quarta-feira, 1 de abril de 2015

J. R. Ward fala sobre o livro "The Shadows"

Primeiro de tudo, olá, como estão todos?
Segundo, o meu grito de guerra preferido...
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SPOILERS!!!SPOILERS!!!SPOILERS!!!SPOILERS!!!SPOILERS!!!
SPOILERS!!!SPOILERS!!!SPOILERS!!!SPOILERS!!!SPOILERS!!!
SPOILERS!!!SPOILERS!!!SPOILERS!!!SPOILERS!!!SPOILERS!!!
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A partir daqui és completamente responsável.
Notas: Erros de tradução agradeço que digam, desde que não seja em forma de crítica.
Só mais uma coisa. Nas minhas traduções, gosto de usar "..." porque não sou tradutora profissional. E com isso quero dizer que é fácil entender um texto, mas nem sempre é fácil encontrar as palavras certas para expressões que nem tem tradução lógica.
Sim, porque vou ser bem educada e traduzir por palavras bonitas alguns palavrões dela.

Depois de tudo esclarecido agora digo, espero que gostem.

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Pois é, ontem, como já devem saber, saiu o livro "The Shadows", 13º livro da saga da Irmandade da Adaga Negra. Como tal, a querida escritora não deixou passar a oportunidade de falar sobre o livro. Não consegui traduzir tudo ontem, quando saiu, mas aqui tem:

Versão traduzida:

"Ok, então hoje é 31 de Março, o dia do lançamento oficial do "The Shadows". Normalmente, eu não faço grande alarido dos dias de lançamento. Não há festas, não há celebrações - Eu não acordo com um brilho de satisfação. Por um lado, eu estou sempre a trabalhar em outra coisa. Por outro lado, como só és tão bom (boa) quanto a última coisa em que não "fizeste asneira", lançamentos são apenas uma chance de potencialmente falhar. (Conseguem ver o quão divertida sou de ter por perto?). Eu tipicamente apenas baixo a minha cabeça, fico focada no que quer que eu esteja a trabalhar, e fico animada para o evento no sábado (agora ISSO é algo que eu fico totalmente entusiasmada porque eu adoro sair com meus leitores!)

A outra razão pela qual eu não fico "entusiasmada" é porque, quando se trata de BDBs (Irmandade da adaga negra), geralmente há algo no livro que é controverso, e eu sempre me preocupo com a resposta do "mercado".

O que me leva aos meus Rice Krispies, "yo".

Então, eu sei que eu já disse isso antes, mas eu não tenho nenhum controlo sobre as histórias. Elas são o que são, eles fazem o que eles vão fazer, e se eu tento mudar alguma coisa, as imagens na minha cabeça "fecham" e eu não tenho nada.

Nada. "Nada".

De qualquer maneira, com isso em mente, vamos voltar ao Verão passado.

Então, lá estava eu, numa pequena mesa de canto, a comer cozido -

Não, espera. Essa é a minha frase favorita de "The Private Eyes" com Tim Conway e Don Knotts.

(Uma vez mais com sentimento, antes que as pessoas desistam deste post de blog.)

Então, lá estava eu, a começar a delinear "The Shadows", estabelecendo as imagens que tinham sido mostradas num documento ... quando percebi que algo estava errado. Até ao ponto em que eu tive que parar.

Lembro-me de ir passear Nomers, para tentar pôr a minha cabeça no lugar.

"A questão era", eu sabia que a Selena e o Trez iam acabar juntos desde o LOVER AVENGED (Na Sombra da Vingança). Havia, na verdade, um par de cenas apagadas no "Grande Acampamento" do par deles juntos, desse manuscrito. Naquela altura, cinco anos atrás ? Eu pensei que era realmente interessante ver esta isolada Escolhida com Trez - mas simplesmente não havia espaço suficiente nesse livro em particular então eles tiveram que esperar a sua vez.

