segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Lover Rebor: NO’ONE, TOHR e LASS





Excelente segunda-feira, criaturas simpáticas!


Sobrevivi ao Qhuinn! (Boa, para mim!)

Estava toda acagatada com o medo, aliás o meu tão elogiado traseiro transbordava de miúfa, nem sei como controlei o dito. Consegui pêssegos bons e ainda me coçou as coooooooostas! Fui para a gruta a cheirar a Qhuinn por todos os laaaaaaaaaaados. Ele segurou-me com aquelas mãos enormes dele e... Ahhhhhhhhh! Delírio!

Bem, no final aquilo deu para o torto e tive de o insultar e ele disse que eu cheirava mal e blá blá blá que tinha de se desinfetar. Tretas! Era para não dar parte fraca.

Durante o fim de semana trabalhei como uma besta, consegui ler um livro e pus-me a pensar na vida (traduzindo: pensar na Irmandade). Cheguei a uma conclusão: O bebé da Beth e do Wrath vai-se chamar Darius. Só pode! É o pai dela e o melhor amigo dele que, sem saber, os aproximou. Não faz sentido? Bem melhor que Wrath.

Nos intervalos de gritar com as crias, limpar o nariz à cria fungosa e aturar o morcegão, tive vontade de dar murros na cabeça.

Meu Deus, EU estive num quarto sozinha com o Qhuinn e nem lhe tirei as medidas do rabinho bom com as patas lindas… Acham que lhe passei a asa? Nadita! Só tinha medo que me deixasse esticada lá dentro e que me fosse enterrar no jardim! Sou tão triste! Vida de morcego é complicada!

Hoje vamos ver um Tohr e uma No’One a prepararem-se para o primeiro encontro (que virá amanhã).

Boas leituras!
Beijos bons.




SPOILERS PARA ALGUNS
LOVER REBORN

[Irmãos a descer as escadas, entre eles Tohr] 


- A apreciar as vistas? Eu não.
Ela assusta-se e vira-se, a bainha das vestes a abrirem-se. Lassiter tinha vindo da despensa sem ela dar conta e enchia a porta da entrada, o cabelo loiro e negro e os pírcingues a refletirem a luz do candeeiro por cima dele.
Os seus olhos sábios eram algo de que ela queria fugir, mas para já, o olhar branco não recaía sobre ela.
Cruza os braços e enfia as mãos nas mangas das vestes e volta a fitar Tohrment.
- Na verdade, não sei como é que ele continua a lutar.
- Está na altura de nos deixarmos de paninhos quentes com ele.
Ela não sabia exatamente do que ele estava a falar, mas adivinhou:
Há aqui Escolhidas que se dispõem a alimentar. De certeza que ele podia usar uma delas.
- Achas?
(…)
- Gostava que houvesse alguma maneira de o ajudar. – murmurou. – Eu faria qualquer coisa para o ver auxiliado, em vez de só e a sofrer.
- A sério? – Veio a resposta sombria.
- Claro.
Lassiter pôs a cara à frente dela.
- Tu estás mesmo  a falar a sério.
Ia dar um passo atrás, mas foi detida pela porta.
- Sim…
O anjo estendeu-lhe a mão para que ela apertasse.
- Promete.
No'One franziu a testa.
- Não percebo.
- Quero que prometas que vais fazer tudo o que puderes – agora aqueles olhos brancos ardiam. – Estamos a empatar desde a primavera e não temos o tempo todo. Dizes que o queres salvar, e eu quero que te comprometas a isso, independentemente do que for necessário fazer.
(…)
A fitar o anjo, ela não era estúpida, nem inocente.
- Sugeres que eu o alimente.
- Sim. Já é altura de avançarmos.
(…)
- O sangue de uma Escolhida seria mais puro. – Ouviu-se dizer.
- E não nos leva em lado nenhum.



