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quinta-feira, 28 de abril de 2016

Num certo e determinado quarto da mansão by Ward

Olá pessoal!!!

Espero que esteja tudo bem convosco. Sei que é quinta e que ontem deviam estar à espera do "extra" que a Ward dá às quartas, mas só saiu há 9 horas atrás e eu preciso de dormir, então só vi agora de manhã... E tentei traduzir tudo antes de ter que ir trabalhar, ou seja demorei 3 horas a traduzir... Isto porque a blogger estava a empancar e eu acabaca de traduzir um paragrafo e tinha que esperar uns 5 min para ele aparecer e ver se tinha feito asneira... -_- (pelo menos deu-me tempo para tomar o pequeno-almoço)

Para quem ainda não viu, o encontro em Lisboa, com apoio e participação da Leya já foi marcado, os detalhes até agora podem ser consultados AQUI!

Aviso aos corações mais sensíveis, que a partir deste ponto não me responsabilizo por qualquer derretimento que possa acontecer nos vossos corações. :P

Isto foi escrito pela Ward, colocado na página do facebook da Ward, eu só traduzi para vocês. Agora que estão avisados vamos lá começar com a "festa". ;)

---V.P.---
Quarta feita da fatia da vida!

O som era o que um teclado faria se pudesse falar e colocar uma questão: uma interrogação suave, parte choramingo com uma pitada de exigência.

Zsadist abriu os olhos, instantaneamente alerta. O quarto estava completamente escuro, o que é o que
queres quando a luz do sol te pode matar e são 3 horas da tarde. No passado ele teria agarrado primeiro na sua arma... espera, a palma dele já estava de baixo da almofada e a agarrar na Glock.

Relaxa, besta, disse para si mesmo. Respirando fundo, ele estimulou a parte lógica do cérebro para passar por cima da glândula suprarrenal com todos os tipos de "estás seguro e em casa" e "nenhum alarme foi disparado" e "volta a respirar fundo, cabrão".

Ao lado dele, a sua shellan, Bela acordou, e sim, ela começou a sair da cama a bambalear, a resposta maternal normal que coloca uma fêmea a dirigir-se às suas crias mesmo antes de estar consciente.

- Eu trato dela. - disse ele enquanto apanhava a mão dela e a puxava para se voltar a deitar. - Foste tu que te levantaste da última vez.

A Bella bocejou com força e o seu maxilar estalou. - Isso vou há seis meses atrás. Quando ela teve dores de barriga.

-Podia ter sido há dez anos atrás. Eu não quero que faças isto sozinha.

A gargalhada que chegou até ele era amor no ar. - Tu és fantástico.

-Eu chamo-te se precisar de reforços. 

Levantando-se do colchão, ele atravessou a carpete grossa. Mesmo que a Nalla agora esteja no quarto ao lado, a partir da altura em que ela deixou de dormir no berço, ele começou a usar boxers para dormir. Isso requeriu algum tempo de habituação, mas ele não se sentia confortável se a porta entre as suites estivesse destrancada e as suas partes baixas estivessem à solta.

A maçaneta estava quente e as dobradiças não fizeram qualquer som quando ele abriu a porta. O cheiro do quarto fazia-o sorrir. Coisas doces, coisas de menina, como shampoo de morango e bonecas que cheiram a flores e lençóis com cheiro a alfazema. A luz também era rosa e brilhava a cima da estante que estava cheia de volumes finos que continham mais imagens que palavras. 

Nalla estava sentada e a pestanejar como se não conseguisse ver nada, os seus enormes olhos amarelos desfocados, o seu cabelo multicolorido por todo o lado, o que lhe fez lembrar uma salada mista.

No momento em que ela se apercebeu da presença dele ela virou-se e estendeu-lhe os braços. - Papá?

Ele foi até ela, sentou-me e puxou-a para um abraço apertado. - Que se passa, minha nalla?

O seu corpo era tão gigante que ele se sentia como se ocupasse toda a cama, mas à medida que ela se aconchegava no peito dele, ele sentiu-se bem em relação ao seu peso. Ele queria ser tão grande como o caralho de uma montanha por ela. Ele queria ser o Monte Evarest com uma boca cheira de laminas dentadas, com punhos do tamanho de carros e com um arsenal de armas de categoria militar nos ombros, ancas e cochas.

- Outro pesadelo? - ele sussurrou À medida que alisava o cabelo dela. - Outra vez do homem sombra?

- Porquê? - ela choramingou enquanto acenava com a cabeça.

Ele não sabia, mas se ele conseguisse entrar nos sonhos dela e caçasse o cabrão? Não haveria mais pesadelos, nunca mais.

- Estou aqui. Agora estás a salvo.

Deus, ela era tão pequena. Aquilo aterrorizava-o. E à medida que ele olhava à volta do quarto, ele desejava que ele que eles estivessem num bunker# a 1,6 quilómetros de baixo da terra. Tinha havido alturas em que ele se sentia vulnerável antes, mas depois da Bella ter dado à luz, e ambas terem sobrevividos? Ele atravessaria o Inferno para as proteger.

Antes de ele se aperceber, ele tinha começado a cantar, mas ele não iria conseguir dizer a ninguém o que tinha cantado.  Contudo, o seu corpo estava a embalar um bocadinho e a Nalla estava aninhada  no seu peito.

Ele não sabia ao certo quem é que ele estava a acalmar. Se a ele, ou à filha dele.

****************************

A Bella já não conseguia aguentar mais. Não havia mais sons preocupados, nem pedidos de socorro do seu hellren, nada além do silêncio do monitor e do resto da casa. A última coisa que ela queria é que o Zsadist sentisse que ela pensasse que ele não conseguia lidar com a situação. Porque ele podia.

Era apenas... bem, era mãe-zite. Ela precisava de saber que tudo estava bem.

Saindo de baixo dos lençóis, ela atravessou a carpete. Ela estava a usar uma das t-shirts enormes do Z, e a coisa chegava à ponta dos seus joelhos e dos cotovelos apesar de ser de manga curta e se ajustar perfeitamente ao dono. 

A Nalla foi relocada para a porta ao lado há seis meses atrás para que eles pudessem ter alguma privacidade, e a pequena tem sido uma campeã. Mas de vez em quando… 

A Bella abriu a porta e parou na entrada. E com uma onda de calor, ela soube, como em tantos outros momentos, que aquilo que ela via do outro lado do quarto da pequena era uma coisa que ela se iria lembrar até o dia da sua morte. 

