se fores simpático – e sobreviveres a isto – prometo não dizer nada ao V.
- Acerca do tamanho.
Ela riu-se.
- Não, que tu achavas que eu olharia para ti de outra forma que não a de uma profissional. Posso ligar algumas destas? – Tocou-o levemente num peitoral. – Mesmo deixando as balas dentro, talvez estanque o sangramento.
- Não é boa ideia. Sol e área de superfície é o que é preciso. E vou ficar bem. Desde que não haja nuvens.
- Devemos arranjar uma mesa para bronzear?
Agora ria-se ele – o que o fez tossir.
- Não, não, tem de ser a coisa a sério.
- Não gosto do som da tua tosse.
- Que horas são?
- Uma e vinte e seis.
- Anda cá daqui a meia hora e vês como está.
Fez-se um momento de silêncio.
- Está bem, eu volto, Tohr vai querer… - o telefone soou e ela atendeu – Estava a falar de ti. Sim, estou com ele e ele está… mal, mas diz que está tudo controlado. Claro, eu fico com ele… Não, não é preciso nada, e já te ligo daqui a vinte minutos. Ok, em dez. – Uma longa pausa e ela suspirou – É… ah… muitos ferimentos de bala. No peito. – Outra pausa – Está? Está, Tohr? Ó Deus, pensei que te tinha perdido. Sim… não, ouve, confia em mim. Se achasse que ele estava em perigo, já o tinha arrastado ao chuto e aos gritos para a entrada. Mas, para dizer a verdade, estou a vê-lo curar-se enquanto falamos… Consigo ver os ferimentos a dissiparem-se com os meus próprios olhos. Ok. Sim. Adeus.
Lassiter não teceu nenhum comentário; ficou onde estava, olhos fechados, o corpo a fazer de painel solar em processo de cura.
- Então, tu és o motivo porque Tohr saiu vivo daquele beco. – murmurou a bondosa médica passado algum tempo.
- Não sei do que estás a falar.


 Eu gosto do Lassiter! É tão liiiiiiiiindo!
Tenho orgasmos cada vez que abre a boca linda para falar…
He he he
Se me aparecesse à frente, era morceguinho para os ter de outra espécie… E era com a boquinha linda dele…
Sim. Eu calo-me.
:D

Viviana? estás aí? Amanhã há mais Lassiter...



















2 comentários:

eu adooooooooro o Lassiter! no meio de tudo acho que tem um coração de ouro! e realmente quando abre aquela boca...ando aqui a conter-me para não ler a versão brasileira, mas depois de tantos spoilers gostosos não sei se vou ser capaz...lol

sim, morceguinha, estou por aqui! Apesar de não ter tido muito tempo para andar aqui pelo blog, desculpa!

Gostei da intro, muito engraçada! ;P