terça-feira, 7 de abril de 2015

THE SHADOWS – EXCERTOS - SPOILERS



Olá jeitosas e jeitosos!

Tenho más notícias.

Infelizmente, não sei quando voltarei a apresentar outros pedacinhos traduzidos. A gruta anda um caos com as crias à solta. Mas assim que for possível, ataco outra vez. Tenho rezado muito à Santa Morcegosa para me dar mais espaço para o respiro e aguardo o milagre do ar.

Muito obrigada às coisas boas que por aqui esvoaçam, em especial à Viviana, MissyLi e Nancy (vou responder às vossas perguntas depois do aviso de spoiler, sim?)

Hoje vamos a um casal que não é do agrado de muita gente, mas que eu gosto… Layla e Xcor. Especialmente dele… mim gosta muuuuuuuuuito dele… É uma cena fixolinha que me fez rir…e não só… Não gostam do Xcor… até parece que é tudo miss universo… mim é… mas mim é só uma… e mim é boa… e mim quer o Xcooooooooooooooooor! He he he

Peço desculpa por alguma asneira, mas não tive tempo de rever o texto!... Vida de morcego é dose…

A todos mando beijos bons!






CUIDADO MINHA GENTE






QUEM NÃO QUER SPOILERS






É FAVOR PARA DE LER






OS DITOS ESTÃO À PORTA





SPOILERS






SPOILERS






SPOILERS




SPOILERS




MissyLi, acerca de Bloodletter, sabemos que não é o seu nome próprio, mas sim o nome por que era conhecido devido ao que fazia. Também sabemos que, provavelmente, ele fazia parte da Irmandade no tempo do pai de Wrath e que provém de uma linha paralela à do nosso Wrath. O nosso rei é o único com sangue puro, porque segue a linha do Primeiro Irmão. Acontece que desse, saem duas linhas (materna e paterna), Bloodletter é, supostamente, o que segue a outra linha. Faz sentido, a Virgem é esquisita e havia de querer sanguinho puro… digo eu!...

Quanto à questão da Nancy, se não leste o meu comentário, digo-te que sim. O senhor Butch andou enrolado numa casa de banho com a Xhex. Isto foi antes de se acertar com Marissa. E John ainda era pré-trans apesar de já andar de olho na dita. Aparentemente, este facto aparecerá daqui a pouco. Coitadinho do JM… não lhe chegava a coisa da Xhex/Murhder, que ainda vai levar com o Butch/Xhex… Vai dar asneira… Ai vai, vai!



Eis os excertos de hoje:


[Quando entrou na cabana/casinha que Xcor arranjou, Layla pergunta-lhe se está na altura de concluir o acordo que tinham]