A cama de dossel cor-de-rosa, cheia de folhos, que era a cama da Nalla era demasiado exagerada, e demorou algum tempo para que tanto ela com o Z se habituassem a ela. Mas quando mencionas uma noite na Última Refeição que estás a pensar relocar a tua filha para uma cama de menina crescida? E a Irmandade estava no campo de audição da coisa? Aquela cambada de tios completamente encantandos que vestem calças de couro, usam botas de guerra, carregados de armas e com excesso de testosterona tornam-se em putas do Pottery Barn* e Bed, Bath and Beyond*. Em 24 horas, o Fritz estava a descarregar mais caixas da carrinha que os aviões da companhia UPS transportavam pelo país.

E sim, é como se uma garrafa de Pepto-Bismol+ tivesse explodido, mas a cara da Nalla iluminou-se no segundo que ela entrou no quarto, e o esquadrão de Tios Babados, Fogo, que era assim que eles se chamavam a eles próprios, derreteram-se em poças de Irmãos.

Na cama, o Z estava com a Nalla no colo, os seus músculos inchados a formar uma jaula à volta do seu corpo pequeno, a cabeça rapada até ao crânio estava baixa, a sua cara cicatrizada composta em linha de amor profundo.

“...make me happpppy.... when skies are gray...”

A sua mão da adaga, calejada da guerra, gentil do amor, afagava as mechas multicoloridas que estavam  a nascer em massa.

“...you’ll never knoooooooow, dear...”

E a sua voz. Aquela voz, Deus, aquela voz. Tão clara como cristal, com graves mais fundos que o oceano e com agudos mais elevados que os ceus, era o tipo de voz que transformava o teu corpo num diapasão mesmo que não tivesses qualquer aptidão para a música.

“...how much I looooooove you...”

Nós fizemo-la, ela pensou enquanto olhara para ele. Aquela criatura preciosa e maravilhosa contra ti? Nós fizemo-la juntos.

“...so please don’t taaaake my sunnnnnshine awaaaaaay...”

Ele olhou para cima nessa parte e sobressaltou-se um bocado com a surpresa. E apareceu uma expressão tímida na cara dele... o que era tão Z. Até com ela, ele não gostava de ser apanhado desprevinido. Mas ela não ficava ofendida com isso. As defesas dele tinham sido erguidas duramente das maneiras mais degradantes e brutais possíveis, e ela sempre lhes deu espaço para respirar e relaxar. E elas sempre baixavam perto dela e da Nalla.

A Bella soprou-lhe um beijo e esboçou com a boca as palavras que não estavam só no seu cérebro, como também no seu coração e na sua alma.

Eu.

Amo-.

-Te.

E depois ela saiu do quarto, deixando estar o pai e a filha. Voltando para a sua cama de acasalada, ela esticou-se no lado dele e colocou a cara na almofada que cheirava ao aftershave dele. Fechando os olhos, ela sentiu-se mais rica que cem mil reis.

Mais uma vez, quando tens a tua família por perto? Era muito mais valioso que qualquer mina de diamantes, mais ressonante que qualquer sinfonia, mais bonito que todos os amanheceres que irão alguma vez acontecer

*Finito*

#abrigo subterrâneo usado na 2º guerra mundial
*cadeias de lojas tipo AKI nos Estados Unidos
+ remédio cor-de-rosa que ajuda com doenças de estômago

---V.O.---
Slice of Life Wednesday!

The sound was what a question mark would make if keyboards could talk: a soft inquiry, part whimper with a little demand kicked in.

Zsadist opened his eyes, instantly hyper-aware. The bedroom was pitch black- which was what you wanted when sunlight could put you in your grave and it was three in the afternoon. And in the past, he would have gone for his weapon first- wait, his palm was already under his pillow and gripping his Glock.

Chillax, freak, he told himself. Taking a deep breath, he fired up the logical part of his brain and overrode his adrenal gland with all kinds of “you’re home and safe” and “there are no alarms going off” and “take another breath, asshat.”

Beside him, his shellan, Bella stirred, and yup, she went to get out of bed with a shamble, the classic Mom response that had a female up and moving to their young before she was even conscious.

“I’ve got her,” he said, catching her hand and tugging her back down. “You got up last time.”

Bella yawned hard, her jaw cracking. “That was like six months ago. When she had stomach trouble.”

“It could have been ten years before. I don’t want you to do this alone.”

The laugh that came over at him was love in the air. “You are amazing.”

“I’ll call for back-up if I need it.”

Popping off the mattress, he stalked across the thick carpet. Even though Nalla was in the room next door, ever since she’d transitioned out of her crib, he’d taken to wearing boxers to bed. It had required some getting used to, but he just didn’t feel comfortable with his junk all over the place if the door was unlocked between the suites.

The knob was warm and the hinges let out no sound as he opened things up. The scent in the room made him smile. Sweet things, girlie things, like strawberry shampoo and dolls that smelled like flowers and lavender dryer sheets for the laundry. The light was pink, too, glowing over there by the bookcases that were full of thin-spined tomes that had more pictures than words.

Nalla was sitting up and blinking like she wasn’t seeing anything, her huge yellow eyes unfocused, her multi-colored hair all over the place, reminding him of a tossed salad.

The instant his presence registered, she turned and held her arms out. “Daddy?”

He came over and sat down and pulled her in tight. “What’s going on, my nalla?”

His body was so enormous that he felt as though he took up the whole damn bed, but as she came up against his chest, he felt good about his heft. He wanted to be big as a f**king mountain for her. He wanted to be Mt. Everest with a mouth full of serrated blades, sporting fists the size of cars and carrying an arsenal of military-grade weapons off his shoulders, hips and thighs.

“Another bad dream?” he whispered as he smoothed her hair. “More of the shadow man?”

“Why?” she whimpered as she nodded.

He didn’t know, but if he could get into her dreams and hunt the motherf**ker down? No more nightmares, ever.

“I’m here. You’re safe now.”

God, she was small. It terrified him. And as he looked around at the room, he wished that they were in a bunker a mile underground. There had been times when he’d felt vulnerable before, but after Bella had given birth and the two of them had survived? He would walk through Hell to protect them.

Next thing he knew, he was singing, but he couldn’t have told anyone what it was. His body was swaying slightly, however, and Nalla was nestling in closer.

