sexta-feira, 3 de abril de 2015

THE SHADOWS – Depois de ler - SPOILERS




Obrigada à Ana Pereira (e obrigada nada. Foi um prazer! E os lenços fazem falta) à Missy Li (sua maluca!) e à Viviana (coisa boa) pelos comentários aqui no blogue e a todos os outros anónimos caladinhos e aos faladeiros da página do fiçubuk: Rute e Fabiana.

Hoje venho dar a minha opinião global e trago algumas coisinhas para ler.
E sim, vamos ter Rhage, V, Lassiter e Trez que é uma combinação excelente para ficarem com vontade de mais… muito mais… ok, estou a torturar!
A escolha foi fácil… digamos que a receita tem ingredientes muito sumarentos… Vishous… muito deliciosos… Lassiter… tudo de alta qualidade… Rhage… Ahhh… Trez… e eu parvejo…

Atenção: a tradução é da minha responsabilidade, é amadora e mal-amanhada. Todos os direitos pertencem a alguém que não sou eu e não se esqueçam: COMPREM LIVROS! É que se não comprarem, não há Irmandade para ninguém. E, vamos ser sinceros, vale bem a pena passar a mão pelas páginas… já que não podemos passar em mais lado nenhum… Vishous… Lassiter… Ahhhhh… sequela do aparvejamento…
E dedico isto à mia Muzo… que não esqueceu mim … e é um amor bom… Bb mMmm


            Beijos bons para todos!








NÃO LER SE NÃO GOSTAM DE


SPOILERS



SPOILERS



SPOILERS



SPOILERS




Antes de mais, quero dizer que esta é APENAS a MINHA opinião e que podem discordar disto tudo. A morceguinho agradece o tempo de antena e a atenção dispensada. xD


O livro avança nove meses desde o último (a Nalla já tem dois anos!). E tantas vezes se diz nove meses que temi ter mais uma cria para me atormentar o juízo e me impedir de acabar de ler!

Vamos falar de coisas sérias, porque este livro foi MESMO muito sério. De um modo geral, gostei. Aliás, gostei bem mais do que “O Rei”. Os momentos sérios e os de humor estão muito bem contrabalançados, especialmente porque esses momentos de humor são quase nervosos. Ou seja, há tanta tensão e tristeza que acabamos por aliviar quando aparece a piadinha. E há coisas que noutras circunstâncias não daria para sorrir, mas aqui dá, por ser o escape. Mas é tudo tão complicado… Coitadinhos deles todos…


A história de Trez e Selena é belíssima, das mais bonitas que por aqui apareceram. É triste, mas é intensa, faz sentido, está absolutamente lógica e mesmo quando determinadas ideias são repetidas, faz sentido que o sejam. O romance desenvolve-se em 48 horas, o que significa que não há espaço para se pensar noutras coisas que não as que envolvam morte, a vida para além da morte, o viver enquanto se pode, o aproveitar ao máximo aquilo que pode acabar de um momento para o outro. No final, Trez está a endireitar aos bocadinhos e a fazer o que a sua rainha (era assim que ele tratava Selena) lhe pediu. Pensa nos momentos bons e nas coisas bonitas como sendo beijos dela e isso está a dar-lhe alento.

Um aspeto negativo que tenho a apontar é a minhoquice que vai na cabeça de Rhage que, a partir de determinada altura, achei excessivo por ser redundante. Pensava sempre no mesmo e quase da mesma forma. Não havia necessidade.

Quanto à história Layla e Xcor, no fim não fiquei tão bem impressionada como no início. Começou muito bem, estava a desenvolver-se dentro da normalidade, mas começou também a ser excessivo o chove não molha do Xcor (que eu adoro de paixão e que está num pedestal para minha adoração). Xcor tem alma de poeta, é demasiado sensível e isso está a dar cabo de tudo (está muito Z). Surpresa, surpresa foi a gravidez dupla da Layla. Também já se sabe que não são gémeos idênticos, porque um está menos desenvolvido que o outro (deve ser um casalito, a menina linda que o Qhuinn viu e um menino fofo para contrabalançar). Se já sabiam que eram gémeos, fixe para vocês. Eu tenho estado num universo paralelo e nem o meu nome sei. Para além de ter ataque de amanésia ou amenopausa ou o raio que me anda a dar!