O coração de Xcor batia irregularmente quando se sentou no sofá à frente de Layla. Ela tinha escolhido a cadeira do canto para se acomodar e, consequentemente, a luz da lareira só lhe chegavam às pernas. Porém ele via-a toda; todos os pormenores do rosto, do pescoço, conhecia-lhe o corpo tão bem como o seu.
A pergunta estava entre eles como uma barreira.
- Então? – Perguntou. – Chegou… o momento?
A tremura era óbvia na voz dela e ele esfregou a cara. Ao contrário dela, ele estava completamente iluminado e ele não queria que ela o visse. Se já estava alterada, vê-lo não ia ajudar.
- Xcor.
- Eu não sou um animal.
- Desculpa?
- Eu nunca… te teria na tua atual condição. Seria animalesco.
O suspiro dela foi audível mesmo com a cfrepitação do fogo. E novamente odiou força-la a estar ali com ele, mantê-la presa com ele apesar de ser óbvio que essa não seria a escolha dela e a estar a pôr em perigo.
A Irmandade da Adaga Negra não perdoava os inimigos melhor do que ele. E estar com um traidor declarado era uma ofensa grave de acordo com as Leis Antigas.
Tendo em consideração que ele e os seus Bastardos conseguiram enfiar uma bala no pescoço de Wrath no outono passado? Isso não os punha em boas graças.
- Nove meses. – Disse ela.
- Como?
- Há quanto tempo nos encontramos.
Ele recordou o início, quando ela o alimentou por baixo daquela árvore. E depois, quando se desarmou e entrou dentro daquele carro com ela. Ele beijara-a nessa altura…
- Estás excitado? – Perguntou ela.
Ao assustar-se, o corpo mudou de moto próprio, as ancas esticaram-se antes que pudesse impedir.
- Estás? – Sussurrou.
- Queres mesmo que eu responda a isso?
- Eu perguntei, não perguntei?
- Sim.
Fez-se uma longa pausa.
- Estás a dizer que sim que eu perguntei?
Deixou cair a mão e olhou para um canto escuro, a dar-lhe oportunidade de se lembrar com quem estava a falar.
- Acho que precisamos de mudar de assunto.
- Responde-me.
- Já respondi.
Pelo barulho que fez na garganta, ele sabia bem que ela estava a engolir em seco e não se arrependia de a ter feito senir-se desconfortável. Depois de muitas noites de encontros – normalmente duas vezes por semana – ele nunca tinha levado nada ao nível seguinte.
Pelo menos, quando ela lá estava.
Quando estava sozinho com as memórias dela? A história era outra.
Neste momento, ele não queria que ela se aproximasse dos limites que tinha todas as intenções de ultrapassar qualquer dia. E disse a si próprio que era por causa da gravidez.
Claro que era.
- Quero ver.
Xcor estacou, parou de respirar e o coração parou.
- Porquê? Posso-te assegurar que tenho a anatomia requerida num macho – e não consigo ver para que é que as dimensões exatas importem até à altura, como dizes, vier.
- Mostra-me.
 Ele franziu a testa e olhou para a janela. Tinha puxado as cortinas. Os seus bastardos estavam fora a lutar e só regressariam à casa principal da propriedade pouco antes do amanhecer. Mas, de vez em quando, feriam-se e precisavam de tratamento fora dos becos da baixa…
Espera aí. Ele não ia baixar as calças. Por isso estes pensamentos eram escusados.
Xcor levantou-se e recusou-se a ir além do facto de não se querer expor a ela.
- Vamos acabar este encontro agora.
- Porquê? Eu quero ver-te. É um pedido muito simples.
Nem por isso, pensou ele.
- E porque é que haverias de pedir isso?
- Pensei que querias fazer sexo comigo. É o objetivo disto tudo, não é?
Xcor rodou até ela, a ficar irritado e com o sangue a aquecer nas veias. Com as mãos nos braços da cadeira, inclinou-se e forçou-a a voltar a sentar-se.
- Faço tenções, - disse ele, - quando chegar a altura, de te poupar as vistas. Por isso não compreendo como é que dar espetáculo agora te vai ajudar no que vai acontecer depois.
Foi um choque a onda de raiva que saiu dela. Ela tinha-lhe mostrado medo. Cortesia. Uma discrição graciosa que a fez respeitar tanto como a desejava.
Esta era nova.
- Que tens? – Perguntou. – O que é que te pôs assim?
Sem aviso e com uma força surpreendente, ela tirou-o da frente e levantou-se da cadeira de rompante.
Layla começou a andar num círculo apertado à frente da lareira e as emoções eram tais que o ar vibrava à volta dela.
Finalmente, parou de frente para as chamas, pôs as mãos nas ancas como se discutisse com elas em pensamento.
- A minha irmã está a morrer, - disparou.
Xcor expirounuma praga.
- Lamento.
- A vida dela está a chegar ao fim. – As mãos de Layla foram até à barriga inchada. – Eu nunca tive um amante a sério. Apesar da gravidez, sinto-me uma virgem.
Xcor apoiou o peso nas costas da cadeira. Colapsou é mais o termo. Primeiro, odiava pensar nos mecanismos que a levaram a engravidar. Depois…
Abanou a cabeça e atirou com o pensamento para longe.
- O macho não te tratou mal, pois não?
- Oh, não. E eu adoro o Qhuinn. Ele é a minha família. Mas como te disse, aconteceu tudo durante o período de necessidade e só com o objetivo de engravidar. Nem me lembro do que aconteceu. – Olhou para ele, o movimento da luz faziam-na absolutamente linda. – A minha irmã está a morrer. Eu estou viva e ainda não vivi. É por isso que te peço… mostra-me.
Não era suposto ser assim.
Layla não queria ter confessado isto a Xcor. Nem pedir-lhe o que pediu. Mas desde que entrou naqula pequena casa, a cabeça estava em dois sítios: aqui com ele e outra na sala de exames no centro de treino.