He wasn’t sure who he was soothing. Himself or his daughter.

****************************

Bella couldn’t stand it any longer. There were no more worrying sounds, no distress flares from her hellren, nothing but quiet from the monitor and the rest of the house. And the last thing she wanted was for Zsadist to feel like she didn’t think he could handle things. Because he could.

It was just... well, it was Mom-itis. She needed to know all was well.

Slipping from between the warm sheets, she crossed the carpet. She was wearing one of Z’s huge t-shirts, and the thing tickled the tips of her knees and bagged at her elbows even though it was a short sleeve and easily tuckable on him.

Nalla had been moved next door so that they could get some privacy about six months prior, and the little girl was a champ. But every once in a while...

Bella opened things and stopped in the doorway. And with a rush of warmth, she knew, like so many other moments, that what she saw across the little girl’s room was something she would remember to her dying day.

The pink canopied, feast of frills that was Nalla’s bed was so over the top, it had taken both she and Z some getting used to. But when you mentioned at Last Meal one night that you were thinking about moving your daughter into a big girl bed? And the Brotherhood was in ear shot? That bunch of leather pants-clad, sh*tkicker wearing, gun toting, testosterone over-loaded besotted uncles turned into Pottery Barn and Bed, Bath and Beyond whores. Within twenty-four hours, Fritz was pulling more boxes in from the van than most UPS planes carried across country.

And yup, it was like a bottle of Pepto-Bismol had exploded, but Nalla’s face had lit up the second she’d come in, and the squadron of Loving Uncles, Damnit, which was what they called themselves, had melted into puddles of Brothers.

On the bed, Z sat with Nalla in his lap, his bulging muscles forming a cage around her tiny little body, his skull-trimmed head lowered, his eyes closed, his scarred face composed in lines of deep love.

“...make me happpppy.... when skies are gray...”

His dagger hand, calloused from war, gentle from love, stroked those multi-colored curls that were coming in in droves.

“...you’ll never knoooooooow, dear...”

And his voice. That voice, God, that voice. As clear as a crystal, with lows deeper than an ocean and highs taller than the heavens, was the kind of thing that turned your body into a tuning fork even if you were not musically inclined.

“...how much I looooooove you...”

We made that, she thought as she stared at him. That precious, amazing creature against you? We made that together.

“...so please don’t taaaake my sunnnnnshine awaaaaaay...”

He glanced up at that point and jerked in surprise a little. Then there was a shy expression on his face- which was so him. Even with her, he didn’t like to be caught unawares. But she didn’t take any offense in that. His defenses had been hard-earned in the most demeaning and brutal of ways, and she always gave them space to breathe and relax. And around her and Nalla, they always did.

Bella blew him a kiss and mouthed the words that were not just in her brain, but in her heart and her soul.

I.

Love.

You.

And then she backed out, leaving sire and daughter be. Returning to her mated bed, she stretched out on his side and put her face into the pillow that smelled like his aftershave. Closing her eyes, she felt richer than a hundred thousand kings.

Then again, when you had your family close by? That was more priceless than any diamond mine, more resonant than any symphony, more beautiful than all the sunrises that would ever be.

*Finis*

Copyright c J. R. Ward, 2016
----

E então? Gostaram tanto como eu? Derreteram até virarem poças como os irmãos? :3
Eu mal comecei a ler, no telemóvel e na cama, porque faltava 1 hora para o despertador tocar (sim, pessoal, tenho acordado uma hora antes do despertador... *suspiro*) entrei em modo fangirling. E continuei até agora... Tudo tão cute!!!!

Agora vou-me, que já estou no trabalho, apesar de de momento não ter nada para fazer porque já acabei as tarefas que me deram enquanto ia acabando a tradução.

Fiquem bem e até à próxima publicação,
Sunshine ;)

sexta-feira, 22 de abril de 2016

3º Encontro da Irmandade na F.L.L - Já está marcado.

Olá pessoal!!!

Como vi que a Chefinha Nasan ainda não partilhou aqui, vim cá eu. ;)

Como diz o título, o encontro da Irmandade na Feira do Livro de Lisboa já foi marcado!

Raptei a imagem da capa da página do evento lá no facebook, que pode ser acedida AQUI!


Peço que se dirijam à página do facebook para darem a confirmação de presença, caso forem. Para termos a noção de quantas pessoas vão.

A Katley ainda não me deu a confirmação absoluta de que vai estar presente, mas eu vou de certeza, por isso o pessoal do Norte, que queira ir pode vir falar comigo para combinar os detalhes. Para eu ter a noção de quem vai para baixo criei uma sondagem na página do evento que pode ser vista AQUI!.

Nada para além do dia foi totalmente decidido. Mas se for como os últimos dois anos é para apanhar o transporte, possivelmente o comboio, no Porto de manhã cedo, chegar lá, almoçar com o grupo todo (ou aqueles que quiserem ir almoçar) para depois nos dirigirmos à feira do livro. O resto das actividades normalmente fica a cargo da Nasan e acho que este ano também vai haver dedinho da Leya...

Como diz a imagem, fiquem atentos a notícias futuras e esperamos contar com a vossa presença. ^.^

Fiquem bem e até à próxima publicação,
Sunshine ;)

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Na Cozinha by Ward

Olá pessoal!

Espero que esteja tudo bem.

Durante os próximos tempos a Ward vai publicar todas as quartas na página do face dela uma "fatia da vida" (slice of live) da Mansão. Ou seja, algo que esteja a passar entre o pessoal de lá. A semana passada (antes de ela fazer o anúncio que iriam haver mais) ela colocou a cena em que o Lassi estava a ler o manual de instruções do aspirador. Hoje temos mais uma pérola com o Lassi, o V e o Rhage. 

