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segunda-feira, 28 de abril de 2014

THE KING – Spoilers – SOLA E AS-SEX-SAIL




Querido diário,

Vou mudar de vida, porque isto não leva a netos. Depois de me terem aprisionado, roubado, enxovalhado, libertado, traumatizado e coisado – e nem sei por que ordem é que isso foi – tomei as seguintes resoluções:

1 – Nunca mais vou passar cartão à Nasan;
2 – Vou despedir a Micas porque não anda a musar nada;
3 – Vou deixar de escrever no berloque;
4 – Vou viver uma vida dedicada à contemplação.

Quando me encher, logo verei o que vou fazer a seguir. E se há coisa que me pode fazer mudar de ideias, são as lindonas todas que deixaram comentários no berloque nestes meus dias de ausência e todos os anónimos envergonhadiços que foram lá, mas não querem que ninguém saiba.

Como não se devem deixar para amanhã, o que se pode fazer hoje… meu querido diário, a fase da contemplação vem já a seguir! :D

Beijos bons.



SPOILERS
THE KING

terça-feira, 22 de abril de 2014

Magazine Presas

Saudações Amantes da Irmandade,
Hoje apresento-vos a nossa querida e maravilhosa Magazine Presas, uma pequena brincadeira que o nosso Phury fez, de maneira a brincarmos e rir-mos com a Irmandade. Já fizemos isso antes, o nosso querido e antigo Tohr, que fazia a The IAN News.

Espero que gostem...pois muitas ideias andam por aqui, e coisas para rir-mos também...






*Nasan


segunda-feira, 21 de abril de 2014

És do Norte e queres ir ao Encontro da Irmandade em Lisboa? Vê como.

Viva Amantes da Irmandade!


Como sabem, no próximo dia 14 de junho (sábado), haverá um Encontro da Irmandade em Lisboa na Feira do Livro de Lisboa. No entanto, o Encontro não está restrito aos habitantes da capital. Se és da cidade do Porto ou se já pretendias fazer um transbordo na cidade para ires ao Encontro, está atento/a a esta publicação.

A CP está com uma promoção de 50% para pequenos grupos. Esses grupos devem ter de entre 3 a 9 pessoas e a viagem deve ser realizada ao fim-de-semana (sábado o dia todo e domingo até às 12 horas). Todo o grupo tem de viajar em simultâneo, no mesmo comboio, classe e para a mesma origem e destino, quer na viagem de ida, como na de volta.

Atualmente já temos três pessoas confirmadas, logo já estamos incluídos num grupo. Para completar este mesmo grupo, aceitamos até mais 6 pessoas. Isto não impede de vão mais pessoas. Podemos sempre criar um novo grupo desde que tenhamos um mínimo de três pessoas. Para isto teria de ser combinado um dia para o grupo ir todo comprar os bilhetes em conjunto. Se conheces alguém que possa comprar o bilhete por ti, não há problema.

Horários e Plano do Dia:

O intuito é apanhar o comboio intercidades na estação de Campanhã (Porto) às 08:52 horas com chegada ao Oriente (Lisboa) às 11:52 horas. Almoçamos no Centro Comercial Vasco de Gama, onde nos encontraremos com outros participantes, e daí partiremos de metro para o local do Encontro.
Na vinda, apanharemos o metro de volta para a Gare do Oriente (Lisboa) onde apanharemos o comboio Alfa Pendular às 20:09 horas com chegada à estação de Campanhã (Porto) às 22:52 horas.

Há sempre a possibilidade de se combinar boleias com pessoas que morem próximas.

O custo total da viagem (ida e volta) será de 28 euros (12.50 euros a ida e 15.50 euros a volta).

Se a promoção não te interessa, estás à vontade para fazer a viagem à tua maneira.

De qualquer forma, adere ao nosso grupo no Facebook onde tudo será discutido. Também será, neste mesmo grupo, combinado o Encontro da Irmandade para o Porto. Exato! O Norte não foi esquecido, mesmo ainda não tendo Feira do Livro 100% confirmada.

Fonte 1 e 2

sexta-feira, 18 de abril de 2014

The King - SPOILERS

Saudações Amantes da Irmandade!

Antes de mais, todas nós, (Eu, MorCeGo, Katley e Alex) deseja-mo-vos uma Feliz Pascoa, tudo cheio de coisas boas e muita alegria entre vocês e família.

Depois? Chamei o Vishous, sim, ele devia me um favor então.... mandei o pobre coitado ir ao fundo da gruta e soltar a morcego e acalmar ela... só de cuequinha...será que resultou?


É o que veremos para a semana..... hehehehehehe

Mas vamos ao que interessa!!!!



SPOILERS

[iAm tem o irmão doente na mansão. Está no apartamento que têm no Commodore e espera a visita do sumo sacerdote da terra deles. Aparece-lhe s’Ex.]