Eu sabia que, eventualmente, eles viriam "à superfície".

Com a passagem do tempo. Avançar rapidamente um par de anos e mais um par de histórias, e foi engraçado, a ideia de fazer outra Escolhida apaixonar-se - considerando que eu já tinha feito o Phury e a Cormia - foi uma "chato" para mim. Um dos problemas com as Escolhidas é que, como elas foram emergindo da sua "educação culta", não há muita personalidade nelas. Elas são apenas folhas em branco - e dado a que eu "não tenho jeito" para escrever as mulheres, para começar, isso é um grande problema para um autor com o meu conjunto específico de pontos fracos.

Mas, como eu disse, estou presa a fazer o que me disseram - então no verão passado, quando o processo de delineamento do Trez e da Selena congelou cedo em mim, eu não tinha certeza do que fazer com isso.

A esse ponto, eu tinha visto primeiro o iAm e, em seguida Trez, voltar para o Território, para tentar encontrar uma cura para a doença de Selena. Extrapolando daí - que eu realmente deveria saber melhor não o fazer - eu assumi que o iAm iria encontrar o seu amor, e Trez iria encontrar a "sua" cura para sua fêmea, e, em seguida, yeaaaaaaaaaaaaaah, clássico (HEA - felizes para sempre + vocês sabem o quê) em todo o lugar !!!!

*Bocejo.*

Não que eu não gosto dos meus "felizes para sempre". É só que "pareceu" tão previsível.

Ainda assim, eu ia escrevê-lo. Porque isso é tudo o que posso fazer.

Então lá estava eu, a passear Nomers, a pensar, a pensar, a pensar... Quando, de repente, queria vomitar.

Foi nesse momento que eu percebi que não tinha conseguido o resto da história de Trez e Selena.

Era as suas mãos, sabem. Eu tive um visão da mão dela na dele, pele clara e escura "unidas" enquanto de agarravam um ao outro.

E Trez estava a aproximar-se...

A dizer as palavras que eu tinha falado ao meu Jonah no dia em que ele morreu.

"Estás pronto? Está na hora?"

Agora vamos voltar atrás 2 anos. Eu perdi o meu adorado golden retriever a companheiro de escrita, Jonah, por outras palavras, "Da Boo", em 2013, no Outono. Ele teve cancro, e era do tipo que não podias tratar porque não "responde" a quimioterapia. Graças ao meu amigo, que é o melhor veterinário do planeta na minha opinião, eu tive 10 semanas com o meu menino, e embora foram muito difíceis, eu não trocaria nenhum desses momentos.

Eu sabia que o Jonah ia morrer. Veja, eu sabia que Jonas ia morrer. O “caminho do relatório” tinha-nos dito exatamente o que ele tinha “isso” foi letal. Eu não tinha ideia de quanto tempo que tivemos, porém, assim eu fui forçada a ultrapassar cada dia, amá-lo e saber, a qualquer segundo, que eu ia absolutamente, positivamente, perdê-lo.


Foi um momento extraordinário. Um momento de tristeza inimaginável, de alegria ressonante, de terrível dor e medo, de grande riso.

Voltando aos meus Rice Krispies. Então, eu faço o que me mandam, escrever o que eu estou a mostrar, segue o líder ... e porque essa é a minha experiência, quando os leitores exigir saber porquê que eu "matei a Wellsie", por exemplo, eu simplesmente abano a minha cabeça e digo-lhes que eu não queria que ela morresse, também.


Eu não "escolho" as coisas. Eu não consigo escolher quem acaba com quem, ou o que acontece. Eu aprecio a partir do exterior como deve aparecer, que o autor está de alguma forma "no controlo", mas isso simplesmente não é a minha experiência.

Eu não queria que a Selena morresse. Posso assegurar pessoal que a última coisa que eu queria fazer era passar quatro meses a escrever um livro que me colocou de volta para o espaço “que me lembrou” de que eu tinha perdido o Jonas. Algumas das cenas no “the shadows” fizeram-me chorar tanto, que eu não podia ver o ecrã do computador. Eu odiava editá-lo. Eu odiava as cópias das edições.