Paradise foi uma lufada de ar fresco. Que bom ter uma personagem nova assim! É fácil gostar dela, é muito natural e inteligente (e com um excelente bom gosto para machos… Parece mim! Aquele Craeg já me encheu as medidas todas…). Adivinha-se um confronto Peyton / Craeg na disputa por ela. E isto é que era dispensável. Não gosto quando se adivinha o que se vai passar. Mas pode ser que me surpreendam. Estou tão ansiosa para ver mais dela! E o pai Abalone é um pai cinco estrelas. Se já gostava do senhor, agora gosto ainda mais.

O Throe e o Assail estão a ir por bom caminho em termos de ação. Assail mantem a rota do vampiro ambicioso, controlador, violento e inteligente, com o “mas” da sua crescente dependência que me cheira a Phury - parte II. Throe está um sacana sem escrúpulos e, embora soubesse que isso ia acontecer (a senhora autora tinha avisado), surpreendeu-me pelo modo como está a ser conduzido em termos de personagem. Está mesmo mau, aquele bastardo!

Escusado será dizer que os momentos com o Lassiter estão muito fixes, especialmente porque vêm com Rhage e V acoplados. Também nele já se notam alterações. O anjo que aqui surge começa e acaba como palhaço, mas no meio tem uma função ativa dentro da Irmandade e é levado a sério, quando ele próprio leva as coisas a peito. De um modo geral, está a ser introduzida a faceta mais séria da personagem o que me dá esperanças de um livro sobre ele estar próximo. Já repararam que os títulos agora são posições ocupadas (o Rei), espécies (os Sombras), logo, o próximo pode ser “o Anjo” He he he… Babo-me toda!... Anjooooooo!... rima com morcegasmoooooo…

Fiquei triste por não ter aparecido mais do Blay (acho que já disse isto). Foi mantido como uma sombra. Sabe-se que está lá a apoiar Qhuinn, Luchas e Layla, mas pareceu-me que, dada a insinuação do grande papel que está a ter em manter aqueles três de pé e a funcionar, apareceu muito pouco. Também se prevê que haja uma outra Escolhida a destacar-se mais. Blay e Qhuinn alimentam Layla, mas era Selena que os estava a alimentar (Layla gravidíssima foi dispensada). Com a nossa Selena no Fade, vai ter de avançar outra, não só para eles, como para o V e Rhage, que precisa de muito alimento.

Por falar em Rhage, provavelmente também já podemos ter uma pista de como vai arranjar uma cria para ele e para a Mary. Não, não estou a pensar no dragão grávido. A vampira civil que Mary andou a tratar dois dias a fio está em coma no Havers e tem cria pequena que pode ficar órfã.

Quanto à maichen (ela quer ser tratada assim), Aleluia uma fêmea no trono! Era só rei disto e daquilo… agora temos uma rainha, caraças! Po-de-ro-sa!... Po-de-ro-sa!... Também é uma fêmea para se gostar – i’Am rezou toda a vida por uma salvação e ela apareceu linda, inteligente e po-de-ro-sa… po-de-ro-sa…

A palavra que mais vezes surgiu, e que quase se poderia considerar como tema, foi “livre”. Liberdade em todos os sentidos. Livre para poder escolher e decidir (não estar preso a doenças, desgraças, tradições, convenções, leis estúpidas, destinos previamente determinados…) e livre de prisões físicas. Luchas, Paradise, maichen, s’Ex, Selena, Trez e i’Am, todos eles, a dada altura, dizem que querem ser livres. Aliás, a ideia da pira funerária era para Selena ficar livre depois de morta.