----V.P.---
Na cozinha da mansão...
Lassiter: *posicionado à frente do forno* Ohhhhhhhhh, a minha salsicha tem um nome próprio...
*pressiona as salsichas para cachorro quente que estão a cozer numa panela com um garfo*
...é P-A-P-Á...
*verifica os pães no forno*
...A minha salsicha tem um segundo nome...
*retira os pães do forno*
...é R-A-B-O-G-O-R-D-O...
*retira as salsichas da panela e coloca sobre uma toalha de papel*
...Ohhhhhhh, ela gosta de receber...
Vishous: Pelo o amor de Deus. Não acabes essa frase.
Lassiter: *olha por cima do ombro* Queres um cachorro quente?
V: Não vindo de ti.
Lassiter: *acaba de arranjar o prato* *vira-se* Não o odeis. Tu sabes o quanto é que gostas de uma boa salsicha no meio de um conjunto de pães quentes.
V: *retira a Glock* Hora do ketchup...
Rhage: *entra na cozinha* Outra vez não. Não, V, não o podes balear dentro de casa. O Fritz disse que só o podias fazer lá fora, lembras-te? Oh, olá, posso comer um?
Lassiter: *segura o prato na direção do Rhage* *pisca ao V* Vês? Ele gosta das minhas-
Rhage: *Prende uma das mãos grossas à volta da garganta do anjo* Já foste longe de mais, cabrão. *dá uma dentada* Contudo, tenho que dizer... este é um bom cachorro.
Lassiter: *a asfixiar* É a minha-
V: *junta as palmas à volta da Glock e reza* Porfavordizmolhoporfavordizmolho... porque assim posso acabar com a nossa miséria.
Lassiter: *a ficar azul* -receita especial.
Rhage: *larga o aperto**que estava a sufucar o Lassiter* Vês? Ele pode ser treinado- Sou o Cesar Millan dos sacos de merda!
V: *ao mesmo tempo que o Rhage sai* Merda, agora estou com fome.
Lassiter: *ainda a recuperar* Correndo o risco do aumento das lesões... há algumas salsichas no frigorífico. Ou podes sempre comer o queijo jack. Nozes assadas? Cidra dura-
*corre para fora da cozinha, a correr pela própria vida*
V: *guarda a arma**descai a cabeça**olha na direcção dos cachorros quentes* Bolas. Quero um.
*Finito*

----V.O.---
In the mansion’s kitchen...
Lassiter: *standing over stove* Ohhhhhhhhh, my wiener has a first name...
*pokes hot dogs boiling in a pan with a fork*
...it’s D -A-D-D-Y...
*checks buns in the oven*
...My wiener has a second name...
*takes buns out*
...it’s P-H-A-T-Y...
*fishes out hot dogs onto a paper towel*
...Ohhhhhhh, it loves to get-
Vishous: For the love of God. Do not finish that line.
Lassiter: *over shoulder* You want a hot dog?
V: Not from you.
Lassiter: *gets the plate ready* *turns around* Don’t hate. You know how much you like a good wiener between a hot set of buns.
V: *takes out Glock* Time for ketchup-
Rhage: *comes in* Not again. No, V, you can’t shoot him inside. Fritz says outside only, remember? Oh, hey, can I have one?
Lassiter: *holds out plate* *winks at V* See? He likes my-
Rhage: *clamping thick hand around angel’s throat* That’s far enough, f**kstick. *takes a bite* Although, I have to say... this is a good dog.
Lassiter: *choking* It’s my special-
V: *puts palms together around Glock and prays* Pleasesaysaucepleasesaysauce... ‘cuz then I can put us out of your misery.
Lassiter: *turning blue* -recipe.
Rhage: *releases hold**over Lassiter’s choking* See? He’s trainable- I’m the Cesar Millan of d**chebags!
V: *as Rhage leaves* Sh*t, now I’m hungry.
Lassiter: *still recovering* At the risk of further injury... there’s some sausage in the fridge. Or you could go with the jack cheese. Roasted nuts? Hard cider-
*races out with hot dogs, running for dear life*
V: *puts gun away**hangs head**looks over at hot dogs* Dayum. I want one.
*Finis*
----

Fiz o melhor que consegui... O texto original está cheio de trocadilhos que, às vezes, nem eu percebi bem. E que, muito provavelmente, não se vai perceber com a minha tradução. Mas como quem dá o que tem a mais não é obrigado (teoricamente) hoje não posso fazer mais nada (tirando o meu jantar e almoço para amanhã).

Fiquem bem e até à próxima publicação,
Sunshine ;)

sábado, 16 de abril de 2016

Na Sala de Bilhar by Ward

Olá Pessoal!

A Ward partilhou este bocadinho ainda à pouco na página dela, mas não me lembro de ter lido em lado nenhum, principalmente no The Beast... Por isso acho que é algo que se está a passar na cabeça dela. xD

----V.P.----

Na Sala de Bilhar...

Rhage: Que merda é que estás a fazer?
Lassiter: *levanta o olhar do livrete* Sabias que aquele Dyson ali nunca perde a sucção?
Rhage: *olha para o aspirador* Estás a ler um manual de instruções. De um aspirador.
Lassiter: *passa pelas páginas* Preciso de te comprar outro equipamento de mergulho?
Rhage: Vai-te foder. E que perda de tempo. Nunca irias usar o raio da coisa. Antes de mais, o Fritz iria ficar incomodado. E em segundo lugar, a ideia de tu limpares seja o que for é assustadora de mais para contemplar..
Lassiter: Não é disse que eu estou à procura.
Rhage: Então estás a ver as imagens. Estás assim tão triste.
Lassiter: Eu estou à procura de dicas amorosas.
Rhage: *pestaneja*
Lassiter: *olha para cima* Ele. Nunca. Perde. A. Sucção.
Rhage: *pestaneja*
V: *abana a cabeça ao lado da mesa de bilhar* Se não o vai dizer, eu vou. Tu és um desgraçado de uma ABERRAÇÃO.
Lassiter: Isso vindo de ti, rapaz cera preta?


----V.O.----

In the Billard's Room...

Rhage: What the hell are you doing?
Lassiter: *looks up from booklet* Did you know that that Dyson over there never loses suction?
Rhage: *eyes vacuum cleaner* You're reading an instruction manual. For a vacuum.
Lassiter: *flips through* Do I need to go buy you another snorkle set?
Rhage: F*** you. And what a waste of time. You're never going to use the damn thing. First of all, Fritz would get twitchy. And second, the idea of you cleaning anything is to terrifying to contemplate.
Lassiter: Not what I'm after.
Rhage: So you're looking at the pictures. Are you really that sad.
Lassiter: I want dating tips for it.
Rhage: *blinks*
Lassiter: *glances up* It. Never. Loses. Suction.
Rhage: *blinks*
V: *shaking his head over at the pool table* If he won't say it, I will. You are a g**damn FREAK.
Lassiter: This coming from you, black wax, boy?