- Não te esperava ver na minha casa.
-Interessante, não esperava que fosses tão naïve. – O macho teve de se agachar para entrar. – E ela não é do teu irmão também?
Cristo, iAm só conseguia pensar no Grim Reaper.
Afinal, s’Ex, como o executor (carrasco) da rainha dos Sombras, já matara coisas suficientes para encher um cemitério ou dois. E era constituído para trazer a morte. O macho tinha dois metros e treze e mais de cento e trinta e cinco quilos – na boa. E aquela voz, a vir por debaixo do capuz? Maldade pura.
- Ouvi dizer que nunca deixaste AnsLai entrar, - disse ao fechar a porta. – Estou comovido.
- Não estejas. Na verdade, o grande sacerdote achou este sítio demasiado contaminado do contacto com humanos. Café?
- Como se isto fosse um encontro? – Ao contrário do grande sacerdote, s’Ex não tinha paciência para as regras da corte ou para as formalidades dos membros do s’Hisbe. Afinal, a governante suprema não o tinha a seu lado pelo seu charme. – Sim, porque não? Gosto da ideia de estares à minha espera.
iAm cerrou os dentes, mas não ia irritar-se. Os s’Hisbe subiram bem a fasquia ao enviar este tipo em vez do grande sacerdote, por isso isto estava já a começar com o pé errado.
(…)
- Então, tu e o teu irmão têm andado muito ocupados ultimamente? – s’Ex pôs os braços massivos no balcão e inclinou-se neles. – Então, Têm?
- Importaste de tirar isso? – iAm olhava diretamente para a malha que lhe cobria a cara. – Quero ver-te os olhos.
- Que romântico.
- Nem de perto.
- Sabes, não tens onde te apoiar para fazer pedidos.
- Tu odeias usar esse maldito capuz. Não comeces.
- Ao contrário de outras pessoas, as obrigações não me irritam o cu.
- Treta.
A breve pausa disse-lhe que se tinham entendido. Mas por pouco tempo.
- O café está pronto. Traz o meu, sim?
iAm virou-se para que o maxilar não se visse.
- Açúcar?
- Já sou doce que chegue.
Pois. Claro.
iAm trouxe as chávenas.
- Se quiseres uma palhinha estás com azar. Lamento.
s’Ex mostrou-se com um gesto rápido, tirou sem esforço o “capacete” – apesar de pesar para aí quinze quilos.
E sim, por baixo estava exatamente o que iAm se lembrava. Sombrio, pele escura. Olhos negros perspicazes. Cabeça com os padrões cerimoniais desenhados. Tatuagens brancas pelo pescoço e que se prolongavam por todos os centímetros do corpo.
E, PS, aquelas tatus não eram de tinta. Era veneno, injetado na pele num padrão tal que quando a derme morresse, descolorava. A maioria dos machos, para provar a sua masculinidade, tinham uma pequena no braço – e ficavam doentes durante dias. Ninguém, mas ninguém tinha algo parecido com o que s’Ex tinha.
O desgraçado era um monstro. Especialmente quando sorria – por um motivo qualquer, provavelmente por causa do excesso de testosterona, as presas estavam sempre completamente distendidas.
. Estás contente? – Perguntou indolentemente.
- Não é a palavra que eu usaria. – iAm dá um golo da chávena, - Então, a que devo a honra?
Ou pontapé nos tomates, como era o caso.
s’Ex sorriu um pouco – o que era pior se tivesse rido.
- Então tu e o teu irmão têm andado ocupados.
- Já disseste isso.
- Visitei-vos algumas vezes. Nada de especial – só de passagem Vocês os dois não têm andado por aqui ultimamente. Ocupados com as fêmeas?
- A trabalhar.
De noite e de dia, então. Uau… preocupados com o dinheiro? Precisam de um empréstimo?
(…)
- Fala comigo.
- Pensei que já estava. Ou estamos a usar linguagem gestual e eu não dei conta?
Só que o carrasco estava sério, a franzir a testa para a chávena, muito quieto.
E quanto mais se arrastava o silêncio, mais estranhas ficavam as coisas. S?Ex não perdia tempo e não tinha paciência – geralmente, o animal era tão decisivo como uma motosserra.
iAm esperou por dois motivos: A primeira porque não tinha outra hipótese. E, em segundo, já estava habituado.
Graças às merdas do Trez, tinha um doutoramento em nada-a-fazer.
Os olhos de s’Ex viraram-se para ele.
- O grande sacerdote virá para te dizer que o prazo de Trez expirou. A rainha quer o que lhe foi prometido e a filha está pronta para o receber. Qualquer atraso a partir daí terá repercussões. Por isso, nada de mentiras, se tens alguma maneira de por o teu irmão na linha, fá-lo. Agora.
- Ela vai matá-lo, não vai? – Perguntou iAm tristemente.
O carrasco abanou a cabeça.
- Ainda não. Vou começar pelos teus pais. A tua mãe primeiro. Depois o teu pai. E não vai ser bonito. – O olhar do macho nunca vacilou. – Tenho ordens para a atar e rapar a cabeça primeiro – depois violá-la e cortá-la para sangrar devagar. O teu pai assistirá a tudo e o que lhe farei a seguir será pior. Se os respeitas de alguma forma, fala com o teu irmão- Faz com que vá para o território. Obriga-o a fazer a coisa certa. Ela não vai parar até o apanhar e, para que não haja dúvidas, eu não hesitarei a fazer o meu trabalho.
(…)
- Ele não está limpo.
- Como assim?
- Tem andado a comer humanas. Muitas.
S’Ex atirou a cabeça para trás a rir.
- Acho bem que sim. Se fosse eu a estar cá fora fazia o mesmo.
- Aposto que a tua rainha não pensa assim.
- Ela é tua também. – e eu não apostava muito nisso, se fosse a ti. – s’Ex aponto o indicador para a distância. – Ela submete-o à limpeza e se sobreviver – que é uma possibilidade – nunca será o mesmo. Tens de fechar a matraca acerca da vida amorosa dele, acredita. Ah, e AnsLai não sabe que eu vim. Será o nosso segredinho, está bem?

(The King, capítulo 14)

[Trez tem uma ideia e quer encontrar-se com s’Ex para ver se se livra da rainha. O encontro é no Commodore e iAm também vai para o apoio moral.]

- Sua Majestade está prestes a ficar ocupada com algo que não te diz respeito durante uns tempos.
Trez semicerrou os olhos.
- Como assim?
- Cerca de nove meses.
- Desculpa, o quê? Não percebo o que…
- Está grávida.
Trez parou de respirar. Depois forçou os pulmões a retomar o serviço enquanto olhava o irmão de relance.
- Como é que diabo isso aconteceu?
- Partia do princípio que tu, mais do que ninguém, não precisasses de um desenho.
- Mas eu pensei que o consorte dela tivesse morrido há dez anos.
- Sim. Que pena. – s’Ex estalou os nós dos dedos. – Foi uma queda horrível.
- Então quem é?
s’Ex sorriu com ar de malandro.
- É um milagre.
Foda… se.

 (The King, capítulo 53)

He he he… milagre…
As prostipegas chamam ao s’Ex deus do sexo e rainha que é rainha não é burra…
Eu, por exemplo, se fosse rainha, também queria ser bem servida…
Mas eu sou muito princesa, por isso um V, um Z ou um Q chegam-me bem… ou um anjeco jeitoso de língua rota…


*Nasan

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Encontro da Irmandade da Adaga Negra Portugal

Saudações Amantes da Irmandade!!!!!