A dedicatória. O livro é dedicado a Trez e i’Am:

“Dedicado com amor
Aos dois,
Porque não há hipótese
de separar um do outro.”
(tradução morCeGo)

Quando li, pensei logo neles os dois. Com o avançar do livro, pensei que poderia ser uma dedicatória a Trez e Selena. Mas não me restaram dúvidas: é mesmo dedicado aos gémeos lindos… Mas vamos ser liberais, em inglês não se distingue o género, por isso é para todos! Cada um pense o que quiser.


            Resumindo e concluindo: Gostei imenso, quero mais, muito mais, nunca mais é dezembro e já estou a stressar.



Excerto - The Shadows
(Aviso: tive de mudar uma fala para fazer sentido)


Rhage espreitou por cima do Caldwell Courier Journal. De onde estava, no sofá de cabedal do V e do Butch, via mais do que queria de um Lassiter em tronco nu a brincar com ele próprio.
A jogar matraquilhos, entenda-se.
O anjo caído jogava na mesa do V como um profissional, a surgir de um lado e do outro e a atirar insultos a ele próprio.
- Pergunta – diz Rhage, enquanto reposiciona a perna magoada. – Alguma das tuas personalidades sabe que és esquizo-assustadoramente-frénico?
- A tua mãe é tão burra – Lassiter desmaterializa-se e toma forma do outro lado da mesa – que pensa que uma hera é uma coisa que era, mas já não é.
V aparece e ataca:
- Hollywood, isso é personalidade múltipla. Não é esquizofrenia.
O Irmão coloca uma saca de tabaco em pele e uma mortalha em cima de uma pilha de Sports Illustrated quando Lassiter dispara um grito de triunfo.
- Olha, - diz V baixinho. – O idiota está finalmente a ganhar.
Rhage resmunga à procura de uma posição melhor para a perna. Ele e V deviam estar lá fora a lutar, mas um minguante armado em Gordon Ramsay atirou-se a ele com uma faca enferrujada e o V levou um tiro de espingarda no ombro esquerdo.
Pelo menos daí a vinte e quatro horas estariam de novo prontos, muito graças a Selena. Se ela não fosse tão generosa, não conseguiriam recuperar tão depressa, especialmente porque nenhuma das companheiras deles era capaz de lhes satisfazer as necessidades nutricionais dessa forma.
Mas, pá, era uma seca ficar por aí como uns atrofiados.
E, para além disso, havia o fator Lassiter.
O Fosso estava como sempre foi: cheio de sacos desportivos, aparelhagens e equipamento informático, a mesa dos matraquilhos e a televisão do tamanho de um parque de estacionamento. Estava ligada no SportsCenter, falavam de futebol universitário e da NFL; havia garrafas vazias de Grey Goose por todos os lados e a roupa do Butch estava espalhada pela entrada. Ah, e sim, estava a bombar o Hell of a Night, dos Schoolboy Q’s pelas colunas.
Mas isto já não era exclusivamente um lugar de solteiros. Pelo ar sentia-se o perfume habitual da Marissa – qualquer coisa Chanel? – e a mala da Drª Jane estava na mesa do café. As garrafas de vodka? Só eram desta tarde e noite e V ia fazer limpezas antes de se deitar. E também havia a revista da American Medical Association e a revista People.
Ah, e a cozinha estava limpa, com fruta fresca numa taça e o frigorífico estava cheio de outras coisas para além dos restos de comida e dos pacotes de molho de soja.
Rhage tinha enfardado tudo quando chegou, agarrado a dois litros de gelado de menta com pedaços de chocolate. Isso foi mais ou menos meia hora atrás e estava a sentir-se com fome outra vez. Talvez fosse horas de voltar para a mansão…
Quando começou a dar Holy Ghost dos Jeezy, Lassiter começou a fazer rap.
Rap.
- Porque é que o convidaste? – Pergunta Rhage, exatamente quando V esticava a língua para fechar um dos seus cigarros. – E, meu Deus, quando é que diabo furaste isso?
- Não convidei. Ele seguiu-nos. Há um mês atrás.
- Porque é que fizeste isso?
V mostrou-lhe um sorriso malvado e as pestanas fecharam-se sobre os olhos de diamante.
A Jane gosta.
Rhage voltou para o jornal.
- Demasiada informação, meu Irmão.
- Como se não fizesses o mesmo se a Mary quisesse.
- A Drª Jane pediu-te isso? Como se a barbicha não fosse merda a mais para teres no focinho? Deixa-te disso.
Só obteve mais um daqueles sorrisos.
- Continuando… - Concentrou-se nos horóscopos. – Muito bem, qual é o teu signo, Lassiter?
- Fabuloso – o anjo caído apareceu do outro lado da mesa – com o sol a nascer no quadrante do lambe-me o cu. E antes que continues a perguntar, fui criado, não gerado, por isso não tenho data de nascimento.
- Eu arranjo-te uma data de óbito, - interrompe V.
- E que tal uma camisa? – Rhage vira a página. – Só uma camisa. Matava-te se te vestisses, anjo? Ninguém precisa de ver isso.
Lassiter fez uma pausa… e depois começou a dar uma de Channing Tatum na mesa, a armar-se em Magic Mike por cima da baliza, a gemer como se estivesse a ter um orgasmo.
V tapa os olhos.
- Nunca imaginei rezar para ser cego.
Rhage dobra o jornal e atira-o a Lassiter.
- Caramba, animal! Eu queria usar essa mesa um dia destes.
O telemóvel do Rhage tem um ataque a vibrar-lhe no rabo até que ele se inclinou e o tirou do bolso das calças.
- Sim, - Disse sem olhar para o número.
A voz de Trez estava baixa.
- Tenho um caso.
- Que se passa?
- Minguante incapacitado no meu clube. Falei com os meus homens, especialmente com o que lutou com ele, mas isto não vai ficar por aqui.
- Estamos aí daqui a cinco minutos.
- Obrigado, meu.
- Uma luta.
- Não precisas de me perguntar duas vezes. Para onde vamos?
Lassiter endireita-se:
- Visita de estudo!
- Não.
- Não.
- Posso ser tão útil como decorativo, sabem?
V começou a armar-se e a fazer esgares de dor ao colocar a bainha das adagas, enfiou-lhe um par de afiadas-e-brilhantes, punhos para baixo.
- Duvido que precisemos de um aríete.
- Talvez tenhamos sorte. – Rhage vai para a porta. – Mas não apostava.
- Não quero ficar aqui sozinho…
- E tu não és assim tão decorativo, anjo.