Ah, e PS, foi muito divertido “actualizar” o meu chefe: oh, sim, eu sei que a heroína *** morre, mas é realmente um bom ...

Muito divertido. Sim.

Mas eu acho que é uma história de amor extraordinária.

Eu ouvi pessoas dizerem que o conflito é a base de todas as boas narrativas. Quanto mais eu estou neste negócio, mais eu acho que isso é verdade. E no que diz respeito ao Trez e a Selena, não há maior conflito com o seu amor... do que a morte dela.

Eu sinto que o Trez “ficou mais homem” de uma maneira que o surpreendeu até a si mesmo. E Selena era forte e interessante e valiosa por causa do que ela teve que enfrentar com tanta dignidade e força. Juntos, eles floresceram como pessoas e triunfaram como um casal ... mas só porque ela morre no final.

Caso contrário, teria sido um “yada, yada, yada”, final que não teria ”durado “por mais tempo do que a fração de segundo que te levou a fechar a capa de trás do livro.

Posso apenas dizer que a perda, a morte, quando vem, faz-me chorar ainda agora.

E sim, tal como LOVER AWAKENED (Na Sombra do Pecado), eu nunca irei ler “THE SHADOWS”  novamente.

Para fazer uma longa história curta - tarde demais (referência a Clue, desculpe, eu tinha que o fazer) - neste dia de lançamento, eu estou preocupada com o que os leitores vão pensar do que está neste livro. As pessoas estavam muito “chateadas” quando a Wellsie morreu - e eu compreendi totalmente.

Minha esperança é que, mesmo que as pessoas não gostem, pelo menos entendam. Porque isso significa que eu fiz o meu trabalho. Mas também entendo se as pessoas disserem: A sério, eu tenho “coisas más” que chegue na vida real a acontecer, eu não preciso disso na minha ficção.

Acreditem em mim, eu entendo isso. Eu odiei escrever este livro.

Isso é o que eu faço, no entanto. Eu escrevo o que eu vejo, o que eu estou a mostrar, o que me disseram. Sem a morte de Jonas, eu não acho que eu poderia ter escrito este livro - talvez alguns irão argumentar que o meu lado inconsciente estava a trabalhar através da sua morte ainda e é por isso que o Trez e a Selena foram abaixo como eles foram. Eu não sei - nem é tudo assim tão relevante para mim. Assim que eu vi aquele par de mãos juntas, o resto do livro desbloqueou ... e levou a uma das minhas cenas favoritas que eu já escrevi.

“THE SHADOWS” termina com Trez, iAm e (maichen?) na cozinha do Sal's - e iAm está a cozinhar para os três jantar. Quando terminam, Trez diz a maichen que ele desejava que ela pudesse ter conhecido Selena - e torna-se claro que iAm disse à sua companheira tudo sobre sua cunhada. Trez acaba a olhar para o teto, e perceber que se ele tivesse ficado no Vápiro, iAm nunca teria encontrado a sua própria felicidade: depois de anos de vida a sofrer pelo Trez, iAm finalmente tem a sua própria, vida feliz.

Trez é capaz de dar de volta ao seu irmão  -e ele permanece conectado ao seu amor, mesmo depois da sua morte.

Eu não estou realmente certa de como acabar esse post - exceto para dizer, para os leitores que estão decepcionados e / ou com raiva, que eu entendo, e eu sinto muito, e eu gostaria que tivesse sido diferente, também. E eu ainda acho que é uma bela história de amor.

Eu sinto falta do Jonah todos os dias. Ainda.

E eu amo minha menina nova, Nomers. Não como eu amava Jonas, mas isso foi para ele - e ela e eu temos nossa própria ligação especial que nunca vai existir com mais ninguém.