Está quaseeeeeeeeeeee aí!!

A Irmandade da Adaga Negra e a Leya, tem o prazer de vos convidar a juntarem-se a nós, dia 14 de Junho pelas 14:30, na Praça Leya, Feira do Livro de Lisboa, no Parque Eduardo VII.



Aparece, contamos contigo!!

Até a próxima sombra.....


*Nasan

The King - SPOILERS

Saudações Amantes da Irmandade,

hoje estou tristinha, sim...sonhei com a MorCeGo, será remorsos? Consciência pesada? Não sei... só sei que sinto a falta desta desgraçada, de ela a bater asas a minha volta e a queixar-se de tudo e mais alguma coisa, até de dizer que tem uma asa mais sedosa que a outra *becinho* Acho que vou soltar ela, e encher ela de miminhos, afufalhos e avacalhos...será que ela vai ligar me alguma? Acho que não... *limpa uma lagrimazinha*

Enquanto isso, deixo mais dois excertos da nossa MorCeGo, espero que gostem *sorriso triste*

SPOILERS!!!




Excerto 1: Qhuay

[John tem uns ataques e a boca mexe-se como se estivesse a falar. Blay e Qhuinn estavam lá, mas não disseram nada a Beth, ela quase os comia vivos. A seguir, Beth vai ter furiosa com Layla. Podia ser que, ao menos, engravidasse.]

Ouviu-se bater à porta e assim que Layla respondeu, não foi surpresa que Blay e Qhuinn entrassem Os dois guerreiros pareciam esquisitos e não por causa da Escolhida.
Beth explodiu.
- Posso apresentar-vos o meu pedido de desculpas agora?
Enquanto Blay se foi sentar à beira de Layla, Qhuinn plantou as botas e abanou a cabeça.
- Não há nada para desculpar.
- Então fui a única que acha que me atirei aos vossos pescoços? Não brinquem. – E agora que tinha acalmado e estava devidamente chocolatizada, precisava de pedir desculpas ao marido – e pô-lo a falar. – Não queria insultar-vos.
- Momento complicado. – Qhuinn encolheu os ombros. – E não estou interessado em santos.
- A sério? Estás apaixonado por um, - disse Layla.
Qhuinn olhou para Blay, os olhos díspares semicerrados.
- Podes crer que estou, - disse suavemente.
E assim que o ruivo ficou vermelho – claro – aquela ligação entre os dois machos tornou-se definitivamente tangível
O amor é uma coisa tão linda.

(The King, capítulo 6)

E se andava tudo à espera de ver a continuação Qhuinn / Blay (eu), tramou-se (eu), que não há mais nada para além disto. (eu choro)

A possível explicação para não haver nada desses dois, só pode ser por ainda estarem em lua-de-mel.

Eu também queria saber da lua de meeeeeeel…
Eu quero saber tuuuuuuudo…
*choro, choro e debulho-me em lágrimas pesadas e gordas*


[O Abalone é uma figura querida por todos e isto é como o tratam. Estão todos na casa de Darius. ]

- Ao menos gostas de cães. É a única coisa que te safa.
- Ah! Eu tenho asas e um halo, seu animal rabugento. Já estou salvo para a eternidade.
- Que sorte a nossa.
(…)
- Ei, Abes.
- Yo, Ab.
- Então, Albacore? – Claro que Lassiter é o único que se recusa a dizer o nome corretamente.
Era de rir ver o Abalone a gaguejar com os cumprimentos. O tipo ainda não estava bem habituado aos irmãos, mas eles já estavam habituados a ele. Tal como Wrath.
- Meu senhor, minha senhora, boa tarde.
- Abalone, como está a tua filha? – Perguntou Beth.
- Sim, Abe, como correu o encontro dela ontem à noite?
Ouvia-se um alfinete a cair. A Irmandade adotou o macho e a sua filha única, e desgraçado estava o jovem que a levou a sair se não a tiver tratado bem.
- Bem, não acredito que estejam feitos um para o outro. Mas ela foi trazida uma boa meia hora antes da hora de recolher.
- Muito bem. – Acenou Wrath. – Isso significa que ele pode ficar com as pernas.

(The King, capítulo 70)


He he he…


quarta-feira, 16 de abril de 2014

The King - SPOILERS!

Saudações Amantes da Irmandade!!

MissyLi, até tu? Imaginar isso fica meio esquisito hehhehe, Viviana... ainda tens muito que adorar, espera e verás hehehehe

Hoje fui dar umas cerejinhas a MorCeGo, e umas pepitas de chocolate, e sabem que mais? ela tentou morder me, de novo *cruzo os braços* ela simplesmente não aprende, bicho selvagem. Por isso vai ficar mais uns dias de castigo, se o comportamento não melhorar.... terei de pensar num castigo mais severo.... *ar pensativo* Acho que terei de ir falar com o Vishous e o Lassiter. Por falar em Lassiter..... tenho delicias, delicias e delicias que confisquei a nossa MorCeGo.




SPOILERS!!!!!!






[Wrath discute com Beth, ela sai de casa e ele resolve destruir a sala de bilhar, atirando tudo com o caraças.]