[No ShAdoWs, Trez mostra-lhes o minguante esquartejado e a droga que encontrou e fica a falar com V. Rhage olhava para o Sombra e decide abrir a boca]

 - Porque é que não tens aparecido à Última Refeição?
Os olhos duros de diamante do V viraram-se:
- Meu irmão, concentra-te.
- Não, estou a falar a sério. – Encosta-se à parede preta. – Que se passa, Trez? Quer dizer, a nossa comida não é boa que chegue para ti?
O Sombra aclara a garganta.
- Não, sim, é que eu… estou muito ocupado, vocês sabem. A inauguração disto…
- E quando foi a última vez que te alimentaste? Estás com um ar de merda.
Vishous levanta as mãos.
- Hollywood, importaste de…
- Sabes, usei a Selena esta noite e o sangue dela é espetacular…
Aconteceu tudo num instante. Estava o V a fazer-lhe sinais quando ele chamava a atenção ao Sombra de precisar de uma veia e, de repente, a mão do Trez do tamanho de uma raquete estava presa no pescoço a cortar-lhe a provisão toda de ar.
E o tipo estava de dentes de fora e a rosnar como se Rhage fosse o inimigo.
Num piscar de olhos, e apesar da enorme ferida no ombro, Vishous atira-se ao Trez num ataque de corpo inteiro, enquanto Rhage se agarra ao pulso grosso do Sombra a tentar soltá-lo. Incrivelmente, não aconteceu nada. Mesmo com V quase com 130 quilos a tentar arrancar o Trez e do Rhage a tentar soltar-se, o Sombra parecia um muro e mal se movia.
Foi quando os três encontraram uma coisa para se preocuparem a sério.
Rhage pestaneja e, quando abre os olhos, uma luz brilhante inunda o espaço negro.
- Foda-se! – diz V entre os dentes. – Larga-o, Trez! Estamos com problemas.
Por baixo da pele de Rhage, a sua besta ganhava vida, acordada pela ameaça mortal.
- Trez, larga!
Algo chegou ao Sombra, ou foi aquela luz toda, ou o facto das feições de Rhage estarem já a mudar, mas ele cedeu um pouco.
V aproveitou logo, atirando-o para o chão, salta para cima dele, saca uma adaga e encosta-lha diretamente sobre a jugular.
(The Shadows, Capítulo 2)