[O dia em que tinha de cumprir o prometido]



No’One estava no balcão a partir ovos para uma tigela.
Sozinha.
Parou, o capuz subiu e virou-se para olhar para ele.
Por qualquer motivo, o coração dele começou a bater com força.
(…)
Ao dar mais alguns passos na direção dela, teve o pensamento terrível de que aquilo era o que Lassiter queria dizer com deixar-se ir: Neste instante, ele deixara a Wellsie para trás. Só tinha consciência da pequena fêmea que estava à sua frente a esforçar-se por se manter parada ao ser perseguida por um Irmão.
Parou apenas quando estava a um passo dela. A olhar para além da sua cabeça inclinada, os olhos estavam fixos no pulso frágil da jugular.
Ela também estava com a respiração acelerada.
E ao inalar, ele apanhou um cheiro.
Não era medo.
(…)
Tudo o que ela sabia com certezas absolutas era que ele lhe iria tomar a veia em instantes e que ela o ia deixar – não porque o anjo lho tinha pedido, e não porque o tinha prometido, e não para ficar quite com o que aconteceu no passado.
Ela… queria que ele o fizesse.
Quando um silvo saiu de dentro dele, ela soube que Tohrment tinha aberto a boca e exposto as presas.
Tinha chegado a hora. E ele não puxou a manga para cima. Abriu a parte de cima das vestes, descobriu os ombros e virou a cabeça para o lado.
Ofereceu-lhe a garganta.
Oh, como batia o coração.
- Aqui não, - rosnou. – Vem comigo.



[Foram para a despensa e ela não sabia o que fazer. Tohr foi um bruto. No final de se alimentar, ela fugiu dele. Pouco depois ele foi pedir-lhe desculpas e a coisa ficou mais ao menos. Chegou a hora de ele a alimentar a ela.]



Tohr estava deitado na cama sozinho, só se apercebia do pulsar do seu pénis. Apercebia-se disso e do cheiro a flores recém-cortadas trazidas pelo Fritz na sua rotina normal.
- É isto o que tu querias de mim, anjo? – Perguntou em voz alta. – Eu sei que estás aí. É isto o que tu querias?
Para dar ênfase à pergunta, pôs a mão por baixo da roupa e deixou-a deslizar pelo peito abaixo até ao baixo-ventre. Ao agarrar-se, não conseguiu controlar a coluna de se arquear, nem o gemido de sair da garganta.
- Onde caralho estás? – rosnou, sem saber para quem falava na escuridão. Lassiter. No’ One. O Destino misericordioso – se é que o havia.
De algum modo, não queria acreditar que estava à espera de outra fêmea – e o facto de o equilíbrio entre a necessidade e a culpa estar a pender para o primeiro era uma…
- Se vais chamar o meu nome enquanto fazes isso, eu vomito.
A voz de Lassiter era áspera e incorpórea vinda da esquina do quarto onde estava a cadeira.
- Era isto o que tu querias dizer?
Meu Deus, isto era mesmo ele? Pensou Tohr. Esfomeado, impaciente. Irritado por estar excitado.
- É um caminho melhor do que ir por uma chuva de balas. – ouviu-se um som estranho – Ei, sem ofensa, mas importas-te de pôr as duas mãos onde as possa ver?
- Podes fazer com que ela venha ter comigo.
- O livre arbítrio é o que é. As mãos, caralho? Se não for incómodo.
Tohr levantou as duas mãos e sentiu-se  obrigado a dizer:
- Eu quero alimentá-la, não fodê-la. Nunca colocaria No’One nessa situação.
- Sugiro que a deixes ter as suas opiniões relativamente a sexo. – Tossiu um pouco – mas também, que merda de assunto esquisito para terem dois tipos quando falam de fêmeas de valor. – Ela pode ter outras ideias.
Tohr recordou-se do modo como ela olhara para ele na clínica quando se masturbou. Ela não tivera medo. Ela parecera interessada…
Não sabia muito bem como fazer com aquilo…
O corpo arqueou-se sozinho, como que a dizer A merda que não sabes.
Ao ouvir um som de tosse, Tohr riu-se um pouco.
- És alérgico às flores?
- Sim. É isso. Vou-te deixar, está bem? – Fez uma pausa. – Estou orgulhoso de ti.
Tohr franziu o sobrolho.
- Porquê?
Como não houve resposta, era óbvio que o anjo já tinha desaparecido.
Um suave bater na porta fez Tohr endireitar-se e quase não sentiu dor nos ferimentos: ele sabia exatamente quem era.
- Entra.
Vem a mim.



Uuuuuuuuuuuuuuu!... Está tudo pronto para a ação?
Amanhã.
Sim, amanhã também é dia... e eu sou terribilis!



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