John salta para o lado quando um barril inteiro vem a voar em direção à sua cabeça. Felizmente, Vishous conseguiu apanhá-lo antes de cair no chão de mosaico da entrada – o que seria um problema para arranjar.
- Temos de o conter, - alguém murmurou.
- Ámen, - respondeu alguém. Se andar à solta pela casa e haverá merda que nem o Fritz vai conseguir limpar.
- Eu tomo conta disso.
Todos se viraram e olharam para Lassiter. O anjo caído do mau feitio e com gosto ainda pior em quase tudo apareceu do nada – e estava sério, pelo menos.
- Que caralho é isso? – Perguntou V assim que o anjo pôs uma fina caneta na boca.
- Afinal não era um Bic elegante. Com um sopro rápido, Lassiter enviou um pequeno dardo pela sala – e quando acertou no ombro de Wrath, o impacto foi como se o rei tivesse sido apanhado por uma bala no peito.
Cai pesadamente, o corpo a enrijecer e a cair como um carvalho.
- Que caralho fizeste? – V puxou por Wrath e foi atrás do anjo. Mas Lassiter pôs-se à frente da cara do Irmão.
- Ele ia magoar-se, a casa, ou um de vocês, seus parvos! E não te ponhas com merdas. Só vai fazer uma sesta…
Wrath soltou um ronco suave.
Com cuidado, a Irmandade aproximou-se como se estivessem a inspecionar um urso e John foi com eles. Enquanto se formava um círculo em torno da Bela adormecida, ouve muitas pragas abafadas.
- Se o mataste…
Lassiter guardou o coiso dourado.
- Parece-te morto?
Não, de facto, o coitado parecia em paz consigo e com o mundo, tinha boas cores, o corpo tão relaxado que as botas tombaram para os lados.
- Querida… Virgem… Escrivã…
Todos olharam para a porta. Fritz estava de pé com um saco Louis Vuitton numa mão e a expressão de quem testemunhara um acidente de viação estampada no rosto.
John fechou os olhos.
Esperava como tudo que Beth tivesse ido para aquela casa, fechado a porta como prometeu, e aí ficasse durante o dia.
Um dos dois já tinha caído. Não havia necessidade de cair o segundo.


(The King, capítulo 20)


Chamo a isto ser prático e eficiente! Lindo!
E o Fritz? Coitadinho do Fritz. Ele gosta de limpar, mas aquilo foi abuso!...


Excerto 2: vovó da Sola


[Para segurança, Assail leva a avó da Sola para a casa dele. Ela faz a inspeção enquanto ele se perde em pensamentos: tinha de salvar Sola e ainda não sabia onde ela estava.]

- Senhora? – Perguntou Assail.
Ela fechou a porta e foi aos armários.
- Não há nada aqui. Nada. O que é que vocês comem?
(…)
Ela virou-se nos seus sapatinhos brilhantes e pôs as mãos nas ancas.
- Quem é que me leva ao supermercado?
Não era uma pergunta.
E enquanto fitava para os três, parecia como se Ehric e o assassino violento do seu gémeo não estavam menos atrapalhados que Assail.
A noite tinha sido planeada ao minuto – e uma viagem ao Hannaford não estava na lista.
- Vocês os dois estão muito magros, - anunciou, abanando a mão em direção aos gémeos. – Precisam de comer.
(…)
- Bem? – Exigiu. – Não conduzo. Quem me leva?
- Minha senhora, não prefere descansar…
- O corpo descansa quando morrer.
Temos uma hora, - arriscou Ehric.
Enquanto Assail fitava o outro vampiro, a pequena e velhinha senhora pôs a bolsa no braço e assentiu.
- Ele leva-me.
(…)
- Onde está o seu crucifixo?
Assail acordou logo.
- Como disse?
- Não é católico?
Minha querida senhora, nós não somos humanos, pensou.
- Não, lamento.
Olhos raio-laser fixaram-se nele. No Ehric. No irmão do Ehric.
- Nós mudamos isso. É a vontade de Deus.
E lá foi ela, a marchar, a abrir a porta para trás e a desaparecer na garagem


(The King, capítulo 9)


Eu gostei tanto desta vovó!... Ela pequenina, velhinha… pôs tudo na ordem que foi um consolo!
É de mulheres assim que eu gosto!
E eles sem saber o que fazer à vida? Que lindo! Pareciam patos atrás dela!
He he he…
Se andassem atrás de mim mansinhos… Ahhh…




terça-feira, 15 de abril de 2014

SPOILERS THE KING - iAm e Boo

Saudações Amantes da Irmandade,

A MorCeGo continua encarcerada até a nova ordem..... enquanto isso... pedi ao Vishous que entrasse no sistema da criaturinha choramingona e lhe sacasse o que lá tinha *risinho*

Dia Especial para rir com estes dois...quanto a mim? ando mortinha para saber o que se vai passar aqui, aliás, porque é que o Boo gosta tanto de iAm.... palpites?

Marta Loureço, ele é mesmo cabeçudo né? Concordo contigo, algo me diz que a Rainha ainda lhe vai dar muito trabalhinho, oh se vai ehehehhe
Viviana, não digas isso, não imaginas o que eu sofro nas mãos dela, onde ja se viu? Confundir moi? *aponto para mim mesma de alto a baixo* com uma bolsa plástica, transparente sem nada por dentro *nariz empinado, braços cruzados e amuada* mas não, ninguém tem pena de mim, porquê? porque raramente me manifesto, não dou a conhecer as torturas e maus tratos, abusos psicológicos que ela me faz. Mas está bem....
MissyLi concordo contigo!!! Ai esse macho não faz ideia de com quem se meteu, ele esqueceu de quem ela é filha? muhahahahahahahahaha


SPOILERS!!!!!!!!!!!


[iAm acaba de afirmar – em pensamentos - que não gostava de animais. No entanto, achou o George muito útil ao acordar Wrath do transe em que estava e que quase custava a vida a Payne. Mas não gostava de cães, nem de gatos.]


Miaaaaaaauuuuuu.
- Foda-se!
Por falar no diabo. Assim que o gato preto da rainha passeava entre os pés, ele teve de se pôr Michael Jackson por cima dele para não o pisar.
O felino seguiu-o até à cozinha, sempre aos ss por entre as pernas – quase como se soubesse que tinha pensado bem do cão e estivesse a estabelecer o domínio.
Só que os gatos não conseguiam ler pensamentos, claro.
Parou e olhou para a coisa.
- Que diabo queres?
Não era bem uma pergunta, porque ele não queria dar oportunidades ao gato.
Uma pata preta levantada e depois…
Quando se apercebeu, o maldito gato estava a saltar-lhe para os braços, a virar-se de barriga para cima e a ronronar como um Ferrari.
- Estás-me a gozar? – Murmurou. Não gosto de ti. Foda-se!
(…)
Pata, pata, pata. Na camisa.
- Caralho. – Desistiu e fez-lhe festas na barriga preta.- E não, não preciso de nada.
O ronronar do gato era tão alto que teve de se inclinar para o mordomo. – Que disseste?
(…)
O gato estava agora a esfregar a cabeça nos seus peitorais. E a esticar-se para s mimos.
(…)
- Ok, já chega. – Brincou com uma das patas. – Agora tenho que te pôr no chão.
Assumindo o controlo, pegou no gato e ia pô-lo no…
Não se sabe como a coisa conseguiu espetar as garras nas malhas da camisola e ficar pendurado à frente como uma gravata.
- Estás a brincar comigo.
Mais ronronos. Um piscar daqueles olhos luminosos. Uma expressão de poder que iAm percebeu que isto seria como o gato queria – e mais ninguém.
- Posso ajudar? – Perguntou Selena suavemente.
iAm mordeu um palavrão e olhou para o gato. Depois para a Escolhida. Devia tirar o pullover? Maldito gato colado a ele.
(…)
- Ele gosta muito de ti, - comentou a fêmea enquanto desciam.
- É meu irmão. É bem que goste.
- Ó, não, queria dizer o gato. O Boo adora-te.
- O sentimento não é mútuo.