Isso é mais ou menos como a vida acontece.

De qualquer forma, estou a mandar abraços, e muitos obrigados pelo vosso apoio. Sem todos vocês, eu não estaria a fazer o que eu amo todos os dias.

J. R.»

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Versão Original:


«Okay, so today is March 31st, the official release day of THE SHADOWS. Usually, I don't make a big deal out of release days. There are no parties, no celebrations- I don't wake up with a glow of satisfaction. For one thing, I'm always working on something else. For another, as you're only as good as the last thing you didn't f*** up, releases are just a chance to potentially fail. (Can you tell how much fun I am to be around?) I typically just duck my head, stay focused on whatever I'm working on, and get excited for the event on Saturday (now THAT is something I get totally pumped for because I love hanging with my readers!)

The other reason I don't get all juiced up is because, when it comes to the BDBs, there's usually something in the book that is controversial, and I always worry about the market response.

Which brings me to my Rice Krispies, yo.

So, I know I've said it before, but I have no control over the stories. They are what they are, they do what they're going to do, and if I try to change anything, the pictures in my head shut and I got nothing.

Nada. Ziltch.

Anywho, with that in mind, let's go back to last summer...

So, there I was, in a small corner booth, eating stew-

No, wait. That's my favorite line from The Private Eyes with Tim Conway and Don Knotts.

(Once more with feeling, before people give up on this blog post.)

So, there I was, starting to outline THE SHADOWS, setting down the pictures I'd been shown in a document... when I realized something was off. To the point where I had to stop.

I can remember going to walk Nomers to try to get my head together.

The thing was, I'd known that Selena and Trez were going to end up together since LOVER AVENGED. There were actually a couple of deleted scenes up at the Great Camp of the pair of them together from that manuscript. Back then, like five years ago?, I thought it was really interesting to see this sequestered Chosen with Trez- but there just wasn't enough space in that particular book so they had to wait their turn.

I knew, eventually, they'd come to the surface.

Cue the passage of time. Fast forward a couple of years and a couple more stories, and it was funny, the idea of doing another Chosen falling in love- considering that I'd already done Phury and Cormia- was a total snooze to me. One of the issues with the Chosen is that, as they have been emerging from their cult-like upbringing, there isn't a lot of personality to them. They're just blank slates- and given that I suck at writing women to begin with, that is a big problem for an author with my specific set of weaknesses.

But, as I said, I'm stuck doing what I'm told- so last summer, when Trez and Selena's outlining process froze early on me, I wasn't sure what to make of it.

At that point, I'd seen first iAm, and then Trez, go back to the Territory, to try to find a cure for Selena's disease. Extrapolating from there- which I should really know better not to do- I assumed that iAm would find his love, and Trez would find his cure for his female, and then yeaaaaaaaaaaaaaah, classic HEA sh*t all over the place!!!!

Yawn.

NOT THAT I DON'T LIKE MY HEAs. It's just that felt so predictable.

Still, I was going to write it. Because that's all I can do.

So there I was, walking Nomers, thinking, thinking, thinking... when all of a sudden, I wanted to vomit.

It was at that moment that I realized I hadn't gotten the rest of Trez and Selena's story.

It was their hands, you see. I had a vision of her hand in his, the light and the dark skin twisted and turned as they held on to each other.

And Trez was leaning in....

Saying the words I had spoken to my Jonah the day he died.

"Are you ready? Is it time?"

Now let's go back two years. I lost my beloved golden retriever and writing partner, Jonah, aka Da Boo, back in 2013, in the fall. He had cancer, and it was the kind you couldn't treat because it doesn't respond to chemo. Thanks to my buddy, who's the best vet on the planet as far as I'm concerned, I had ten weeks with my boy, and though they were so very hard, I wouldn't have traded a moment of them.