[Eles conversam enquanto Rhage recupera. Trez não admite estar vinculado a Selena]

Fez-se silêncio e Trez começou a contorcer-se.
- Porque é que me estás a olhar assim?
Como não obteve resposta, levantou-se e sacudiu as calças. E aqueles olhos de diamante continuavam a fitá-lo.
- Olá? V… que caralho…
- Estás a ficar sem tempo, - disse o irmão em voz baixa. – Em duas frentes.
A chamada de Trez desligou-se outra vez, mas ele não teria atendido aquela coisa nem que quisesse.
- Estás a falar de quê?
- Há duas fêmeas. E nos dois casos, estás a ficar sem tempo.
- Não sei de que diabo estás…
- Sabes, sim. Sabes muito bem do que estou a falar.
 (The Shadows, Capítulo 4)

E quê?
Foi uma escolha jeitosita, não foi?
Já sei que querem sexo.
Estou a tratar disso… Calma…
Por acaso também queria…calma, claro…
E aquela linguita do Vishous… mais a do Lassiter…
Eia! Tantas ideias boas a aparecerem todas de repente! :D

4 comentários:

Estava mesmo a espera deste post! Bem o livro está lido (obrigada MorceGo!) novamente em um dia mas devo confessar que este não vai entrar na lista dos meus favoritos...sorry
Adoro os livros da nossa Ward mas de há uns 3 livros para cá ela tem vindo, a meu ver, a divagar demasiado e acho que todo o universo BDB já não é tão sobre a irmandade e isso põe-me triste :(
O que não gostei:
-A forma como ela descreveu os irmãos, a maneira como ela descreveu a cor da pele das personagens até agora é bem diferente da forma como ela descreveu os irmãos. Faltou toda aquela sexiness na escrita que nos derrete entendem-me?
-A grande M! Wellsie,Darius,Selena nop não gosto mesmo
-Xcor e Layla please!!!! Continuo a não sentir o amor entre estes dois, são tão chatinhos sério!
O que Gostei:
-Selena e Trez! O Milka gostoso (também gosto muito do iAm mas o Trez cativou-me) e a sua rainha derrete qualquer um
- Paradise! Misturem Beth e a Xhex e ponham-na com um fisico semelhante a Marissa e voilá
- Rhage! Um dos meus favoritos logo adorei a presença dele no livro e acho que a Ward o tornou um pouco mais "humano" ao mostrar o outro lado da perda de uma Shellan.
O que poderia ter mais na minha opinião: + Lessiter + Blay e Quinn + Nalla e menos palha. Penso que seria mais agradável se a Ward incorporasse livros com esta dita palha no meio de cada livro de casais, tipo "novelas"

Adorei, muito bom Morceguinha. :)
Já tinha lido essa parte, mas é sempre bom reler. XD

Espero que tenha muita partes dos irmãos, morro de saudades deles.
Ah muito obrigada por sempre estar postando conteúdo, sempre me informo pelo seu blog. É o melhor em português.
Você teria o livro em formato digital? Se sim poderia enviar?

Ainda não tive coragem para começar o livro.... Mas parece que já o li depois de ler tudo o que escreves... Obrigada pelo trabalho e paciência....

Beijinhos