(The King, Capítulo 9)


A cena vai voltar a repetir-se. Beth vai tentar meter conversa com ele acerca de fêmeas na vida dele. iAm é virgem e confessa um segredo a Beth: gosta do Boo. xD

Mas a senhora escritora diz que não vai andar a papar gato, iAm acaba com uma ela no próximo livro!

Menos mal… gato tem muito pelo!...


He he he…


*Nasan

segunda-feira, 14 de abril de 2014

The King - Spoilers, Wrath e Beth

Saudações Amantes da Irmandade!!!!! 


Hoje não há MorCeGadas, Não haverá afufalhos nem avacalhos, não haverá morcegasmos nem qualquer coisa acabada em asmos...

Porquê? Porque a prendi o fundo da gruta, com 7mil correntes e 70 mil cadeados, de lá ela não sai.... nem pia, ficou apenas a pão e agua....


E não é tudo.... MorCeGo vê bem o que fiz a tua preciosa Micas, e vê só, eu que torturei ela psicologicamente ao ponto de ela fazer isto.....


Fica tranquila, fiz um enterro digno da tua preciosa Micas depois, como podes ver, até o Dossier e as outras Micas foram... Muahahahahahahahhahaha


Pronto chega de coisas estranhas e vamos ao que interessa, depois de meter a MorCeGo a pão e agua, de torturar ela e tudo mais.... ela finalmente falou e deu-me o que nós queremos, eheheheheheh Wrath, Payne, Beth...e uma extrema confusão. Mas LINDOOOOOOOO



SPOILERS!!!!
[Wrath fica a saber por Payne que a sua Beth não lhe contava tudo, porque ele não era digno da confiança da sua shellan. O rei pega no cão e vai à procura dela.]


Cerrando os dentes, levantou a mão para bater, mas acabou por espancar a porta. Uma. Duas vezes.
- Entre, - disse a Escolhida Layla.
Wrath escancarou a porta e soube exatamente quando a sua shellan o viu: o cheiro acre da culpa e engano atravessou o quarto até ele.
- Temos de falar, - atirou. E depois fez um aceno de cabeça para onde esperava que Layla estivesse. – Por favor, desculpe-nos, Escolhida.

(…)

[Não dizem nada até chegarem ao estúdio]

- Há quanto tempo te tens ido sentar com ela?
- Com quem?
- Não te armes em burra. Não te fica bem.
O ar do quarto estremeceu e ele ouviu os passos dela no tapete Aubusson. Enquanto andava, conseguia visualizá-la, as sobrancelhas baixas, a boca apertada, os braços cruzados no peito.
A culpa já tinha desaparecido. E ela estava tão irritada como ele.
- E que diabo te interessa? – Murmurou ela.
- É meu direito saber por onde andas.
- Desculpa?
Ele espeta um dedo numa direção qualquer.
- Ela está grávida.
- Reparei.
O punho cerrado esmurrou com tanta força a mesa que o telefone saiu do apoio.
- Queres entrar na necessidade?
- Quero! – Gritou em resposta. – Quero! É assim um crime tão terrível?
Wrath expirou, sentindo-se como se tivesse sido atingido por um carro. Outra vez.
É impressionante como ouvir em voz alta os nossos piores receios pode ser avassalador.
Respirando fundo várias vezes, ele sabia que tinha de escolher as palavras com cuidado, apesar da glândula adrenal estar a berta a bombar Ó Meu Deus suficientes para o sistema e ele estar absolutamente aterrorizado.
No silêncio, ouvia-se o barulho do telefone pi-pi-pi-põe-me-no-sítio, enquanto que as pragas andavam às voltas nas cabeças de ambos.
Com uma mão a tremer, tacteou à volta até encontrar o auscultador. Colocá-lo no sítio requereu algumas tentativas, mas conseguiu fazê-lo sem partir nada.

(…)