See, I knew Jonah was going to die. The path report had told us exactly what he had and the sh** was lethal. I had no idea how long we had, though, so I was forced to get through each day, loving him and knowing, at any second, that I was absolutely, positively, going to lose him.

It was an extraordinary time. A time of unimaginable sorrow, of resonant joy, of terrible pain and fear, of great laughter.

Back to my Rice Krispies. So, I do what I'm told, write what I'm shown, follow the leader... and because that is my experience, when readers demand to know why I "killed off Wellsie," for example, I just shake my head and tell them that I didn't want her to die, either.

I don't "choose" things. I don't get to pick who ends up with whom, or what happens. I appreciate from the outside how it must appear, that the author is some how "in control," but that is simply not my experience.

I didn't want Selena to die. I can assure folks that the LAST thing I wanted to do was spend four months writing a book that put me right back into the head space I'd been in losing Jonah. Some of the scenes in THE SHADOWS made me cry so hard, I couldn't see the dayum computer screen. I hated editing it. I hated copyedits. I hated galleys.

Oh, and PS, it was so much fun pitching the outline to my boss: oh, yes, I know THE HEROINE F***KING DIES, but it's a really good...

So much fun. Yup.

But I think it's an extraordinary love story.

I've heard people say that conflict is the basis of all good storytelling. The more I'm in this business, the more I think that's true. And with regard to Trez and Selena, there is no greater conflict with their love... than her death.

I feel like Trez manned up in ways that surprised even himself. And Selena was strong and interesting and valuable because of what she had to face with such dignity and strength. Together, they bloomed as people and triumphed as a couple... but only because she dies at the end.

Otherwise, it would have been a yada, yada, yada, ending that wouldn't have resonated for any longer than the split second it took for you to close the back cover of the book.

Can I just say that the loss, the death, when it comes, makes me tear up even now.

And yup, just like LOVER AWAKENED, I will never read THE SHADOWS again.

To make a long story short- too late (Clue reference, sorry, I had to)- on this release day, I am worried about what readers will think of what's in this book. People were pretty p***ed when Wellsie died- and I totally understood way.

My hope is that even if folks don't like it, at least they get it. Because that means that I've done my job. But I also understand if people are like: seriously, I have enough bad sh** in real life going down, I don't need it in my fiction.

Trust me, I SO get that. I hated writing this book.

That's what I do, though. I write what I see, what I'm shown, what I'm told. Without Jonah's death, I don't think I could have written this book- maybe some will argue my unconscious side was working through his passing still and that's why Trez and Selena went down as they did. I don't know- it's not even all that relevant to me. As soon as I saw that pair of hands together, the rest of the book unlocked... and led to one of my favorite scenes that I've ever written.

THE SHADOWS ends with Trez, iAm and maichen in the kitchen at Sal's- and iAm is cooking the three of them dinner. When they're finished, Trez tells maichen he wishes she could have met Selena- and it becomes clear that iAm has told his mate all about her sister-in-law. Trez ends up looking to the ceiling, and realizing if he'd stayed in the Fade, iAm never would have found his own happiness: after years of living and suffering for Trez, iAm finally has his own, happy life.

Trez is able to give back to his brother- and he remains connected to his love, even after her death.

I'm not really sure how to end this post- except to say, to readers who are disappointed and/or angry, that I get it, and I'm sorry, and I wish it had been different, too. And I still think it's a beautiful love story.

I miss Jonah everyday. Still.

And I love my new little girl, Nomers. Not like I loved Jonah, but that was for him- and she and I have our own special bond that will never exist with anyone else.

That's kind of the way life goes.

Anyway, I'm sending hugs, and so many thanks for your support. Without you all, I wouldn't be doing what I love every single day.

J.R.»



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Não chorem, iremos superar isto! 
Beijinhos <3

2 comentários:

Ela MATOU a SELENA?!!! WTF!?! NOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

Oi!! Gostei da trad, se a Sunshine não se puser a pau ainda lhe roubas o trabalho. ;)