---

OMG!!!! *rebola pelo chão de tanto rir* Só o anjo para se lembrar de uma coisa daquelas... xD

Vamos fazer figas para que a Ward continue a publicar mini cenas destas?

Fiquem bem e até à próxima publicação,
Sunshine ;)

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Novidades Legado da Adaga Negra - Segundo livro Blood Vow

Olá pessoal!!!

Acabadinho de partilhar na página da Ward. Temos a capa e a sinopse do livro Blood Vow (Jura de Sangue) que é o segundo livro do Legado da Adaga Negra e que vai sair a 6 de Dezembro de 2016 (em inglês).

O artigo original pode ser visto AQUI. E agora vou passar à tradução do mais importante, juntamente com comentários em negrito. ;)

O livro Blood Vow da J.R. Ward não vai ser publicado até o dia 6 de Dez, mas a EW pode revelar exclusivamente a capa e o sumário estendido do segundo livro da autora da série spin-off Legado da Adaga Negra (no original estava sangrenta, mas eles enganaram-se u.u). O Blood Vow vai continuar o enredo do The Beast, seguindo o Rhage, um dos membros originais da Irmandade da Adaga Negra. (A Ward anda a fazer das dela, só pode... o The Beast foi publicado depois do Blood Kiss, mas o enredo passa-se antes deste, apesar de haver alguns acontecimentos importantes do TB que não foram mencionados no BK... por isso vamos ver como é que esta porca vai torcer o rabo... *medo*)

Os recrutas no centro de treino da Irmandade da Adaga Negra continuam a preparar-se para a guerra contra a Sociedade dos Minguantes, mas lutar é a última coisa na mente de Axe. Ainda atormentado com a culpa da morte do seu pai, o solitário melancólico encontra-se a debater com uma atracção improvável pela atraente e aristocrata prima de Peyton, Elise. (Eu não disse Mor?!?!?!) A Elise também sente a atracção... especialmente quando os dois são forçados a ficar juntos por circunstancias incomuns, e ela tem que decidir se ela pode confiar, ou não, no Axe à medida que ela vai descobrindo mais sobre a morte da irmã.

Entretanto, a Mary e o Rhage estão a acolher a Bitty, uma jovem órfã pretrans, e esperam conseguir adopta-la... até que o aparecimento de um jovem macho que diz ser o tio biológico da Bitty que ameaça separar a nova família. (O final do TB foi tão fofinho e agora isto? O meu coração não vai aguentar... T.T)

E aqui está a capa do livro, parece que o tema da série é vermelho sangue... xD



Bem agora é esperar até Dezembro e pode ser que apareçam mais docinhos pelo caminho...

Até à próxima publicação,
Sunshine ;)

quinta-feira, 14 de abril de 2016

THE BEAST - Excertos 6 - SPOILERS

Olá pessoal!

Espero que esteja tudo bem. Finalmente acabei de ler o The Beast, um pouco mais de uma semana depois da nossa Morceguinha o ter lido.

Hoje trago uma cena que se passou com o nosso Rhage e que eu achei muita piada. :)

E sem mais demoras vamos à tradução. ;)

Capítulo 65
[...]
(A Mary ia para o guarda fatos procurar uma roupa para o Rhage usar numa entrevista)
O grito que emanou da casa de banho era suficiente para lhe dar uma porra de um ataque cardíaco.
- Rhage! Rhage... o que se passa!
Ela atravessou a carpete a correr em direcção à... apenas para embater contra as costas dele.
- Estão a gozar comigo, caralho? - ladrou ele.
- O quê, o que é que estás...
A Mary começou a rir de tal maneira que se teve que sentar na beira do jacuzzi.
Alguém, ou mais que uma pessoa, o que era mais provável, redecorou a casa de banho deles com o tema da Pequena Sereia. Havia toalhas da Pequena Sereia penduradas nos ganchos e nos suportes, uma carpete da Pequena Sereia à frente do lavatório duplo... Copos, escovas e pasta de dentes da Pequena Sereia nos móveis... Shampoo e condicionador da Pequena Sereia no chuveiro... bonecos alinhados na beira da banheira e da janela grande que tinha vista para os jardins.
Mas o melhor de tudo era, sem sombra de dúvidas, as coisas na parede. Cerca de cento e cinquenta autocolantes, posteres, clings e recortes de livros de colorir foram colados ou afixados em todos os centímetros quadrados de superfície vertical.
O Rhage deu meia volta e ia marchar para fora... mas ele não teve que ir muito longe. Um amontoado dos seus Irmãos encheram a sua suite, os machos a trocar high-fives entre eles e a dar estaladas no rabo do Rhage.
- Eu vou-vos fazer pagar por isto. - rosnou ele. - A todos vocês... principalmente a ti, Lassiter, seu pau do caralho.
- Como? - respondeu o anjo caído. - Inundando o meu quarto? Já tentaste isso com a dispensa e o Fritz resolveu o assunto numa noite.
- Não, vou esconder todos os desgraçados dos comandos cá de casa.
O anjo congelou. - Okay, essas são palavras de guerra.
- Boom! - gritou o Rhage enquanto batia ele batia nas ancas. - Com'é que é, cabra.
O Lassiter começou a olhar para os Irmãos à procura de ajuda. - Não teve piada. Essa merda não tem piada nenhuma...
- Oi, Hollywood, posso pagar-te para os esconderes? - perguntou alguém.
- Nós podemos ter acesso aos comandos na mesma, certo? - outra pessoa perguntou.
- Vão se foder, a sério. - murmurou o Lassiter. - Estou a falar a sério. Um dia destes vocês vão respeitar-me...
A Mary apenas se inclinou nos seus braços e sorrio para o bando de doidos. De certa maneira, isto era exactamente o que o Rhage precisava, um bocado de descontracção a caminho do café. Que diabos, nesse ponto de vista, todos eles mereciam libertar alguma tensão.

[...]

E então? Gostaram do bocadinho que escolhi para vocês?

Fiquem bem e até à próxima publicação,
Sunshine ;)

quarta-feira, 13 de abril de 2016

THE BEAST - Excertos 5 - SPOILERS

Olá, visitantes lindos do blogue!

Hoje podia dedicar esta publicação ao Raio de Luz Sexy (Olá Ana Martins!), também conhecida como Fadinha Poderosa (Olá Viv!).

 Não.