- Tens de me ouvir – disse ele numa voz apagada, - e fica a saber que é a mais pura verdade. Eu não te vou servir na necessidade. Nunca.
Era a vez dela de respirar como se tivesse levado um murro no estômago.
- Eu… eu não posso acreditar que tenhas dito isso.
- Não vai acontecer nunca, jamais. Eu nunca te irei engravidar.
Havia poucas coisas sobre as quais tinha grandes certezas. A outra que lhe ocorria era o muito que a amava.
- Não vais, - perguntou secamente, ou não podes?
- Não vou. Não.
- Wrath, isso não é justo. Não podes dizer isso assim como se fosse um dos teus decretos.
- Então, tenho de mentir acerca do que sinto?
- Não, mas podemos falar sobre isso, que diabo. Somos parceiros e isto afeta-nos aos dois.
- Discutir não vai mudar a minha posição. Mas se os rumores forem verdadeiros e tu entrares na necessidade, fica a saber que serás drogada para a ultrapassares. Eu não vou prestar-te serviço.
- Meu Deus… como se eu fosse um animal que precisa de ir para o veterinário?
- Não fazes ideias de como são essas hormonas.
- Ora, um macho a falar.
Ele encolhe os ombros.
- É facto biológico incontestável. Quando Layla estava no período dela, todos nós o sentimos na casa toda, mesmo uma noite e meia depois de ter terminado. Marissa foi drogada durante anos. É o que se faz.
- Sim, talvez se a fêmea não for casada. Mas da última vez que verifiquei, o meu nome estava nas tuas costas.
- Lá porque estás emparelhada, não quer dizer que tenhas de ter filhos.
Ela calou-se por um instante.
- Já te passou pela cabeça, por um segundo que fosse, que isto pode ser importante para mim? E não é como…”Oh, quero um carro novo”, ou… “Quero voltar para a escola”. Ou até como “ E que tal se tivéssemos a merda de um jantar fora entre levares um tiro e trabalhar numa coisa que odeias?” Wrath, isto é a base da vida.
E o caminho para a morte… dela. Tantas fêmeas morreram a dar à luz, e se ele a perdesse…
Foda-se. Nem conseguia imaginar.
- Não te vou dar nenhuma cria. Podia apresentar-te a verdade com uma série de tratas e palavras bonitas, mas mais cedo ou mais tarde, vais ter de de te habituar.
- Habituar? Tipo, alguém espirra para cima de mim e tenho de me resignar e tossir durante umas semanas? – A incredulidade e a raiva soavam alto. – Tu ouves o que dizes?
- Estou mais do que ciente das palavras que escolho. Acredita.
- Ok. Está bem. Porque é que não vemos isto assim… E que tal se eu disser… Que tal isto: Vais-me dar o filho que eu quero e isso é uma coisa a que tu tens de te habituar. Ponto final.
Ele encolheu os ombros outra vez.
- Não me podes obrigar.
Beth emitiu um som de espanto e ele sabia que tinham entrado numa nova dimensão no seu relacionamento – uma que não era boa. Mas não havia volta a dar.
A praguejar baixinho, ele abanou a cabeça.
- Faz um favor a ti própria e deixa de passar as noites sentada com aquela fêmea. Se tiveres sorte, nada funcionou e podemos esquecer este assunto…
- Esquecer… espera. Mas tu… mas tu… tu perdeste a puta da cabeça?
Merda. A sua shellan não gaguejou nem titubeou, e raramente praguejava. Olha que bom.
Mas isso não mudava nada.
- Quando é que me ias dizer? – Perguntou ele.
- Dizer o quê? Que és um nabo? E que tal agora?
- Não, que tu, deliberadamente, estavas a tentar iniciar a necessidade. Já que estamos a falar de coisas que afetam aos dois.

(…)

Ele fitou-a.
- Sim, quando é que isso havia de vir à baila numa conversa? Não ia ser esta noite, pois não? Estavas a deixar para amanhã? Não? – Inclinou-se sobre a secretária. – Tu sabias que eu não queria. Eu disse-to.
Mais passos: ele conseguia ouvir cada um dos seus passos. Demorou até pararem.
- Sabes que mais? Vou sair daqui, agora, - disse ela, - e não é só porque preciso de sair esta noite. Preciso de estar longe de ti por um bocado. E depois, quando eu voltar, vamos falar sobre isto… ver os dois lados… Não! – Exigiu ela quando ele ia abrir a boca. – Não dizes nem mais uma palavra. Se o fizeres, tenho a sensação que faço as malas e saio daqui para sempre.
- Para onde vais?
- Ao contrário do que pensas, não tens o direito de saber onde eu estou a cada segundo do dia e da noite. Especialmente depois disto.
A praguejar outra vez, ele tira os óculos e massaja a cana do nariz.
- Beth, ouve, eu só…
- Oh, eu já te ouvi mais do que o suficiente por agora. Por isso, faz-nos um favor e fica onde estás. Da maneira como vais, essa secretária e essa cadeira dura serão as únicas coisas que vais ter. É bem que te habitues a elas.
Ele fechou a boca. Ouvia-a afastar-se. Ouviu as portas a fechar quando saiu.

 (The King, Capítulo 11)


Rainha tenebrosa…


*Nasan

sexta-feira, 11 de abril de 2014

THE KING – Spoilers – Xcor às compras



Bom dia!
Boa sexta-feira!
E bom fim de semana e boa próxima semana!

Mim vai fugir, porque mim merece.

Vou deixar isto nas mãos da chefia que, por acaso, anda a fazer um belo serviço de transformar a secção dos comentários em chat! Menina Nasan e menina MissyLi, troquem números de telé e mensagem-se. Onde já se viu a pouca vergonha de se andarem a picar com conversas manhosas de chicote, vendas e o caraças?

Santa Morcegueira Milagrosa, não há respeito!

Se ainda fosse a minha Micas a dizer que me levava para um cantinho escuro para me afufalhar e sussurrar palavras doces aos ouvidos sensíveis... estou como o outro! Agora aquilo que aquelas duas andaram a fazer é absolutamente inqualificável, ultrapassa os limites de toda a decência! Eu sou muito ingénua e pura, não posso andar a ler coisas dessas! He he he…

Sílvia, Cristina, Marisa, Anónimo, Marta Lourenço, Ana Cristina, Rute e Viviana (não falo com as outras duas), tenho a louvar o vosso excelente bom gosto! Um anjo de cabelo preso numa poupa, fato de lantejoulas, a meter os pés pelas mãos numa cerimónia solene é o sonho de qualquer uma! He he he… Eu sabia que iam gostar! ;)

Hoje, o nosso spoilerzito é uma sugestão da Rute – como se eu alguma vez deixasse escapar este momento único! – diz que gostou particularmente desta parte – mim também!

Quem estiver perdido, porque as traduções não são sequenciais, é favor consultar a parte dos resumos. É por isso que eu coloco o(s) capítulo(s) de onde o excerto é retirado e traduzido. As traduções são blá blá blá livres e manhosas, feitas por moi même, única responsável pelas ditas. Se for para prender alguém, que me apareçam na gruta! Ah, e se faz favor, mandem polícias jeitosos, sem pança nem bigode e com ar saudável. Se for para pagar multa, prefiro cumprir pena. Obrigada! xD

Nasan, je lambe toi também.
Micas, je te lambe mais que à Nasan que não me paga.