(…)

- Tens de pensar melhor.
Baixando os olhos, fxou-se nos quadric, no comprimento do que repuxava as calças de combate por trás da braguilha.
- Já estou.
A inspiração profunda inchou aquele peito poderoso e ele deixou cair as mãos para se cobrir. As veias que lhe percorriam os dedos grossos eram também outro símbolo do poder do corpo e, abruptamente, pensou como seriam essas mãos no sexo dele.
- Vai agora, - disse. – E pensa…
- Não.
- Eu não sou um brinquedo, Layla. Não sou uma coisa para pegar, brincar e depois ser posta de lado. Depois de se abrir certas portas, elas não se conseguem fechar completamente. Compreendes? Tenho todas as intenções de te ter, mas respeitarei a tua honra e o teu estado. Isso é contra a minha natureza e se for instigado volto atrás. Especialmente no que toca a sexo.
Enquanto as palavras atravessavam o ar tenso, os olhos dele desceram-lhe pelo corpo, fazendo-a sentir-se nua apesar de estar vestida. E redonda da gravidez.
- Eu só quero ver, - ouviu-se dizer. – Quero ver como ficas quando te dás prazer a ti próprio. Gostava de começar por aí.
Xcor fechou os olhos e balançou.
- Layla.
- O meu nome a ser dito assim é um não?
- Eu não te direi que não, - gemeu a abrir os olhos – Mas tens de ter a certeza que queres. Pensa nisso durante o dia.


[Custou, mas Xcor conseguiu pô-la porta fora.]


A pôr os pés com cuidado para evitar pisar nos galhos que podiam partir e denunciá-la, foi até à janela. Um espaço por baixo das cortinas num dos lados permitiu ver a lareira e a sala aconchegada.
Onde é que ele estava?
De repente, Xcor apareceu, a andar de um lado para o outro como um animal enjaulado, para a frente e para trás, para a frente e para trás. A cara contorcida, as presas alongadas, os músculos tensos no pescoço. Finalmente foi até à lareira e deu um murro na chaminé, espetanto o punho nas pedras.
Ela recuou, mas ele não pareceu sentir dor.
Com as mãos abertas, apoiou-se no rebordo, o corpo curvado a olhar para o fogo, gotas de suor uniam-se e escorriam por baixo da camisa preta.
Pouco depois, a mão ensanguentada baixou. Primeiro ela pensou que ia sacudir a dor. Mas foram as calças que mexeram, para a esquerda, para a direita.
Os ombros ergueram-se e a coluna aprumou.
Tinha-se agarrado.
Layla mordeu o lábio inferior e aproximou-se mais, até que o nariz embateu no vidro frio. Contra o brilho laranja do fogo, o corpo de Xcor recortava uma silhueta negra enquanto ele afastava as pernas e deixava tombar a cabeça para a frente.
O cotovelo mexia-se para cima e para baixo.
Estava a masturbar-se.
Por um breve instante, fechou os olhos e desequilibrou-se de encontro à janela. Quando voltou a abrir as pálpebras, ele estava a ir mais rápido. E mais rápido.
Xcor virou a cabeça para o lado e expôs as presas. Enterrou os caninos afiados no músculo volumosos do ombro, mordeu através da camisa, a cara a estremer numa agonia erótica.
O corpo fletia-se para a frente, para as chamas, uma e outra vez durante o orgasmo.


(The Shadows, capítulo 19)



Sem comentários…
Tenho as asinhas a tremelicar…
Vou procurar uma janela.

He he he

2 comentários:

Ai, ai, ai....
Estas coisinhas boas que nos dás.... Gostei!!! Gostei muito!!!!

Tens que arranjar "revisora oficial" Morceginha, apanhei alguns erritos, mas está muito fixe. :D