Como a Cristina Santos, há mais pessoal ansioso por ler The Beast, porque estão previstas coisas interessantes (adivinhação patrocinada pela Cris Paiva), tenho de trazer mais um excertozito. Seguindo as ordens sábias da Claudia Oliveira (que manda vir mais spoilers), não vamos perder mais tempo.


Hoje vamos ter uma velha paixão minha de barbicha (Vishooooooooooooooooooous!) com um velho ódio dele (Abaixo a Virgem! Abaixo a Virgem! Abaixo a Virgem!). Sim, o senhor guerreiro Vishous e a sua mamã.

Como em cada duas palavras do vampiro, cinco são palavrões, isto não foi uma tarefa fácil… Não foi, não. Arranjei isto como pude. O conteúdo está lá… com menos palavrões… mas está lá. (Não vai parecer ter menos palavrões... acho que tenho de agarrar naquele macho e lavar-lhe a boca com sabão... e como sou má a anatomia... he he he... Ui, o que eu havia de lavar por ali fora... por aquela vastidão toda acima e abaixo...)

Espero que gostem!

Isto deu-me um certo trabalhinho, todo ele NÃO REMUNERADO, porque as chefes dizem não ter fundos para pagar a ninguém.

Mas agora com a Sunshine, vai haver cartazes e manifestações! Nós, unidas, jamais seremos confundidas, ou lá como se diz! Ou isso era para as fêmeas com bigode? Vou tirar a dúvida e já volto.


Obrigada pela vossa visita, pelos vossos comentários e por tudo!

Beijos bons!










SPOILER








Vishous retomou forma num pátio de mármore branco aberto para um céu leitoso tão vasto e brilhante que não havia sombras nem da fonte ao centro nem das árvores do canto cheias de tentilhões coloridos a chilrear.

Todos eles se calaram quando pressentiram o seu estado de espírito.

- Mãe! – A voz ecoou de encontro às paredes. – Onde estás, caralho?

Ao caminhar, deixava um rasto de sangue vermelho e brilhante e quando parou à porta dos aposentos privados da Virgem escrivã, caiam suavemente gotas do cotovelo e da perna. Quando bateu e a chamou mais vezes, salpicos daquela merda fixaram-se na porta como o verniz quando cai ao chão.

- Foda-se.

Atirou-se de ombro e entrou nos aposentos da mãe e estacou. Sobre a cama, por trás de véus brancos de seda, a entidade que criara a raça dos vampiros e que lhe dera vida a si e à irmã estava deitada completamente imóvel e em silêncio. Não tinha forma corpórea. Era apenas um charco de luz tridimensional que outrora brilhara como uma bomba de luz, mas que agora se assemelhava mais a uma lâmpada a óleo baça.

- Tens de o salvar. – Atravessando o chão despido de mármore, Vishous apercebeu-se vagamente que o quarto tinha apenas uma cama. Que interessava? – Acorda, caralho! Há alguém muito importante a morrer e vais ajudá-lo, raios.

Se ela tivesse corpo, ele teria agarrado nela e obrigado a prestar-lhe atenção. Não havia braços para ele puxar para fora da cama ou ombros para abanar.

Estava prestes a gritar outra vez quando uma voz ressoou pelo quarto como se saísse de um sistema de som surround.

O que será, será.

Como se isso explicasse tudo. Como se ele fosse um estúpido por ter vindo incomodá-la. Como se ele lhe estivesse a fazer perder tempo.

- Para que é que nos criaste se não queres saber uma merda de nós?

Estás preocupado extamente como o quê? Com o futuro dele, ou com o teu?

- De que merda estás a falar? – Ah, sim, e ele sabia que não devia fazer perguntas, pois que se fodesse. – O que é que queres dizer com isso?

É mesmo preciso traduzir?

V fechou a matraca, lembrou-se que Rhage estava a transformar-se e a morrer no campo: trocar insultos com a mamã querida não era o mais importante.

- Salva-o. Tira-o do conflito para eu poder operá-lo e deixo-te apodrecer em paz.
E como é que isso resolve o seu destino?

Pronto, ele agora sabia porque é que os humanos com problemas com as mães iam aos programas que Lassiter via. Sempre que V se aproximava desta fêmea, saía com um caso de psicose útero-induzida.

- Ele fica a respirar, foda-se, é o que resolve!

O Destino será servido de outra forma.

V imaginou Hollywood a cair no tapete da casa de banho e morrer em casa. Ou a engasgar-se a comer uma perna de peru. Ou Deus lá saberia o que mais podia fazer tombar um irmão.

- Então muda-o. És tão poderosa. Muda-lhe o destino agora.

Passou tanto tempo que ele perguntou-se se ela teria, ou não, adormecido ou uma merda assim e, caramba, ele odiava-a tanto. Ela era tão boa a desistir, a desaparecer do mundo, a isolar-se aqui como uma reclusa amuada porque ninguém lhe lambia as botas como ela queria.

Que se foda.

Entretanto, um dos melhores guerreiros, com um papel absolutamente imprescindível na defesa do Rei estava prestes a puf! Ir desta para melhor. E V era o último a querer que alguém o ajudasse, mas tinha de dar o seu melhor para salvar Rhage, e quem caralho mais o poderia fazer?

- Ele é importante, - disparou V. – A vida dele é importante.

Para ti.

- Foda-se, isto não tem nada a ver comigo. Ele é importante para o Rei, para a Irmandade, para a guerra. Se o perdermos? Vamos ter um problema.

Já pensaste em ser honesto?

- Achas que estou preocupado com ele e com Mary? Seja. Também é verdade…, porque neste preciso momento, não pareces ser capaz de te levantar quanto mais levar uma alma para o Fade quando a fêmea assim o desejar.

Foda-se. Agora que o disse em voz alta, ele realmente se questionava se aquela coisa deitada na cama poderia mesmo cumprir o que prometeu ao que parecia há muito tempo, apesar de ter sido há três anos.

Mudou tanta coisa.

Exceto que ele continuava a odiar debilidades de toda a espécie. E continuava a querer estar em qualquer lado, exceto na presença da mãe.

Deixa-me. Cansas-me.

- Eu canso-te? Sim, porque tu tens muita merda para fazer aqui em cima. Meu Deus.

Está bem. Que se fodesse. Ele havia de encontrar qualquer coisa. Outra coisa qualquer.
Merda, que outra coisa poderia ser?