Boas leituras.
Beijos muito bons.


SPOILERS

quinta-feira, 10 de abril de 2014

THE KING – Spoilers: o casamento de Wrath e Beth II



Quinta-feira chegou!
Mas que belo dia para mais um excerto delicioso. E eu que gosto tanto de casórios…

A minha Nasan anda toda tola! Ele é Wrath dia sim, dia sim (Não te vás habituando, olha que eu ofereço-me à concorrência…Vamos lá ver… tratar bem o mamífero, ouviu?) Pode ser que lhe dê a vontade de comentar coisas… como o vestido da noiva, a qualidade do copo-de-água, a cor da passadeira vermelha… He he he…
No entanto, este excerto vem a pedido da Viviana como se eu não o traduzisse na mesma… he he he… - Por falta de coisa melhor, sugeriu Lassiter. Ui, ui e ele aqui está em altíssima forma! Evidentemente, a escolha recaiu por causa das suas crenças religiosas. Ela é muito devota, especialmente à Irmandade. Ai, que ela de totó não tem nada… mim ajoelhava-se e rezava todos os dias… Só não o faço por falta de tempo, claro!

Uma chamada de atenção em particular: MissyLi, não andamos muito assanhadas, não? Que conversa baboso-saliventa era aquela no comentário? Isto é um blogue de gente séria, não queremos cá inconveniências. Ai, ai, ai, ai! Eu, por exemplo, sou um morceguito bem comportado e que se dá ao respeito! E se me aparecesse o Qhuiníssimo até lhe oferecia mais do que isso… Ahhh…

Finalmente, mi Micas musa, humana tímida que vem cá, mas que não diz nada a mim. Vê se ganhas mais juízo! :)

Boas leituras!
Beijos bons.

SPOILERS



[Para Wrath concordar em dissolver a união com Beth, precisava de uma outra. Como não era Rei para descriminar nada nem ninguém e, para a Glymera, só o que era vampiro era bom, casaram-se à maneira humana. A ideia brilhante e a organização é da autoria da Beth.]

- Que caralho é aquilo?
Ao som da voz de V, John virou-se tal como os outros… e quando viu o que se estava a passar no cimo da grande escadaria, pestanejou uma vez. Duas. Doze vezes.
Lassiter estava no topo dos degraus atapetados, o cabelo loiro e negro penteado tipo pompadour, uma pesada Bíblia debaixo do braço, pírcingues a refletir a luz…
Mas nada disso era o que realmente surpreendia.
O anjo caído estava vestido num fato à Elvis, branco brilhante. Complementado com calças à boca-de-sino, mangas de balão e lapelas grandes que chegasse para fazer uma tenda nas traseiras. Ah, e asas da cor do arco-íris que só se viram quando esticou os braços à laia de sacerdote.
- Está na hora da festa começar, - disse ele enquanto corria escada abaixo, lantejoulas a piscar e a brilhar. – E onde diabo está o meu púlpito?
V tossiu o fumo que acabara de inalar.
- Ela pôs-te a fazer a cerimónia?
O anjo esticou as golas da camisa.
- Ela disse que queria a coisa mais sagrada da casa a fazê-la.
- Sagrado, pois, - alguém murmurou.
- Essa Bíblia é a do Butch? – Perguntou V.
O anjo mostra-a.
- Sim. E o livro de Cristo como ele lhe chama? Até tenho um sermão que eu mesmo fiz.
- Que Deus nos proteja, - ouviu-se do outro lado da multidão.
- Espera, espera, espera. – V abanava o cigarro em círculo. – Eu sou o filho de uma divindade e ela escolheu-te a ti?
- Podes-me tratar por Pastor – e antes que o Sr. Fã dos Sox se ponha com tretas, quero que saibam que sou mesmo. Fui à net, tirei um curso de sacerdote numa hora e estou ordenado, baby.
Rhage levantou a mão.
- Pastor do cu, tenho uma pergunta.
- Sim, meu filho, irás para o inferno. – Lassiter fez o sinal da cruz e olhou em volta. – Então, onde está a nossa noiva? O noivo? Estou pronto para casar alguém.
- Não trouxe tabaco suficiente para isto. – Reclamou V.
Rhage suspirou:
- Há Goose no bar, meu irmão… espera. Já não há bar.
- Acho que vou sou meter morfina prá veia.
- Posso ser eu a meter-ta? – Pergunta Lassiter.
- Isso foi o que a outra quis saber. – Alguém disse.
(…)
- Meus irmãos, - começou Lassiter - estamos aqui reunidos para testemunhar a união de Elizabeth, filha de Darius, e Wrath, filho de Wrath.
Com que então iam deixar os nomes formais de vampiro. Fixe. Parecia mais humano.
- Quem entrega a mão desta fêmea – ah, mulher – em casamento?
Wrath esperava que um dos irmãos traduzisse a resposta de John. Em vez disso, o macho deu a reposta claro e a bom som: assobiou uma nota ascendente que anunciava claramente que era ele que apresentava a irmã.
Por instinto, e porque não fazia ideia do que constava a cerimónia, Wrath esticou a mão. E foi cumprimentado por John Matthew, os dois a apertar com força, uma promessa feita e um reconhecimento no aperto de mão, uma troca de um tomarei-bem-conta-dela e um é-bom-que-o-faças.
Vozes clarearam. Como se, provavelmente, alguns irmãos estivessem a ficar emocionados.
Lassiter tossiu um pouco e ouviu-se o som de páginas a serem folheadas para a frente e para trás.
- Ah… ok, ouçam, vou só improvisar, está bem? Há algum motivo para estes dois não se casarem? Não? Ótimo.
Beth riu-se.
- Acho que era suposto esperares que nós respondêssemos.
- Todos juntos, está bem? E vocês aí atrás também: alguma razão para isto não descolar?
A casa toda, tal como as shellans e ele próprio, gritou:
-  “Não!”
- Caramba, estamos a ir bem. – Mais páginas – Pois isto vai por aqui e aqui. Wrath?
Por uma qualquer estupidez, ele começou a rir.
- Sim?
- Aceitas esta mulher incrível que já te salvou a pele como esposa? Vais amá-la e confortá-la, honrá-la e permanecer com ela na saúde e na doença, esquecendo todas as outras, ser-lhe fiel enquanto estiverem vivos… caraças, Beth, devia ter-te perguntado isto primeiro a ti. Qual é a tua resposta?
- Não, - interrompeu Wrath com um sorriso enorme. – Eu respondo primeiro. Sim, aceito.
Ouviu-se fungar na multidão. E nessa altura, a voz de Rhage silvou:
- Que foi? Isto é bonito, tá? Vão-se foder.
- Agora, Beth, aceitas este chato teimoso como marido? Vais amá-lo e confortá-lo, horá-lo e permanecer com ele na saúde e na doença, esquecendo os outros e ser-lhe fiel enquanto viverem?
- Sim, aceito – disse Beth. – Absolutamente.
- Fiiiiixe. – Lassiter virou mais páginas. – Ora bem, anéis? Temos anéis, pessoal?
- Põe o meu anel no polegar dela, - disse Wrath, tirando o enorme diamante negro que o seu pai usou. – Toma.
- E ele pode usar o meu, - disse Beth. – Era da mãe dele.
- Awww, que fofinhos. – Lassiter pegou no anel de Wrath. – Ok, vamos lá. Eu abençoo estes anéis. Beth, pega no teu e põe-no num dedo dele em que caiba. Ou, tipo, na ponta de um dedo… isso mesmo.
- Ok, repete a seguir a mim. Ó merd… quer dizer, caraças. Acho que devia ser Wrath o primeiro.
- Não, - disse Beth com outra gargalhada. – Está perfeito assim.
- Perfeito, - concordou Wrath.
Estava tudo tão… bem. Era tão natural e verdadeiro e a falta de formalidade funcionava bem, especialmente à luz do ridículo sistema de valores da aristocracia.
Caramba, o Lassiter era um antídoto vivo e a cores para isso tudo.
- Ok, então, Beth, repete: “Eu, Beth, uma gaja fenomenal…”
Beth soltou uma gargalhada.
- Eu, Beth…
- E a parte do “gaja fenomenal”? Então? Vamos lá, eu tenho um certificado da internet. Eu sei o que estou a fazer.
Wrath acenou com a cabeça para a sua leelan.
- Ele tem razão, tu és mesmo fenomenal. Acho que temos de ouvir isso.
- Alguém me dá um ámen? – Gritou Lassiter.
- Ameeeeeeen! – Ecoou pela mansão.
- Está bem, está bem, está bem, - disse ela. – Eu, Beth, uma gaja fenomenal…
- “Recebo este casmurro, Wrath…”
- Recebo este casmurro, Wrath…
- “… como marido, de hoje em diante…”
- … como marido, de hoje em diante…
-“… na saúde e na doença; na riqueza e na pobreza…”
E, subitamente, não era uma piada. Quanto mais dizia, mais sério ficava Lassiter e mais a shellan de Wrath tremia, como se as palavras que ia dizendo tivessem um grande valor e significado.
E ele apercebeu-se que, para ela, aquilo era tradição.
Ela continuou embargada:
- … Na saúde e na doença…
-“… amar e respeitar até que a morte nos separe.”
- … amar e respeitar até que a morte nos separe.
Lassiter virou outra página.
- Entrego-te este anel como símbolo do meu voto, com tudo o que sou e tudo o que tenho e honro-te em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Subitamente, Wrath cerrou os molares para conter as emoções enquanto ela repetia as palavras e lhe colocava o rubi no mindinho.
- E agora, meu senhor, - disse Lassiter suavemente. – Repete a seguir a mim…

(…)

- “Eu, Wrath, aceito-te Beth,” – começou Lassiter.
- Eu já sei, - disse o seu marido numa voz trovejante. – Eu, Wrath, aceito-te Beth, como minha amada esposa, de hoje em diante, para o bem e para o mal, na riqueza e na pobreza, na saúde e na doença, prometo amar-te e respeitar até que a morte nos separe. Este é o meu voto solene.
Seguiu-se um caso sério de olhos molhados.
Beth fungava e sorria ao mesmo tempo, Wrath pôs o gigantesco anel de rei no polegar dela. Com sinceridade, disse:
- Ofereço-te este anel como símbolo do meu voto e com tudo o que sou e tudo o que tenho e honro-te em nome do teu Pai, do teu Filho e do teu Espírito Santo.
Houve uma ronda de aplausos espontâneos e ruidosos. E Lassiter teve de gritar para se fazer ouvir.
- Pelo poder em mim investido graças ao Google, eu declaro-vos marido e mulher! Podes beijar a noiva!
Os aplausos aumentaram assim que Wrath a abraçou e a dobrou para trás, a sua força era a única coisa que a impedia de cair.
Era algo que fazia regularmente, uma forma inconsciente de demonstrar e provar a sua capacidade física para cuidar dela
- Tira-me os óculos, - sussurrou ele mal a cortina de cabelo caiu, dando-lhes privacidade. – Quero que vejas os meus olhos mesmo que eles não te possam ver.
As mãos de Beth tremiam ao subirem até à sua cara. Deslizando os óculos pelas têmporas, o seu olhar extraordinário surgiu e ela pensou na primeira vez que o vira: no quarto de hóspedes subterrâneo na casa do seu pai.
Eram exatamente como dantes. Um brilhante verde pálido, brilhavam desde dentro ao ponto de ela ter de pestanejar e não era só por causa das lágrimas.
- Lindos, - sussurrou.
- Inúteis, - retorquiu com um sorriso – como se recordasse essa troca de palavras.
- Não, eles mostram-me todo o amor que tens. – Tocou-lhe no rosto. – E isso é muito útil.
A boca de Wrath desceu até à dela, passando uma, duas vezes. E então beijou-a profunda e lentamente.

(The King, capítulos 50 e 51)

Awww… que fofinhos…
E o Lassiter? Espetáculo! Aquilo é fogo de artifício, banda sonora e coreografia tudo num!
É muita coisa para um anjo só!
Meu Deeeeeus! Aliás, meu Annnnnjo!
E o Rhage? Maluco do diabo!
xD