Vishous virou-lhe as costas e foi para a porta que arrebentara. A cada passo que dava, esperava que ela o chamasse, dissesse qualquer coisa, lhe espetasse um ferrão no peito que seria quase tão letal como a bala que derrubou Rhage. Como ela não disse nada e a porta se fechou mesmo por trás dele, quase a bater-lhe no rabo, ele pensou que já devia ter adivinhado isto.

Ela não se importava o suficiente com ele.


(Capítulo 4)


Todos os palavrões são poucos para esta criatura fêmea sem direito a ser tratada por mãe e sem direito a ter filhos!

Tenho dito.

Tadinho do meu V!

Tenho de ir lá dar beijinhos nos dói-dóis!

Deus queira que as dores dele sejam generalizadas! :D


terça-feira, 12 de abril de 2016

THE BEAST - Excetos 4 - SPOILERS

Olá pessoal!

 Hoje é o meu turno de tradução.

 Vou tentar trazer mais que alguns excertos de alguns capítulos. Vamos lá ver como isto corre, está bem?

Como disse no post do facebook que fiz mais cedo hoje estou sem orientadora e como já fiz o que ela tinha dito para fazer estou a "apanhar seca" até que alguém me deia alguma coisa para fazer por isso vim para aqui. E daqui a pouco leio mais um bocado. xD

Bora lá começar. :)

Capítulo 34

[...]
(o carro do Qhuinn e o carro da Mary iam colidindo um com o outro a caminho de casa)

O SUV derrapou até parar e todo o tipo de guerreiros saltaram para fora do outro carro e correram na direcção dela como se o Volvo estivesse a arder.
- Mary!
- Maaaaary!
O Butch abriu a porta dela de rompante. - Mary! C'um caralho!
Ela teve que rir com a expressão na cara do polícia. E na do Blay. E do John Matthew. E do Qhuinn.
Colocando as mãos no ar ela disse: - Eu estou bem, estou bem, estou bem. A sério.
- Vou chamar a Dra. Jane.
- Butch. A sério. - Ela retirou o cinto de segurança e afastou o bostoniano para fora do caminho. - Vês? O airbag nem sequer foi ativado. Contudo estou a ficar farta destes sustos. Na outra noite ia atropelando um miguante.
Aquilo calou os quatro machos. E depois eles ficaram alí especados  a olhar para ela como se fossem vomitar ao mesmo tempo.
- Rapazes, vocês nem sequer me acertaram. Eu estou bem. - Ela olhou para a estrada de terra batida de onde eles tinham vindo. - Nem sabia que isso estava aí... De onde é que vocês estão a vir?
- De lado nenhum. - O Butch pegou no braço dela e começou a escolta-la para o lugar do passageiro. - Eu conduzo o resto do caminho...
- Não. - Ela cravou os calcanhares no chão e olho-o seriamente. - Butch. Não me aconteceu nada. Eu quero que vocês os quatro respirem fundo... e se calhar coloquem a cabeça entre os joelhos para não desmaiarem. Quase acidentes às vezes acontecem mas ambos reagimos a tempo, por isso vamos fazer como se nada tivesse acontecido... ou então telefono ao Fritz para que ele pinte os vossos quartos de cor de rosa. Para depois colocar potpourri nas vossas cómodas e imagens da Elsa e da Anna nas paredes.
[...]

Capítulo 41
[...]
(O Rhage estava no centro médico a falar com o V enquanto esperava pelo Manny para lhe removerem o gesso do braço.)

Uma sucessão de batidas na porta cortou o que o irmão estava a dizer.
- Entra, Manny. - disse o Rhage. - Vamos acabar com...
- Oh, merda, não... - o V murmorou quando a porta foi aberta.
O Lassiter estava debaixo da ombreira da porta vestido com uma gabardine amarela que parecia do tamanho de uma tenda de circo, um guarda-chuva aberto a cima da cabeça e um par de galochas nos pés. As pernas dele estavam nuas. O que não era um bom sinal.
- Não, eu não quero comprar um relógio. - disse o Rhage. - Por isso podes manter isso completamente fechado, docinho.
- Relógios? - O Lassiter entrou, ou pelo menos tentou. O guarda-chuva ficou preso na ombreira  da porta. - Que se lixe isso. Ouvi que tiveste um pequeno problema com o teu jacuzzi hoje de manhã cedo.
Ele atirou a sua Mary Poppins para o corredor e fez um ta-da! com alguma coisa amarela nas palmas das mãos. E depois o bastardo começou  a cantar. Pessimamente.
- Rubbbbber duuuuucky, you're the one... You make bath times looooots of funnnnnn...
O V olhou de relance. - Vais espetar-lhe aquilo pelo rabo a cima ou vou eu?
- Podemos fazer alternado. - O Rhage gritou por cima da cantoria. - Hey, posso ter um doutor por aqui!
Se ele pudesse ter o gesso removido ira fazer com que o espancamento do anjo fosse muito mais fácil. E o pessoal médico podia limpar os pedaços do Lassiter depois.
#perfeito

[...]

E pronto. Agora fico por aqui e vou ler mais um bocado. Mais logo, ou amanhã, a Mor há-de vos trazer alguma coisa. 

Fiquem bem e até à próxima publicação,
Sunshine ;)

segunda-feira, 11 de abril de 2016

THE BEAST – Excertos 3 - SPOILERS


Viva!

Como estão?

Mim sente-se linda, maravilhosa e esvoaçante! Principalmente porque se avizinham momentos extraordinários em que Xcor e Lassiter estarão na ordem do dia! Para além do meu amigo do peito Assail!... He he he

O muito mau é que temos uma espera muito grande até sair outro livro do Legado (dezembro está tão longe…) para poder vislumbrar a minha Irmandadezinha… buuuuu-huuuu…. Mim chora…

Em conversa com a Sunshine, descobri que quando um morceguito fofo se encontra com um raio de sol brilhante, o resultado é muito mau! E porquê? Porque durante o fim de semana ficamos intrigadas com uma pergunta que, aparentemente, não fazia muito sentido. Durante o evento da festa de anos do Rhage, alguém quis saber como é que o Lassiter se iria chamar. E tinha razão. A Virgem Escrivã não se chama assim, VE é uma espécie de título. Ora, mim andou a escolher um (mentira… foram muitos) para o Lassiter e a Sunshine deu uma ajuda. Desde Depravado no Comando a Lamparina no Poder, saiu de tudo! Nada como ser Sexy e Poderoso!... E vocês, que título irá ter este abençoado?

Hoje vou continuar com a saga Assail e Throe. Eu sou sincera, o Assail tem uma língua santa e desimpedida, para além de não ter vergonha nenhuma na cara. E eu gosto disso…
Já sabem que as traduções por aqui são caseiras, espero que gostem e que, quando for possível, comprem o livro porque vale mesmo a pena.

Para finalizar, agradeço aos comentários da Sandra Fernandes e da Vania (Vania, tens em mim alguém que te compreende… Ai, o que mim fazia àquele anjo se o apanhasse a jeito…). Agradeço também a todos os outros que, anonimamente passam por aqui!

A todos, muitos beijos bons.










E cuidado que vem SPOILER









[Assail saiu de casa para arejar e eis que chega alguém por trás…]


A voz de Throe era baixa.
- Vou-te matar.
Assail revirou os olhos e olhou para trás.
- Uma arma? A sério?
O macho estava mesmo atrás dele, uma automática na mão, o dedo no gatilho.
- Achas que não a vou usar.
- Porque te beijei… ou porque gostaste? – Assail virou-se para o rio novamente. – És um fraco.
- Tu és um…
- O teu corpo não mentiu. Por muito que o teu cérebro tenha uma opinião contrária, nós sabemos bem da tua excitação. Se tens um problema com esta realidade, é problema teu, não meu.
- Não tinhas o direito.
- E tu tens uma visão muito tradicional do sexo, não tens?
- Eu não te quero ver à minha beira outra vez.
- Não ias disparar? Ou já ultrapassamos essa fase? Talvez porque te apercebeste da incrível cobardia que é balear um homem inocente.
- Tu não tens nada de inocente. E eu não confio em ti na casa de Naasha.
- E entretanto tu és só um hóspede dela, certo? Um que por acaso mantém a dona da casa quente nestes dias cada vez mais frios… enquanto o hellren dela está a dormir ao fundo do corredor. Sim, não há nada de pouco escrupuloso nisso. É tão louvável.
- O meu relacionamento com ela não é da tua conta.
- É e não é. É óbvio que tu não a estás a satisfazer muito bem… ou eu não teria sido convidado.
- Ela queria mostrar-te os brinquedos. Na próxima semana será outro qualquer.
- Ela pede-te para dormires na cave? Num quarto escuro? Ou estás no andar de cima com os crescidos? Já agora, vais-me matar? Se não vais, talvez possas vir aqui e falar comigo cara a cara. Ou não confias em ti próprio?
O som de folhas pisadas ouviu-se à volta. E Throe aparece pela esquerda, o seu casaco comprido de lã negra a ondear ao vento.
- Isto não é um parque para cães? – Assail olhou à volta da terra solta e depois apontou para o rio. – É ali que eu vivo, como tu sabes. Vejo os humanos e seus animais nesta encosta nos dias quentes…
- Cuidado.
- Ou quê? – Assail inclina a cabeça para um lado. – O que é que me vais fazer?
- Vou-te foder.
- Sim, por favor. Ou ao contrário, como quiseres.
O rubor que percorreu o pescoço de Throe até às bochechas era visível ao luar. E o macho abriu a boca como se fosse protestar. Mas os seus olhos brilhantes desceram depois… e fixaram-se na boca de Assail.
- Então, como vai ser, - perguntou Assail. – Por baixo… ou por cima?
Throe praguejou. [e desmaterializou-se]

 (capítulo 38)



Outro momento lindo:

- Bem, bem, bem, - disse [Assail] com um sorriso, - o hóspede favorito da senhora está de volta.
Throe não estava contente, a julgar pelas sobrancelhas franzidas e a tensão no corpo.
- Não sabia que vinhas.
- Os telefones são uns aparelhos incríveis. Permite que alguém telefone aos outros e que se recebam chamadas, originando encontros.
A dona da casa gemia e arqueava-se enquanto Ehric trocava de lugar com o irmão entre as suas pernas.
Os olhos de Throe semicerraram-se.
- Não sei o que fazes aqui.
Assail apontou para o sexo que estava a decorrer.
- Isto não é razão suficiente? E se estás preocupado comigo aqui, fala com a tua senhora. Isto é o espetáculo dela, não é?
- Não por muito tempo. – Disse o macho para dentro.
- Ocupado com planos. Que surpresa.
- Vê e aprende. – Os olhos de Throe brilharam com malícia. – Esta casa está a prestes a sofrer uma transformação.
- Conta-me.
- Aproveita-a enquanto podes.
Throe saiu, fechando a porta atrás de si sem ruído.
Quando Assail voltou as atenções para a plataforma… teve a impressão que vinha aí um funeral. A pergunta era se era o do marido, ou se primeiro era o da mulher.

 (capítulo 45)




E mais outro:

Throe estava na entrada e viu a porta a abrir, fez uma careta e depois recuou.
- O que… o que estás aqui a fazer?
Assail fechou a pesada porta atrás dele e arranjou o lenço no bolso do casaco.
- Fui convidado.
- Então devias entrar como deve ser, tocando à campainha. Não moras aqui.
- E tu sim.
- Sim.
Encurtou a distância e parou à frente do outro macho; passou os dedos pela lapela abaixo do, admitamos, fantástico fato preto. O cabrão era bonito… temos de admitir. Claro que também era moralmente corrupto e tão honesto como uma víbora.
E não é verdade que essas qualidades apareciam juntas muitas vezes?
- Meu querido rapaz, - murmurou Assail – se não sabes porque fui chamado, ou és cego ou inocente.
Throe enxotou-lhe a mão.
- Não sou o teu rapaz.
Assail inclinou-se mais.
- Mas querias, não querias?
- Vai-te foder.
- Só tens de pedir com jeitinho e eu posso pensar nisso. Entretanto, podes lembrar-te que a tua senhora vai andar em busca da sua próxima vítima… quer dizer, hellren. E por muito charme que tenhas, acredito que te estás a esquecer de um pormenor importante. Pelo que sei, tu és pobre. Ou, pelo menos, passas por pobre pelos padrões dela. No entanto, eu não tenho esse problema, pois não? Provavelmente foi por isso que ela me chamou.

 (capítulo 51)


Eu adooooooro o Assail!
Assaaaaaaaaaaail!
Gosto tanto de um macho desbocado…

He he he